Assunto: Investimentos Previstos no Concelho de Tomar
O investimento público e o apoio do estado são fundamentais para o desenvolvimento e crescimento económico. Estão sobre a tutela do Ministério de vossa ex. setores fundamentais para o desenvolvimento das regiões como são o como o emprego, a economia, os transportes e as obras públicas.
O concelho de Tomar é um concelho que vive com conjunto de obras estruturantes paradas, sem investimento na economia e com uma taxa de desemprego crescente, o que do ponto de vista demográfico leva à diminuição de população.
São urgentes respostas no concelho de Tomar quer do ponto de vista das infraestruturas rodoviárias, ferroviárias e nas políticas de apoio à criação de emprego.
A signatária acredita que só com uma estratégia clara de crescimento, o concelho pode ter capacidade de criar emprego e qualidade de vida. Para essa política, é necessário da administração central apoio.
Com o novo enquadramento Orçamental e sem a existência do Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central (PIDDAC), é necessário conhecer os investimentos previstos para o concelho.
Pelo exposto, ao abrigo da alínea d), artº 156 da Constituição da Republica Portuguesa e da alínea d) nº 1, artº 4 do Regimento da Assembleia da Republica, a Deputada Anabela Freitas, solicita ao Governo através do Ministério da Economia e Emprego o seguinte esclarecimento:
Palácio de S. Bento, 29 de Novembro de 2012
1) Que Investimentos estão previstos para o concelho de Tomar no âmbito do Ministério da Economia e do Emprego.
Caras e caros camaradas dirigentes
e autarcas do PS
Quero em primeiro lugar agradecer a
confiança que em mim depositaram, ao me indicarem para candidata a Presidente
da Câmara Municipal de Tomar.
Espero, com o vosso contributo e
apoio, estar à altura do enorme desafio que, especialmente neste devir
histórico, se espera de quem em Tomar assuma, a partir de Outubro de 2013, essa
função.
Espero, sinceramente, que tenhais
razão e que, primeiramente em vosso nome e depois em nome de todos aqueles que
ainda acreditam em Tomar e no seu Concelho, consigamos MUDAR, dando a Tomar um
melhor presente e um futuro à altura do seu passado.
Aceito assim este desafio e
agradeço o apoio que o PS, através de vós, dá à minha candidatura a liderar a
Câmara de Tomar.
Caras e caros Tomarenses
Todos nós temos vindo a assistir,
de forma mais ou menos passiva, ao definhar do concelho de Tomar, do nosso
concelho.
Todos temos vindo a assistir à saída
de população, à perda de oportunidades, ao desperdício de fundos comunitários,
temos vindo a assistir a uma gestão autárquica pautada pela falta de visão,
pela falta de estratégia e em muitos casos a uma gestão ruinosa do nosso
património histórico, cultural e humano.
Basta! É tempo de Mudança!
É tempo de mudança a 3 níveis,
1º nível – nível interno: autárquico
A autarquia tem de mudar a sua
forma de relacionamento com os cidadãos, empresas, associações e instituições.
A autarquia tem de organizar-se “para fora” e não em função dos interesses de
dela própria. O que se pede a uma autarquia é que
seja facilitadora, catalisadora na relação com o cidadão, que tenha
procedimentos claros, transparentes, que não crie dificuldades a quem dela
necessite. Mas também uma autarquia que se
organize internamente por forma a ganhar eficácia, que reduza custos, sem perda
de qualidade na prestação de serviços. É difícil? Não, basta muito trabalho e bom senso
2º nível – Concelhio
O concelho de Tomar, é recorrente
mas verdadeiro dizê-lo, é um concelho que possui um vasto património histórico,
cultural, natural. É um concelho que possui todos os
graus de ensino, desde o pré-escolar ao ensino superior.
É o concelho do distrito de
Santarém, que maior número de associações tem, desde culturais a desportivas. E o que temos aproveitado desta
capacidade instalada? Muito pouco!
Entendo que um dos pilares de
desenvolvimento do nosso concelho é precisamente o turismo, mas tal como uma
casa não se constrói a partir do telhado, também aqui temos de começar pelas fundações. E as fundações para mim passam por
temos uma cidade limpa, um concelho que ofereça uma gama variada de produtos,
uma cidade onde se viva o centro histórico, um concelho que saiba envolver
todos os agentes locais, que saiba tirar partido da capacidade instalada e crie
sinergias que contribuam para o desenvolvimento económico, social e humano do
nosso concelho. Deverá este ser o único pilar de
desenvolvimento? Não, de maneira nenhuma!
