Mostrar mensagens com a etiqueta notícias. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta notícias. Mostrar todas as mensagens

domingo, janeiro 20, 2013

Anabela Freitas e Basílio Horta querem 'puxar' pela economia local

Foto Leonel Graça
O antigo Ministro e Presidente do Instituto do Comércio Externo português (AICEP), Basílio Horta, a convite da candidata a presidente da Câmara Municipal de Tomar e ex-diretora do Centro de Emprego local, Anabela Freitas, esteve em Tomar na passada sexta-feira. Perante um auditório repleto, ajudou a fazer luz sobre alguns dos caminhos e desafios que se colocam aos portugueses em geral e, com o contributo da candidata e da empenhada assistência, das hipóteses para Concelhos como o de Tomar em particular, num mundo cada vez mais globalizado.

Basílio Horta, atual vice-presidente do Grupo parlamentar do PS, para a área da economia, centrou a sua intervenção, não só no plano nacional dos desafios que as empresas enfrentam e dos apoios que têm disponíveis, mas também naquilo que as autarquias podem e devem fazer para criar emprego.



Tanto Basílio Horta, como Anabela Freitas, a candidata a presidente da Câmara de Tomar, que conta com o suporte dos socialistas, foram unânimes em considerar essencial o apoio às empresas já instaladas nos Concelhos.

Foto Nuno Ferreira
Para Anabela Freitas, esse apoio passa por escutar os empresários, promover licenciamentos céleres, ter uma política fiscal competitiva, dentro do quadro legal das competências das autarquias, mas também, em parceria com instituições do Concelho, conciliando com estes aspetos, a criação daquilo que foi definido como um “pacote atrativo para captação de novos investimentos” ou a “VIA VERDE DO INVESTIDOR”.

Basílio Horta, também ele candidato à presidência de uma autarquia em Setembro, neste caso a de Sintra, entende que deverão ser as autarquias a “vender” esse pacote como forma de atrair investimento. Ambos os candidatos consideraram ainda essencial, a criação de um gabinete de apoio ao investimento, com procedimentos claros, transparentes e céleres.

As questões colocadas pela assistência, centraram-se na atual política de privatizações, na sustentabilidade do sistema público de segurança social, e sobre o que deve fazer uma autarquia para se proteger de maus investimentos. Foi igualmente dada assinalável ênfase à perspectiva de valorizar o posicionamento estratégico de Tomar, aproveitando os novos mercados regionais abertos pelo IC9 para o litoral e pela A13 para Coimbra, bem como no aproveitamento da fileira agro florestal.

Basílio Horta quando questionado sobre a elevada taxa de desemprego nos jovens, e o que na sua opinião os mesmos devem fazer, respondeu que os jovens se devem revoltar, lutar.


Anabela Freitas, a ex-deputada que pretende reconquistar para os socialistas a autarquia que há 16 anos lhes foge, desde que o atual Ministro Relvas se impôs como Presidente da sua Assembleia Municipal, terminou garantindo à expetante assistência da cidade templária – a qual em noite de temporal ocupou a pitoresca estalagem colocada numa ilha fluvial bem no centro da cidade –, que o seu empenho na promoção e desenvolvimento da economia local será total.

Foto Leonel Graça
Como gesto simbólico, ofereceu ao seu convidado uma amostra de doces tradicionais de Tomar, além de um kit de vinhos de produtores locais, designado de kit templário, numa iniciativa que teve a assinatura da vereação socialista na área do turismo em Tomar.


quarta-feira, janeiro 16, 2013

PS favorável à realização de Carnaval em Tomar

O Partido Socialista, tendo analisado as circunstâncias relacionadas com o apoio solicitado pela TomarIniciativas, entidade promotora da realização do carnaval na cidade de Tomar, concluiu pela importância da concretização desta iniciativa, dentro das limitações financeiras, que só quem gere a Câmara está em condições de avaliar e definir.

O PS é assim favorável ao apoio necessário para que se realize carnaval na cidade de Tomar, como sempre o foi no passado, considerando que a realização de eventos desta índole, integrados numa estratégia de promoção externa do Concelho, serve uma estratégia de desenvolvimento da economia do Concelho e, por isso mesmo, serve os Tomarenses.

Não pode no entanto deixar de manifestar publicamente, que a atribuição de um apoio financeiro per si é redutor para a atração de públicos e rentabilização das atividades. A não existência de uma estratégia concertada, nesta como em outras matérias, pode transformar o que deveria ser um investimento num custo. Aliás, a decisão tardia sobre o apoio, quer ao evento realizado na Linhaceira, quer ao da cidade de Tomar, denota bem a total ausência de uma linha de continuidade, no investimento da promoção recreativa, cultural e turística do Concelho.

O concelho de Tomar já foi conhecido pelo seu Carnaval, e se quer voltar a ter um carnaval que atraia públicos à cidade, dinamize o comércio e a restauração locais, tem de suportar-se numa estratégia para envolver todos os que dinamizam estes eventos.
Isto é, num investimento na produção local, num envolvimento das suas diferentes associações e empresários baseado num planeamento/programação de longa duração e não casuisticamente.
Ora isso não se faz apenas com apoios financeiros: faz-se, isso sim, com visão, com planificação, com estratégia e parcerias. Aqui o Município falha redondamente ao não promover de forma integrada os eventos, trazendo ao Concelho outros públicos, como aliás aconteceu durante a gestão socialista da área do turismo e cultura.

quinta-feira, dezembro 27, 2012

Anabela Freitas em discurso direto

Entrevista realizada pela candidata a Presidente da Câmara Municipal de Tomar, ao Jornal "O Cidade de Tomar", na sua edição de 28 de Dezembro.


1 - A sua candidatura à Câmara de Tomar significa a concretização de um objetivo delineado há bastante tempo?

