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quinta-feira, outubro 25, 2012

Câmara delibera reunir com Centro Hospitalar do Médio Tejo com urgência

Na reunião de Câmara de hoje, o PS apresentou uma proposta, em relação ao Hospital de Tomar, a qual foi assumida como proposta unânime da vereação e logo decidida:

 
A Câmara Municipal de Tomar, na sequência das suas posições em defesa das populações e da prestação dos cuidados de saúde, consideradas as alterações realizadas durante este ano no acesso aos cuidados Hospitalares no Médio Tejo, bem como a importância de dar continuidade à monitorização da mesma, agora que está terminado o 3ºTrimestre, decide:

Solicitar imediata reunião ao Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Médio Tejo, tendo em vista continuar a avaliação das alterações que estão a ser implementação desde Janeiro de 2012, bem como continuar a exigir a salvaguarda do interesse da população do Concelho de Tomar no acesso aos cuidados de saúde hospitalar e a optimização da capacidade do Hospital Nª Sra da Graça.

Que a mesma reunião seja alargada à Comissão de Saúde da Assembleia Municipal, a qual vem acompanhando, em nome do Município, estes desenvolvimentos.

Mais delibera a Câmara reunir previamente com a Comissão de Saúde da Assembleia Municipal.

Câmara decide pressionar CP em defesa da estação de Fátima

O PS apresentou hoje na reunião de Câmara formalmente uma proposta, após ter na última reunião de 18 de Outubro colocado a questão de forma oral, em defesa da Estação de Fátima, a qual foi assumida de forma unânime, como proposta de toda a vereação, tendo deliberado que:
 
 
A Estação de Fátima, situada na Freguesia da Sabacheira, tem vindo a ser, ao longo dos anos, reduzida de importância, pela contínua e sucessiva redução de paragem de comboios.

É do conhecimento público que durante alguns anos o argumento e, diga-se em abono da verdade, o investimento do Município de Ourém, na valorização do destino Caxarias, visou criar as condições objectivas para esta paragem se assumir como uma alternativa à Estação de Fátima, muito tendo por base a maior facilidade de acesso a Fátima, pela ausência do posteriormente construído IC9.

Ora, com a abertura à utilização pública do mesmo, a Estação de Fátima ficou com uma via rápida a ligar de forma célere e segura três cidades, Tomar, Ourém e Fátima, sendo que o tempo técnico de acesso a Fátima é menor a partir da atual Estação de Fátima do que da, dita alternativa, de Caxarias.

Acresce ainda que o IC9 liga não só os dois dos principais destinos turísticos da região, o Santuário de Fátima e o Convento de Cristo em Tomar, mas também os Mosteiros de  Alcobaça e Batalha, sendo que só a Estação de Fátima, na sua atual localização serve com segurança e celeridade estes dois destinos turísticos.

Nas últimas semanas, más notícias sobre esta matéria têm sido públicas, seja pela supressão da paragem de comboios internacionais, seja pela assumida pressão que Associação de comerciantes de Fátima vem fazendo para a mudança do topónimo da Estação de Fátima, para Caxarias.

Nesse sentido a Câmara Municipal de Tomar, decide:
Oficiar a administração da CP e a tutela, solicitando reuniões, tendo em vista afirmar que considera prejudicial para os interesses das populações e dos turistas, qualquer supressão de comboios e da denominação de Fátima na sua atual Estação, uma vez que essa localização serve três Cidades, Tomar, Ourém e Fátima, através de um itinerário complementar nº9, com a devida segurança rodoviária e rapidez de deslocação entre dois dos pontos turísticos de maior importância do Médio Tejo – O Santuário de Fátima e o Convento de Cristo em Tomar.

Recolha de detritos na via pública analisados na reunião de Câmara

Foi apresentado pelo vereador José Vitorino, a seguinte proposta, depois de já por diversas vezes ao longo dos anos, os vereadores do PS entre outros, chamarem à atenção deste assunto:


PROPOSTA

O sistema de recolha e tratamento de resíduos sólidos urbanos é um dos serviços à população que, genericamente, apresenta um nível de eficácia bastante baixo no que respeita à perturbação da qualidade do espaço urbano. Pela sua própria natureza, é uma infraestrutura que se impõe, quase sempre, com um impacto visual negativo, a que acresce, por vezes a falta de higiene.

Tratando-se de uma deposição e posterior recolha em pleno espaço público, é das infraestruturas que exige maior sentido de cidadania por parte dos seus beneficiários.

No concelho de Tomar, as contingências e custos de tais serviços obrigam a um permanente esforço da autarquia que, contudo, está longe de atingir a qualidade desejada.
Se as fragilidades do sistema poderão ser difíceis de ultrapassar por se relacionarem com insuficiência de recursos humanos ou de operacionalidade do equipamento, logo, por se relacionarem com custos e despesas, já no domínio da informação e sensibilização ao munícipe há muito por fazer e que se pode fazer.

Existe uma notória falta de articulação, que leva a que os resíduos de grandes dimensões, embalagens, materiais isolantes, equipamentos, etc., se acumulem na via pública em redor dos ecopontos ou contentores, enquanto os serviços municipais mantém em funcionamento diário um sistema de recolha deste tipo de resíduos na origem, ou seja, sem chegarem a ser depositados na via pública.