As fileiras relacionadas com a
educação, a importância estratégica e histórica militar do nosso concelho não
podem ser descuradas. Bem como o criar novas oportunidades nas áreas do
conhecimento e inovação. É difícil? Não, basta bom senso e trabalho!
3º nível – Externo
O posicionamento que o nosso
concelho tem mantido quer a nível regional quer nacional, tem-se pautado pela
inexistência.
As alterações legislativas que se
preparam em matéria de transferência de competências das autarquias, não nos
podem deixar indiferentes.
Caras/os amigos
É fundamental para o nosso concelho,
que Tomar assuma um papel de liderança neste contexto.
Não podemos continuar a deixar que
decisões que envolvam o nosso concelho sejam tomadas sem que tenhamos tomado
parte das mesmas.
Precisamos de criar parcerias com
concelhos vizinhos num ato de cooperação – complementaridade e não competição, aliás
como o próprio QREN já previa que em Tomar foi e continua a ser desperdiçado.
Tomarenses
Sentimos que no nosso concelho
quase tudo está por fazer e todos sentimos que o nosso concelho precisa de
empenho coletivo.
Por isso, porque todos somos
precisos para a mudança do concelho de
Tomar, lanço aqui um repto a todas as forças da oposição para que até final
de janeiro/2013 possamos chegar a uma plataforma de compromisso para mudança,
liderada por mim e que conta desde já com o apoio do Partido Socialista.
Caras e caros amigos
O desafio que se coloca aos
tomarenses em outubro de 2013 é simples:
É saber se querem continuar a ter
uma autarquia que demore anos a resolver um qualquer processo ou querem a mudança para uma autarquia que resolva.
É saber se querem continuar a ter
uma autarquia que recorra a empréstimos para pagar aos seus fornecedores ou
querem a mudança para uma autarquia que racionalize os seus recursos e os ponha
ao dispor dos cidadãos e das empresas;
É saber se querem continuar com uma
autarquia que afaste e dificulte quem queira investir em Tomar, ou a mudança para uma autarquia que promova,
capte e acarinhe quem quer investir;
É saber se querem continuar a ter
uma autarquia que não promova o dialogo, as parcerias, uma autarquia presa a
pequenas invejas, ou querem a mudança
para uma autarquia que promova o trabalho em parceria, uma autarquia que saiba
aproveitar o que cada um tem de melhor para dar em prol do concelho;
É se querem continuar com uma
autarquia presa a modelos de gestão, completamente ultrapassados ou a mudança para uma autarquia que resolva
os problemas de hoje com soluções de hoje.
Finalmente, caras e caros amigos o
desafio que se coloca a todos é se querem continuar a ter uma autarquia que não
defende os interesses do concelho e que muitas das vezes nos envergonha ou a
mudança para uma autarquia que tudo faça pelo seu concelho, que devolva a todos
o orgulho de ser tomarense.
Eu acredito que com vontade, bom
senso e muito trabalho a mudança está nas nossas mãos e convoco todos os que
querem construir o presente e o futuro de Tomar, para este trabalho de mudança.
A confiança que tenho no nosso
futuro quero agarra-la com a energia, com a vontade, com a audácia que em todos
os passos que dei na vida, fiz.
Construir um futuro para Tomar, em
linha com o nosso passado, só se pode fazer com muito trabalho, muito bom
senso, muito empenho. Motivando equipas fora da Câmara e dentro da Câmara,
contando com o empenho e profissionalismo da generalidade dos seus
trabalhadores, com os dirigentes associativos, com as Escolas, com as
instituições regionais e nacionais.
Mudar é o desafio! Não o meu, mas o
de toda uma comunidade que anseia voltar a acreditar. Para que honremos a
memória dos nossos antepassados e saibamos dar aos nossos filhos e netos, o que
ambicionamos. Para isso, meus caros, contem
comigo.
Por isso, Tomarenses, aqui estou e
espero que até Outubro de 2013 mais estejam aqui connosco.