A minha candidatura à Câmara de Tomar, significa a assunção de um percurso que considero natural. Já passei por funções executivas e por funções legislativas e entendo que a melhor forma de concretizar projetos, de poder fazer a diferença, de poder mudar a vida das pessoas, é em funções em que exista maior proximidade entre quem decide e quem é alvo dessas decisões. Assim, o trabalho numa autarquia é o que melhor permite aplicar, aferir e eventualmente corrigir, em tempo, as decisões tomadas.

2 - Com todo o ambiente sócio-económico que se está a viver, está preparada para enfrentar a campanha que se prevê difícil?

Será sem dúvida uma campanha disputada num ambiente com contornos diferentes. As pessoas vão exigir dos candidatos respostas. Vão exigir mudança, porque está visto que este caminho que vem sendo seguido não conduz a lugar nenhum. Não só pela conjuntura nacional, mas também pela situação do Concelho de Tomar. Mas por isso mesmo, entendo que deverá ser feita uma campanha diferente das anteriores. Também aqui mudar é um objetivo importante. Eu defendo uma campanha que parta de baixo para cima, que primeiro ouça e depois apresente soluções ou o caminho para a resolução dos problemas. Este é mais o tempo das pessoas e das suas opiniões e menos o tempo das certezas absolutas. Humildade para ouvir, determinação para executar, mudando. Porque não tenhamos dúvidas, a situação que irei encontrar, será uma situação muito difícil, e terei de ser audaz para enfrentar e resolver todos os problemas. E só com as pessoas isso será possível! Mudarei, também aí, a forma como se tem vivido em Tomar nos últimos 15 anos. As pessoas estão fartas do mesmo. E eu também. Ao fim de 46 anos, acho que está na altura de dar o meu determinado contributo para mudar a vida dos outros, para melhor, espero eu!

3 - O que pensa que vai ser mais difícil, uma vez que as pessoas estão cada vez mais fartas de políticos?

O mais difícil vai ser precisamente motivar as pessoas. Quanto a mim, as pessoas estão fartas de grandes promessas, de grandes discursos que depois resultam em nada. É preciso sermos assertivos e falar com verdade. Mudar a forma, mudar o estilo, mudar Tomar. Tem de haver a coragem para dizer que não podemos fazer grandes projetos, temos de falar verdade quando afirmamos o que podemos fazer. Envolver as pessoas neste processo é fundamental, por isso dizia há pouco que o processo tem de ser de baixo para cima. Isto não quer dizer que não saiba, onde entendo que o Concelho de Tomar deva estar daqui a 10 ou 20 anos, mas para aí chegarmos tem de haver um caminho construído em conjunto.

4 - Já definiu a sua equipa? Se sim, trata-se de uma equipa renovada?

A equipa não está formada. Não seria sério da minha parte ter uma equipa feita, antes de ter falado com todas as forças partidárias, tal como anunciei no dia 24 de novembro. E isso, tal como me comprometi, será feito até ao final de Janeiro.

5 - No caso de vencer, está preparada para gerir uma câmara com bastantes dificuldades?

O Município de Tomar tem efetivamente bastantes problemas, não só a nível financeiro, mas também a outros níveis, nomeadamente organizacionais e de posicionamento estratégico. A tarefa de gerir em situações adversas não é fácil. Julgo estar preparada para o fazer, por formação pessoal e por experiência profissional e política. Ao contrário do que sucedeu nos últimos anos, Tomar não  terá, previsivelmente, a possibilidade de acesso a tantos fundos comunitários e portanto o Município terá de ser criativo na busca de soluções. Na área financeira existem outros caminhos, que são inovadores, alguns em parceria com instituições financeiras, outros através de parcerias com a sociedade civil, que merecem ser avaliados.

O meu primeiro empenho virá a ser neste dossier: não podemos continuar a fugir dos problemas financeiros do Município, sob pena de poder ficar em causa, quer o serviço público aos cidadãos, quer a própria sustentabilidade do emprego no Município. As pessoas, cada um dos trabalhadores da autarquia por um lado, cada cidadão que aqui vive ou trabalha por outro, serão sempre o centro da minha atuação. Foi assim que fiz, durante quatro anos, enquanto Diretora do Centro de Emprego de Tomar, e é assim, só assim, que sei trabalhar. Do ponto de vista organizacional, existe um conjunto de práticas de relacionamento com o cidadão que estão disponíveis e ainda não foram aproveitadas. E finalmente no plano do posicionamento estratégico, não basta termos em Tomar a sede de um qualquer organismo, temos de saber onde nos integramos e para onde queremos ir.

6 – O facto de ser mulher é encarado como vantagem ou desvantagem, numa terra ainda, eventualmente, conservadora?

Estamos no século XXI e num dos trinta países mais desenvolvidos do mundo. Reconheço no entanto, que ser mulher, que introduz um fator diferenciador, porque existe uma forma de estar e de fazer, diferente entre homens e mulheres. As principais qualidades que entendo que um político deve ter são: a capacidade de ouvir, provocar compromissos, decidir em tempo útil. Considero que por vezes uma não decisão, tem mais custos que uma má decisão. Se são características só de mulheres, penso que não, mas sei que tenho essas características. Também aqui faz sentido mudar, sendo esta a aposta que o PS fez, ao apoiar a minha candidatura.

7 – Falou recentemente que o PS estaria disponível para um consenso com todas as forças partidárias (à excepção do PSD). Este consenso pode ser visto como uma abertura a uma possível coligação?

É claramente uma abertura a todos quantos queiram contribuir, quer com o seu conhecimento, quer com o seu trabalho, para melhorar o nosso Concelho. Agora se assume a forma de coligação ou outra, isso está ainda em aberto, porque como já disse, estou até ao final do mês de Janeiro a falar com todos. Uma coligação pré-eleitoral, dado o estado em que o PSD vai deixar o Concelho em 2013, seria útil e clarificadora. Precisamos em Tomar de compromisso e de trabalho conjunto, sem exclusão de ninguém. A atual situação exige, de todos, esse esforço e eu continuarei a fazê-lo.