Tudo parece tão simples como solicitar a recolha, na empresa ou domicílio, no dia e hora pretendido pela linha verde que os serviços já disponibilizam.

Só que os serviços municipais não têm sido proativos. Não têm feito trabalho de informação, divulgação e sensibilização dos cidadãos para este problema.

O resultado é uma crescente desresponsabilização de todos, com as consequências que conhecemos e que nos prejudicam; o depósito de sobrantes de grandes dimensões na rua, afetando a qualidade de vida dos cidadãos, prejudicando o turismo, e envergonhando quem gosta da sua terra.

Pelas razões expostas se propõe:

Que os serviços municipais competentes concebam e desenvolvam uma campanha de sensibilização com os seguintes objetivos:
- Contribuição de todos para a preservação e limpeza do espaço público;

- Melhoria da organização dos particulares e empresas com o serviço municipal, com vista à recolha dos detritos de grandes dimensões no local de origem;

- Divulgação e melhoria do serviço de atendimento relativo à recolha deste tipo de detritos.

Mais se propõe, que a campanha faça uso dos recursos da comunicação social, painéis de exteriores disponíveis e nos próprios contentores ou ecopontos.

Por uma cidade atrativa e um concelho limpo.

terça-feira, outubro 16, 2012

PS contestará em Tribunal Administrativo decisão de pedir empréstimo recusado pela Assembleia

No passado dia 3 de Outubro, foi presente à Assembleia Municipal, o pedido de candidatura, por parte do Município de Tomar, ao Programa de Apoio à Economia Local, regulado pela Lei nº 42/2012, de 28 de agosto e portaria nº 281-A/2012, de 14 Setembro.

A candidatura a este empréstimo foi chumbada nessa Assembleia Municipal e muita demagogia e falta de informação tem sido tornada publica pelo executivo PSD e por quem votou favoravelmente este empréstimo.

Importa esclarecer os tomarenses daquilo que estava e está em causa.

O empréstimo destina-se única e exclusivamente ao pagamento a fornecedores que constam de uma listagem.

Nessa listagem estão também empresas de Tomar.

Importa que a população saiba alguns dos dados que estiveram em análise.

DADOS
• Divida total da CMT em 31/12/2011 – 39,9 M€
• Divida total da CMT em 31/08/2012 – 35,7 M€
Divida de curto prazo em 31/08/2012 – 14,9 M€
Divida de curto prazo a 30/06/2008 (data em que a autarquia se candidatou a um programa idêntico) – 6,2 M€
Apesar de já ter beneficiado de um programa semelhante, não só não diminuiu a divida como a mesma sofreu um aumento de mais de 100%

Montante solicitado: 3,6 M €

De um total de 300 fornecedores, 38 fornecedores representam 3,3 M € - 91% da dívida, com dividas superiores a 10.000€.
Mas analisemos, mais ao pormenor a listagem de fornecedores:

Dívida contabilizada e não pode ser paga:
- Construções São José (2004 – 2009), Pavilhão Municipal – processo encontra-se em Tribunal - 726.000 €
- Instituto Superior Técnico (2009 – 2010), revisão do PDM – no decurso do contrato houve uma alteração legislativa no âmbito da Código dos Contratos Públicos (Lei nº 18/2008, 29/1) e nunca a autarquia legalizou a situação, assim as faturas emitidas não podem ser pagas por falta de enquadramento legal da despesa – 307.000 €

TOTAL DA DIVIDA CONTABILIZADA E QUE NÃO PODE SER PAGA – 1 M€

A autarquia tem a receber: 1,9 M€
QREN – 1,5 M€
Ministério da Educação – 400,000 €

Grande parte desta verba destina-se a pagar a empresas que constam da lista de fornecedores.

Segundo o Sr. Presidente de Camara afirmou na última Assembleia Municipal, deverá a autarquia receber ainda a receita do IMI que se estima entre 600 – 700 mil euros

Ora:
Considerando a diferença entre o montante solicitado, a divida que não pode ser paga e o que a autarquia tem ainda para receber (e colocando o IMI na estimativa mais baixa) há uma diferença de 100 mil euros.

A autarquia reduziu, e bem, em 8 meses cerca de 2,3 M€ o que perfaz cerca de 287.000€/mês

Será que é necessário estar a contrair mais um empréstimo?

Para o Partido Socialista, existem outras formas de pagamento destas dividas:
Por exemplo:
- Quantos serviços da CMT estão em instalações alugadas? Quantos espaços de pertença da CMT ou estão encerrados ou estão a ser utilizados sem qualquer contrapartida?
- Renegociação do contrato com as Águas do Centro,...

Temos o dever de esclarecer ainda mais os Tomarenses, quando os argumentos utilizados em favor do empréstimo, acusam todos os que votaram contra o mesmo de estarem contra as empresas locais.

Tomemos o exemplo de um fornecedor local e que consta da listagem:

Exemplo de uma divida de uma empresa de Tomar: 
188 facturas desde 2010 para um montante global de 2.646,70€.
(média de cada fatura = 14,07€!!!)