Foi hoje aprovado, pela Comissão Política Concelhia, com 33 votos a favor, em 33 votantes (dos 36 com direito a voto),o nome de Anabela Gaspar de Freitas, como candidata do PS a Presidente de Câmara Municipal de Tomar.
O nome de Anabela Freitas, subscrito pela generalidade dos militantes, autaracas eleitos e em funções pelo PS e dirigentes locais, será considerado definitivo, se nos próximos cinco dias a direção nacional ou distrital não o vetarem, nos termos do regulamento eleitoral aprovado e em vigor, desde o passado dia 30 de Setembro, que pode ser consultado aqui.
Anabela Gaspar de Freitas, tem 46 anos, 1 filho de 10 e a profissão de Técnica de Emprego, do quadro do Instituto de Emprego desde 1986, estando atualmente colocada no Centro de Formação de Tomar.
Nasceu e estudou em Tomar, tendo concluído a sua formação superior no Instituto Politécnico de Tomar, em Recursos Humanos.
Das suas atividades fora da política e da sua profissão, cumpre destacar o fato de ter sido durante vários anos campeã nacional na modalidade de Badminton, pelo Sporting Clube de Tomar, entre outros clubes. É apaixonada pelos desportos motorizados, pelo Teatro, pelas big bands, orquestras e pela escrita policial.
Exerceu, entre 2005 e 2009, as funções de Diretora do Centro de Emprego de Tomar, ano em que rumou à Assembleia da Republica como deputada, até às eleições de 2011. Aí, fez dezenas de intervenções em plenários, tendo integrado a Comissão de Trabalho, Segurança Social e Administração Pública e a Comissão de Assuntos Europeus, Ética, Sociedade e Cultura. Foi a representante do grupo Parlamentar do PS ao 18º Congresso da Organização Internacional do Trabalho (OIT). Foi coordenadora do Grupo de Trabalho da Assembleia da República do Emprego protegido (na área das deficiências).
Tendo integrado de novo a lista de candidatos a deputados pelo PS, em 2011, tomou posse nesta legislatura (2011-15), estando atualmente novamente como Deputada, em substituição, integrando a Comissão de Orçamento, Finanças e Administração Pública, que está a analisar o Orçamento de Estado para 2013.
Anabela Freitas, foi Presidente das mulheres socialistas do ribatejo, durante vários mandatos, é membro da Comissão Nacional do PS e da Assembleia Municipal de Tomar.
Profissionalmente esteve colocada em vários dos Centros de Emprego do Distrito de Santarém.
A nível associativo é atualmente a Presidente da Assembleia Geral do Sporting Clube de Tomar, filial numero 1 do Sporting Clube de Portugal.
Foram diversas as questões abordadas na reunião pública de Câmara de hoje, cumprindo destacar as seguintes:
- O cidadão Miguel Leonardo Franco trouxe de novo à Câmara a sua disponibilidade para desenvolver a atividade de Guarda Noturno, contando para isso com o apoio da generalidade dos comerciantes da Cidade. O Presidente de Câmara, questionado pelo PS, o que havia sido feito desde que há cerca de um ano o cidadão havia em reunião pública colocado a mesma questão, a resposta foi "estamos a ponderar se se avança e como é que se avança"!
- Foram apresentadas pelo vereador José Vitorino duas recomendações, uma sobre os museus e a musealização da cidade, nomeadamente sobre o espólio do "museu do brinquedo", optimizando os recursos humanos e os espaços do Município e outra sobre a ruína da Tipografia Nabão, substituindo-se o Município aos proprietários para a resolução daquele atentado à segurança e saúde pública;
- Foram apresentadas várias questões pelo vereador Luis Ferreira, relacionadas com:
Carnaval do Concelho em 2013, tendo presente um pedido formal da ACR Linhaceira para uma reunião para a sua organização. O Presidente informou que em breve reunirá com o objetivo de trazer uma proposta concreta a reunião de Câmara;
Novas normas para os corpos de Bombeiros, através da publicação ontem do DL 248 e 249, mas que não resolvem os problemas de enquadramento dos corpos de bombeiros mistos detidos pelos Municípios. Nesse sentido foi questionado o atual veredaor dos bombeiros se, durante o último ano houve ou não reuniões da secção dos Municipais com Bombeiros Municipais (28 a nível nacional), da Associação Nacional de Municípios. De recordar que estava a ser negociado pelo anterior Governo, uma alteração às regras destes corpos de Bombeiros. Foi informado que não houve quaisquer reuniões;
Situação dos trabalhadores da extinta ASTAQ, uma vez que há informação que não foram pagas ainda as indemnizações devidas. O Presidente informou que a prioridade dos pagamentos será primeiro ao Estado e a seguir aos fornecedores e trabalhadores(!);
Falta de sinalização das obras em curso, há cerca de um mês na ER358 (Santa Cita - Lamarosa) e EM 535 (Algarvias - Peralva), uma vez que o corte do piso em diversos locais, de difícil visibilidade, se mantem sem qualquer sinalização. O Presidente informou que tinha a confirmação de tal não acontecia(!);
Melhoria do ambiente urbano, com a retirada dos placards relativos à TomarPolis, já pedido em diversas reuniões de Câmara;
Saudação pela entrada de Tomar na secção dos Municípios com atividade taurina, conforme proposta apresentada pelo PS e aprovada em reunião de Câmara;
Sobre o Hospital, que viria a ser esclarecido pela representante do Município no conselho consultivo, que pode ser lido aqui.
