segunda-feira, julho 27, 2009

2 tomarenses na lista do PS à Assembleia da República

Foi ratificada em Comissão Nacional do PS a lista de candidatos a deputados pelo distrito de Santarém, detendo a camarada Anabela Freitas a quinta posição da lista, tendo assim a melhor colocação desde 1987 de um socialista nabantino na lista de deputados. Com esta posição, tudo indica que os tomarenses voltarão a ter no Parlamento, um conterrâneo em Tomar nascido e criado, e mais importante, residente no concelho, sendo além do mais, pela primeira vez uma mulher.

Na lista tomará também parte o coordenador da JS nabantina, Hugo Costa.

É uma prova da motivação, do trabalho e das capacidades, não só da Anabela e do Hugo, mas de toda a concelhia e na forma como, com serenidade e convicção no rumo, tem sabido trabalhar, escolhendo em cada momento e sem sobressaltos os melhores para cada função, mostrando também uma cada vez maior capacidade de influência nos orgãos socialistas fora do concelho.

Só podemos continuar, na luta por Tomar e por Portugal.

sexta-feira, julho 24, 2009

Tomé Esgueira nas Olalhas, Rita Clara na Pedreira, candidatos pelo PS

Seguindo a estratégia até aqui definida, o PS anunciou este fim-de-semana mais dois cabeças de lista a freguesias, desta vez Olalhas e Pedreira.
Pelas Olalhas, concorre o actual presidente Tomé Esgueira, que apesar de ter já manifestado intenções de não voltar a candidatar-se, acedeu às muitas solicitações que teve de cidadãos da freguesia, para dar continuidade ao trabalho desenvolvido, candidatando-se assim a um último mandato. Apesar de ter concorrido anteriormente como independente numa lista do PSD, nunca escondeu as suas simpatias políticas, concorrendo agora pela primeira vez numa lista PS. Numa freguesia extensa e periférica, Tomé Esgueira aceita assim, continuar um trabalho difícil mas que tem dado frutos na melhoria da freguesia.
Mais perto da cidade, na Pedreira, Rita Clara, jovem estilista e empresária local, aceitou o repto de se candidatar à mais pequena das freguesias tomarenses, por sentir que ali se sente a necessidade de mudança. Numa freguesia com apenas duas localidades, Pedreira e São Simão, diz ser preciso saber aproveitar as potencialidades, dessas que são no seu entender duas das aldeias mais bonitas do concelho, e que com visão e inteligência será possível, por exemplo ao nível do turismo cultural, trazer mais proveitos e qualidade de vida aos seus habitantes.

sexta-feira, julho 17, 2009

Jorge Garcia candidato pelo PS à freguesia de Asseiceira

Na solarenga tarde de domingo, junto ao centro de dia de Linhaceira, depois de um passeio pela freguesia de Asseiceira, juntaram-se membros locais da futura lista socialista aí candidata e dirigentes concelhios do PS.
No espírito informal que tem acompanhado estes encontros, começou o presidente da concelhia Hugo Cristóvão, por falar na vontade de mudança que se sente na freguesia, manifestando a confiança em Jorge Garcia para liderar essa alternativa que os cidadãos da freguesia procuram.
Nesta que é uma das poucas freguesias que tem conseguido fixar jovens e das poucas que tem visto a sua população crescer, freguesia essa com vários potenciais entre os quais o facto de estar próxima de boas acessibilidades, disse, “é fundamental que a liderança da freguesia esteja entregue a alguém com motivação, capacidade de liderança e determinação para levar a freguesia a continuar a progredir, melhorando assim a qualidade de vida dos seus cidadãos”.
Jorge Garcia agradeceu a confiança nele demonstrada e apoio do partido para com a freguesia, falou em algumas debilidades da mesma e mostrou-se confiante na capacidade da sua lista quer pela representatividade das diversas localidades, quer pela qualidade dos vários elementos, em conseguir mostrar aos cidadãos como a seriedade desta alternativa será capaz de imprimir um novo impulso à Asseiceira. Afirmou estar também consciente dessa vontade de mudar, ainda para mais numa freguesia que tem em sua opinião, na maioria dos seus habitantes a simpatia para com os ideais socialistas.
Numa conversa alargada, onde estiveram presentes também entre outros, Joaquim Segorbe e Zita Freire, elementos naturais da freguesia que integram a equipa de José Vitorino à Câmara Municipal, foi este quem como habitual teve o discurso final. Mostrou-se feliz pela força do grupo, e agradeceu ainda o trabalho desenvolvido pelos elementos socialistas na Assembleia de Freguesia ao longo dos quatro anos de mandato. Algumas situações ocorridas recentemente, afirmou, mostram como o receio da actual junta PSD, para com a capacidade do PS fazer melhor trabalho é real, e mostram que a actual junta está já em fim de processo, sendo necessária “uma nova equipa com energias renovadas, como só o PS está agora em condições de fazer”. Afirmou a sua total disponibilidade para trabalhar com os eleitos e a vontade de dar à freguesia e às suas várias localidades a dignidade de tratamento que os seus habitantes merecem.