8 – Não bastou a experiência da coligação com o PSD? Voltaria o PS a repetir?

Com o PSD houve, em 2010 e 2011, um acordo de partilha de poder, baseado em pressupostos que não se tendo concretizado, levaram o PS a terminá-lo. Quando foi feito, após as eleições de 2009, resultou de uma leitura honesta e responsável que o PS fez da realidade local. Fazer parte da solução e não do problema, foi na altura assumido. Continua a ser essa a minha postura.

Em Portugal não estamos muito habituados a coligações pré-eleitorais. Mudar o paradigma, também aqui seria, quanto a mim, muito positivo. Entende-se que uma coligação é junção de partes, quando eu entendo que é mais do que isso. Existem partes, muitas das vezes com abordagens diferentes de resolução dos problemas, mas a arte, se me permite, está precisamente em criar compromissos, porque o objetivo ultimo, é sempre a resolução dos problemas e a criação de oportunidades.

9 - Como carateriza os últimos 15 anos de governação em Tomar?

Como um desperdício. Um desperdício de oportunidades. Não nos podemos esquecer que nos últimos 15 anos, foram anos em que Tomar teve acesso a substanciais fundos comunitários, alguns nem sequer foram utilizados e outros desperdiçados. Foram feitas obras, muitas delas discutíveis, as quais se transformam mais num custo do que num investimento. Ficou por concretizar um novo Mercado Municipal, a recuperação do Flecheiro, a recuperação de muitas das estradas municipais do Concelho, das funções económicas nas Freguesias, por exemplo. Mas não só desperdiçamos fundos comunitários.
Não se soube também captar investimento, não se soube promover o Concelho, não se soube aproveitar a capacidade instalada, quer a nível associativo, na cultura e no desporto, quer a nível de património material e imaterial. Muito se falou e pouco se concretizou. Tomar é hoje, 15 anos passados de gestão do PSD, um Concelho mais pobre, mais pequeno, com menos capacidade de atrair pessoas e empresas. Nos primeiros 10 anos, entre 1997 e 2007, segundo dados do INE, Tomar passou do 59º lugar do índice de poder de compra do País para 91º, descendo assim 32 lugares. Foi, no Distrito de Santarém, ultrapassado por Constância, Barquinha, Torres Novas, Alpiarça, Almeirim, Rio Maior e Cartaxo.
Se dúvidas houvesse, basta ter isto presente, para se perceber que é preciso mudar de caminho. E é isso que pretendo e irei fazer!  

10 – No seu entender, o que poderia ter sido feito e a câmara nunca avançou? E o que poderia ter sido evitado?

Muito havia por dizer, mas deixo só alguns exemplos. Como já disse, o primeiro trabalho deverá ser precisamente o planeamento, faço esta obra em detrimento de outra porquê? E quando o planeamento falha, falha tudo. O Programa Polis deixou por concretizar o mais importante: a requalificação do Flecheiro e o novo mercado.  O mercado tem sido tema recorrente quer nas campanhas, quer em muitas das reuniões de Câmara, mas o que é certo é que nada foi feito. Porquê demorar quase 3  anos a cumprir uma deliberação, por unanimidade, para ir fazer esta operação de cosmética? Tanto tempo perdido.
Mudar esta atitude, é o que os tomarenses exigem. Estarei lá para o fazer.
Como dizia há pouco, os custos de uma não decisão, são por vezes superiores aos custos de uma má decisão. E voltando ao Programa Polis, ainda aguarda toda a população por saber qual a fatura que vai pagar. Mas podemos ainda falar de outros projetos que deveriam ter avançado e estão, digamos na gaveta, como a valorização das coleções visitáveis do Brinquedo, dos Fósforos, do Núcleo de Arte Contemporânea, do inexistente Museu Municipal João de Castilho, a requalificação da Várzea Grande, a dinamização do centro histórico, a dinamização de circuitos turísticos, a candidatura da Festa dos Tabuleiros a património imaterial da Humanidade, a gestão parcimoniosa dos edifícios do Município, a revisão do PDM, o apoio às Associações, o financiamento das Freguesias, só para dar alguns exemplos.
Não deveria ter avançado, unilateralmente com a decisão de recorrer a um tribunal arbitral para o ParqT, devido ao impacto financeiro que representa para todos. Enfim, nem todo este Jornal chegaria para enumerar todas as oportunidades perdidas, mas basta passar pelas suas páginas ao longo dos últimos 15 anos, para se poder ler as inúmeras vozes, de todos os quadrantes políticos, em denúncia às situações. Ora é precisamente isso que é preciso em 2013: mudar de rumo. Para isso podem contar comigo!

11 - Concorda com a aposta da autarquia apenas no turismo como ponto forte para o desenvolvimento de Tomar?

Concordo que o turismo deverá ser uma aposta forte para o desenvolvimento do Concelho, mas não deverá ser a única vertente de desenvolvimento. Devemos diversificar a oferta e os mercados que pretendemos atingir. Ficarmos única e exclusivamente dependentes do turismo é redutor e perigoso. Por isso para além do turismo, defendo que é urgente captar investimento, quer nacional quer estrangeiro, que gere postos de trabalho. E penso que aqui o Instituto Politécnico de Tomar terá de ser um parceiro importante. Temos cá o know-how e não o aproveitamos porquê? Tomar tem condições para a instalação de empresas, mas precisa de fazer o trabalho de casa, nomeadamente terminar a revisão do PDM e alterar um conjunto de regulamentos, que entendo que funcionam como um fator de constrangimento à atividade económica.  

12 – Caso fosse eleita, quais as primeiras medidas para “voltar a dar vida” à cidade de Tomar?



