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segunda-feira, maio 13, 2013

Duas Freguesias, Além da Ribeira e Pedreira, uma única candidatura à Junta

Luis Vasconcelos, acompanhado de alguns dos elementos da sua equipa candidata à Junta que gerirá duas Freguesias

Foi neste Domingo, que Luis Vasconcelos, atual Tesoureiro da Junta de Freguesia de Além da Ribeira, apresentou a sua candidatura à Junta que irá ter a responsabilidade de gerir, no mandato 2013-17 as duas Freguesias de Além da Ribeira e Pedreira.
 

segunda-feira, maio 06, 2013

Apresentado candidato do PS à Asseiceira

Carlos Rodrigues, 41 anos, escriturário numa empresa da Linhaceira, com 3 filhos e aí residente, é a aposta da candidatura apoiada pelo PS, a uma das maiores Freguesias do Concelho - a Asseiceira!

Mais em www.anabelafreitas.pt
Alguns dos rostos que irão dar a cara, com Carlos Rodrigues, na Freguesia da Asseiceira

quinta-feira, maio 02, 2013

Apresentado candidato do PS à Sabacheira


Anabela Freitas e António Graça, Foto Vidal Bizarro
No seguimento da preparação das eleições autárquicas de 2013, as quais em princípio se realizarão no dia 29 de Setembro, foi apresentado neste feriado 1 de Maio, na Estação de Fátima, o candidato do PS à Freguesia da Sabacheira, António Graça.


Mais notícias em anabelafreitas.pt

domingo, janeiro 20, 2013

Anabela Freitas e Basílio Horta querem 'puxar' pela economia local

Foto Leonel Graça
O antigo Ministro e Presidente do Instituto do Comércio Externo português (AICEP), Basílio Horta, a convite da candidata a presidente da Câmara Municipal de Tomar e ex-diretora do Centro de Emprego local, Anabela Freitas, esteve em Tomar na passada sexta-feira. Perante um auditório repleto, ajudou a fazer luz sobre alguns dos caminhos e desafios que se colocam aos portugueses em geral e, com o contributo da candidata e da empenhada assistência, das hipóteses para Concelhos como o de Tomar em particular, num mundo cada vez mais globalizado.

Basílio Horta, atual vice-presidente do Grupo parlamentar do PS, para a área da economia, centrou a sua intervenção, não só no plano nacional dos desafios que as empresas enfrentam e dos apoios que têm disponíveis, mas também naquilo que as autarquias podem e devem fazer para criar emprego.



Tanto Basílio Horta, como Anabela Freitas, a candidata a presidente da Câmara de Tomar, que conta com o suporte dos socialistas, foram unânimes em considerar essencial o apoio às empresas já instaladas nos Concelhos.

Foto Nuno Ferreira
Para Anabela Freitas, esse apoio passa por escutar os empresários, promover licenciamentos céleres, ter uma política fiscal competitiva, dentro do quadro legal das competências das autarquias, mas também, em parceria com instituições do Concelho, conciliando com estes aspetos, a criação daquilo que foi definido como um “pacote atrativo para captação de novos investimentos” ou a “VIA VERDE DO INVESTIDOR”.

Basílio Horta, também ele candidato à presidência de uma autarquia em Setembro, neste caso a de Sintra, entende que deverão ser as autarquias a “vender” esse pacote como forma de atrair investimento. Ambos os candidatos consideraram ainda essencial, a criação de um gabinete de apoio ao investimento, com procedimentos claros, transparentes e céleres.

As questões colocadas pela assistência, centraram-se na atual política de privatizações, na sustentabilidade do sistema público de segurança social, e sobre o que deve fazer uma autarquia para se proteger de maus investimentos. Foi igualmente dada assinalável ênfase à perspectiva de valorizar o posicionamento estratégico de Tomar, aproveitando os novos mercados regionais abertos pelo IC9 para o litoral e pela A13 para Coimbra, bem como no aproveitamento da fileira agro florestal.

Basílio Horta quando questionado sobre a elevada taxa de desemprego nos jovens, e o que na sua opinião os mesmos devem fazer, respondeu que os jovens se devem revoltar, lutar.


Anabela Freitas, a ex-deputada que pretende reconquistar para os socialistas a autarquia que há 16 anos lhes foge, desde que o atual Ministro Relvas se impôs como Presidente da sua Assembleia Municipal, terminou garantindo à expetante assistência da cidade templária – a qual em noite de temporal ocupou a pitoresca estalagem colocada numa ilha fluvial bem no centro da cidade –, que o seu empenho na promoção e desenvolvimento da economia local será total.