sábado, julho 11, 2009

PS tecnológico

Sempre à frente em Tomar, entre muitas coisas também no uso das tecnologias disponíveis, o PS disponibiliza várias formas de estar a par do que o candidato José Vitorino e toda a candidatura vai fazendo no concelho. Além deste blogue e dos contactos habituais tem todos estes aos dispôr:

email oficial da candidatura: vitorino.tomar2009@gmail.com

facebook (requer inscrição)

HI5

Twitter

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Apresentação do candidato à freguesia de Asseiceira

Amanhã pelas 15h30, ponto de encontro junto aao Centro de Dia da Linhaceira, o PS fará a apresentação pública do candidato à junta de freguesia de Asseiceira. Contamos consigo!

Fernando Carmo é o candidato socialista a São Pedro

Foi a olhar a albufeira do castelo de Bode, no recanto paradisíaco da Quinta do Troviscal, que dirigentes do PS Tomar e alguns dos membros da futura lista candidata à Junta de São Pedro se juntaram no passado domingo para debater o estado da freguesia.
Confirmando a candidatura de Fernando Carmo, o presidente da concelhia Hugo Cristóvão, apontou a sua energia, a jovialidade, a motivação e a abnegação como grandes características para os eleitores de São Pedro poderem encontrar nele e na equipa que o PS apresentará à junta, a alternativa para uma nova liderança, com novas ideias e nova visão, nesta freguesia que é das com maiores potencialidades, por exemplo ao nível turístico.
Fernando Carmo agradeceu a confiança, e falou do trabalho desenvolvido pelo PS na assembleia de freguesia, falando da forma como através duma oposição construtiva, muitas das ideias do PS têm sido aproveitadas pelo PSD.
Numa conversa rica em ideias, foram apontadas como prioridades as necessárias apostas nos aspectos sociais, e também na promoção das valências da freguesia, bem como da necessidade de aumento da segurança, em especial nas zonas mais próximas à albufeira onde muitas pessoas vivem quase isoladas. É para todos também “evidente que um projecto que há muito deveria estar realizado, quando não está sequer pensado”, é a instalação de ao menos uma, praia fluvial com condições dignas desse nome.
Como habitual, foi ao arquitecto Vitorino, candidato socialista à Câmara, quem coube a última palavra, mostrando-se feliz pela força demonstrada pelo candidato local e pela restante equipa, prometendo apoiar o seu trabalho na freguesia e corresponder às legítimas ambições da freguesia na sua dignificação e melhoria de qualidade de vida dos habitantes, e também na melhoria das condições dos muitos visitantes que nesta freguesia vêm sobretudo à albufeira.

terça-feira, julho 07, 2009

Elaboração do Plano Municipal para a Acessibilidade

Considerando que o Decreto-lei 163/2006, estipulou as normas técnicas de Acessibilidade e sobre o Design Universal (ou Design Inclusivo), considerados como uma forma de prevenir a exclusão de pessoas com mobilidade condicionada e de promover, objectivamente, a qualidade de espaços, edifícios e serviços, e a segurança, conforto e autonomia de todos os seus utilizadores;

Considerando que tem sido uma preocupação constante do PS, a ajuda e criação de condições de vida e melhoria das condições da pessoa portadora de deficiência e/ou das pessoas com mobilidade reduzida, como são exemplo os alertas para colocação de lugares para deficientes junto ás finanças e aos correios;

Considerando que a promoção da acessibilidade constitui um elemento fundamental na qualidade de vida das pessoas, sendo um meio imprescindível para o exercício dos direitos que são conferidos a qualquer membro de uma sociedade democrática;

Considerando que devemos contribuir decisivamente para um maior reforço dos laços sociais, e para uma maior participação cívica de todos aqueles que integram a sociedade e, consequentemente, para um crescente aprofundamento da solidariedade no Estado social de direito.