 
À cidade e ao Concelho, permita-me, que todos somos Tomar. Quando for eleita, há várias frentes de ataque simultâneas. Primeiro como disse atrás tem de ser feito o trabalho de casa, terminar a alteração do PDM, as alterações de regulamentos e a criação, após 15 anos de promessas do PSD, do sempre falado gabinete de apoio ao investidor. Quem investe precisa de saber onde pode investir, como pode e que quadro regulamentar existe. Mudar o estilo, a forma, a visão, o caminho, com as pessoas, será sempre a minha conduta se merecer dos Tomarenses a confiança que, com eles, espero construir.

13 - Como potenciava a inserção da autarquia nos vários setores que a Administração Central e Regional dispõe em Tomar? Referimos as estruturas agrárias, no seu todo (agricultura, florestas, pecuária e agro alimentar), no turismo e no desenvolvimento regional?

Tomar deve acolher e trabalhar com todas as instituições públicas e privadas que aqui se encontram ou se venham a instalar. Parceria e otimização de sinergias é a palavra-chave. O Município deve liderar o caminho de Tomar, colaborando para que todas as instituições parceiras, trabalhem para a melhoria da economia e da qualidade de vida dos cidadãos do Concelho de Tomar.

14 - Como vê a reorganização administrativa e, no caso de Tomar, as fusões sugeridas pela Unidade Técnica?

O Governo do PSD e do CDS, decidiram criar um problema onde não havia nenhum. Em primeiro lugar, entendo ser necessária uma reorganização administrativa, mas como se trata de todo um “edifício” administrativo e legislativo, deveria ter sido abordado na sua totalidade. Mas começou-se pelas freguesias e no caso de Tomar, as fusões, não sugeridas mas impostas, acentuam algumas assimetrias e causam, pelo menos num caso alguma estranheza. O PSD local nunca teve a coragem de dizer quais as Freguesias que queria extinguir, por exemplo.

Com este modelo, acentuam-se as assimetrias na zona rural porque estamos perante um território que não tem uma cobertura eficaz de transporte interfreguesias, estamos perante uma população envelhecida, que recorre aos serviços das juntas de freguesia, muitas das vezes para tratar de assuntos que ultrapassam as competências das mesmas.
A dificuldade de acesso a um conjunto de serviços, contrariando precisamente um dos pilares que esteve na criação do poder local, que é a proximidade, pode gerar assimetrias sociais. E o caso, por exemplo, da proposta de extinção das freguesias da Beselga e Madalena, deixando Carregueiros como uma “ilha” isolada é um perfeito disparate. É preciso não esquecer que a freguesia assim criada, iria desde as proximidades de Alburitel até às proximidades de Santa Cita, numa distância maior que aquela que separa a cidade de Tomar da cidade do Entroncamento.

15 - Qual a sua posição relativamente à criação de entidades supramunicipais de que o Governo agora fala? Não poderá estar em causa o municipalismo e a identidade dos concelhos? Não será um contra-senso, quando por um lado se diminuem freguesias, e num futuro próximo, municípios?

O que Portugal precisava, neste contexto, era a “instituição em concreto das regiões administrativas”, conforme estipula a Constituição da República Portuguesa. A maior parte das pessoas não sabe, mas há três níveis de autarquias, designadas na Constituição: as freguesias, os municípios e as regiões. Este último nível existe, só a nível de organização do território, sem legitimidade democrática direta, que são por um lado as CCDR’s e por outro as Comunidades InterMunicipais. Uma trapalhada, com a qual nenhum governo até hoje, conseguiu lidar e organizar devidamente, especialmente depois do chumbo do referendo de 1998 sobre as regiões.

O posicionamento estratégico de Tomar deverá ser, no contexto da sua participação na Região de Lisboa e Vale do Tejo, numa ligação preferencial ao maior centro urbano na sua proximidade, a cidade de Leiria, e a otimização do corredor litoral, aberto com o IC9, ligando o património ao mar e do corredor ibérico da A23, para acesso ao maior mercado da península ibérica, a área metropolitana de Madrid.

16 - Fale-nos um pouco do seu percurso profissional e político, abordando a sua experiência como deputada na Assembleia da República.

Iniciei o meu percurso profissional em 1986 no Centro de Emprego de Torres Novas, como administrativa. Entretanto em 1991 abriu um novo Centro de Emprego em Salvaterra de Magos, projeto que considerei estimulante e que abracei. Regressei ao Centro de Emprego de Torres Novas em 1999 e vim para o Centro de Emprego de Tomar em 2005 até 2009, com as funções de diretora, após o que fui eleita como Deputada pelo PS, na Assembleia da República.

Aí integrei as Comissões de Trabalho, Segurança Social e Administração Pública, Ética, Sociedade e Cultura e a Comissão de Assuntos Europeus e mais recentemente as Comissões de Orçamento, Finanças e Administração Pública e a Comissão de Economia e Obras Públicas. Pertenci a um grupo de trabalho e fui coordenadora de outro grupo. Nos cerca de 18 meses de atividade parlamentar, intervim em plenário por diversas vezes e em matérias variadas. Mas a grande mais valia que recolhi da experiência parlamentar, foi sem dúvida a capacidade de obtenção de compromissos, fator essencial na prática legislativa e parlamentar.
Este conhecimento, estes anos de experiência profissional, pessoal e política, conto colocá-la ao serviço de Tomar e dos Tomarenses. Como mulher e mãe, julgo ser essa a minha obrigação.