Foto Leonel Graça
Como gesto simbólico, ofereceu ao seu convidado uma amostra de doces tradicionais de Tomar, além de um kit de vinhos de produtores locais, designado de kit templário, numa iniciativa que teve a assinatura da vereação socialista na área do turismo em Tomar.


segunda-feira, janeiro 14, 2013

Nova direção política no PS de Tomar

Na sequência da sua última reunião da comissão política concelhia, o PS torna público as seguintes informações:
 
Foi remodelada a direção política do partido, passando a mesma a ser constiuída pelos seguintes membros (por ordem alfabética) - Artur Damásio, Celeste Nunes, Joana Nunes, Joaquim Segorbe, José Pereira, Leonel Graça, Luis Ferreira, Susana Faria e Virgílio Saraiva. Integram ainda, como inerentes, o coordenar da JS de Tomar, Nuno Ferreira e o membro da comissão política nacional Hugo Costa.
 
Os dirigentes Hugo Cristóvão, Luis Ferreira e Leonel Graça, ficaram responsáveis pela organização da campanha autárquica, no Concelho de Tomar.

Tendo em conta a avaliação política realizada sobre a sua representação municipal, o PS mantem em vigor quer as decisões anteriormente tomadas sobre a sua coordenação, quer a necessária confiança nos seus diversos eleitos, na Câmara e Assembleia Municipais.

O PS considera ainda que nas atuais condições de vida dos Tomarenses, a preocupação essencial
do Município devia estar centrada no apoio e desenvolvimento da capacidade económica instalada, atuando ainda com uma visão social integrada, de forma a minorar as consequência das erradas politicas de empobrecimento promovidas pelo atual governo PSD-CDS.
 



Assim, com sentido de responsabilidade e no respeito dos seus princípios, na linha do que há largos anos vem defendendo para Tomar e Tomarenses há que pensar o concelho com o olhar posto no futuro. Só desse modo será possível fazer uma mudança a favor de Tomar.

É nesse quadro que desafia todos os cidadãos a assistirem e participarem na iniciativa da candidata a Presidente da Câmara Municipal de Tom
ar, Anabela Freitas, que conta com a presença do ex-Ministro e atual vice-presidente da bancada parlamentar do PS, para a área da economia, Basílio Horta, que se realiza na próxima Sexta-feira, dia 18 de Janeiro, pelas 21H00, na Estalagem de Santa Iria.

terça-feira, maio 01, 2012

Debate sobre Educação e Ensino Superior, Sexta-feira na Estalagem Santa Iria


Debate "Educação e Ensino Superior"

A candidatura de António Gameiro a Presidente de Federação do Partido Socialista "Juntos Para Ganhar 2013", realiza no próximo dia 4 de Maio pelas 21 Horas em Tomar na Estalagem Santa Iria, um
Debate sobre "Educação e Ensino Superior".

Esta iniciativa irá contar com as seguintes presenças:
José Mendes – Professor do Instituto Politécnico de Tomar;
Luís Filipe Santos – Coordenador Regional da Zona Sul do Sindicato Independente de Professores e Educadores;
Anabela Freitas – Presidente do PS Tomar;
António Gameiro – Candidato a Presidente da Federação Distrital do PS Santarém

quinta-feira, abril 26, 2012

Comemorações do 25 em Tomar



O PS de Tomar celebra todos anos o 25 de Abril com um almoço convívio eultimamente tem localizado esta confraternização nas zonas rurais do Concelho.
O ano transato realizou-se o almoço na Amêndoa (Olalhas), tendo sido este ano na Quinta do Falcão (São Pedro de Tomar) onde estiveram cerca de 80 pessoas, entre militantes, juventude socialista, simpatizantes e amigos.
Representou a Federação Distrital o ex-deputado Dr. António Gameiro, atual deputado municipal em Ourém e candidato a Presidente da Federação do Ribatejo do PS.
Discursaram Anabela Freitas, Presidente do PS de Tomar, Nuno Ferreira, coordenador da JS de Tomar, e António Gameiro, do Secretariado da Federaçãodo PS Ribatejo.
Os discursos evidenciaram os valores do 25 de Abril, a sua implementação num Concelho onde, segundo a Presidente do PS, Anabela Freitas, falta fazer o 25 de Abril, no respeito pelas pessoas, evitando o desbaratar das oportunidades, como foi exemplo o POLIS, ou a assumção da dívida de 6,5milhões de euros do parque de estacionamento.
Anabela Freitas relembrou ainda o potencial existente no Concelho de Tomar, capaz deste assumir o seu papel de desenvolvimento económico e de referencia nacional e internacional.
Num ambiente de forte unidade e empenhamento na construção da reconquistada Câmara de Tomar, Nuno Ferreira, coordenador da JS de Tomar, evidenciou oempenho dos mais jovens no desenvolvimento de um modelo estratégico deafirmação dos valores do PS, nas escolas do Concelho, preparando assim ofuturo de Tomar.
António Gameiro, reafirmando a sua forte ligação ao Concelho de Tomar,assumiu o empenho do PS na vitória autarquica em Tomar, dizendo que essa será uma das suas principais orientações, apelando à colocação das ambições individuais, naturais em política, ao interesse coletivo que é o reassumirdo papel referencial de Tomar na região.
 