Foi hoje entregue junto da mesa da Assembleia Municipal o seguinte requerimento, onde o PS deseja que todos os partidos e movimentos políticos avaliem as consequências da proposta de extinção de 10 das 16 Freguesias do Concelho de Tomar.
Para o PS, a defesa integral do Concelho e dos serviços de proximidade, garantidos pelas Juntas de Freguesia em todo o espaço rural, são de todo incompatíveis com a proposta apresentada pelo Governo.
Acresce ainda que, nos termos da Lei, o Concelho não será mais consultado sobre esta proposta, pelo que oficialmente não mais os autarcas de Tomar se podem pronunciar sobre esta imposição do Governo PSD-CDS, a não ser que seja desejo dos autarcas dos diferentes partidos em Tomar, que tal venha a acontecer.
Para o PS este dossier não está ainda encerrado, convictos que estamos que impor uma qualquer solução administrativa vinda de Lisboa, sem acordo das populações, cria desnecssários prejuízos a todos, com poupanças quase nulas ao erário público.
Foi este o requerimento apresentado, pela Presidente do PS de Tomar, Anabela Freitas:
Ex.mo Sr.Presidente da Assembleia Municipal de Tomar
Ao abrigo das disposições regimentais e legais, solicito a convocação urgente de uma reunião de conferência de representantes, dos partidos e grupos políticos, da Assembleia Muniçipal de Tomar, com o objetivo de avaliar a forma de dar sequência à implementação das decisões relativas ao processo de agregação de Freguesias, à luz da pública divulgação da comissão técnica das agregações propostas para o Concelho de Tomar.
Com os meus melhores cumprimentos A coordenadora dos representantes do PS na Assembleia Municipal de Tomar
ANABELA FREITAS SUBSTITUI DEPUTADO JOÃO GALAMBA NO PARLAMENTO
A tomarense Anabela Freitas
prepara-se para assumir o lugar de deputada à Assembleia da República, eleita
nas listas do Partido Socialista, já na próxima segunda-feira, dia 19.
Anabela Freitas vai substituir o
deputado João Galamba, que entrará em licença de parentalidade.
A Presidente do PS de Tomar, foi Diretora do Centro de Emprego de Tomar, entre 2005 e 2009, tendo estado já no Parlamento entre 2009 e 2011, onde fez onde fez parte, entre outras, das comissões de trabalho e segurança social e de ética e cultura.
Do seu trabalho parlamentar destacam-se mais de uma dezena de intervenções em plenário, bem como inúmeros relatórios de regularização de diversas profissões e na promoção de medidas de combate ao trabalho precário e ao desemprego.
Anabela Freitas, com a profissão de técnica de emprego, no Instituto de Emprego e Formação Profissional desde 1987, tem como local de trabalho o centro de formação profissional de Tomar.
O PS reafirma a sua oposição a todos os processos de extinção de freguesias que, tendo por base os critérios definidos pela maioria PSD/CDS através de lei, não tenham sido aprovados pelos órgãos autárquicos competentes como representantes das populações.