quinta-feira, abril 26, 2012

Comemorações do 25 em Tomar



O PS de Tomar celebra todos anos o 25 de Abril com um almoço convívio eultimamente tem localizado esta confraternização nas zonas rurais do Concelho.
O ano transato realizou-se o almoço na Amêndoa (Olalhas), tendo sido este ano na Quinta do Falcão (São Pedro de Tomar) onde estiveram cerca de 80 pessoas, entre militantes, juventude socialista, simpatizantes e amigos.
Representou a Federação Distrital o ex-deputado Dr. António Gameiro, atual deputado municipal em Ourém e candidato a Presidente da Federação do Ribatejo do PS.
Discursaram Anabela Freitas, Presidente do PS de Tomar, Nuno Ferreira, coordenador da JS de Tomar, e António Gameiro, do Secretariado da Federaçãodo PS Ribatejo.
Os discursos evidenciaram os valores do 25 de Abril, a sua implementação num Concelho onde, segundo a Presidente do PS, Anabela Freitas, falta fazer o 25 de Abril, no respeito pelas pessoas, evitando o desbaratar das oportunidades, como foi exemplo o POLIS, ou a assumção da dívida de 6,5milhões de euros do parque de estacionamento.
Anabela Freitas relembrou ainda o potencial existente no Concelho de Tomar, capaz deste assumir o seu papel de desenvolvimento económico e de referencia nacional e internacional.
Num ambiente de forte unidade e empenhamento na construção da reconquistada Câmara de Tomar, Nuno Ferreira, coordenador da JS de Tomar, evidenciou oempenho dos mais jovens no desenvolvimento de um modelo estratégico deafirmação dos valores do PS, nas escolas do Concelho, preparando assim ofuturo de Tomar.
António Gameiro, reafirmando a sua forte ligação ao Concelho de Tomar,assumiu o empenho do PS na vitória autarquica em Tomar, dizendo que essa será uma das suas principais orientações, apelando à colocação das ambições individuais, naturais em política, ao interesse coletivo que é o reassumirdo papel referencial de Tomar na região.
 

quinta-feira, abril 12, 2012

Contas do Município de Tomar recusadas pela oposição

As contas de gerência do Município de Tomar do ano de 2011, foram recusadas com os votos da oposição, PS (2) e IpT (2) e os votos favoráveis do PSD (3).

Foram as seguintes as razões do PS para o voto contra:
DECLARAÇÃO DE VOTO
Prestação de contas do Município de Tomar do ano de 2011

O orçamento de base a que se refere esta prestação de contas, mereceu da parte do Partido Socialista em Dezembro de 2010, um voto de abstenção por considerar que haviam várias lacunas a assinalar, como por exemplo a falta de parecer prévio do Conselho Municipal de Juventude, obrigatório por Lei ou o cumprimento da deliberação da Assembleia Municipal para que esse orçamento tivesse, na proporção prevista na Lei, a participação individual dos cidadãos e da comunidade em geral, através do modelo de orçamento participativo.
Por outro lado, considerou e considera o PS, na sua atitude de responsabilidade e alternativa de governação, entender que grande parte do Orçamento estivesse comprometida por despesas fixas, como com os recursos humanos e outras despesas de funcionamento, bem como por candidaturas com financiamento comunitário, advindos de mandatos anteriores e o serviço da dívida daí resultante, à qual foi preciso dar cumprimento.

Ainda assim, na pequena fatia em que foi possível em 2011 tomar opções, manteve-se a mesma linha de actuação, a que a minoria PSD nos foi habituando nos últimos 15 anos.  
Houve, ainda assim e apesar disso, num ano de efectiva redução de receitas, o esforço realizado para a manutenção das transferências e verbas protocoladas com as Juntas de Freguesia e a introdução de novos projectos como sejam a Ponte do Prado, a Loja Social e a Loja do Cidadão, propostas desde há alguns anos pelo PS.

Infelizmente para os Munícipes, a execução do orçamento que esta prestação de contas espelha, apesar dos constantes e vários avisos por parte dos autarcas do PS, na Câmara e Assembleia Municipal, não só não avançou com a protocolização de verbas para as Juntas de Freguesia, só este ano em vias de concretização, como não concretizou um único dos projectos introduzidos no respectivo orçamento, fruto da pressão do PS. Assim, o projecto para a nova Ponte do Prado, a Loja Social e a Loja do Cidadão, não viram em 2011 a “luz do dia”, além de que um sem número de obras se manteve por concretizar apesar de constantes no Orçamento de 2011 e respectivo Plano Plurianual de Investimentos, como e só a título de exemplo o arranjo da Estrada Municipal 526 entre a Ponte do Prado e o limite do Concelho, a qual além de constar do Plano plurianual de investimentos (PPI) de vários anos, tem deliberação camarária par execução, desde 2004!
Por outro lado, há vários objectivos não concretizados que nunca nos seriam fáceis de aceitar, como exemplo a não assunção clara da resolução definitiva da questão do Mercado Municipal, ou opções sobre as quais o PS sempre teve muitas dúvidas. Estão nesse rol, onerosas apostas de curto e médio prazo sem objectivos e resultados económicos previsíveis bem definidos, como é por exemplo o caso do projecto museológico dos Lagares D’El Rei e Levada, com um impacto orçamental relevante, bem como a famigerada assunção unilateral do acordo gravemente oneroso para o Município, em mais de 6,5 milhões de euros, com a ParqueT, executado durante 2011.