quarta-feira, abril 25, 2012

Homenagem aos militantes com 10 e 25 anos de militante

 Manuel Oliveira, 10 anos de militante (2000)
Joaquim Segorbe, 10 anos de militante (2001)
 José Pereira, 25 anos de militante (1986)
 António Alexandre, 25 anos de militante (1986)
 Joaquim Serra, 25 anos de militante (1986)
 José Mendes, 25 anos de militante (1986)
Virgílio Saraiva, 25 anos de militante (1986)

segunda-feira, abril 23, 2012

Candidato a Presidente da Federação estará em Tomar no Almoço do 25 de Abril

António Gameiro, Deputado nas anteriores legislaturas, de 2005 a 2011, onde foi colega da nossa Presidente da Concelhia, Anabela Freitas, exerce atualmente funções de Professor Universitário, é candidato a Presidente da Federação do Ribatejo do PS e estará presente no Almoço do 25 de Abril, que ininterruptamente desde há oito anos a nossa Concelhia organiza.

António Gameiro é ainda membro do atual Secretariado da Federação, tendo no seu persurso estudado em Tomar, na Escola Jácome Ratton, daí a sua forte e empenhada ligação com o nosso Concelho.

António Gameiro assumiu recentemente, que um dos seus grandes objetivos, enquanto futuro Presidente do PS Ribatejo, é o de contribuir para a recuperação da liderança da Câmara de Tomar pelo nosso Partido.

domingo, janeiro 22, 2012

Comunicado dos Partidos e movimentos políticos

COMUNICADO
22 de Janeiro de 2012

Os Partidos e Movimentos Políticos (PSD, PS, IpT, CDU, BE e CDS/PP) representados na Assembleia Municipal convidam as populações a marcar presença na próxima Assembleia Municipal Extraordinária, com o único ponto “Análise do Processo de Reestruturação do Centro Hospitalar do Médio Tejo, com especial incidência no Hospital de Tomar” no dia 25 de janeiro de 2012, a partir das 16.00 horas, ostentando as cores e os símbolos de Tomar.

quinta-feira, janeiro 19, 2012

Vereador Luis Ferreira faz duas perguntas ao Presidente de Câmara

Na sequência da discussão havida hoje na reunião de Câmara, o vereador do PS Luis Ferreira fez duas perguntas ao Presidente de Câmara:

1 - Conhecia ou não o Sr.Presidente de Câmara esta grelha de reestruturação do Centro Hospitalar do Médio Tejo?

2 - Na hora da verdade o Sr.Presidente de Câmara e os senhores vereadores eleitos pelo PSD, irão estar do lado do Governo ou do povo de Tomar?

O mesmo vereador, levantou a questão da legalidade futura da eventual venda do Hospital de Tomar, quer em relação ao acordo realizado para a cedência do terreno, feita pelo Município ao Governo, para a construção do Hospital de Tomar nos anos 90, quer em relação às comparticipações comunitárias, para os investimentos realizados.

Posição e propostas do PS sobre o Hospital de Tomar, hoje na reunião de Câmara

As anunciadas alterações que o recente conselho de administração nomeado pelo Governo, decidiu como acto consumado, sem prestar qualquer justificação quer fosse directamente às populações, aos profissionais de saúde ou aos autarcas do médio tejo, merecem dos autarcas socialistas de Tomar a seguinte avaliação e comentário:

1.        Este Conselho de Administração, tendo tomado posse há um mês, vem claramente mandatado pelo governo PSD/PP para tomar medidas rápidas, sem estudos técnicos que justifiquem o como e o porquê, sem dialogar com quem quer que seja;

2.        Desta forma, demonstra uma enorme falta de respeito institucional pelos municípios da área de influência do centro hospitalar, aos quais tem o dever de dar conhecimento prévio e fundamentar as decisões a tomar, uma vez que são os autarcas quem localmente representa o povo, o defende e dá a cara;

3.        Infelizmente sabemos porque não o querem fazer: Porque é a atitude cada vez mais comum de técnicos nomeados e protegidos por políticos de um poder central, insensível e incompetente, que entende que o poder local não conta para as suas decisões.

