Artigo de opinião do Presidente da Concelhia do PS de Tomar
Estamos indignados! No Partido Socialista, os homens e as mulheres que regularmente votam ou activamente participam nas eleições, nomeadamente as autárquicas, estão indignados!
Estamos indignados, não com a opção do Presidente da República, porque infelizmente que desde há vários anos que nos habituámos a não avaliar as pessoas pelo aquilo que dizem, mas por aquilo que fazem. Só alguns políticos – da velha política - é que pensam que podem continuar a enganar o povo com promessas vãs, tipo Parques Temáticos com centenas de empregos ou milhares de contos de investimento, sempre para distribuir pelos amigos e correligionários, para pagar campanhas milionárias, ou como é que pensam que Santanas Lopes e Antónios Paivas chegam ao poder? A dizer verdade é que não! Aliás mentir, parece ter-se tornado no desporto predilecto dos agentes da velha política…
Estamos indignados, porque como acreditamos que os Homens bons, sérios e de bem, podem fazer e exercer o serviço público autárquico e nacional, e vemos que aquilo que é valorizado permanentemente é a aldrabice (das promessas), a negociata (dos túneis, parques de estacionamento e outros), a troca de favores (de casinos ou máquinas para as Juntas), a corrupção de valores e costumes (por encobrimento de pérfidas situações entre vários detentores de poder – pedofilias, assédios e outras situações que nunca serão do conhecimento do povo).
Estamos indignados, porque nos poucos meses que temos tido a oportunidade de acompanhar dia a dia a situação política, leia-se a situação dos políticos, nos apercebemos que o recurso permanente ao oportunismo, à corrupção de valores, à promoção da inveja mesquinha e provinciana, são a forma dos agentes da velha política continuarem a governar, pelo que a existência de políticos como Santana, Relvas, Carrão ou Paiva, só por isso continua a ser possível.
Estamos indignados porque num Concelho que perde por ano mais de 500 residentes, se têm as taxas de construção mais altas de toda a região, se tem a água a custar 3 vezes mais o que custa em Lisboa – sem qualquer Justiça Social, se tem a pior gestão urbana de toda a região – trânsito e taxas de construção muito elevadas, se tem a Cidade mais suja e degradada de todas as da Região – falta investimento em zonas verdes e recursos para a Higiene e limpeza, onde se tem o pior apoio à Educação, ao Desporto e à Cultura de toda a região – gasta-se mais em erros de obras do que no apoio às Associações, se tem a pior estratégia de desenvolvimento do Comércio de toda a região, se tem… UMA PACIÊNCIA DESGRAÇADA PARA ATURAR ESTES POLÍTICOS!
Estamos indignados, porque muito provavelmente os nossos filhos, da primeira geração do pós-25 de Abril, não vão conhecer nada daquilo que nos fez ser felizes em Tomar – A Cidade Jardim! Jardins degradados, por falta de jardineiros, transito caótico, por falta de planeamento, mercado desaparecido, por falta de visão. Futebol, sem jogos que nos orgulhem; Hóquei sem competitividade; Música sem audição; Dança sem Palco; Elitismos, sem elites…
Urge perguntar como é possível, ainda alguém – cerca de 40.000 habitantes - viver hoje ainda em Tomar. Como é possível que as comunidades locais continuem a apostar em desenvolver a cultura e o desporto, em manter os seus investimentos em lojas e cafés. Como é possível que continuem a tentar construir as suas casas, neste Concelho?
Estamos indignados! Não com Jorge Sampaio, mas connosco próprios, pela teimosia em continuarmos a acreditar que é com a "cunhazita", o "esquemazito", "a negociatazita", que podemos criar uma vida melhor para nós, para os nossos filhos, para os nossos pais.
Não será altura de começarmos a procurar para nos dirigir quem fale verdade e nos diga claramente como é que Tomar sai do terceiro mundo onde estes senhores da velha política nos colocaram?
Não será altura de deixarmos de ter medo e assumir que Homens da nossa terra, como por exemplo a Anabela Freitas, o António Oliveira, o Carlos Silva, o Élio Bernardino, a Fátima Duarte, o Gonçalo Salgueiro, o Hugo Cristóvão, o Jorge Franco, o Leonel Graça, o Mário Pedro, o Pedro Vasconcelos, a Sandra Morgado, o Virgílio Saraiva, o Zeca Pereira, você e eu, podem ser os protagonistas e ter uma palavra a dizer para o nosso futuro colectivo?
Não será altura de passarmos da indignação à acção?
Para o Presidente do PS de Tomar essa altura chegou!
Por isso sabemos que para COLOCAR TOMAR NO MAPA, do lado certo do desenvolvimento, só passando claramente à acção com verdade, licitude, clareza e determinação.
Chega de deixarmos que nos enganem!
Não mais permitiremos isso!
Porque Tomar MERECE!
Luís Ferreira
quinta-feira, julho 15, 2004
domingo, julho 11, 2004
PÔR TOMAR NO MAPA, DO LADO CERTO DO DESENOVIMENTO
O PS de Tomar, consciente da enorme responsabilidade que a partir da decisão do Sr. Presidente de República, se colocou a todos os socialistas, informa que continuará a pugnar a partir de hoje com mais determinação, por uma sociedade mais justa, mais solidária e onde o serviço com abnegação e mérito à causa pública, sejam o modo de estar dos Homens na política.
Num momento em que a coligação de direita vê reforçada a sua legitimidade institucional, para continuar o conjunto das políticas gravasos para o povo português, espera o PS de Tomar, que António Paiva e o PSD, consigam valer a influência que dizem ter, no sentido de serem repostos os financiamentos por este Governo retirados a Tomar, nomeadamente os referentes ao POLIS, ao IC3 e ao IC9.
Certos de que a melhor solução para os grandes problemas do País e do Concelho, serão encontrados no quadro democrático, o PS de Tomar reafirma a sua completa disponibilidade para, após eleições, exercer o poder autárquico em Tomar, com o objectivo firme de INVESTINDO NAS PESSOAS E NAS FAMÍLIAS, PÔR TOMAR NO MAPA, do lado certo do desenvolvimento.
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
Num momento em que a coligação de direita vê reforçada a sua legitimidade institucional, para continuar o conjunto das políticas gravasos para o povo português, espera o PS de Tomar, que António Paiva e o PSD, consigam valer a influência que dizem ter, no sentido de serem repostos os financiamentos por este Governo retirados a Tomar, nomeadamente os referentes ao POLIS, ao IC3 e ao IC9.