O que se passa neste e em muitos outros casos é que se está a colocar para cima dos fornecedores a falta de gestão do pagamento da divida.

Perguntamos: quem deixa acumular estas faturas está do lado dos empresários locais?


Perguntamos: quem não promove o comercio local (como tantas vezes o Partido Socialista propôs), quem não recebe quem quer investir está do lado dos empresários locais?
Perguntamos ainda: quem gere uma autarquia há mais 15 anos sem rumo, sem saber criar sinergias para aproveitar o muito potencial que o nosso concelho tem, está do lado dos empresários? 
Mas para além de estarmos perante uma autarquia que a única forma que tem para pagar aos fornecedores e estar do lado dos mesmos é contrair empréstimos de 3 em 3 anos, sem resolver nunca o problema de fundo, estamos ainda perante num total desrespeito pelo funcionamento mais básico das instituições democráticas, quando após o chumbo do empréstimo na Assembleia Municipal, resolve mesmo assim candidatar-se ao programa que permite a contracção do empréstimo.


A Lei que regula este programa é clara quando no seu objecto e âmbito refere que se trata de um contrato de empréstimo.


Refere também que o empréstimo contraído no âmbito do Programa II, tem o prazo máximo de vigência de 14 anos.


Ora a Lei das Finanças Locais, Lei nº 2/2007, de 15/1 no seu nº 8, artº 38º refere que sempre que os efeitos da celebração de um contrato de empréstimo se mantenha ao longo de 2 ou mais mandatos, deve ser aprovado por maioria absoluta dos membros da AM em efectividade de funções.


No caso da Assembleia Municipal de Tomar são necessários 19 votos favoráveis.


Não tendo o órgão máximo representativo do Concelho, se pronunciado favorável, vem o executivo unilateralmente, num total desrespeito pelo funcionamento mais básico das instituições democráticas, informar que mesmo assim se candidatou ao referido programa.
Por tudo atrás exposto,

A Comissão Politica Concelhia do Partido Socialista de Tomar, reunida no passado dia 12 de Outubro, decidiu accionar os mecanismos legais junto do Tribunal Administrativo e Fiscal de Leiria, com vista à impugnação do acto administrativo.


quinta-feira, maio 24, 2012

Vereadores socialistas exigem implementação de deliberações de Câmara

Os vereadores relembraram deliberações que urgem ser implementadas:

- Levantamento dos imóveis do Município, sua ocupação, regimes de aluguer/cedência e rendas que o Município paga por imóveis que tem alugados, deliberado por unanimidade em Abril de 2011;

- Retirada dos new jersey do Centro Histórico, nomeadamente na Rua de S.João e no Largo do Pelourinho;


No periodo antes da ordem do dia, os vereadores socialistas, denunciaram ainda uma situação que poderia e deveria ser resolvida, que está relacionada com o abandono de imóveis no centro histórico, muitos devolutos outros degradados, com muitas lojas por alugar, cujos proprietários as não colocam no mercado ou as colocam a preços proibitivos.
Relembraram a sua proposta de agravamento do IMI para os prédios devolutos e degradados no centro histórico e que não foi implementada por incapacidade de "alguém" mandar fazer o levantamento dos imóveis.

Deram como exemplo os centros históricos das cidades de Abrantes e de Torres Novas, cuja conservação e ocupação é muito mais evidente do que em Tomar.

PS exige a colocação de placas indicativas da ESTAÇÃO DE FÁTIMA no IC9

Os vereadores apresentaram hoje na reunião de Câmara, a seguinte
Proposta
Sinalização no IC9

Desde 2002 que o Partido Socialista, quer através dos seus autarcas do Município, quer através da Junta de Freguesia da Sabacheira, vem alertando para a necessidade de um planeamento prévio da sinalização, do então, futuro IC9, por forma a valorizar locais estratégicos do Concelho.
No caso concreto, referimo-nos à sinalização da Estação de Fátima, sita em Vale dos Ovos, na freguesia da Sabacheira.
Com a abertura ao trânsito do IC9, verifica-se que apenas existe um sinal indicativo de “estação”, sem mencionar que estação, não havendo quaisquer indicações de aproximação da mesma, havendo no entanto placas indicativas de aproximação, por exemplo de Carregueira, povoação próxima do nó da “Estação de Fátima”.
Considerando que a referida estação é e deve continuar a ser um ponto de ligação com Fátima, trazendo assim mais movimento às Freguesias confinantes e consequentemente ao Concelho, estando inclusive em sede de revisão do PDM prevista uma ampla área de localização empresarial (zona industrial), os vereadores do Partido Socialista propõem:
1. Que seja notificada a concessionária para a colocação de sinalética de aproximação, nos dois sentidos do IC9, com a indicação de “Estação de Fátima”;
2. Que seja dado conhecimento ao dono da obra, para que este tenha também conhecimento deste nosso desejo.