4.        É, infelizmente, habitual que algumas pessoas nomeadas para conselhos de administração se julguem acima dos demais, especialmente acima dos eleitos democraticamente pelo povo, e entendam que não têm que se justificar. Ora na administração pública, todos servem a população e tudo, mas tudo, tem de ser justificado;

5.        Não foram apresentados quaisquer estudos, análises, prospectivas de avaliação financeira, económica ou de qualidade de saúde, que justifiquem estas decisões em contrário de outras.

6.        Consideramos que a existência dos três hospitais é um dispendioso erro de décadas, difícil de suportar pelos cofres do Estado, todos o reconhecem; e que, a ser decidido hoje, o que nos anos 70/80/90 foi decidido, teria sido construído um só hospital central em vez deste divido em três. No entanto ele existe e precisa de solução, e é assim óbvio, particularmente na situação que o país atravessa, muito culpa de muitos erros como este, que é preciso encontrar uma forma de racionalizar os gastos. E para isto, continuamos disponíveis. Só que esta, não é a forma de fazer as coisas.

7.        Mais consideramos, que uma real articulação entre os cuidados de saúde primários, vulgo Centros de Saúde, e os cuidados hospitalares, deveria ser o ponto de partida para uma reestruturação real e efectiva, com estudos de impacto na saúde e respectivas optimizações económicas e financeiras.

8.        Para nós é ainda claro que em Tomar existe outro problema, e que não é de agora. Ele existe há mais de uma década e há década e meia que Tomar vem aos poucos sendo prejudicado, uma vez que é claramente tido pelas sucessivas administrações hospitalares como o elo mais fraco do Médio Tejo. Tomar é assim visto como o local mais fácil para fazer cortes, aquele onde os obstáculos sempre foram menores. E tudo isto porque, ao contrário de Abrantes e Torres Novas, há muito tempo que Tomar perdeu a capacidade política de defender o concelho e as suas gentes. Não é só nesta questão, tem sido constante em muitas outras. Ao longo da última década e meia particularmente, temos tido responsáveis políticos, a começar nos presidentes de câmara, que não só não tiveram capacidade para defender os interesses de Tomar, como tiveram uma atitude de desprezo pelas populações e suas necessidades.

9.        Tomar é, há bastante tempo, um concelho sem qualquer capacidade de influência. Não estamos apenas a falar da qualidade ou quantidade dos serviços prestados, estamos aqui mais uma vez, como noutras matérias, a falar de mais um rombo na frágil economia do concelho. É que todas estas decisões se reflectem em mais ou menos postos de trabalho, mais ou menos fornecedores, mais ou menos pessoas a deslocarem-se a Tomar, ou de cá a deslocarem-se para outros concelhos.

10.    Depois, há claramente uma ideia por trás destas medidas: enfraquecer, esvaziar até ao limite um dos hospitais, até se tornar evidente o seu fecho e consequente privatização para a mesma ou outra finalidade. E pelo caminho que leva, a decisão do Governo parece ser clara: um dos hospitais a abater é o de Tomar. Mas se a opção é essa, que o assumam e expliquem à população o que ganha ela com isso.

11.    Falta saber se a população de Tomar vai continuar a luta que começou no sábado e exigir mais respeito e trabalho sério por parte dos responsáveis públicos, quer sejam políticos eleitos ou técnicos nomeados que parecem julgar-se donos da verdade.

12.    Não podemos deixar de referir a ilegalidade da decisão tomada pelo conselho de administração do Centro Hospitalar do Médio Tejo, uma vez que a mesma não obteve parecer obrigatório do respectivo Conselho Consultivo, o qual ainda não foi instalado, e onde os autarcas, as IPSS, as comissões de utentes, profissionais de saúde, médicos e enfermeiros, entre outros, terão que ser ouvidos.

13.    Entendemos que em todas as unidades do Centro Hospitalar do Médio Tejo, deveria existir uma base de valências comuns, composta por URGENCIA MEDICO-CIRURGICA / URGÊNCIA e INTERNAMENTO PEDIATRICO / MEDICINA INTERNA, sendo as restantes valências actualmente existentes distribuídas, acrescidas das referentes aos cuidados paliativos, por exemplo, que poderiam e deveriam ser objecto de optimização da capacidade instalada no conjunto das três unidades.

14.    Entendemos ainda, que todas as alterações a propor devem ser acompanhadas pelos estudos que comprovem a manutenção/melhoria dos serviços de saúde às populações , levando em linha de conta nas respectivas avaliações o acréscimo de gasto e risco pelas deslocações constantes entre as unidades que distam entre 30 a 40 Km, numa rede viária portajada e sem transportes públicos.