Certos de que a melhor solução para os grandes problemas do País e do Concelho, serão encontrados no quadro democrático, o PS de Tomar reafirma a sua completa disponibilidade para, após eleições, exercer o poder autárquico em Tomar, com o objectivo firme de INVESTINDO NAS PESSOAS E NAS FAMÍLIAS, PÔR TOMAR NO MAPA, do lado certo do desenvolvimento.
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
EPITÁFIO POR CARLOS SOUSA
No passado dia 9 de Julho faleceu, após doença prolongada, no Hospital Nossa Senhora da Graça em Tomar, pelas 18,30 horas, o Engenheiro Carlos Sousa, ex-Vereador na Câmara Municipal de Tomar, eleito como independente nas listas do Partido Socialista.
Depois de muitos anos de dedicação profissional na área da Construção Civil, os últimos dos quais ao serviço da empresa tomarense João Salvador Lda, o Engº Carlos Sousa integrou a lista do PS à Câmara Municipal de Tomar, na qualidade de Independente nas Eleições de 1997.
Tendo sido eleito para o executivo camarário, onde durante algum tempo exerceu funções de Vereador responsável pelo Departamento de Administração Urbanística, no qual se fez notado pela capacidade de organização e coordenação deste importante pelouro, sendo por esta prestação reconhecido por todos.
Nesta tarefa deu ao executivo contributos de elevada valia técnica baseados nos princípios e na perspectiva que o PS tinha para a sociedade tomarense, assim como para um desenvolvimento mais harmonioso do Concelho.
Durante este período o Engº Carlos Sousa desempenhou ainda, com um significativo sucesso, as funções de Director do Centro de Formação Profissional de Tomar, dando provas de uma grande dedicação à causa pública.
Dado o actual momento da vida autárquica e nacional, o exemplo de Homens como o Engº Carlos Sousa, são para nós motivo de orgulho, na certeza de que o serviço à causa pública, tem ditames éticos e de trabalho que devem ser sempre prosseguidos.
Nesta hora de dor para todos os Socialistas, a Secção de Tomar do PS, através do seu Secretariado, quer dirigir a todos os seus familiares, com especial relevo à viúva e filhos os mais sentidos pêsames, tal como um agradecimento público pela abnegação a causas nobres demonstrada durante toda a sua vida.
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
Depois de muitos anos de dedicação profissional na área da Construção Civil, os últimos dos quais ao serviço da empresa tomarense João Salvador Lda, o Engº Carlos Sousa integrou a lista do PS à Câmara Municipal de Tomar, na qualidade de Independente nas Eleições de 1997.
Tendo sido eleito para o executivo camarário, onde durante algum tempo exerceu funções de Vereador responsável pelo Departamento de Administração Urbanística, no qual se fez notado pela capacidade de organização e coordenação deste importante pelouro, sendo por esta prestação reconhecido por todos.
Nesta tarefa deu ao executivo contributos de elevada valia técnica baseados nos princípios e na perspectiva que o PS tinha para a sociedade tomarense, assim como para um desenvolvimento mais harmonioso do Concelho.
Durante este período o Engº Carlos Sousa desempenhou ainda, com um significativo sucesso, as funções de Director do Centro de Formação Profissional de Tomar, dando provas de uma grande dedicação à causa pública.
Dado o actual momento da vida autárquica e nacional, o exemplo de Homens como o Engº Carlos Sousa, são para nós motivo de orgulho, na certeza de que o serviço à causa pública, tem ditames éticos e de trabalho que devem ser sempre prosseguidos.
Nesta hora de dor para todos os Socialistas, a Secção de Tomar do PS, através do seu Secretariado, quer dirigir a todos os seus familiares, com especial relevo à viúva e filhos os mais sentidos pêsames, tal como um agradecimento público pela abnegação a causas nobres demonstrada durante toda a sua vida.
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
sexta-feira, julho 09, 2004
JUSTIÇA NA ÁGUA
Quando estamos a 15 (quinze) meses das eleições autárquicas de Outubro de 2005, o PS de Tomar continua o desenvolvimento do seu mote: ESTÁ QUASE!
O painel colocado na Rotunda da nossa Cidade, foi actualizado, podendo ler-se agora:
ESTÁ QUASE... JUSTIÇA NA ÁGUA... faltam 15 meses
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
O painel colocado na Rotunda da nossa Cidade, foi actualizado, podendo ler-se agora:
ESTÁ QUASE... JUSTIÇA NA ÁGUA... faltam 15 meses
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
quinta-feira, julho 08, 2004
A NOTÍCIA DO "PÚBLICO" SOBRE TOMAR...
Uma Notícia fora de tempo, errada - pois o mercado das roupas continua suspensa -, mas que é a primeira citação, num órgão de comunicação social nacional, sobre as posições do PS de Tomar.
"O Público", 8/7/2004, Pg.53
Manuel Fernandes Vicente
Mercado Semanal de Tomar Deverá Reabrir Amanhã
O mercado semanal das sextas-feiras em Tomar, que não se realizou nas duas últimas semanas em virtude de vários incidentes entre feirantes, deverá reabrir já amanhã. Porém, o presidente da câmara local, António Paiva, garante que só o permitirá "se estiverem garantidas todas as condições de segurança".
Os problemas no mercado começaram a 18 de Junho, quando este deixou pela primeira vez de se realizar no Flecheiro, na margem direita do Rio Nabão, e se transferiu para a margem oposta. A mudança está relacionada com as próximas intervenções camarárias na zona do Flecheiro integradas no programa Polis, mas também pretendia disciplinar mais os espaços a ocupar pelos vendedores.
Porém, vários feirantes mostraram-se insatisfeitos com as mudanças, queixando-se dos novos locais que lhes foram atribuídos. Logo na madrugada desse dia, alguns vendedores ocuparam espaços que não lhes estavam atribuídos e, quando os seus alugadores chegaram, instalou-se a confusão, que nem a intervenção da PSP conseguiu evitar totalmente. Como consequência, logo na reunião camarária que se seguiu, o executivo decidiu suspender a realização do mercado.
Para Luís Ferreira, presidente da concelhia do PS, "o 'caos' que esteve instalado no mercado de Tomar, inclusive com tentativas de agressão a funcionários da autarquia, em resultado da alteração da localização dos feirantes, deu origem à PSP ter solicitado a referida suspensão [ao executivo de maioria PSD]". Para o líder socialista de Tomar, que chegou mesmo a alertar o governador-civil do distrito de Santarém para o "perigo de perturbação da ordem pública", a Câmara de Tomar "já deveria ter encontrado uma solução definitiva para o caso, pois há mais de dois anos que era previsível tal desfecho".