Socialistas querem clarificação de pagamentos das AEC's

Foi apresentado o seguinte
REQUERIMENTO

Tem chegado ao nosso conhecimento, que existem perturbações nas aulas das atividades extra curriculares (AEC’s), em algumas escolas do concelho, nomeadamente que alguns alunos estão sem estas actividades, mercê da existência de salários em atraso a professores por parte da empresa contratada, alegadamente por atrasos de pagamento por parte da autarquia.
Nesse sentido, os vereadores socialistas requerem:

1.      Que seja prestada informação da forma como tem decorrido o leccionamento das aulas de actividades extra-curriculares nas escolas concelho, no decurso do presente ano lectivo, nomeadamente sobre o seu cumprimento/incumprimento;
 
2. Que seja prestada informação sobre as datas e montantes a que foram pagos os serviços prestados pela empresa e se há ou não informação de atrasos nos pagamentos aos professores;

quinta-feira, maio 10, 2012

Câmara de Tomar decide interpor ação judicial contra o Governo por retenção do IMI

Por proposta dos vereadores do PS, aprovou a Câmara Municipal de Tomar, a seguinte proposta que levará a que o Municipio de Tomar se junte a outros Municipios na impugnação judicial da retenção ilegal de 5% do valor do IMI decretado pelo Governo e que, em Tomar, representa a redução de 130.000€ nas receitas de 2012.

PROPOSTA
Ação Judicial contra a retenção do IMI

 
As receitas municipais através das transferências da administração central, têm-se vindo a reduzir na sequência do impacto financeiro da crise iniciada em 2008.
Apesar de tudo as autarquias têm procurado manter o nível de investimento público, no sentido de assegurar missões de índole social, integrando ainda novas competências entretanto transferidas da administração central, como por exemplo na área da educação.
Tal esforço de investimento local, tem sido possível, apesar da redução já referida, mercê da alteração havida em dois impostos, o Imposto Municipal de Transações (IMT) e o Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI), que se passaram a constituir como os únicos a ter crescimento.
A recente decisão governamental de reduzir a transferência do IMI, fere assim gravemente a capacidade das autarquias darem cumprimento às suas missões junto das populações, assegurando serviços essenciais, nomeadamente na área da educação, promoção da qualidade de vida e apoio social.
Os Municípios de Faro, Beja e Benavente já decidiram avançar com acção impugnatória em Tribunal de forma a verem cumprida a Lei da transferência das verbas arrecadadas a nível do IMI, dando sequencia a missiva da própria ANMP.
Nessa sequência, os vereadores do Partido Socialista propõem:
1.     Que seja de imediato iniciada acção judicial, para que as verbas arrecadadas pelo Estado a nível do IMI, sejam transferidos na íntegra para o Município de Tomar;
2. Que desta decisão e do seu processo seja dado conhecimento à ANMP e às autarquias do distrito de Santarém, bem como informada a Câmara do seu prosseguimento.

segunda-feira, abril 30, 2012

JS propõe medidas para a inseguraça na Cidade

Conselho Municipal de Juventude - 13 Abril 2012

I.            Informações
II.            Alteração ao Regulamento do CMJ
III.            A segurança em Tomar
IV.            Questões sociais que afectam a população
V.            Outros assuntos

III - Tendo em conta os actuais problemas de segurança, motivados por recentes episódios de violência, consideramos ser da maior importância discutirmos este tema e apresentarmos soluções que visem a sua resolução.
Propostas
1-      Maior vigilância / Rotatividade por parte das forças de segurança pública em zonas consideradas de maior risco.
2-      Reforço do corpo operacional de segurança pública em dias de maior afluência nocturna, principalmente aos fins-de-semana e vésperas de feriado.
3-      Em caso estremo, Ponderar uma possível introdução de câmaras de videovigilância em zonas consideradas de maior risco (por exemplo: junto à ponte do flecheiro). Por conseguinte, irão activar as já existentes (estádio?) temos cidades como London, BCN e MAD como exemplos da sua implementação.
4-      Maior acautelamento das condições de iluminação de algumas ruas, uma vez que se verificam casos, por exemplo de candeeiros de iluminação pública desligados e número insuficiente de candeeiros em outras zonas (ex: Rua Silva Magalhães).

5-      Na rua do centro comercial sofreu um apagão pelas 20:45

6-      Dando CM Loulé como exemplo, propomos que se dêem de forma voluntaria, responsabilidade socias aos próprios cidadãos. São os próprios cidadão que voluntariamente e em parceria com as forças de segurança pública que são os delatores no terreno auxiliando o trabalho dos agentes.

FUNCIONAMENTO (na sua maioria são reformados e aposentados que possuem um telefone cedido pela CM/PSP para caso identifiquem problemas de ordem pública ou problemas relacionados com as temáticas da protecção civil, desempenhando funções em prol da população. Do ponto de vista autárquico é uma estratégia clara de levar cidadão mais desocupados, sendo na sua maioria reformados, de forma voluntária a terem um papel mais activo na sociedade e na segurança local.

IV - No que toca às questões sociais que mais afectam a população Tomarense, a JS Tomar destacaria, 4 pilares fundamentais de actuação que considera fulcrais para a construção sustentável de qualquer sociedade. Centrando-se no Emprego, na Habitação, o apoio a Idosos e Associativismo.
Propostas - Emprego
1-      Criação de um GAIE- Gabinete de Apoio ao Investimento e Empreendedorismo, como acontece em outros municípios, com um gabinete similar “GAE – Gabinete de Apoio ao Empresário” que tem ajudado a fixar empresas nos concelho correspondentes e a dinamizar a economia local.