No caso do Concelho de Tomar, todas as Juntas e Assembleias de Freguesia, secundadas pela oposição na Câmara Municipal e pela esmagadora maioria na Assembleia Municipal, apenas com um voto contra, consideraram que se justificava e era benéfico para as populações, manter as 16 Freguesias. O PS recorda que a criação e a extinção de freguesias é da competência exclusiva da Assembleia da República, e irá, no quadro parlamentar, proceder à avaliação dos projetos legislativos de alteração aos limites territoriais das freguesias, tendo sempre presente a opinião dos seus representantes.
Esta alteração, que não foi pedida por ninguém, apenas e só por vontade e imposição do Governo e da maioria PSD/CDS, pelo que sempre defendemos que o processo de fusão de freguesias devia ter sido "gerado da base para o topo", como foi implementado em Lisboa, desde 2008, com base na anterior Lei.
As alterações deviam ter por base as especificidades locais, a expressão dos eleitos locais e a vontade das populações e que concorressem para uma melhor gestão do território, sem colocar em causa uma noção de proximidade e de prestação de serviços públicos às populações.
Em Tomar continuamos até hoje à espera de saber quais as Freguesias que o PSD quis ou quer extinguir.
O PS considera ainda que o método utilizado pela maioria irá aumentar a perceção de abandono dos cidadãos pelos Estado nas zonas rurais, não representando um contributo positivo para melhorar o serviço público, aumentar a eficiência e reduzir custos.
Com esta proposta, é criada por exemplo uma Freguesia “Beselga + Madalena” com mais de 15 Km de comprimento, desde as imediações de Alburitel até ao Moinho Novo junto a Santa Cita. Esta é a distância, por exemplo, entre a cidade de Fátima e a vila da Batalha (!).
Extinguir estas 10 Freguesias no Concelho de Tomar, cria algum emprego? Arranja casa a alguém? Promove melhor apoio às crianças e aos idosos do Concelho? Resolve algum problema real das pessoas?
O PSD autor da Lei, responsável pela sua aprovação e implementação, deve assumir o prejuízo que está a causar e dar a cara perante a população, por mais este encerramento em Tomar.
Mercado Municipal, urgências, medicina interna e demais valências no Hospital de Tomar, Freguesias: são já demasiados exemplos para se esconderem atrás de conversa. Os Tomarenses, estamos certos, não lhes perdoarão!
O PS garante às populações da Pedreira, Alviobeira, Além da Ribeira, Beselga, Junceira, Serra, Casais, Madalena, S.João Batista e Santa Maria dos Olivais, que tudo continuará a fazer para manter inalterado o atual mapa, enquanto for essa a sua vontade.
Esta foi uma das principais preocupações transmitidas em Tomar por Óscar Gaspar, Coordenador Económico do Gabinete do Secretário Geral do PS. Numa iniciativa conjunta da Federação Distrital do PS de Santarém e da estrutura concelhia de Tomar, dedicada à Economia, Crescimento e Emprego, Óscar Gaspar sublinhou que é necessário reencontrar o caminho do crescimento económico, sob pena de o País entrar em convulsão social.
Em causa estão as previsões falhadas do Governo, que voltarão a repetir-se muito em breve: “o Governo estima que o desemprego atinja os 16,4% no próximo ano, mas infelizmente não vamos ficar por aí”. Outro exemplo é o défice: “depois do aumento de impostos e dos cortes na despesa, não aconteceu nada ao défice em 2011 e também não vai acontecer em 2012!” Ou seja, “não se percebe para onde vai o dinheiro que é retirado aos portugueses!”
Para o Coordenador Económico do PS, “este caminho afasta Portugal e os portugueses do crescimento económico, uma vez que absorve recursos que são totalmente desperdiçados numa altura em que deveriam ser aplicados na criação de emprego”. Toda esta “espiral” está transformada numa mola de pressão sobre a sociedade portuguesa, “que se vê confrontada com níveis de pobreza incompatíveis com o estado de desenvolvimento do País”.
O maior receio do PS, em termos sociais, é que “os portugueses assumam uma postura de luta contra o agravar das condições de vida, transformando-se Portugal numa segunda Grécia”.
Óscar Gaspar pronunciou-se sobre a questão da refundação do Estado proposta pelo Primeiro-Ministro, para afirmar que “a reestruturação do Estado é uma boa questão, mas agora temos a casa a arder. É mais importante sobreviver do que pensar em questões filosóficas! É mais importante a situação de emergência social!”