Lopes Martins, comissário responsável pela PSP da cidade, propôs várias medidas à autarquia para solucionar o problema. Lopes Martins admite ter havido uma significativa redução da área média atribuída aos feirantes e sugeriu várias medidas técnicas para garantir a segurança do mercado.
"Estamos em fase de analisar as reclamações por escrito apresentadas por alguns feirantes, mas é bom frisar que os problemas foram criados por uma minoria. Cada um vai ficar de futuro no lugar que lhe compete e vai haver controlo nos horários de entrada e saída dos feirantes em função do sector que ocupam. Se não houver garantias do cumprimento das regras de segurança o mercado não reabrirá", disse António Paiva.
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
"O Público", 8/7/2004, Pg.53
Manuel Fernandes Vicente
Mercado Semanal de Tomar Deverá Reabrir Amanhã
O mercado semanal das sextas-feiras em Tomar, que não se realizou nas duas últimas semanas em virtude de vários incidentes entre feirantes, deverá reabrir já amanhã. Porém, o presidente da câmara local, António Paiva, garante que só o permitirá "se estiverem garantidas todas as condições de segurança".
Os problemas no mercado começaram a 18 de Junho, quando este deixou pela primeira vez de se realizar no Flecheiro, na margem direita do Rio Nabão, e se transferiu para a margem oposta. A mudança está relacionada com as próximas intervenções camarárias na zona do Flecheiro integradas no programa Polis, mas também pretendia disciplinar mais os espaços a ocupar pelos vendedores.
Porém, vários feirantes mostraram-se insatisfeitos com as mudanças, queixando-se dos novos locais que lhes foram atribuídos. Logo na madrugada desse dia, alguns vendedores ocuparam espaços que não lhes estavam atribuídos e, quando os seus alugadores chegaram, instalou-se a confusão, que nem a intervenção da PSP conseguiu evitar totalmente. Como consequência, logo na reunião camarária que se seguiu, o executivo decidiu suspender a realização do mercado.
Para Luís Ferreira, presidente da concelhia do PS, "o 'caos' que esteve instalado no mercado de Tomar, inclusive com tentativas de agressão a funcionários da autarquia, em resultado da alteração da localização dos feirantes, deu origem à PSP ter solicitado a referida suspensão [ao executivo de maioria PSD]". Para o líder socialista de Tomar, que chegou mesmo a alertar o governador-civil do distrito de Santarém para o "perigo de perturbação da ordem pública", a Câmara de Tomar "já deveria ter encontrado uma solução definitiva para o caso, pois há mais de dois anos que era previsível tal desfecho".
Lopes Martins, comissário responsável pela PSP da cidade, propôs várias medidas à autarquia para solucionar o problema. Lopes Martins admite ter havido uma significativa redução da área média atribuída aos feirantes e sugeriu várias medidas técnicas para garantir a segurança do mercado.
"Estamos em fase de analisar as reclamações por escrito apresentadas por alguns feirantes, mas é bom frisar que os problemas foram criados por uma minoria. Cada um vai ficar de futuro no lugar que lhe compete e vai haver controlo nos horários de entrada e saída dos feirantes em função do sector que ocupam. Se não houver garantias do cumprimento das regras de segurança o mercado não reabrirá", disse António Paiva.
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
SANTANA LOPES AO DN EM 2001
"Aconteceu que, com tão significativas votações contrárias às candidaturas do partido do Governo, e uma diferença percentual tão grande, levaram a que o primeiro-ministro sentisse que tinha perdido a confiança da maioria do povo. Os partidos da oposição, compreensivelmente, chamaram a atenção para o significado político desse resultado tão impressivo. Foi o primeiro-ministro, ele próprio, quem mais vincadamente declarou essa consequência. A partir desse momento, ninguém pode estranhar que o Presidente da República convoque novas eleições uma vez que, como já foi dito em legislaturas anteriores, foi esse primeiro-ministro, António Guterres, que mereceu a confiança de uma maioria (não absoluta) do povo português."
Pedro Santana Lopes
Significados e efeitos
DN, 20/12/01
Pedro Santana Lopes
Significados e efeitos
DN, 20/12/01
quarta-feira, julho 07, 2004
"É PRECISO ESTAR JUNTO DAS PESSOAS"
Jornadas Parlamentares do PS
Junto das Pessoas
As jornadas parlamentares do Grupo Parlamentar do PS tiveram hoje o seu início em Ponta Delgada com intervenções do líderes das bancadas socialistas na Assembleia Legislativa Regional dos Açores e da Assembleia da República, respectivamente, Francisco de Sousa e António José Seguro.
Inicialmente destinadas a preparar o debate do Estado da Nação, a anunciada demissão de Durão Barroso, fez com que os trabalhos da Jornadas Parlamentares se orientassem não tanto para a avaliação de dois anos de desgoverno da direita, mas para o futuro.
Por isso, a centrar o debate, esta ideia-chave lançada por António José Seguro: "É preciso estar junto das pessoas para compreender os seus problemas e ser porta-voz das suas necessidades".
Para o PS as eleições são a melhor forma de restabelecer a confiança entre quem representa o povo e o próprio povo. "Por isso defendemos eleições antecipadas", afirmou.
"Estamos a fazê-lo como o fizemos, em coerência com a nossa atitude em 2001, porque entendemos que em determinados momentos temos que devolver a palavra ao povo", declarou o líder da bancada parlamentar do PS.
"E o que mudou no PSD?", questionou Seguro para de seguida afirmar que "o PSD está agarrado ao poder o que também mina a confiança entres os portugueses e os políticos".
Para António José Seguro "se não houver dissolução da Assembleia da República, pela terceira vez consecutiva o país terá um governo de dois anos". Assim, os socialistas pedem uma clarificação pois, segundo afirmou "alguém acredita que neste caso teríamos um governo forte?". A resposta veio de seguida: "seria antes um comité eleitoral".
Referindo que a 13 de Junho os socialistas iniciaram um novo ciclo e uma nova relação com os portugueses, "O PS está disponível para continuar a ser um referencial e encontrar soluções para os problemas que o actual governo criou e agravou".
Finalmente, o Presidente do GP/PS deixou a promessa de que com os socialistas, Portugal voltará de novo a convergir com a Europa.
ESTAR PERTO DAS PESSOAS, PARA DEFENDER OS SEUS INTERESSES!
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
Junto das Pessoas
As jornadas parlamentares do Grupo Parlamentar do PS tiveram hoje o seu início em Ponta Delgada com intervenções do líderes das bancadas socialistas na Assembleia Legislativa Regional dos Açores e da Assembleia da República, respectivamente, Francisco de Sousa e António José Seguro.