(Principais funções: Aconselhamento e apoio técnico em relação à viabilidade do projecto apresentado. Disponibilização de informação sobre linhas de financiamento, (ex: IAPMEI, jovem empreendedor, NERSANT), sobre requisitos legais de criação de uma empresa “- Resposta a eventual questão).

2-      Via Verde Empresários – Agilização dos processos legais de criação/fixação de empresas no concelho, diminuição da morosidade e do custo dos processos.
3-      Rentabilização de edifícios públicos que não estão a ser utilizados, disponibilizando-os para albergarem uma “incubadora de empresas” ideia sugerida pela Líder da JSD, competindo à CM Tomar fornecer o espaço, o serviço de Internet, água, luz, essenciais à instalação da empresa por um período 3 a 5 anos, mediante concurso público (ex: Poliempreende  do IPT). Eventualmente um preço simbólico mas significativo para o projecto que crie um maior número de postos de trabalho.
 Habitação
A JS Tomar, recomenda ao executivo camarário que repense a sua forma de actuação relativamente ao centro histórico, pois considera que uma cidade que abandona centro histórico é uma cidade que definha e caminha a passos largos para a sua decadência.

Este sentimento de abandono é expresso, não só pela opinião pública mas também por uma curiosa frase que se inscreve numa parede do centro histórico, que diz “tanta casa sem gente e tanta gente sem casa”

Propostas
1-      Comparticipar a compra, a recuperação ou o arrendamento jovem de um imóvel no centro histórico por indivíduos com idade até 35 anos. Seguindo o modelo já implementado pela CM Coruche, onde a revitalização do seu centro histórico é já uma realidade bem-sucedida.
2-      Já em contexto municipal, defendemos a redução de custos com licenças e outros pedidos à respectiva CM uma vez que estes são desproporcionados em relação a outras CM´S, como por exemplo Ourém e Entroncamento, que se têm verificado numa fixação significativa de tomarenses.
Apoio a Idosos
1 -      A criação de um GIROGrupo de Intervenção de Rua, a exemplo freguesia de Benfica.
Programa GIRO, Grupo de Intervenção de Rua, «tem por objectivo identificar todos os casos de isolamento sénior existentes em Benfica, criar uma rede informal de apoio e sensibilizar a população para a necessidade da criação de laços de vizinhança que permitam um maior acompanhamento dos seniores que se encontram isolados»


Associativismo

Compreendendo o associativismo como a expressão máxima da actividade social e cívica do ser humano enquanto solidário e fraterno, a JS Tomar propõe.
Propostas
1-      Aumentar consideravelmente apoios ao associativismo geral local, com especial atenção com as instituições, clubes ou colectividades que que prestas directamente serviços à comunidade em várias áreas, agilizando o processo de candidatura ao financiamento local.
2-      Disponibilização de um melhor serviço de informação, apoio logístico na elaboração de candidaturas / manutenção do RNAJ.
3-      Por vezes apoiar associações não se significa custos acrescidos, podendo optimizar recursos existentes desaproveitados. Ora vejamos, o exemplo da CM FZZ que disponibilizou a 6 associações alguns portáteis provenientes de serviços/infra-estruturas públicas recentemente suprimidas.
4 - Por último e ainda dentro deste ponto, sugeríamos mais uma vez cedência de espaços (como ex: escolas desactivadas), eventualmente por concurso camarário, para se reconverterem em sedes/espaço para associações locais.

V - Outros assuntos, apresentados pela JS nesta reunião do CMJ (13/4/2012)
1-      Documentação deve ser entregue com maior tempo de antecedência;

2-      Implementar o Oçamento Participativo – Exemplo de Freguesia de Benfica 20mil €;
3-      Qual é a política pública de emprego e a visão económica estratégica que este executivo tem para a zona industrial de Tomar?
4-      Compreendendo a importância da actividade turística como alicerce base ao desenvolvimento económico-local, Sr presidente, Onde está o plano estratégico de desenvolvimento turístico para o concelho? Onde está o plano estratégico de Marketing para este mancípio?
5-      Sinalética dos monumentos em estado deplorável! Exemplo Praça da República.
Para terminar, Sr. Presidente, por vezes para projectarmos o futuro é importante e crucial não nos esquecermos do passado.. Temos com exemplo pois isso relembro-o da proposta da JS Tomar, na voz de Hugo Costa, Casa da juventude Aprovada em AM no dia 22 de Abril de 2008 por unanimidade, cerca de 1 mês depois, aprovada em reunião de camara. Temos como exemplo  de sucesso a  suam implementação em Vila Franca de Xira… Sr .Presidente..  Qual é a sua posição nesta matéria? Vamos mante-la no cuidadosamente no esquecimento ou vamos ao à luta??

domingo, abril 29, 2012

Assembleia insiste na disponibilização de bicicletas por parte do Município

Foi aprovado por esmagadora maioria, apenas com dois votos contra dos Presidentes de Junta de Casais e Serra, a insistência do desenvolvimento de um programa de empréstimo gratuito de bicicletas, já anteriormente aprovado:


Considerando que:
- Foi aprovado em Assembleia Municipal do último mandato por unanimidade um sistema de empréstimo gratuito de bicicletas;

- A crise económica e social obriga a novas respostas a nível de mobilidade;

- As boas práticas desta política continuam visíveis em muitos concelhos do nosso país;

- O concelho de Tomar precisa de novas respostas a nível de Turismo

Nesse sentido o Partido Socialista de Tomar propõe:
- Seja iniciado o estudo e o posterior processo para ser implementado este sistema já aprovado em reunião anterior. 