Assim sendo, propõem os autarcas do PS:

1.      Que o executivo reitere a deliberação unânime desta Câmara Municipal, no sentido da imediata suspensão  do Plano de reestruturação do CHMT, ante-ontem (Terça-feira, dia 17 de Janeiro de 2012) conhecido;

2.      Que seja promovida com carácter de urgência, uma exposição alertando para a necessidade da imediata suspensão atrás referida, nos termos propostos por todos os partidos e movimentos políticos, constantes do comunicado conjunto divulgado publicamente, a ser assinada por todos os 222 autarcas eleitos e em funções das Juntas e Assembleias de Freguesia, Assembleia e Câmara Municipal. Tal exposição, deverá ser endereçada a S.Exa o Sr. Presidente da República, à Ex.ma Sra. Presidente da Assembleia da República, ao Ex.mo Sr. Primeiro Ministro, ao Ex.mo Sr. Presidente do Tribunal Constitucional, ao Ex.mo Sr. Provedor de Justiça, ao Ex.mo Sr. Bastonário da Ordem dos Médicos e à Ex.ma Sra. Bastonária da Ordem dos Enfermeiros Portugueses.

3.      Que seja marcada reunião extraordinária de Câmara, para decisão de outras medidas de defesa da população de Tomar, após reunião a realizar com todos os profissionais a exercer funções no Hospital de Tomar, de forma a estes exporem directamente ao executivo municipal as sugestões e/ou esclarecimentos pertinentes para consubstanciar melhor as tomadas de posição.

terça-feira, janeiro 17, 2012

Comunicado da Federação do PS sobre o Hospital

   FEDERAÇÃO DISTRITAL DE SANTARÉM
COMUNICADO
O Conselho de Administração do CHMT-Centro Hospitalar do Médio Tejo decidiu promover a transferência das valências de Medicina Interna e Ortopedia do Hospital de Tomar para as outras unidades do CHMT e avançar com alterações no Serviço de Cirurgia, de tal modo pensadas, que irão impedir os médicos de poder acompanhar os seus pacientes num pós-operatório. Esta decisão entra em vigor a partir de 7 de Fevereiro.
Não foi garantido pelo Conselho de Administração, a manutenção dos postos de trabalho dos cerca de 46 trabalhadores que prestam serviço nas valências ora transferidas.
Esta decisão foi anunciada sem qualquer justificação aparente nem foram indicados os critérios técnicos que conduziram a tal.

Esta decisão foi igualmente anunciada sem que tenha havido o cuidado e a atenção de ouvir as Autarquias cujos habitantes vão ser vítimas deste processo.
É contra esta cultura da prepotência, do quero posso e mando, que nos insurgimos.
Esta forma de actuar, de costas viradas para o povo e para os seus legítimos representantes, merece o nosso mais veemente repúdio.

Esta cultura do silêncio e da ausência de explicações credíveis permite e sustenta um clima de suspeição que nos conduz inevitavelmente a questionar o que querem fazer do Hospital de Tomar e a quem apetecem a suas instalações. Será que o seu destino está traçado e uma clínica privada nascerá das suas cinzas? Se esta for a intenção de “quem manda”, a nossa mais forte oposição está desde já decidida.

O PS reconhece que as organizações podem e devem ser reformadas, melhoradas e tornadas mais eficientes, mas o PS não aceita que tal se faça sem diálogo, sem bom senso, sem a atitude democrática própria de um estado de direito.

Assim, torna-se necessária e do mas elementar bom senso a suspensão imediata da decisão do CA do Centro Hospitalar do Médio Tejo, ao mesmo tempo que se apela ao mesmo Conselho de Administração que tome a iniciativa de reunir com a Junta da Comunidade Inter-Municipal do Médio Tejo e com todos os Presidentes de Câmara que dela fazem parte, uma vez que o que está verdadeiramente em causa é a reorganização dos Serviços de saúde do Médio Tejo e da qualidade de vida da sua população.

17 de Janeiro de 2012
O Secretariado da Federação Distrital de Santarém

segunda-feira, janeiro 16, 2012

COMUNICADO CONJUNTO

Na sequência de uma reunião alargada dos representantes dos Partidos e Movimentos Políticos representados na Assembleia Municipal de Tomar, foi aprovado o seguinte comunicado sobre o grave problema da reestruturação do Centro Hospitalar do Médio Tejo.