Inicialmente destinadas a preparar o debate do Estado da Nação, a anunciada demissão de Durão Barroso, fez com que os trabalhos da Jornadas Parlamentares se orientassem não tanto para a avaliação de dois anos de desgoverno da direita, mas para o futuro.
Por isso, a centrar o debate, esta ideia-chave lançada por António José Seguro: "É preciso estar junto das pessoas para compreender os seus problemas e ser porta-voz das suas necessidades".
Para o PS as eleições são a melhor forma de restabelecer a confiança entre quem representa o povo e o próprio povo. "Por isso defendemos eleições antecipadas", afirmou.
"Estamos a fazê-lo como o fizemos, em coerência com a nossa atitude em 2001, porque entendemos que em determinados momentos temos que devolver a palavra ao povo", declarou o líder da bancada parlamentar do PS.
"E o que mudou no PSD?", questionou Seguro para de seguida afirmar que "o PSD está agarrado ao poder o que também mina a confiança entres os portugueses e os políticos".
Para António José Seguro "se não houver dissolução da Assembleia da República, pela terceira vez consecutiva o país terá um governo de dois anos". Assim, os socialistas pedem uma clarificação pois, segundo afirmou "alguém acredita que neste caso teríamos um governo forte?". A resposta veio de seguida: "seria antes um comité eleitoral".
Referindo que a 13 de Junho os socialistas iniciaram um novo ciclo e uma nova relação com os portugueses, "O PS está disponível para continuar a ser um referencial e encontrar soluções para os problemas que o actual governo criou e agravou".
Finalmente, o Presidente do GP/PS deixou a promessa de que com os socialistas, Portugal voltará de novo a convergir com a Europa.
ESTAR PERTO DAS PESSOAS, PARA DEFENDER OS SEUS INTERESSES!
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
sábado, junho 26, 2004
REUNIÃO DA COMISSÃO POLÍTICA CONCELHIA
Nos termos do nº1 do Artº 7ª do Regimento da CPC de Tomar, convoco uma reunião para o próximo Sábado, dia 3 de Julho de 2004, para as 14H30, com a seguinte ordem de trabalhos:
1- Compromisso Político, Estratégias locais, Critérios e metodologia da escolha das candidaturas às Eleições Autárquicas de 2005.
2- Outros assuntos de interesse para o Concelho e para o Partido.
O Presidente da CPC
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
1- Compromisso Político, Estratégias locais, Critérios e metodologia da escolha das candidaturas às Eleições Autárquicas de 2005.
2- Outros assuntos de interesse para o Concelho e para o Partido.
O Presidente da CPC
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
PS REUNE ASSEMBLEIA GERAL DE MILITANTES
Nos termos do nº2, do Artº 34º dos Estatutos do PS, a solicitação do Secretariado da Concelhia, reúne na próxima Sexta-feira, dia 2 de Julho de 2004, a partir das 21H00, na Sede do PS em Tomar, com a seguinte ordem de trabalhos:
1 – Análise dos resultados eleitorais nas Freguesias do Concelho de Tomar;
2 – Novos desafios no Financiamento dos Partidos Políticos, pela nova Lei de financiamento dos Partidos Políticos e das campanhas eleitorais;
3 – Discussão sobre a Matriz Estratégica do PS para o Concelho de Tomar – na sequência de deliberações da Comissão Política Concelhia;
4 – Outros assuntos.
Tomar, 21 de Junho de 2004
O Presidente da Assembleia Geral de Militantes da Concelhia de Tomar
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
1 – Análise dos resultados eleitorais nas Freguesias do Concelho de Tomar;
2 – Novos desafios no Financiamento dos Partidos Políticos, pela nova Lei de financiamento dos Partidos Políticos e das campanhas eleitorais;
3 – Discussão sobre a Matriz Estratégica do PS para o Concelho de Tomar – na sequência de deliberações da Comissão Política Concelhia;
4 – Outros assuntos.
Tomar, 21 de Junho de 2004
O Presidente da Assembleia Geral de Militantes da Concelhia de Tomar
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
PS CUMPRE O QUE DIZ: PROPÔS EM ASSEMBLEIA MUNICIPAL A CRIAÇÃO DA AGENDA XXI LOCAL
Na sequência do desafio lançado á cerca de um mês e meio à Câmara Municipal, e no decurso de deliberação da Comissão Política Concelhia de 18 de Junho, o Grupo Parlamentar do PS na Assembleia Municipal, levou na Sexta-feira(24) à votação a seguinte Moção, que foi recusada pelos 21 deputados do PSD, tendo tido 13 votos a favor das bancadas do PS e da CDU:
MOÇÃO
Os Deputados Municipais abaixo assinados, propõem à aprovação da Assembleia Municipal a seguinte Moção:
A Assembleia Municipal de Tomar, considerando que:
1. A implementação da Estratégia do Desenvolvimento Sustentável, que é aquele que procura satisfazer as necessidades da geração actual, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de satisfazerem as suas próprias necessidades, significando possibilitar que as pessoas, agora e no futuro, atinjam um nível satisfatório de desenvolvimento social e económico e de realização humana e cultural, fazendo ao mesmo tempo, um uso razoável dos recursos da terra e preservando as espécies e os habitats naturais, exige a implementação de uma Agenda XXI Local;
2. Os três eixos do desenvolvimento Sustentável: Ambiental, Social e Económico, deve ser no contexto europeu suportado, em termos conceptuais e práticos, por um quadro orgânico-institucional e pela capacidade de investimento, esta última apoiada em particular pelos vários Programas e Iniciativas Comunitárias;
3. A Agenda XXI local, procura uma acção conjunta, onde se procuram conciliar os vários grupos de interesse, formando-se parcerias entre actores, capazes de tomar decisões que combinem: Crescimento económico, com equidade social e protecção ambiental, assentes nos seguintes domínios estratégicos:
a) garantir o desenvolvimento integrado do território;
b) melhorar a qualidade do ambiente;
c) promover a produção e o consumo sustentáveis e
d) caminhar em direcção a uma sociedade solidária e do conhecimento;
4. A Agenda XXI local, tem as seguintes fases de acção:
a) Criação da Comissão Local de Implementação;
b) Análise sobre o planeamento dos serviços essenciais da Cidade e do Concelho – nomeadamente a nível dos Planos estratégicos e Directores (Plano Estratégico de Cidade, Plano Director Municipal, Plano Director de Águas e Saneamento, Plano de Mobilidade Concelhio ou Regional, etc.…);
c) Seleccionamento das prioridades de actuação;
d) Promoção de Discussão Pública dessas mesmas prioridades;
e) Criação da Comissão Local de acompanhamento e reengenharia do processo;
5. O Concelho de Tomar, sendo um Concelho periférico das grandes zonas de desenvolvimento económico e de fixação de populações, tem uma oportunidade única de PLANEAR estratégica e sustentavelmente, todo o seu futuro, provendo à garantia de financiamento comunitário dos seus projectos (assentes em Planos);
Propõem que a Câmara Municipal de Tomar, dê seguimento a estas preocupações, criando em tempo aceitável, a COMISSÃO de IMPLEMENTAÇÃO da AGENDA XXI local do Concelho de Tomar, composta pelos seguintes parceiros (actores):
Representantes das seguintes entidades, com representação Concelhia:
a) Agentes económicos;
b) Associações Ambientais;
c) Associações de intervenção social (Associações Culturais e Recreativas);
d) ONG (Organizações não-Governamentais);
e) Estabelecimentos de Ensino: Básico, Secundário e Superior;
f) Região de Turismo;
g) IPSS (Instituições particulares de Solidariedade Social);
h) Instituições Religiosas (na vertente de intervenção social);
i) Serviços desconcentrados da administração central, nomeadamente do Ambiente, Economia, Agricultura e Património;
j) Autarquias – Câmara e Juntas de Freguesia;
k) Partidos Políticos.