Assembleia Municipal decide que em 2013 existam comemorações oficiais do 25 de Abril em Tomar

Sob proposta dos deputados municipais socialistas, foi aprovada por unanimidade a seguinte Moção:


Considerando que:
- O 25 de Abril é a festa dos valores da liberdade, da democracia e da participação Cívica.

- Vivemos atualmente numa sociedade onde diariamente os valores de Abril são esquecidos e pouco valorizados.

-  O poder autárquico democrático é um dos seus mais importantes frutos que permitiu o desenvolvimento de muitas regiões que estavam condenadas ao isolamento;

- Em Tomar o 25 Abril continua estranhamente a não ser comemorado do ponto de vista oficial, ao contrário de muitos outros municípios.

Nesse sentido o Partido Socialista de Tomar propõe:
- Que no ano de 2013 sejam realizadas as comemorações oficiais do 25 Abril no concelho de Tomar já várias vezes propostas e aprovadas em reuniões de Assembleia Municipal.

quinta-feira, abril 12, 2012

PS propõe proibição do uso das Barreiras New Jersey no Centro Histórico

Os vereadores do PS, na reunião de Câmara de hoje apresentaram a seguinte proposta:


PROPOSTA
Proibição do uso de barreiras tipo New Jersey no Centro Histórico

O Centro Histórico de Tomar é um conjunto patrimonial relevante, sobre o qual em tempo oportuno a Câmara deliberou implementar um plano de salvaguarda, de forma a manter a dignidade das características arquitectónicas ímpares, dos seus mais de sete séculos de construção.
São assim conhecidos os constrangimentos à recuperação e construção dentro do seu perímetro de salvaguarda, sejam nas alterações a efectuar, sejam nos elementos construtivos passíveis de uso.
Desde há alguns anos, já na vigência deste plano de salvaguarda, tem crescido o uso extemporâneo de barreiras tipo New Jersey, para contenção de tráfego no Centro Histórico.
A barreira New Jersey é uma barreira de segurança, geralmente fabricada em betão, utilizada como separador de fluxos de tráfego, como guarda em obras de arte ou para delimitar provisoriamente zonas em obras. A barreira New Jersey tem como principal vantagem uma elevada resistência ao choque e a ocupação de um espaço diminuto.
É portanto um elemento da atividade da construção, especialmente vocacionada para "auto-estradas".
Todos sabemos que à cidade de Tomar não se aplica efetivamente o conceito típico da utilização deste elemento, como é por demais evidente, não sendo aliás conhecida qualquer cidade com vocação turística com este tipo de elementos espalhados, como infelizmente na nossa Cidade, pelas s ruas do nosso centro histórico ou no Largo do Pelourinho, por exemplo.

Assim, se propõe:
1 – Que seja proibido o uso de barreiras tipo New Jersey no perímetro do plano de salvaguarda do centro histórico;

2 – Que o seu uso só possa acontecer, inopinadamente e durante períodos muito limitados de tempo, nas vias nacionais que atravessam o perímetro do plano de salvaguarda do centro histórico, quando em resultado de calamidade ou outra ocorrência de gravidade que torne de todo impossível o uso de outro tipo de barreiras.

Luis Ferreira e Anabela Estanqueiro

quinta-feira, fevereiro 16, 2012

PS propõe que Municipio poupe despesa, com duas Propostas concretas: Boletim e estrutura orgânica

Na última reunião do executivo foi dado a conhecer o “plano” de contenção financeira da Câmara Municipal. Na oportunidade, os vereadores do Partido Socialista fizeram uma breve análise do documento, que, recorde-se, não estava para discussão. Foi um recurso necessário, uma vez que a metodologia adoptada impedia a discussão em plenário de um tema tão actual como necessário e urgente, para fazer face à dura realidade financeira que o município tem que enfrentar.
Não será pelo facto de o documento não ter sido posto à discussão, que deixaremos de dar o nosso contributo, com vista a encontrar melhores soluções para gerir a escassez de recursos municipal.
Sem esgotar o nosso contributo, que uma eventual discussão mais alargada pode vir a fazer ressurgir, apresentamos hoje duas propostas para integrarem o corpo de medidas a adotar, com vista a uma maior eficácia financeira na governação da autarquia e na defesa do concelho.
Assim:
Proposta 1 – Boletim Municipal
O boletim municipal, cujo luxo tipográfico e excesso de tiragem - de 6500 exemplares – contrastam fortemente com a escassez de conteúdo informativo, revela-se cada vez mais desadaptado ao tempo do rigor financeiro. Não é demais afirmar que este rigor na utilização de recursos assume hoje em dia contornos de moralidade elementar.
Por tais razões, e na sequência das propostas já apresentadas anteriormente pelos autarcas do Partido Socialista, e rejeitadas, e reafirmando todo o conjunto de argumentos que as mesmas contêm, propomos:
Que de imediato o boletim municipal passe a circular apenas em versão digital;
Que se promovam consultas aos jornais locais com vista à publicação regular de uma página da responsabilidade da autarquia, que, conforme já expusemos nas referidas propostas, cumpre, com custos muito mais reduzidos, o dever informativo da Autarquia.
Em anexo – proposta anterior rejeitada em assembleia municipal.