São, quanto a nós, devidas assim ao Estado acções cuja finalidade seja garantir e assegurar os direitos das pessoas com necessidades especiais, ou seja, pessoas que se confrontam com barreiras ambientais, impeditivas de uma participação cívica, activa e integral, resultantes de factores permanentes ou temporários, de deficiências de ordem intelectual, emocional, sensorial, física ou comunicacional.

Do conjunto das pessoas com necessidades especiais fazem parte pessoas com mobilidade condicionada, isto é, pessoas em cadeiras de rodas, pessoas incapazes de andar ou que não conseguem percorrer grandes distâncias, pessoas com dificuldades sensoriais, tais como as pessoas cegas ou surdas, e ainda aquelas que, em virtude do seu percurso de vida, se apresentam transitoriamente condicionadas, como as grávidas, as crianças e os idosos.

Já algumas autarquias a nível nacional, de onde ganha destaque a cidade da Maia, vêem desenvolvendo desde a implementação deste Decreto-Lei, candidaturas a fundos comunitários tendo em vista a implementação de um Plano Municipal de Acessibilidade para Todos, visando criar respostas integradas e promotoras da acessibilidade a cerca de 25% da população que tem médias ou graves condicionantes na sua mobilidade.

Neste âmbito propõe o PS que esta Câmara lance, com urgência, concurso para apresentação de um Plano Municipal para a Acessibilidade, que dê consequência à criação prioritariamente de uma Cidade acessível e promova a regeneração urbana das aldeias do Concelho, tendo em conta a letra e o espírito do DL 163/06, levando em linha de conta as melhores práticas nacionais e internacionais de acessibilidade.

Projecto de arranjo urbanístico da envolvente ao Convento de Cristo – Estudo Prévio

0. Enquadramento

Este Projecto Estruturante, parte integrante do Programa Estratégico dos Mosteiros Portugueses Património da Humanidade, resultado de uma parceria estratégica entre os Municípios de Tomar, Alcobaça, Batalha, Lisboa e parceiros culturais e científicos locais, bem como com o IGESPAR e Instituto Politécnico de Tomar, segue uma linha de rumo correcta.
Este Projecto surge resultado de desafio lançado há vários anos pela direcção do então IPPAR, prontamente assumido pelos Municípios envolvidos e para a qual o PS sempre deu o seu aval, incentivo e empenhamento político junto da tutela.

Consideramos mesmo este um exemplo, de como as parcerias entre os diferentes níveis de administração pública (central e local), operadores culturais/ turísticos e centros de investigação, podem assumir um papel liderante na valorização dos factores diferenciadores locais/regionais, num mundo globalizado e daí retirando o necessário valor económico, para a melhoria das condições de vida das populações. Está neste contexto, plenamente integrado na filosofia QREN e constituí uma oportunidade ÚNICA para Tomar passar das palavras aos actos, no sentido da valorização turística, bem entendido.

A centralidade atribuída neste Sec.XXI ao Turing Cultural e Paisagístico, numa valorização integrada dos Monumentos e Centros Urbanos, constitui desafio primeiro deste Programa Estratégico, candidatado e aprovado no contexto do Programa Operacional Regional do Centro 2007-13, prova de que não só os fundos comunitários, negociados por este Governo Socialista estão ao serviço do desenvolvimento local e regional, como estão a ser aprovados em tempo útil, com critérios técnicos de valorização dos Projectos mais inovadores, o que é este o caso.

A única contrariedade deste projecto, no futuro, resulta da integração destes diferentes sítios, mesmo os mais próximos – Tomar, Batalha, Alcobaça -, em três NUTIII distintas, repartidas por duas NUTII. Só o acelerar do processo de Regionalização e da futura saída dos Municípios de Porto de Mós, Batalha, Leiria e Marinha Grande da Região Centro, com integração na Região de Lisboa e Vale do Tejo, conjugado com a abertura ao público do IC9 (Tomar-Nazaré) em Julho de 2011, dará coerência a este Projecto estruturante.