Propõem ainda que a Câmara Municipal de Tomar, em próxima revisão orçamental promova a abertura de rubrica e necessária dotação financeira ao funcionamento da referida Comissão.
OS DEPUTADOS MUNICIPAIS
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
MOÇÃO
Os Deputados Municipais abaixo assinados, propõem à aprovação da Assembleia Municipal a seguinte Moção:
A Assembleia Municipal de Tomar, considerando que:
1. A implementação da Estratégia do Desenvolvimento Sustentável, que é aquele que procura satisfazer as necessidades da geração actual, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de satisfazerem as suas próprias necessidades, significando possibilitar que as pessoas, agora e no futuro, atinjam um nível satisfatório de desenvolvimento social e económico e de realização humana e cultural, fazendo ao mesmo tempo, um uso razoável dos recursos da terra e preservando as espécies e os habitats naturais, exige a implementação de uma Agenda XXI Local;
2. Os três eixos do desenvolvimento Sustentável: Ambiental, Social e Económico, deve ser no contexto europeu suportado, em termos conceptuais e práticos, por um quadro orgânico-institucional e pela capacidade de investimento, esta última apoiada em particular pelos vários Programas e Iniciativas Comunitárias;
3. A Agenda XXI local, procura uma acção conjunta, onde se procuram conciliar os vários grupos de interesse, formando-se parcerias entre actores, capazes de tomar decisões que combinem: Crescimento económico, com equidade social e protecção ambiental, assentes nos seguintes domínios estratégicos:
a) garantir o desenvolvimento integrado do território;
b) melhorar a qualidade do ambiente;
c) promover a produção e o consumo sustentáveis e
d) caminhar em direcção a uma sociedade solidária e do conhecimento;
4. A Agenda XXI local, tem as seguintes fases de acção:
a) Criação da Comissão Local de Implementação;
b) Análise sobre o planeamento dos serviços essenciais da Cidade e do Concelho – nomeadamente a nível dos Planos estratégicos e Directores (Plano Estratégico de Cidade, Plano Director Municipal, Plano Director de Águas e Saneamento, Plano de Mobilidade Concelhio ou Regional, etc.…);
c) Seleccionamento das prioridades de actuação;
d) Promoção de Discussão Pública dessas mesmas prioridades;
e) Criação da Comissão Local de acompanhamento e reengenharia do processo;
5. O Concelho de Tomar, sendo um Concelho periférico das grandes zonas de desenvolvimento económico e de fixação de populações, tem uma oportunidade única de PLANEAR estratégica e sustentavelmente, todo o seu futuro, provendo à garantia de financiamento comunitário dos seus projectos (assentes em Planos);
Propõem que a Câmara Municipal de Tomar, dê seguimento a estas preocupações, criando em tempo aceitável, a COMISSÃO de IMPLEMENTAÇÃO da AGENDA XXI local do Concelho de Tomar, composta pelos seguintes parceiros (actores):
Representantes das seguintes entidades, com representação Concelhia:
a) Agentes económicos;
b) Associações Ambientais;
c) Associações de intervenção social (Associações Culturais e Recreativas);
d) ONG (Organizações não-Governamentais);
e) Estabelecimentos de Ensino: Básico, Secundário e Superior;
f) Região de Turismo;
g) IPSS (Instituições particulares de Solidariedade Social);
h) Instituições Religiosas (na vertente de intervenção social);
i) Serviços desconcentrados da administração central, nomeadamente do Ambiente, Economia, Agricultura e Património;
j) Autarquias – Câmara e Juntas de Freguesia;
k) Partidos Políticos.
Propõem ainda que a Câmara Municipal de Tomar, em próxima revisão orçamental promova a abertura de rubrica e necessária dotação financeira ao funcionamento da referida Comissão.
OS DEPUTADOS MUNICIPAIS
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
MERCADO DE TOMAR, MOTIVA CARTA DO PS AO GOVERNADOR CIVIL
Ex.mo Sr. Governador Civil
do Distrito de Santarém
ASSUNTO: Perigo de perturbação da ordem pública em Tomar
Na sequência da deliberação da Câmara Municipal de Tomar, de Segunda-feira, dia 21 de Junho, no sentido de "Suspender o Mercado Ambulante Semanal nos próximos dias 25 de Junho e 2 de Julho", o Partido Socialista de Tomar solicita a V.Exa que se digne a tomar todas as diligências no sentido de evitar qualquer perturbação da ordem pública amanhã – Sexta-feira, dia 25 de Junho -, a partir das 7H00.
Tal preocupação do PS, resulta do "caos" que esteve instalado em Tomar na passada Sexta-feira, inclusive com tentativas de agressão a funcionários da Autarquia, em resultado da alteração da localização dos referidos feirantes ambulantes, que sendo mais de uma centena e mercê do exíguo espaço para eles previsto, junto às instalações do actual mercado tradicional de "frescos", deu origem a uma solicitação da PSP, no sentido da refira suspensão.
Sendo que muitos desses feirantes não puderam ser avisados, prevê-se que estes procurem ocupar o espaço entretanto previsto, que mercê de ter apenas uma entrada poderá levar ao corte de várias vias públicas na zona da Igreja de Santa Maria dos Olivais, Bombeiros Municipais e Avenida Norton de Matos (principal via da Cidade de Tomar e única passagem sobre o Rio Nabão no sentido Oeste-Este).