A total ausência, em 2011, da concretização de projectos de dinamização do empreendedorismo, das microempresas e do microcrédito, constante do respetivo orçamento, bem como a concretização das áreas de localização empresarial de Vale dos Ovos, Nó da Asseiceira e do Alto Pintado, que valorizassem a fixação de empresas, com a consequente criação de emprego, o principal problema dos Tomarenses e absolutamente crucial para a nossa viabilidade futura, só podem merecer o nosso mais gritante repúdio, pela sua não concretização.
Apesar disto, lembra o PS o seu envolvimento na partilha da gestão do município, na estrita medida das responsabilidades que estiveram delegadas nos seus vereadores, a qual não anula a avaliação globalmente negativa, que faz do decurso do caminho que o Município trilhou, no qual naturalmente não se revê, nem aceita qualquer responsabilidade pelas suas consequências, assumindo-se hoje, como ontem, parte da solução para o futuro do Município, assumindo na íntegra as suas responsabilidades na gestão corrente das áreas que estiveram sob sua tutela.
Assim, resulta clara a nossa posição contrária à aprovação deste documento.

quinta-feira, setembro 09, 2010

Decisões de Câmara relevantes


Hoje foram tomadas as seguintes deliberações relevantes na reunião de Câmara Municipal:

- Descida da derrama (imposto sobre o lucro tributável das empresas) em 20%, para as pequenas empresas;

- Manutenção dos valores do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) em 0,7 para os imóveis não avaliados e de 0,35 para os avaliados;

- Início da aplicação de uma estratégia de diferenciação dos imóveis para efeitos de pagamento do IMI, aumentando para o dobro o IMI dos prédio devolutos há mais de 1 ano e para o triplo os prédios em ruínas, no Centro Histórico de Tomar - Esta decisão abrange habitação, comercio e serviços;

- Criação da comissão de vistoria para classificação de estabelecimentos hoteleiros, integrando técnicos do urbanismo e turismo, para disponibilização de Placas de Classificação Hoteleira;

- Atribuição do nome de AVENIDA LUIS BONET, ao troço entre o cruzamento da Aral e o cruzamento do Centro de Emprego, atravessando a Ponte do Flecheiro;

- Atribuição do nome de PRACETA MÁRIO NUNES, à nova rotunda criada junto ao edifício da PT, nas traseiras da Igreja de Santa Maria;

- Atribuição do nome de PRACETA dos BOMBEIROS, à rotunda junto ao Quartel dos Bombeiros Municipais onde se encontra o respectivo Monumento ao Bombeiro;

- Recepção definitiva das obras de emergência realizadas no ex-Convento de Santa Iria (terminadas a 25 de Agosto) e que retiraram os escombros dos colapsos verificados durante o mês de Abril e que não afectaram o património aí classificado;

segunda-feira, fevereiro 15, 2010

Autarcas socialistas visitam Além da Ribeira

No próximo sábado, os vereadores e deputados municipais do PS deslocam-se à freguesia de Além da Ribeira, respondendo a solicitação do Presidente da Junta local, afim de verificar do agravamento do mau estado de algumas estradas da freguesia, provocado pelo chuvoso Inverno que atravessamos.

.

quinta-feira, outubro 08, 2009

Inquérito à população confirma possibilidade de vitória do PS

Um inquérito realizado à população do Concelho de Tomar entre os dias 2 e 6 de Outubro, com a conclusão de 546 entrevistas validadas, das quais 296 a mulheres e 250 a homens, 116 a menores de 30 anos, 330 entre os 30 e os 64 anos e 200 com 65 ou mais anos, com uma margem de erro por resultado de 3,4%, para um grau de probabilidade ded 95%, deram os seguintes resultados:

Não sabe/não responde/diz não votar : 112 (20,5%)
Inquérito considerados: 434 (79,5%)

INDECISOS: 93 (21,4%)
PS - 99 (22,8%)
PSD - 89 (20,5%)
IpT - 64 (14,7%)
BE - 30 (6,9%)
CDS - 27 (6,2%)
CDU - 23 (5,3%)
MTPL - 9 (2,1%)

COM DISTRIBUIÇÃO DE INDECISOS:

directa, pelos resultados observados no inquérito [entre parênteses variação possivel pela margem de erro registada]

PS - 27,2% [23,8% a 30,6%] - de 2 a 3 mandatos
PSD - 24,5% [21,1% a 27,9%] - de 2 a 3 mandatos
IpT - 17,6% [14,2% a 21,0%] - de 1 a 2 mandatos
BE - 8,3% [4,9% a 11,7%] - de o a 1 mandato
CDS - 7,4% [4,0% a 10,8%] - de 0 a 1 mandato
CDU - 6,3% [2,9% a 9,7%] - de 0 a 1 mandato
MTPL - 2,5% [0% a 5,9%] - o mandatos

Nulos+Brancos - 6,2%


Distribuição de indecisos pelos resultados de 2005 [entre parênteses variação possivel pela margem de erro registada]

PS - 25,7%
[22,3% a 29,1%] - de 2 a 3 mandatos
PSD - 27,3% [23,9% a 30,7%] - de 2 a 3 mandatos
IpT - 18,1% [14,7% a 21,5%] - de 1 a 2 mandatos
BE - 7,3% [3,9% a 10,7%] - de o a 1 mandato
CDS - 6,7% [3,3% a 10,1%] - de 0 a 1 mandato
CDU - 6,3% [2,9% a 9,7%] - de 0 a 1 mandato
MTPL - 2,4% [0% a 5,8%] - o mandatos

Nulos+Brancos - 6,2%



MÉDIA bruta das distribuições de indecisos

PS - 26,5% - de 2 a 3 mandatos
PSD - 25,9% - de 2 a 3 mandatos
IpT - 17,9% - de 1 a 2 mandatos
BE - 7,8% - de o a 1 mandato
CDS - 7,0% - de 0 a 1 mandato
CDU - 6,3% - de 0 a 1 mandato
MTPL - 2,4% - o mandatos

Nulos+Brancos - 6,2%

Nota: Nos termos da Lei este inquérito não pode ser divulgado por qualquer orgão de comunicação social, sem prévio registo e autorização.

sábado, outubro 03, 2009

SOCIALISTAS APOSTAM NUM CONCELHO EM DESENVOLVIMENTO

Com a presença de 306 convivas, decorreu no Sábado 2 de Outubro, a festa da candidatura do PS à Câmara e Juntas de Freguesia do Concelho de Tomar.