Proposta 2 – Estrutura orgânica da Câmara Municipal
É recente a história de uma reestruturação orgânica dos serviços municipais executada no limite do prazo legal (de vários anos) e por essa razão, intencionalmente ou não, sem tempo para uma análise ou um debate responsável.
A mesma tomou a forma de um documento que teve com principais objectivos não perturbar, não inquietar e não alterar. Perdeu-se, com a solução adotada, a oportunidade de modernizar os serviços, torna-los mais leves financeiramente, mais eficazes na resposta ao cidadão, e até mais motivadores para os funcionários da autarquia.
Apesar do pouco tempo decorrido desde a sua implementação, a grave crise que enfrentamos não nos pode deixar indiferentes. A relação entre custo e eficácia dos serviços tem que ser melhorada. Os recursos humanos têm que ser otimizados em todas as suas potencialidades. Isto por nenhuma outra razão que não seja esta: é, hoje, imoral, promover o desperdício de meios financeiros, nem que seja por omissão. Por isso propomos:
Que de imediato se dê início a um trabalho de revisão da estrutura orgânica da CMT que tenha como pressupostos de base, de entre outros;
- a racionalização de recursos humanos;
- a melhoria da articulação interna entre serviços;
- o aumento da abrangência das unidades orgânicas;
- a consequente redução das mesmas unidades orgânicas;
- a concentração de recursos humanos com vista à optimização da disponibilidade para o desempenho de tarefas.

quinta-feira, janeiro 19, 2012

Vereador Luis Ferreira faz duas perguntas ao Presidente de Câmara

Na sequência da discussão havida hoje na reunião de Câmara, o vereador do PS Luis Ferreira fez duas perguntas ao Presidente de Câmara:

1 - Conhecia ou não o Sr.Presidente de Câmara esta grelha de reestruturação do Centro Hospitalar do Médio Tejo?

2 - Na hora da verdade o Sr.Presidente de Câmara e os senhores vereadores eleitos pelo PSD, irão estar do lado do Governo ou do povo de Tomar?

O mesmo vereador, levantou a questão da legalidade futura da eventual venda do Hospital de Tomar, quer em relação ao acordo realizado para a cedência do terreno, feita pelo Município ao Governo, para a construção do Hospital de Tomar nos anos 90, quer em relação às comparticipações comunitárias, para os investimentos realizados.

Posição e propostas do PS sobre o Hospital de Tomar, hoje na reunião de Câmara

As anunciadas alterações que o recente conselho de administração nomeado pelo Governo, decidiu como acto consumado, sem prestar qualquer justificação quer fosse directamente às populações, aos profissionais de saúde ou aos autarcas do médio tejo, merecem dos autarcas socialistas de Tomar a seguinte avaliação e comentário:

1.        Este Conselho de Administração, tendo tomado posse há um mês, vem claramente mandatado pelo governo PSD/PP para tomar medidas rápidas, sem estudos técnicos que justifiquem o como e o porquê, sem dialogar com quem quer que seja;

2.        Desta forma, demonstra uma enorme falta de respeito institucional pelos municípios da área de influência do centro hospitalar, aos quais tem o dever de dar conhecimento prévio e fundamentar as decisões a tomar, uma vez que são os autarcas quem localmente representa o povo, o defende e dá a cara;

3.        Infelizmente sabemos porque não o querem fazer: Porque é a atitude cada vez mais comum de técnicos nomeados e protegidos por políticos de um poder central, insensível e incompetente, que entende que o poder local não conta para as suas decisões.

4.        É, infelizmente, habitual que algumas pessoas nomeadas para conselhos de administração se julguem acima dos demais, especialmente acima dos eleitos democraticamente pelo povo, e entendam que não têm que se justificar. Ora na administração pública, todos servem a população e tudo, mas tudo, tem de ser justificado;

5.        Não foram apresentados quaisquer estudos, análises, prospectivas de avaliação financeira, económica ou de qualidade de saúde, que justifiquem estas decisões em contrário de outras.

6.        Consideramos que a existência dos três hospitais é um dispendioso erro de décadas, difícil de suportar pelos cofres do Estado, todos o reconhecem; e que, a ser decidido hoje, o que nos anos 70/80/90 foi decidido, teria sido construído um só hospital central em vez deste divido em três. No entanto ele existe e precisa de solução, e é assim óbvio, particularmente na situação que o país atravessa, muito culpa de muitos erros como este, que é preciso encontrar uma forma de racionalizar os gastos. E para isto, continuamos disponíveis. Só que esta, não é a forma de fazer as coisas.