A acontecer tal, a vida dos cerca de 20.000 residentes da Cidade de Tomar e as condições de circulação dos mais de 10.000 outros residentes que habitualmente nesse dia de mercado aqui se deslocam, estão claramente em risco de serem severamente afectados.
Obviamente que sabemos que V.Exa está preocupado com a segurança de pessoas e bens e com a manutenção da ordem pública, pelo que solidários com a vossa preocupação, manifestamos a nossa solidariedade por todas as iniciativas que entenda por bem desenvolver junto das forças de segurança e da respectiva Câmara Municipal, que de forma responsável já deveria ter encontrado uma solução definitiva para este assunto, pois que há mais de dois anos que era previsível tal desfecho.
Com os nossos melhores cumprimentos, certos da sua rápida actuação
Tomar, 24 de Junho de 2004
O Presidente da CPC
Post Scriptum
Felizmente para todos, que a PSP tomou todas as medidas necessárias, apesar da dificuldade de meios, não tendo havido qualquer problema.
No entanto foi notório que muitos dos habituais vendedores de "frescos" não estiveram presentes, talvez motivados pelo medo de "confusão", como a que se tinha observado na semana anterior. Foi também evidente que muitos dos habituais compradores também primaram pela ausência.
O PS pensa que se torna evidente que tem que haver outra solução para a colocação do mercado ambulante - diferenciado do mercado tradicional de "frescos".
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
do Distrito de Santarém
ASSUNTO: Perigo de perturbação da ordem pública em Tomar
Na sequência da deliberação da Câmara Municipal de Tomar, de Segunda-feira, dia 21 de Junho, no sentido de "Suspender o Mercado Ambulante Semanal nos próximos dias 25 de Junho e 2 de Julho", o Partido Socialista de Tomar solicita a V.Exa que se digne a tomar todas as diligências no sentido de evitar qualquer perturbação da ordem pública amanhã – Sexta-feira, dia 25 de Junho -, a partir das 7H00.
Tal preocupação do PS, resulta do "caos" que esteve instalado em Tomar na passada Sexta-feira, inclusive com tentativas de agressão a funcionários da Autarquia, em resultado da alteração da localização dos referidos feirantes ambulantes, que sendo mais de uma centena e mercê do exíguo espaço para eles previsto, junto às instalações do actual mercado tradicional de "frescos", deu origem a uma solicitação da PSP, no sentido da refira suspensão.
Sendo que muitos desses feirantes não puderam ser avisados, prevê-se que estes procurem ocupar o espaço entretanto previsto, que mercê de ter apenas uma entrada poderá levar ao corte de várias vias públicas na zona da Igreja de Santa Maria dos Olivais, Bombeiros Municipais e Avenida Norton de Matos (principal via da Cidade de Tomar e única passagem sobre o Rio Nabão no sentido Oeste-Este).
A acontecer tal, a vida dos cerca de 20.000 residentes da Cidade de Tomar e as condições de circulação dos mais de 10.000 outros residentes que habitualmente nesse dia de mercado aqui se deslocam, estão claramente em risco de serem severamente afectados.
Obviamente que sabemos que V.Exa está preocupado com a segurança de pessoas e bens e com a manutenção da ordem pública, pelo que solidários com a vossa preocupação, manifestamos a nossa solidariedade por todas as iniciativas que entenda por bem desenvolver junto das forças de segurança e da respectiva Câmara Municipal, que de forma responsável já deveria ter encontrado uma solução definitiva para este assunto, pois que há mais de dois anos que era previsível tal desfecho.
Com os nossos melhores cumprimentos, certos da sua rápida actuação
Tomar, 24 de Junho de 2004
O Presidente da CPC
Post Scriptum
Felizmente para todos, que a PSP tomou todas as medidas necessárias, apesar da dificuldade de meios, não tendo havido qualquer problema.
No entanto foi notório que muitos dos habituais vendedores de "frescos" não estiveram presentes, talvez motivados pelo medo de "confusão", como a que se tinha observado na semana anterior. Foi também evidente que muitos dos habituais compradores também primaram pela ausência.
O PS pensa que se torna evidente que tem que haver outra solução para a colocação do mercado ambulante - diferenciado do mercado tradicional de "frescos".
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
segunda-feira, junho 21, 2004
"BAGUNÇA NO MERCADO" LEVA CÂMARA A SUSPENDER MERCADO AMBULANTE POR DUAS SEMANAS
Oiça a reacção do PS
A desorganização criada com as alterações impostas pela Câmara de Tomar, à localização dos vendedores ambulantes (vulgo mercado da roupa), criou na passada Sexta-feira a maior das confusões.
Em resultado disso a PSP, que se viu envolvida - sem meios - para fazer face à completa desorganização causada pela falta de planeamento da nossa Câmara, propôs ao executivo camarário a suspensão por duas semanas do referido mercado.
Os Vereadores do PS, concordando embora com a situação limite proposta pela PSP - que afirma não ter actualmente meios humanos suficientes ao dispôr para impôr a ordem pública naquele caso - não poderiam deixar de manifestar o seu mais profundo repúdio, pela incapacidade do executivo PSD, de atempadamente ter provido ao correcto planeamento de toda a situação do mercado de sexta-feira, pelo que se absteve.
O anedótico de toda a situação, atinge o seu máximo com as razões - aprovadas pela Câmara PSD:
"1 - A transferência dos vendedores ambulantes do Flecheiro para a àrea circundante do Mercado Municipal foi concluída da forma planeada no dia 18 de Junho;
2 - Face à verificação da necessidade de proceder a alterações de ordem de segurança apontadas pela PSP de Tomar;
3 - A necessidade de dotar os serviços da autarquia para a conclusão de diverso trabalho administrativo e a implementação de medidas de organização do próprio espaço;"
Os Vereadores do PS abstiveram-se, com a seguinte Declaração de voto:
"Consideramos que a suspensão do Mercado agora decidida culmina um processo com erros e lacunas, nomeadamente de planeamento e previsão de dificuldades. Contudo, considerando as propostas da PSP, e as suas advertências quanto às questões de segurança pública, abstemo-nos nesta decisão."
O PS relembra que toda esta situação, como a do Parque de Campismo e da Feira de Sta Iria, já há mais de dois anos era previsível - mercê da intervenção Polis, pelo que não se compreende que durante dois anos não tenham sido encontradas as SOLUÇÕES ADEQUADAS, no sentido de minorar o efeito, junto dos utilizadores destas infra-estruturas: A FALTA de ESTRATÉGIA e de PLANEAMENTO ficam muito mal, numa Câmara presidida por alguém, que dizendo-se especialista em Planeamento, deixe que casos destes aconteçam!