Num ambiente jovial e descomprometido, o Restaurante “O Convívio” ficou com as suas duas salas totalmente apinhadas dos candidatos e amigos das candidaturas do PS às Freguesias do Concelho de Tomar. A animação musical esteve a cargo do organista Alfredo José e do Grupo Drama & Beiço, num registo jazzistico que recebeu a “Geração Tomar” com enorme sucesso.



Na hora dos discursos coube ao Prof. Hugo Cristóvão, Presidente do PS em Tomar e candidato a Presidente da Assembleia Municipal de Tomar, apresentar os principais candidatos às Freguesias, homenagear o empenhamento do Vereador Carlos Silva e receber o mais recente militante do PS, o mandatário da candidatura, Ten-Coronel Pereira Marques, bem como a traçar o objectivo das candidaturas do PS em Tomar: ganhar a Câmara, conquistar mais Presidências de Juntas de Freguesia e mandatos autárquicos.



De seguida usou da palavra o Dr.Hugo Costa, actual deputado municipal e coordenador da Juventude Socialista, tendo agradecido ao decano dos Autarcas do PS, o Sr.João Henriques (Além da Ribeira) pela elevado numero de jovens que integrou na sua equipa, e que enalteceu o empenhamento do Arq, Vitorino em transformar Tomar num Concelho onde se possa Trabalhar e Viver, desafiando-o para implementar o Programa “Tomar fora D’Horas”, de forma a que os jovens de Tomar, nos tempos livres, não tenham que abandonar o Concelho para se divertirem.

Antes do aguardado discurso do futuro Presidente da Câmara de Tomar, foi a vez da futura Deputada Socialista Anabela Freitas, também candidata à Assembleia Municipal de Tomar, de realçar o facto do PS ter três cabeças de Listas às Freguesias da Pedreira (Rita Clara), Céu Brito (Casais) e Saudade Pocinho (Sta Maria Olivais), bem como de assegurar que o empenhamento dos socialistas ia para a resolução do principal problema do Concelho, que seria a criação de riqueza, através do apoio à fixação e desenvolvimento de empresas, para criarem emprego e assim beneficiarem as famílias, na linha aliás do que no decurso dos últimos anos o PS vinha propondo, muitas vezes contra parte da oposição independente e quase sempre contra a opinião da maioria PSD na Câmara.



O Arquitecto José Vitorino, num registo de muita calma e responsabilidade, finalizou o período de intervenções elencando os seus principais compromissos para com todas as Freguesias:
da Mini-Loja do Cidadão da Linhaceira ao Centro de Dia das Olalhas,
da rede de Telemóveis de Carregueiros ao plano de Pormenor da Pedreira,
do novo Largo de Cem Soldos a uma verdadeira Praia Fluvial na Serra e em S.Pedro,
da Fonte da Longra ao parque Empresarial da Estação de Fátima, do Alto Pintado e da Asseiceira,
dos Mercados de Alviobeira e S.Pedro ao final das obras nas estradas da Junceira,
do Eco-Parque no Sobreirinho às rotas romanas e ao Centro Comercial de Ar Livre na Zona Histórica,
da requalificação da EN110 em Carvalhos de Figueiredo e nas Calçadas à Loja do Cidadão e novo Quartel de Bombeiros em Tomar, passando pelo posto farmacêutico na Junta de Paialvo.

O seu compromisso de trabalhar e de repor para Tomar um papel determinante para o futuro dos que cá vivem hoje ou aqui queiram vir a viver. Uma Câmara ao serviço dos cidadãos e em que ao presidente caberá a condução directa da promoção e desenvolvimento económico, para José Vitorino, contar com o apoio do Governo do PS será determinante para a resolução dos problemas do Concelho.



Com uma mensagem de forte confiança, de boa disposição e consciente empenhamento para trabalhar com todos os Tomarenses, o Arq, José Vitorino terminou agradecendo a todos e cada um dos socialistas e simpatizantes presentes, o trabalho e o respeito, apesar das provocações ofridas, que têm colocado nesta caminhada para a vitória em Tomar.

segunda-feira, julho 27, 2009

2 tomarenses na lista do PS à Assembleia da República

Foi ratificada em Comissão Nacional do PS a lista de candidatos a deputados pelo distrito de Santarém, detendo a camarada Anabela Freitas a quinta posição da lista, tendo assim a melhor colocação desde 1987 de um socialista nabantino na lista de deputados. Com esta posição, tudo indica que os tomarenses voltarão a ter no Parlamento, um conterrâneo em Tomar nascido e criado, e mais importante, residente no concelho, sendo além do mais, pela primeira vez uma mulher.

Na lista tomará também parte o coordenador da JS nabantina, Hugo Costa.

É uma prova da motivação, do trabalho e das capacidades, não só da Anabela e do Hugo, mas de toda a concelhia e na forma como, com serenidade e convicção no rumo, tem sabido trabalhar, escolhendo em cada momento e sem sobressaltos os melhores para cada função, mostrando também uma cada vez maior capacidade de influência nos orgãos socialistas fora do concelho.