Uma primeira dúvida ressalta neste momento, quanto a nós, pela ausência de integração neste Projecto da Festa dos Tabuleiros como parte integrante do Turing Cultural a nível da oferta de Tomar.

Este pequeno pormenor pode, se não corrigido, vir a ser um dos calcanhares de Aquiles da optimização dos principais objectivos, no que ao Concelho de Tomar se pretende atingir.
De qualquer modo fica a pergunta: Se não fora o QREN e o desafio do Governo Socialista para a integração de Tomar numa parceria arrojada e inovadora, quando faria o PSD algo em prol deste sector?

1. O Projecto

Trata-se de um projecto integrado que tem como principal objectivo qualificar urbanística e paisagisticamente a envolvente ao Convento de Cristo e Mata Nacional dos Sete Montes.
Procura-se através desta intervenção, por um lado, qualificar os espaços de recepção dos visitantes ao principal atractivo turístico da cidade e, por outro, melhorar as ligações entre o Centro Histórico e o Monumento, procurando que essa sinergia se transforme numa potencial alavanca no desenvolvimento turístico e económico da Cidade.

As principais intervenções do projecto aprovado pela Pelo Mais Centro (QREN), são a intervenção nos pavimentos dos espaços públicos envolventes, requalificação urbana do terreiro D.Gualdim Pais (cerrada dos cães), novas plataformas rodoviárias nas alas norte e oeste do Convento, melhoria das acessibilidades ao Convento e Castelo, aplicação de sinaléticas específicas, elaboração de projectos de saneamento e outras especialidades.

Este projecto teeve globalmente prevista uma comparticipação mínima de 717.949€ por parte do Município, sendo que a comparticipação QREN máxima é de 1.333.333€, para um investimento estimado de mais de 2 milhões de euros, dividido pelos 2 anos de obra.

Está este projecto integrado num investimento mínimo, por parte do Município de cerca de 1,4 milhões de euros, representando assim, só este projecto, cerca de 20% do investimento aprovado.

Assim, a estimativa orçamental global para a intervenção, que hoje vem ainda sobre a forma de estudo prévio, aponta para um valor global de 7,6 milhões de euros, que mesmo retirado a vertente de implantação de “funicular”, ascende a mais de 4,1 milhões de euros, o que tendo em conta a comparticipação QREN máxima, pode representar uma responsabilidade para o Município de mais de 2,8 milhões de euros de investimento.

Como pensa esta maioria financiar a parte não comparticipada?

Ou metade do Projecto, ora apresentado a este executivo, não é sequer para ser considerado? Trata-se de mais um conjunto de promessas para “inglês ver”, como foi em 1997 o parque Temático ou o Gabinete de Apoio ao investidor?

2. Estudo prévio do Café / Instalações Sanitárias

A proposta apresentada não tem o nosso acordo em virtude de, apesar de se dizer que “houve o cuidado de implantar o edifício, sem fazer alterações ao espaço verde existente, tirando partido dele”, se assume que ”a construção será constituída por uma estrutura em betão armado”, o que naquela zona não se nos afira apropriado, havendo outras soluções de maior dignidade, como por exemplo a interligação entre esta nova estrutura com as actuais I.S. localizadas no sub-solo do terreiro.

3. Central de Camionagem

A proposta apresentada não reflecte quanto a nós, uma necessária abordagem sistémica e global sobre o papel dos transportes colectivos na acessibilidade ao Monumento e circulação urbana, numa abordagem de valorização da sustentabilidade, como mote âncora do desenvolvimento das cidades no SecXXI.

Por exemplo, e considerando a necessidade de promover a maior utilização possível de transportes públicos na nossa cidade, desincentivando a utilização do transporte individual, não seria de enquadrar uma abordagem que tendo por base a ferrovia ligeira de superfície, deixasse intacto um espaço-canal que do actual interface rodo-ferroviário, pudesse garantir uma acessibilidade complementar e diferenciada à Cidade e ao Convento?

Dir-se-á que tal não é incompatível com uma reformulação da Central de Camionagem, mas não nos podemos esquecer que fazê-lo sem articular com a CP (Estações com vida) e com uma futura estratégia inovadora de transportes públicos de Tomar, não nos parece um bom caminho. Se a parceria é o paradigma do QREN, a multimodalidade, com base na ferrovia, é a solução dos transportes do futuro.