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
A desorganização criada com as alterações impostas pela Câmara de Tomar, à localização dos vendedores ambulantes (vulgo mercado da roupa), criou na passada Sexta-feira a maior das confusões.
Em resultado disso a PSP, que se viu envolvida - sem meios - para fazer face à completa desorganização causada pela falta de planeamento da nossa Câmara, propôs ao executivo camarário a suspensão por duas semanas do referido mercado.
Os Vereadores do PS, concordando embora com a situação limite proposta pela PSP - que afirma não ter actualmente meios humanos suficientes ao dispôr para impôr a ordem pública naquele caso - não poderiam deixar de manifestar o seu mais profundo repúdio, pela incapacidade do executivo PSD, de atempadamente ter provido ao correcto planeamento de toda a situação do mercado de sexta-feira, pelo que se absteve.
O anedótico de toda a situação, atinge o seu máximo com as razões - aprovadas pela Câmara PSD:
"1 - A transferência dos vendedores ambulantes do Flecheiro para a àrea circundante do Mercado Municipal foi concluída da forma planeada no dia 18 de Junho;
2 - Face à verificação da necessidade de proceder a alterações de ordem de segurança apontadas pela PSP de Tomar;
3 - A necessidade de dotar os serviços da autarquia para a conclusão de diverso trabalho administrativo e a implementação de medidas de organização do próprio espaço;"
Os Vereadores do PS abstiveram-se, com a seguinte Declaração de voto:
"Consideramos que a suspensão do Mercado agora decidida culmina um processo com erros e lacunas, nomeadamente de planeamento e previsão de dificuldades. Contudo, considerando as propostas da PSP, e as suas advertências quanto às questões de segurança pública, abstemo-nos nesta decisão."
O PS relembra que toda esta situação, como a do Parque de Campismo e da Feira de Sta Iria, já há mais de dois anos era previsível - mercê da intervenção Polis, pelo que não se compreende que durante dois anos não tenham sido encontradas as SOLUÇÕES ADEQUADAS, no sentido de minorar o efeito, junto dos utilizadores destas infra-estruturas: A FALTA de ESTRATÉGIA e de PLANEAMENTO ficam muito mal, numa Câmara presidida por alguém, que dizendo-se especialista em Planeamento, deixe que casos destes aconteçam!
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
domingo, junho 20, 2004
COMUNICADO DA COMISSÃO POLÍTICA DE 18 DE JUNHO
A Comissão Política Concelhia do PS, na sua reunião ordinária de 18 de Junho de 2004, decidiu:
1. Agradecer a confiança dos mais de 43% de Tomarenses que tendo votado PS, nos dão ânimo a continuar o nosso trabalho empenhado, sério e responsável em prol da vida da nossa comunidade, transformando o PS na "casa comum" da alternativa ao poder autista e irresponsável de António Paiva e do PSD. Agradecer muito especialmente ao nosso candidato Dr.António Mendes e ao nosso mandatário, o independente Dr. João Simões, pela forma digna como participaram e contribuiram para este excelente resultado eleitoral, no Concelho de Tomar.
2 O PS de Tomar defende que a estratégia base para as deslocações urbanas, tenha como espinha dorsal o modo de transporte baseado na FERROVIA LIGEIRA de SUPERFÍCIE, integrado num PLANO de MOBILIDADE do nosso Concelho e Concelhos vizinhos, permitindo também uma gestão territorial em moldes significativamente inovadores.
Nesse sentido desafia o PS, a que a Câmara coloque o Estudo de Mobilidade que diz já ter realizado à DISCUSSÃO PÚBLICA, após a recolha dos pareceres das diversas entidades a consultar, nos termos da Lei. Desta forma, poderá ser obtido um PLANO de MOBILIDADE, no qual se estabeleçam opções e objectivos a alcançar num quadro de directrizes e apoios financeiros necessários à sua concretização
3. O PS exige que o processo relactivo à futura reconversão e utilização do CONVENTO de STA.IRIA, seja efectuado através da abertura de procedimento para CONCURSO PÚBLICO de CONCEPÇÃO-CONSTRUÇÃO.
Em CONCURSO PÚBLICO e não LIMITADO, devem ponderar-se as propostas dos concorrentes, de forma a melhor salvaguardar os interesses do Município, incluindo garantias para exploração e a melhor conservação da infraestrutura.
4. O PS dando cumprimento ao desafio que fez há cerca de um mês à Câmara, no sentido de propôr a criação da "Comissão de Implementação da Agenda XXI local de Tomar", irá brevemente propôr nos competentes órgãos autarquicos que esta Comissão seja integrada pelos seguintes parceiros:
a) Agentes Económicos;
b) Associações Ambientais;
c) Associações de intervenção social;
d) ONG (Organizações Não Governamentais);
e) Estabelecimentos de Ensino: Básico, Secundário e Superior;
f) Região de Turismo;
g) IPSS (Instituições Particulares de Solidariedade Social);
i) Instituições Religiosas (na vertente de intervenção social);
j)Autarquias (Câmara e Juntas de Freguesia);
k) Partidos Políticos.
5. Marcar a Convenção Autárquica do Concelho de Tomar, para o próximo dia 30 de Outubro, com a seguinte Comissão Organizadora: José João Narciso (Presidente da Assembleia Freguesia da Madalena), Artur Damásio, Virgílio Saraiva, Élia do Carmo, Carlos Silva e um representante da JS, dos Vereadores e das Juntas de Freguesia.
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
1. Agradecer a confiança dos mais de 43% de Tomarenses que tendo votado PS, nos dão ânimo a continuar o nosso trabalho empenhado, sério e responsável em prol da vida da nossa comunidade, transformando o PS na "casa comum" da alternativa ao poder autista e irresponsável de António Paiva e do PSD. Agradecer muito especialmente ao nosso candidato Dr.António Mendes e ao nosso mandatário, o independente Dr. João Simões, pela forma digna como participaram e contribuiram para este excelente resultado eleitoral, no Concelho de Tomar.
2 O PS de Tomar defende que a estratégia base para as deslocações urbanas, tenha como espinha dorsal o modo de transporte baseado na FERROVIA LIGEIRA de SUPERFÍCIE, integrado num PLANO de MOBILIDADE do nosso Concelho e Concelhos vizinhos, permitindo também uma gestão territorial em moldes significativamente inovadores.