Face à preocupante situação que presentemente se verifica em torno do Hospital de Tomar e das possíveis perdas de valências, os Partidos e Movimentos Políticos a seguir indicados (PSD, PS, IpT, CDU, BE e CDS/PP), reunidos em sessão suprapartidária de emergência, alertam a população para o seguinte:

1. Os Partidos e Movimentos Políticos (PSD, PS, IpT, CDU, BE e CDS/PP) repudiam o processo de reestruturação e a forma com o decorreu sem acompanhamento pelos órgãos autárquicos de Tomar democraticamente eleitos

2. Exigem a suspensão imediata do processo da chamada reestruturação do Centro Hospitalar do Médio Tejo anunciada pelo Conselho de Administração, que a concretizar-se seria claramente prejudicial à vida das populações de Tomar e das zonas envolventes.

3. Para estes Partidos e Movimentos Políticos, mantêm-se válidas e actuais as orientações aprovadas unanimemente pela Assembleia Municipal de Tomar em Março de 2006.

4. A dita reestruturação, a consumar-se vai colocar em risco cerca de uma centena de postos de trabalho diretos com uma componente jovem e qualificada assinalável.

5. Os Partidos e Movimentos não aceitam atitudes de intransigência e sobranceria da Administração do Centro Hospitalar no tratamento deste assunto.

6. Solicitaram já ao Presidente da Assembleia Municipal de Tomar, com carácter de extrema urgência, uma sessão extraordinária da Assembleia Municipal sobre esta matéria.



Tomar, 16 de Janeiro de 2012

Deliberação da Câmara sobre o Hospital

Face à reestruturação em curso do Centro Hospitalar do Médio Tejo, o Executivo Camarário, em reunião extraordinária, delibera, por unanimidade:

1. Repudiar o processo de reestruturação e a forma como decorreu, sem acompanhamento dos Órgãos Autárquicos de Tomar;

2. Exigir a suspensão imediata do processo de reestruturação do Centro Hospitalar do Médio Tejo proposta pelo actual Conselho de Administração, porque é claramente em prejuízo da população do nosso Concelho e dos Concelhos que serve;

3. Mostrar disponibilidade para possíveis alterações que salvaguardem a complementaridade e a reorganização dos recursos do Centro Hospitalar do Médio Tejo, sem por em causa a qualidade dos serviços de saúde prestados à população de Tomar e Concelhos vizinhos;

4. Solicitar uma reunião da Assembleia Municipal sobre a situação da saúde em Tomar e no Médio Tejo;

5. Solicitar uma reunião à Comunidade Inter-Municipal do Médio Tejo e aos Presidentes das Câmaras vizinhas, por estar em causa, mais do que o Hospital de Tomar, a reorganização dos Serviços de saúde do Médio Tejo e na Região

6. Solicitar, com carácter de urgência, uma reunião ao Sr. Ministro da Saúde, a fim de suspender uma situação tão gravosa para Tomar.

DELIBERAÇÃO TOMADA EM MINUTA.

Hospital de Tomar: propostas dos Vereadores do PS

Tem estado a decorrer uma reunião de Câmara extraordinária, para abordar a questão do Hospital de Tomar.

Os vereadores do PS, José Vitorino e Luis Ferreira, fizeram o historial do processo , recordando que estão totalmente disponíveis para abordar uma Reestruturação dos Serviços do Centro Hospitalar do Médio Tejo, numa lógica que garanta a manutenção da quantidade e qualidade dos serviços de saúde prestados às populações, considerando o direito à saúde como um direito básico do povo.

Assim os vereadores propuseram que a deliberação do executivo fosse no sentido da imediata suspensão de todas as decisões tomadas ou a tomar pelo Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Médio Tejo, até que haja reuniões de trabalho com os representantes eleitos pelo povo. Reuniões urgentes de trabalho que deve haver com a Junta da Comunidade InterMunicipal, num primeiro momento e depois com todos os Srs.Presidentes de Câmara pelo outro, de forma a serem explicados, os critérios técnicos que consubstanciam as decisões que reflitam um PLANO ESTRATÉGICO, que deve com os autarcas ser discutido. [16:36]

sexta-feira, janeiro 13, 2012

Deputados do PS apresentam pergunta ao Governo sobre o Hospital

No seguimento do anunciado de PS de Tomar ontem (Quinta-feira), em comunicado, os Deputados do PS apresentaram hoje a seguinte pergunta ao Governo, sobre o Hospital de Tomar, sob o numero de Requerimento 2487, tendo como destinatário o Ministério da Saúde:





Assunto: Reorganização do Centro Hospitalar do Médio Tejo
Destinatário: Ministério da Saúde


Ex. ma Sr.ª Presidente da Assembleia da República




Reorganização do Centro Hospitalar do Médio Tejo

O Centro Hospitalar do Médio Tejo é composto por três Unidades: Abrantes, Tomar e Torres Novas.



