Recortes de imprensa


in Radio Hertz - 27/3/2011
TOMAR - Parque Infantil da Mata dos Sete Montes dá que falar entre encarregados de educação

O vereador Luís Ferreira, do Partido Socialista, vai levar à reunião do executivo da Câmara Municipal de Tomar, desta quinta-feira, um pedido de esclarecimento sobre o Parque Infantil localizado na Mata Nacional dos Sete Montes, concretamente sobre a opção da autarquia por uma estrutura em plástico colorido. A Hertz ouviu o vereador, que sublinha o desagrado que este equipamento está a causar a alguns pais que ali se deslocam:

«Está em causa um desagrado não só meu mas de alguns pais com quem tenho falado. O equipamento colocado destoa da localização. É todo feito em plástico, com algum metal, numa zona verde em que o elemento mais adequado seria a madeira. É uma pena, pois estamos a falar num grande investimento feito nestes últimos três anos. Poderia ter uma cereja no topo do bolo mas, afinal, é uma espinha...». Como refere Luís Ferreira há também a questão do piso, que é em areia, sem caixa e sem indicação, obrigatória por lei, de qual a periodicidade da sua limpeza: «Há, ainda, a questão do cumprimento das normas legais relativamente à caixa de areia. O cidadão tem que ser informado sobre de quanto em quanto tempo é que essa areia é limpa. Há que corrigir esta situação em tempo útil».


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TOMAR - Partido Socialista reage à controvérsia das últimas horas e diz estar disponível para todos os cenários

«O Partido Socialista equaciona todos os cenários». Foi desta forma que Anabela Freitas, presidente da Concelhia de Tomar do PS, reagiu aos desenvolvimentos das últimas horas do panorama político, quer na reunião de Câmara desta segunda-feira (onde o vereador Luís Ferreira desafiou Carlos Carrão a sair da presidência), quer na conferência de imprensa promovida pelos Independentes, onde ficou clara a vontade de mudar «o actual estado de coisas» caso o executivo PSD não avance para a demissão em bloco. Anabela Freitas disse à Hertz que o seu partido está disponível para dialogar com todas as forças, sublinhando que um cenário de eleições intercalares terá que ser bem avaliado:

«Com o actual executivo, é impossível que os destinos do concelho se alterem. Na altura em que o actual presidente de Câmara substituiu o doutor Corvelo, disse que estava aberto ao diálogo, mas isso não acontece. O que conta são as acções e não as palavras. Enquanto continuar esta postura de não dialogar com as forças de oposição, chamando a si tudo o que são delegações de competência para não dar hipóteses de fiscalização, impedindo-nos de seguir os processos, o Partido Socialista equaciona todos os cenários». Neste sentido, tanto PS como IpT admitem um cenário de eleições intercalares mas, na verdade, ainda não surgiu qualquer evolução definitiva a esse propósito. Por isso, a Hertz questionou Anabela Freitas sobre se os socialistas estão à espera que os Independentes possam dar o primeiro passo: «Ninguém está à espera que alguém dê o primeiro passo. Não se pode avançar para as eleições intercalares sem pensar nas consequências para o concelho. Do ponto de vista pessoal, julgo que o concelho sairia a ganhar. Mas os prós e os contras têm de ser ponderados. Estamos disponíveis para falar com quem quer que seja. As questões partidárias não se podem sobrepor aos interesses do concelho».


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O processo-hospital «Nossa Senhora da Graça» continua a marcar a ordem do dia e promete agitar a estrutura política do executivo camarário. Referência, nesta quinta-feira, para as palavras de Luís Ferreira, que questionou, cara a cara, o elenco do Partido Social Democrata sobre se, neste dossier, estão do lado da população ou do Governo. O vereador socialista criticou, ainda, a ausência do presidente Carlos Carrão e dos vereadores José Perfeito e Rosário Simões da manifestação do último sábado pois, considera, «perderam uma boa oportunidade para mostrar que estão, de facto, do lado da população». E ficou o aviso de Luís Ferreira:

Depois deste processo do hospital, nada vai ser como antes: «Os tomarenses exigem ser liderados pelo seu legítimo representante, independentemente daquilo que possa pensar sobre a reestruturação. Os tomarenses estão preocupados, têm um presidente e esperam dele, seja ele quem for, um espírito de liderança! Querem sentir que existe um poder democrático na Praça da República e não um poder nomeado que diz os disparates que quer e que lhe apetece. Tenho uma mágoa, que vai para o presidente e para os vereadores do PSD, que não estiveram na manifestação de sábado. Foi uma oportunidade perdida que tiveram para mostrar essa unidade. Isto vai partir... Não há outro caminho. Esta gente não quer dobrar. E a questão que se coloca é para os eleitos do PSD. Os senhores vão estar do lado do Governo ou do povo de Tomar?!».

2012-01-19 18:52:42 - Rádio Hertz

Gente que conta