O empresário Carlos Sousa, outro dos oradores no encontro de sexta-feira à noite, reforçou a ideia de que é “necessário assentar os pés na terra e ter uma estratégia de futuro” para reencontrar o caminho do crescimento económico.
Presidente do Agro-Cluster do Ribatejo, Carlos Sousa defendeu “uma tomada de posição pragmática de ajustamento: queremos um Estado ajustado! Não um Estado excessivamente pesado.” Por outro lado, “é necessário que a dependência do crédito seja cada vez mais reduzida”.
Carlos Sousa considera também que nem sempre “os programas de formação responderam às necessidades empresariais, nomeadamente das PME’s, que têm um papel fundamental no desenvolvimento do tecido produtivo português”.
Numa perspectiva mais localizada, Anabela Freitas, líder da Concelhia de Tomar e pré-candidata socialista à liderança da Câmara Municipal, a decidir dia 24 de Novembro, deixou o alerta: “é preciso trazer Tomar de regresso ao desenvolvimento”. Tomar integra o grupo de concelhos do distrito de Santarém onde o desemprego jovem é mais grave.
António Gameiro, Presidente da Distrital do PS de Santarém deixou claro que a Federação não vai abandonar este tema. Segundo António Gameiro, “estão previstas outras iniciativas da estrutura destinadas a recolher informação sobre os principais problemas que os empresários da região enfrentam”.
Este tipo de debates e de encontros, abertos a todos, “constitui uma nova forma de fazer política a nível distrital, procurando soluções de forma integrada, com a participação dos principais protagonistas de cada sector, respeitando a proximidade e o direito à intervenção no processo de decisão.”
TOMAR – Carlos Lopes admite que ficou surpreendido com a junção com Madalena
A surpresa é a tónica dominante entre a maior parte dos presidentes das freguesias que foram visadas pela Unidade Técnica Territorial. Numa auscultação que tem sido efectuada pela Hertz, referência para o conjunto de reacções que, nesta altura, se impõe face ao "terramoto" que está para acontecer no mapa concelhio. A esse propósito, registo para as palavras de Carlos Lopes, presidente da Junta de Freguesia da Beselga, que se mostrou surpreendido com a agregação à Madalena.
«Para mim esta agregação foi uma surpresa... Não tinha previsto esta situação. Esperava por uma junção com a Sabacheira ou com Carregueiros. É com muito desagrado que encaro esta notícia pois esta não é a forma correcta de agregação.
Passamos a ser o maior território de Tomar. Se o presidente da Madalena já dizia antes que era difícil gerir a freguesia, então agora... Isto é mau para a população.
Quem fica prejudicado são sempre as pessoas mais carenciadas uma vez que, tanto da Beselga como da Madalena, a população é idosa e será difícil deslocar-se para as respectivas Juntas.
Proposta da unidade técnica para a reorganização do território, junto da Assembleia da Republica, apenas composto por elementos indicados e nomeados pelo Governo e pelos partidos da maioria PSD e CDS:
O PS mantém a sua posição de estar contra o desrespeito pela posição unânime manisfestada pelas Assembleias de Freguesia do Concelho, respeitada por deliberação de Câmara e aprovado pela Assembleia Municipal.
Para o PS, competirá ao PSD justificar e explicar qual a vantagem para as populações desta extinção e quais os ganhos financeiros de tal concretização.
O PS está também solidário com a ANAFRE que tem apelado ao Sr.Presidente da República no sentido de não dar sequência a esta reorganização, para implementação nas autarquicas de 2013.
O conhecido zelador da Sinagoga de Tomar, o Sr.Luis Serra Vasco, que com outros moradores da Rua Dr.Joaquim Jacinto lançou mãos, no início dos anos 80, à reabertura e manutenção da Sinagoga de Tomar, faleceu aos 75 anos. Ao longo de várias décadas foi, a par de sua esposa a Sra.Dona Maria Teresa, o garante de que a Sinagoga estava visitável, para Portugal e para o Mundo.
A eles se deve o facto de tantos visitantes da América do Norte nos demandarem.
O funeral do Sr. Luis Vasco realiza-se esta Terça-feira, dia 6 de Novembro às 15H00, da casa mortuária da cidade, para o Cemitério de Marmelais.
À família enlutada, os socialistas de Tomar enedereçam os mais sentidos pêsames, como um solidário obrigado.