Temos ainda grandes dúvidas sobre uma estrutura em betão, em substituição da actual estrutura, necessariamente para demolir.

4. Arranjo urbanístico (global)

A intervenção pretende resolver algumas das questões de ordem logística que a elevada afluência ao Convento gera, nomeadamente a circulação automóvel e o estacionamento de transportes colectivos e individuais.

Concordamos com a valorização das calçadas como modo alternativo de acesso ao Convento, no entanto chamamos à atenção para a outra abordagem que fizemos no ponto anterior, visto que muitas das pessoas nunca poderão aceder ao Convento através das Calçadas, mesmo que valorizadas.

Temos, por isso mesmo grandes dúvidas sobre a solução de criação de “um estacionamento escavado na encosta e de inserção perpendicular à estrada de acesso ao Convento e à Calçada de Santo André”, para criar 34 lugares de estacionamento.

Este é um Projecto repisado da teimosia do anterior Presidente de Câmara PSD, que como todos sabemos em cada Parque de Estacionamento que colocou o dedo, fez disparate. Aconselhava o bom senso que não se interviesse na encosta, sem se discutir devidamente o caminho a tomar relativamente ao modo de acesso primordial ao Convento.

Desconhecemos também quais as consequências que terão na constituição do muro de suporte na ala norte do Convento, com rebaixamento do acesso viário e nunca vimos a tal “circular externa da cidade, no sentido de Pegões”.

5. Requalificação das Calçadas

Concordamos genericamente com as soluções apontadas, em especial com que os atravessamentos da Av.Vieira Guimarães se façam por mudança de pavimento.


6. Intervenção nos percursos turísticos da cidade
Nada de relevante a apontar em relação à proposta.

7. Intervenção na Ala Norte do Convento
Sobre o desnivelamento já nos referimos no ponto 4.

8. Intervenção no Terreiro Guladim-pais
Já abordada a implantação do Café e Instalações Sanitárias, no ponto 2. Quanto ao resto nada a apontar.

9. Iluminação Monumental do Convento e Castelo dos Templários
Discordamos que com a iluminação da Av.Vieira Guimarães se possa desenvolver alguma conflitualidade com os elementos propostos para as Calçadas. Preferíamos uma homogeneidade de intervenção.

10. Funicular de ligação ao Convento
Sobre este ponto em concreto achamos que a sua integração neste Projecto é extemporânea, não por termos qualquer antagonismo em relação ao estudo em concreto, ou ao modo de ligação, mas sim porque tendo havido no passado já outras propostas de modos diferente de acesso mecânico, como por exemplo a proposta de um Teleférico, por ex-Vereador Socialista, há cerca de 15 anos, ou a compatibilização de tal proposta com a ferrovia ligeira de superfície, melhor seria que pudesse ser desenvolvida uma AMPLA DISCUSSÃO PÚBLICA sobre este assunto, antes de o integrar neste Projecto Estruturante da rede de Mosteiros Portugueses.

Em todo o caso, preferiríamos sempre uma solução integrada e valorizadora do todo da Cidade em detrimento de um único e pontual acesso.

De qualquer forma, achamos que a três meses de eleições que colocarão rumo distinto na autarquia é pouco saudável e honesto que se queira “fechar” demasiadas portas, para que outra maioria, onde todos são precisos e não só alguns, possa promover a discussão e tomar as suas opções.

Discordamos também do faseamento proposto e por nada ter sido alterado, desde a última reunião, votamos CONTRA.

Proposta dos Independentes sobre arranjo no Largo do Pelourinho

Consideramos de extrema importância o futuro destino deste Largo, onde se encontra instalado o histórico Pelourinho da Vila, numa verdadeira porta de entrada para o Centro Histórico e acesso privilegiado ao Castelo Templário e Convento de Cristo.

Merece a nossa veemente crítica a actuação desta Câmara, quando intervindo no Centro Histórico não soube, em tempo, apresentar à comunidade uma ou várias soluções para discussão pública sobre futuro do Largo e de como valorizá-lo.

Temos conhecimento de um único projecto, apresentado no mandato de 2002-2005, por promotor privado, com a instalação de uma unidade hoteleira, que contemplava a requalificação do respectivo Largo. Mas mesmo esse projecto, não foi devidamente publicitado de forma a que não só este executivo, como toda a comunidade Tomarense pudesse contribuir para uma solução futura para o Largo.