Só podemos continuar, na luta por Tomar e por Portugal.

sábado, junho 06, 2009

LISTA DE CANDIDATOS À CÂMARA MUNICIPAL PELO PS

É esta a Lista de candidatos à Câmara Municipal, aprovada pela Comissão Política Concelhia de hoje:

José Vitorino
Professor, Arquitecto

Luís Ferreira
Tec.Informática, Adjunto Governador Civil

Anabela Estanqueiro
Advogada

António Cúrdia
Tec.Superior de Logística Hospitalar,
Docente do Ensino Superior (Administração Pública)

Zita Freire - Independente
Tec.Serviço Social

Ermelinda Henriques - Independente
Educadora de Infância Aposentada

Sandra Silva
Lic.Línguas e Literaturas Modernas

António Salgueiro - Independente
Director Produção Aposentado

Manuel Reis Ferreira
Docente Ensino Superior (Turismo)

Vera Castel-Branco - Independente
Empresária de Turismo Rural

António Silva Nunes
Aposentado da PSP

Maria João Baginha - Independente
Professora Aposentada

Maria Helena Fernandes – Independente
Tec.Oficial Contas

Vera Simões
Docente do Ensino Superior (Desporto)

Joaquim Segorbe
Empresário

Carlos Silva
Tec.Tributário

________________________________________________

Notas:
- Esta é uma Lista paritária, composta por 8 mulheres e 8 homens;
- Composta na maioria por militantes do PS (9) e 7 cidadãos independentes;
- Com uma idade média de 48 anos;
- Maioritariamente residentes na Cidade (9) do que fora da cidade (7);

PS APROVA CABEÇAS DAS LISTAS ÀS JUNTAS DE FREGUESIA DA CIDADE

Maria Saudade Pocinho, Enfermeira, de 51 anos é a candidata a Presidente da Junta de Freguesia de Santa Maria dos Olivais.






Francisco Faria, Empresário, de 58 anos é o candidato a Presidente da Junta de Freguesia de S.João Baptista.

Para a escolha dos restantes cabeças de Lista do PS às Freguesias de Carregueiros, Pedreira, Casais, Junceira, Olalhas, Serra, S.Pedro, Asseiceira e Paialvo, foi dado um mandato ao Presidente da Comissão Política para, em conjunto com a Comissão Eleitoral, os escolher.

quinta-feira, junho 04, 2009

Auscultação das Associações do Concelho prossegue


No âmbito da candidatura às autarquias do Concelho de Tomar, o Arq. José Vitorino e alguns dirigentes do PS têm realizado várias reuniões de trabalho com diversas Associações do Concelho.
Na passada Quarta-feira, foi a vez de uma Associação sedeada na Cidade de Tomar, depois de seis reuniões em outras tantas Associações das Freguesias rurais.
Ouvir os anseios, melhorar o conhecimento já existente e prosseguir o trabalho que vem sendo feito, ao longo de vários anos de participação e empenhamento na melhoria das condições de trabalho do associativismo cultural e desportivo do Concelho, é o grande objectivo destas reuniões de trabalho.

quinta-feira, maio 21, 2009

Silvino Sequeira na apresentação de Além da Ribeira


No próximo DOMINGO dia 24 de Maio pelas 17h em Vale Venteiro, freguesia de Além da Ribeira, o Arquitecto José Vitorino, candidato do PS à Câmara Municipal de Tomar, e o Dr. Silvino Sequeira, Presidente da Câmara Municipal de Rio Maior e proponente na Assembleia da República da criação da referida freguesia, visitarão a freguesia e apadrinham a recandidatura do Presidente da Junta João Henriques ao seu sétimo e último mandato.

Ainda que uma das mais pequenas juntas do concelho e das mais afastadas da cidade, esta presença visa reforçar a filosofia que é apanágio do PS, ao considerar todas as juntas e todos os cidadãos de igual importância, e também chamar a atenção para uma zona do concelho que é uma das mais esquecidas pela Câmara nos últimos anos.

Propostas do PS sobre a Cultura

O Partido Socialista relembra as suas propostas sobre a Cultura, apresentadas na Assembleia Municipal de Tomar, em Setembro de 2006, perfeitamente actuais.

No âmbito da sua candidatura à Câmara (Geração Tomar: Servir Tomar, com seriedade!), está o PS desde há duas semanas a reunir com asAssociações do Concelho, tendo neste momento já realizado 4 reuniões de trabalho sobre este tema.

Felizmente que outras organizações políticas vêm agora dar destaque a esta, nossa preocupação desde há longo tempo. Um tempo novo exige, sempre, quem lidere. Neste caso o PS.

Estas são as propostas:
http://pstomar.blogspot.com/2006/09/contributo-do-ps-para-discusso-sobre.html

segunda-feira, maio 18, 2009

José Vitorino nas Comemorações da Batalha da Asseiceira


O candidato a Presidente, Arquitecto José Vitorino esteve presente, no passado Sábado na Asseiceira, por ocasião das comemorações dos 175 anos da Batalha da Asseiceira.

Na visita ao local da batalha, junto ao actual IC3 e na visita às instalações da antiga Misericórdia da Asseiceira, "Hospital de Sangue", como ficou baptizado após ter aí recebido centenas de feridos de mais este episódio da guerra civil entre os progressistas de D.Pedro (e sua filha a Rainha MariaII) e os conservadores de D.Miguel.


Acompanharam José Vitorino nesta visita o Vereador Carlos Silva, o Presidente da Junta de Freguesia da Madalena Arlindo Nunes, o vogal da Assembleia de Freguesia da Asseiceira Manuel Oliveira e os Deputados Municipais Luis Ferreira e Anabela Estanqueiro.

quarta-feira, maio 13, 2009

José Vitorino na Campanha das Europeias


Tendo decorrido, no passado Domingo em Torres Novas, mais uma sessão "Nós Europeus", José Vitorino, candidato a Presidente de Câmara do PS, Anabela Estanqueiro, Deputada Municipal do PS e Anabela Freitas, Presidente do Departamento das Mulheres Socialistas do Distrito, entre outros, marcaram presença aplaudindo José Sócrates e Vital Moreira, nesta jornada de campanha no Distrito.

sexta-feira, maio 08, 2009

António Mendes na Lista das Europeias


O nosso camarada António Mendes, integra como suplente a Lista de candidatos do PS ao Parlamento Europeu.

No dia 6 de Maio, António Mnedes participou no comício que se realizou no auditório do IPJ em Santarém.
Esta imagem é do jantar que antecedeu esse evento, onde vemos, além de António Mendes, Paulo Fonseca, Vital Moreira e Capoulas Santos.