7.        Mais consideramos, que uma real articulação entre os cuidados de saúde primários, vulgo Centros de Saúde, e os cuidados hospitalares, deveria ser o ponto de partida para uma reestruturação real e efectiva, com estudos de impacto na saúde e respectivas optimizações económicas e financeiras.

8.        Para nós é ainda claro que em Tomar existe outro problema, e que não é de agora. Ele existe há mais de uma década e há década e meia que Tomar vem aos poucos sendo prejudicado, uma vez que é claramente tido pelas sucessivas administrações hospitalares como o elo mais fraco do Médio Tejo. Tomar é assim visto como o local mais fácil para fazer cortes, aquele onde os obstáculos sempre foram menores. E tudo isto porque, ao contrário de Abrantes e Torres Novas, há muito tempo que Tomar perdeu a capacidade política de defender o concelho e as suas gentes. Não é só nesta questão, tem sido constante em muitas outras. Ao longo da última década e meia particularmente, temos tido responsáveis políticos, a começar nos presidentes de câmara, que não só não tiveram capacidade para defender os interesses de Tomar, como tiveram uma atitude de desprezo pelas populações e suas necessidades.

9.        Tomar é, há bastante tempo, um concelho sem qualquer capacidade de influência. Não estamos apenas a falar da qualidade ou quantidade dos serviços prestados, estamos aqui mais uma vez, como noutras matérias, a falar de mais um rombo na frágil economia do concelho. É que todas estas decisões se reflectem em mais ou menos postos de trabalho, mais ou menos fornecedores, mais ou menos pessoas a deslocarem-se a Tomar, ou de cá a deslocarem-se para outros concelhos.

10.    Depois, há claramente uma ideia por trás destas medidas: enfraquecer, esvaziar até ao limite um dos hospitais, até se tornar evidente o seu fecho e consequente privatização para a mesma ou outra finalidade. E pelo caminho que leva, a decisão do Governo parece ser clara: um dos hospitais a abater é o de Tomar. Mas se a opção é essa, que o assumam e expliquem à população o que ganha ela com isso.

11.    Falta saber se a população de Tomar vai continuar a luta que começou no sábado e exigir mais respeito e trabalho sério por parte dos responsáveis públicos, quer sejam políticos eleitos ou técnicos nomeados que parecem julgar-se donos da verdade.

12.    Não podemos deixar de referir a ilegalidade da decisão tomada pelo conselho de administração do Centro Hospitalar do Médio Tejo, uma vez que a mesma não obteve parecer obrigatório do respectivo Conselho Consultivo, o qual ainda não foi instalado, e onde os autarcas, as IPSS, as comissões de utentes, profissionais de saúde, médicos e enfermeiros, entre outros, terão que ser ouvidos.

13.    Entendemos que em todas as unidades do Centro Hospitalar do Médio Tejo, deveria existir uma base de valências comuns, composta por URGENCIA MEDICO-CIRURGICA / URGÊNCIA e INTERNAMENTO PEDIATRICO / MEDICINA INTERNA, sendo as restantes valências actualmente existentes distribuídas, acrescidas das referentes aos cuidados paliativos, por exemplo, que poderiam e deveriam ser objecto de optimização da capacidade instalada no conjunto das três unidades.

14.    Entendemos ainda, que todas as alterações a propor devem ser acompanhadas pelos estudos que comprovem a manutenção/melhoria dos serviços de saúde às populações , levando em linha de conta nas respectivas avaliações o acréscimo de gasto e risco pelas deslocações constantes entre as unidades que distam entre 30 a 40 Km, numa rede viária portajada e sem transportes públicos.

Assim sendo, propõem os autarcas do PS:

1.      Que o executivo reitere a deliberação unânime desta Câmara Municipal, no sentido da imediata suspensão  do Plano de reestruturação do CHMT, ante-ontem (Terça-feira, dia 17 de Janeiro de 2012) conhecido;

2.      Que seja promovida com carácter de urgência, uma exposição alertando para a necessidade da imediata suspensão atrás referida, nos termos propostos por todos os partidos e movimentos políticos, constantes do comunicado conjunto divulgado publicamente, a ser assinada por todos os 222 autarcas eleitos e em funções das Juntas e Assembleias de Freguesia, Assembleia e Câmara Municipal. Tal exposição, deverá ser endereçada a S.Exa o Sr. Presidente da República, à Ex.ma Sra. Presidente da Assembleia da República, ao Ex.mo Sr. Primeiro Ministro, ao Ex.mo Sr. Presidente do Tribunal Constitucional, ao Ex.mo Sr. Provedor de Justiça, ao Ex.mo Sr. Bastonário da Ordem dos Médicos e à Ex.ma Sra. Bastonária da Ordem dos Enfermeiros Portugueses.

3.      Que seja marcada reunião extraordinária de Câmara, para decisão de outras medidas de defesa da população de Tomar, após reunião a realizar com todos os profissionais a exercer funções no Hospital de Tomar, de forma a estes exporem directamente ao executivo municipal as sugestões e/ou esclarecimentos pertinentes para consubstanciar melhor as tomadas de posição.