Porque todos somos precisos, para construir uma Cidade nova e valorizada, um Concelho desenvolvido e respeitado, somos a considerar que esta proposta mais não é do que coisa nenhuma.

Deve ser limpa e arranjada com as mínimas condições de vida para os residentes, sem dúvida, mas o que é mesmo urgente é que a Câmara apresente uma proposta técnica de intervenção.

Com as dúvidas e proposta apresentada, apesar de tudo, votamos a favor.

Proposta de cedência de exploração do Bar do Quartel dos Bombeiros

Presente que é a Proposta de cedência para exploração do Bar do Quartel dos Bombeiros à Associação Cultural e de Beneficiência dos Bombeiros, somos a considerar:

1 – A grande vantagem de que se revestirá para o cidadão bombeiro a existência de um Bar a funcionar, dando assim apoio aos longos períodos de serviço naturalmente existentes neste tipo de serviço, o qual cumpre destacar é maioritariamente assegurado pelo corpo de voluntários;

2 - Discordamos, no entanto, que a cedência se faça sem qualquer inventário de material existente, pertencente ou não à Associação, bem como as condições de aferição e eventuais compensações das benfeitorias a realizar pelo período de cedência;

3 – Dado que este executivo se encontra a três meses de ser substituído por outro e, não estando demonstrada a urgência da resolução desta situação, parece-nos de todo exagerado que a cedência se faça por 5 anos, o que inclui todo o seguinte mandato autárquico.

Assim sendo, propomos que o período de cedência seja por um período de um ano, renovável automaticamente por igual período, se nada em contrário for comunicado por qualquer das partes até 60 dias antes do final da cedência.

Mais propomos que seja lavrado auto de cedência com levantamento da propriedade de todos os equipamentos e respectivo estado e que tal seja actualizado anualmente aquando da renovação, de forma a garantir que em qualquer circunstância não é a Associação prejudicada pelas benfeitorias ou a Câmara por igual motivo.

Nestas condições votaremos a favor da cedência, em caso contrário abster-nos-emos, por força, tão só, das discordâncias anteriormente mencionadas.

quinta-feira, julho 02, 2009

Maria do Céu Brito confirmada como candidata aos Casais

Em visita à freguesia de Casais no passado domingo, dirigentes do PS Tomar e alguns dos membros da futura lista candidata à Junta de Casais juntaram-se para discutir o futuro da freguesia. Hugo Cristóvão, presidente da concelhia nabantina socialista e também ele “filho da terra”, confirmou a candidatura de Maria do Céu Brito, apontando a sua energia, capacidade de envolvimento com os outros e reconhecimento na freguesia, bem como a sua génese socialista, como as grandes qualidades que dela fazem uma excepcional candidata. Não querendo entrar numa campanha negativa, não foi possível deixar de afirmar que aparte alguns asfaltamentos de estradas, o actual presidente da junta apesar da personalidade vincada por todos identificada e capacidade para por vezes dar “algum espectáculo”, tem pouco para mostrar desses já dezasseis anos de mandato, pelo que a lista do PS encabeçada por Maria do Céu Brito, será sem dúvida a certa para os cidadãos da freguesia que desejem uma alternativa, no estilo e na forma de actuação, bem como da necessidade de mudança.
Maria do Céu mostrou-se motivada, focando o trabalho como a palavra-chave para mostrar aos conterrâneos que há uma forma diferente de estar na política, e que isso também passará muito pela energia de todos os que vierem a integrar a lista, que será representativa da diversidade da freguesia na sua extensão geográfica, como será também composta por “homens e mulheres de todas as idades, profissões e
Em seguida a alguns conselhos de presidentes de junta do PS, e críticas ao PSD e confiança demonstrada nesta lista por alguns dos locais, foi ao candidato à Câmara, José Vitorino, quem coube a última palavra, que se mostrou feliz pela disponibilidade e força demonstrada pela candidata local, relembrando a amizade para com o seu pai, também ele um ex-Presidente de junta, Augusto Brito, a cujos mandatos se devem algumas das que são ainda das principais obras da freguesia. Criticou aqueles que mostrando nada ter de socialistas, se deixam levar para outras listas por promessas de melhores lugares, e a forma pouco digna e ilusória com que essas outras listas tentam assediar militantes e simpatizantes socialistas.