Aquando da sua criação, foi acordado um plano funcional de distribuição das valências pelas diversas unidades, plano esse que nunca foi integralmente cumprido, tendo-se registado uma transferência de valências da unidade de Tomar para as outras duas unidades.
O atual Conselho de Administração, comunicou já aos trabalhadores da unidade de Tomar que as valências de Medicina Interna e Ortopedia irão ser transferidas para as outras unidades, a partir de 7 de Fevereiro, bem como a cirurgia iria sofrer alterações que irão impedir os médicos de poder acompanhar os seus pacientes num pós-operatório.
Não foi garantido pelo Conselho de Administração, a manutenção dos postos de trabalho dos cerca de 46 trabalhadores que prestam serviço nas valências ora transferidas.
A unidade de Tomar, serve em primeira linha, três Concelhos: Tomar, Ourém e Ferreira do Zêzere, cerca de 100 mil habitantes, num território disperso e em muitos locais com escassa oferta de transportes públicos.
É de referir ainda que todas as vias rodoviárias em redor do CHMT, EPE, se encontram taxadas, tornando extremamente onerosa a deslocação a unidades mais distantes.
Assim e nos termos regimentais, vêm os signatários, através de V.Exa., perguntar ao Sr. Ministro da Saúde:
1. Que critérios técnicos estão subjacentes ao encerramento destas valências na unidade deTomar?
2. Em que medida está assegurada a qualidade de prestação de cuidados de saúde nos Concelhos de Tomar, Ferreira do Zêzere e Ourém?
3. Que articulação foi feita, com a transferência destas valências com a rede de centros e extensões de saúde?
4. Estão ou não assegurados os postos de trabalho dos profissionais que prestam serviço nestas valências?






Palácio de São Bento, sexta-feira, 13 de Janeiro de 2012
Deputado(a)s
ANTÓNIO SERRANO(PS)
IDÁLIA SALVADOR SERRÃO(PS)
JOÃO GALAMBA(PS)

quinta-feira, dezembro 29, 2011

Conferência de Imprensa do PS sobre crise política em Tomar

Na sequência de comunicado apresentado à comunicação social pelo Presidente da Câmara PSD, acusando a oposição de ser a responsável pelas dificuldades que o Concelho atravessa, o PS deu ontem , às 18H30 uma conferência de imprensa, pela voz da sua Presidente Anabela Freitas, Veredores José Vitorino, Luis Ferreira e Deputado municipal Hugo Cristóvão.

Créditos para http://radiohertz.pt



Carlos Carrão, Presidente da Câmara de Tomar, chamou os jornalistas para ler um comunicado e no final não quis responder a quaisquer questões. No texto, critica a oposição e refere que no próximo ano os cidadãos esperam que «o Município não deixe de honrar os seus compromissos, pagando as dívidas assumidas, designadamente à ParqT, mas tenha como grande preocupação assegurar o pagamento dos salários dos seus trabalhadores e apoie os mais desfavorecidos do Concelho»
O PS considera este facto uma total e oportunista DEMAGOGIA, visto que foi precisamente nestes sectores que a Revisão Orçamental retirou verbas. Foi também nestas rúbricas que a proposta chumbada de orçamento para 2012 retirava verbas.

O PS avisa, há longo tempo para a necessidade de diálogo e articulação entre os diferentes partidos e grupos políticos, pelo que se o PSD, em lugar de demonstrar mau perder, com DUAS RECUSAS DE REVISÃO ORÇAMENTAL E UM ORÇAMENTO, devia assumir que tem de mudar de rumo, de forma de lidar com a adversidade e procurar apresentar soluções para resolver o problema que criou.

Recorde-se que ontem foi chumbado pela segunda vez o documento relativo à 1º revisão orçamental que tinha por objectivo cabimentar 6,5 milhões de euros que o município de Tomar terá que pagar no âmbito do processo ParqT. Tal documento já havia sido chumbado por aquele órgão em reunião realizada a 25 de novembro tendo ontem sido submetido novamente à apreciação da Assembleia sem que nele fossem introduzidas quaisquer alterações.

FOI O PSD que unilateralmente DECIDIU aprovar o acordo em tribunal Arbitral, ao qual decidiu apelar, depois de ter sido o único partido que em Setembro de 2000, aprovou a concessão, que conduziu à actual situação.

O PS até hoje não tem sequer o documento do Tribunal, muito havendo ainda por esclarecer do porquê deste acordo ter sido realizado e decidido à revelia de quase todos os autarcas. 

O PSD cria há 14 anos seguidos problemas ao Concelho, não articulando ou dialogando com ninguém até hoje qualquer solução para este e outros problemas: MERCADO, CONVENTO STA IRIA, HABITAÇÃO SOCIAL, RESOLUÇÃO DO PROBLEMA DO FLECHEIRO, PROTOCOLOS COM AS JUNTAS DE FREGUESIA, APOIO ÀS ASSOCIAÇÕES, À CULTURA, AO DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO, só a títulod e exemplo.
É a segunda vez que o actual Presidente lida mal com os direitos elementares da democracia, nomeadamente a expressão do voto. Estão simplesmente com um problema de aceitação das regras da democracia. O direito ao voto e o direito à opinião são direitos fundamentais em Democracia. A maioria dos autarcas do Concelho RECUSARAM os documentos aprovados exclusivamente pelo PSD. Cabe ao PSD propor novas soluções para o problema que criou. Este comunicado mais não é do que uma declaração de guerra aos Tomarenses.


Adenda à Conferência de Imprensa:
RÚBRICAS objecto de alteração/anulação/redução na Revisão Orçamental de 2011 e Orçamento de 2012, QUE NÃO FORAM APROVADOS

1.      1. PRINCIPAIS VERBAS E INVESTIMENTOS QUE SAIRIAM DO ORÇAMENTO DE 2012
a) EN349-3 entre a Praceta Infante D.Henrique e as Algarvias (2.954.685€)
b) Variante à Serra (2.699.823€)
c) CM1119, entre S.Pedro e Quinta do Falcão (470.000€)
d) EM525, entre Carregueiros e S.Simão (360.000€)
e) EM531, troço entre o Carril e Ponte do Bairrol (752.522€)
f) Acesso imediato na passagem superior na EN110 (151.275€)
g) EM526, entre o Prado e o limite do Concelho (365.985€) – com deliberação aprovada em reunião de Câmara, pelo que a sua não inclusão constitui uma ilegalidade
h) EM535, entre Murteira e o limite do Concelho (360.000€)
2. 2. PRINCIPAIS VERBAS E INVESTIMENTOS QUE SERIAM REDUZIDOS NO ORÇAMENTO DE 2012
a) Transferência para Juntas de Freguesia (redução de 700.000€ para 630.000€)
b) Parcerias com as Juntas de Freguesia (redução de 200.000€ para 150.000€)
c) Subsídios e outros apoios às colectividades (redução de 510.000€ para 500.000€)
d) Equipamento p/Mercado e Feiras (redução 262.000€ para 45.000€)
e) Mercado Municipal (redução de 100.000€ para 30.000€)
f) Divulgação do Património de Tomar (redução de 50.000€ para 20.000€)
g) Conservação e remodelação de instalações desportivas (redução de 300.000€ para 200.000€)
h) Projecto de construção de Praias fluviais (redução de 10.000€ para 5.000€)
i) Remodelação e beneficiação dos sanitários públicos (redução de 50.000€ para 10.000€)
j) Reordenamento de trânsito e segurança rodoviária (redução de 476.000€ para 30.000€)
l) Projectos de “Acção social e apoios diversos” (redução global de 105.000€ para 90.000€)
m) Projectos de “Habitação e reabilitação” (redução global de 10.000€ para 2.000€)
n) Projectos de “Habitação, construção e recuperação”, de índole social (redução de 1.718.750€ para 520.000€)
o) Projectos de “Outros apoios no âmbito social” (redução de 10.000€ para 5.000€)
p) ÁREA SOCIAL – redução global de 1.843.750€ para 617.000€ (-66,5%)
q) Subsídios a alunos carenciados (redução de 40.000€ para 30.000€) (-25%)
r) Projectos nos Bombeiros Municipais e Protecção Civil (redução global de 485.000€ para 365.000€)
s) Loja do Cidadão (redução de 50.000€ para 10.000€)
3. PRINCIPAIS PROJECTOS QUE SERIAM INTRODUZIDOS NO ORÇAMENTO DE 2012, ou seja seriam estas as PRIORIDADES DA CAMARA para 2012(!)
a) Parque de Estacionamento da Praça da República +6.475.000€
b) Parque de Estacionamento de Autocarros de Turismo, nos terrenos da messe de oficiais propriedade do exército que só os disponibiliza através de aluguer + 275.468€
c) Festival Estátuas Vivas +175.000€ (desaparece o projecto Tomar Cidade Templária com o valor de 102.564€)
d) Museu do Brinquedo + 404.019€
e) Edifício para cafetaria na zona desportiva + 146.917