Nesse sentido desafia o PS, a que a Câmara coloque o Estudo de Mobilidade que diz já ter realizado à DISCUSSÃO PÚBLICA, após a recolha dos pareceres das diversas entidades a consultar, nos termos da Lei. Desta forma, poderá ser obtido um PLANO de MOBILIDADE, no qual se estabeleçam opções e objectivos a alcançar num quadro de directrizes e apoios financeiros necessários à sua concretização
3. O PS exige que o processo relactivo à futura reconversão e utilização do CONVENTO de STA.IRIA, seja efectuado através da abertura de procedimento para CONCURSO PÚBLICO de CONCEPÇÃO-CONSTRUÇÃO.
Em CONCURSO PÚBLICO e não LIMITADO, devem ponderar-se as propostas dos concorrentes, de forma a melhor salvaguardar os interesses do Município, incluindo garantias para exploração e a melhor conservação da infraestrutura.
4. O PS dando cumprimento ao desafio que fez há cerca de um mês à Câmara, no sentido de propôr a criação da "Comissão de Implementação da Agenda XXI local de Tomar", irá brevemente propôr nos competentes órgãos autarquicos que esta Comissão seja integrada pelos seguintes parceiros:
a) Agentes Económicos;
b) Associações Ambientais;
c) Associações de intervenção social;
d) ONG (Organizações Não Governamentais);
e) Estabelecimentos de Ensino: Básico, Secundário e Superior;
f) Região de Turismo;
g) IPSS (Instituições Particulares de Solidariedade Social);
i) Instituições Religiosas (na vertente de intervenção social);
j)Autarquias (Câmara e Juntas de Freguesia);
k) Partidos Políticos.
5. Marcar a Convenção Autárquica do Concelho de Tomar, para o próximo dia 30 de Outubro, com a seguinte Comissão Organizadora: José João Narciso (Presidente da Assembleia Freguesia da Madalena), Artur Damásio, Virgílio Saraiva, Élia do Carmo, Carlos Silva e um representante da JS, dos Vereadores e das Juntas de Freguesia.
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
domingo, junho 13, 2004
A NOSSA MENSAGEM ESTÁ A CHEGAR AOS TOMARENSES!
Esperam de nós muito mais! SABEREMOS CUMPRIR!
Obrigado Tomar.
Todos os resultados por mesas do Concelho
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
Obrigado Tomar.
Todos os resultados por mesas do Concelho
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
sábado, junho 12, 2004
MENSAGEM DO NOSSO MANDATÁRIO ÀS ELEIÇÕES EUROPEIAS
Na qualidade de mandatário concelhio em Tomar da lista do Partido
Socialista candidata ao Parlamento Europeu, quero afirmar que fiquei profundamente chocado com o trágico falecimento do Sr. Prof. Dr.António de Sousa Franco, um HOMEM BOM, que serviu com espírito de missão e grande capacidade a Causa Pública e que vinha dando corpo a uma nova forma de fazer e de estar na política, com uma empatia popular, uma garra e uma alegria notáveis.
Quero apresentar à sua Família, na pessoa da sua mulher Srª Dª
Matilde Sousa Franco, sentidas condolências e afirmar-lhes que os acompanho solidariamente nesta hora de profunda dor.
Também ao Partido Socialista expresso sincero e sentido pesar e, nesta hora de adversidade e de sofrimento, devem ganhar incentivo para continuar a lutar pelas causas justas em que o Sr. Prof. Sousa Franco se empenhou respeitando a sua memória.
Parece que, no imediato, a melhor homenagem dos portugueses ao
Sr. Prof. Dr. Sousa Franco é comparecer nas urnas no próximo domingo e exercer o direito de voto e a de todos os socialistas e apoiantes ou simpatizantes da lista por ele superiormente liderada, é conferir-lhe a retumbante vitória que ele certamente celebraria com a maior dignidade.
Tomar, 09 de Junho de 2004
João Manuel Pimenta Henriques Simões
Independente - Mandatário Concelhio da Lista PS ao PE
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
Socialista candidata ao Parlamento Europeu, quero afirmar que fiquei profundamente chocado com o trágico falecimento do Sr. Prof. Dr.António de Sousa Franco, um HOMEM BOM, que serviu com espírito de missão e grande capacidade a Causa Pública e que vinha dando corpo a uma nova forma de fazer e de estar na política, com uma empatia popular, uma garra e uma alegria notáveis.
Quero apresentar à sua Família, na pessoa da sua mulher Srª Dª
Matilde Sousa Franco, sentidas condolências e afirmar-lhes que os acompanho solidariamente nesta hora de profunda dor.
Também ao Partido Socialista expresso sincero e sentido pesar e, nesta hora de adversidade e de sofrimento, devem ganhar incentivo para continuar a lutar pelas causas justas em que o Sr. Prof. Sousa Franco se empenhou respeitando a sua memória.
Parece que, no imediato, a melhor homenagem dos portugueses ao
Sr. Prof. Dr. Sousa Franco é comparecer nas urnas no próximo domingo e exercer o direito de voto e a de todos os socialistas e apoiantes ou simpatizantes da lista por ele superiormente liderada, é conferir-lhe a retumbante vitória que ele certamente celebraria com a maior dignidade.
Tomar, 09 de Junho de 2004
João Manuel Pimenta Henriques Simões
Independente - Mandatário Concelhio da Lista PS ao PE
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
quinta-feira, junho 10, 2004
PORQUÊ VOTAR PS NO PRÓXIMO DOMINGO EM TOMAR
Pode ouvir as razões porque, especialmente em Tomar, deve votar no Partido Socialista.
António Mendes, candidato na Lista ao Parlamento Europeu.
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
António Mendes, candidato na Lista ao Parlamento Europeu.
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
quarta-feira, junho 09, 2004
SOUSA FRANCO - O NOSSO COMANDANTE - MORREU AO LEME!
Segurando as rédeas, duma campanha de energia, força e determinação, o Dr. Sousa Franco deixou-nos, num momento em que Portugal tanto dele ainda esperava.
O PS, mas mais do que ele, Tomar e o País agradecem o seu sentido cívico de serviço a PORTUGAL.
Onde quer que esteja: OBRIGADO!
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
O PS, mas mais do que ele, Tomar e o País agradecem o seu sentido cívico de serviço a PORTUGAL.
Onde quer que esteja: OBRIGADO!
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
segunda-feira, junho 07, 2004
JANTAR DE ENCERRAMENTO SEXTA-FEIRA DIA 11
Realiza-se no Restaurante "O Convívio" o Jantar de encerramento da campanha eleitoral para o Parlamento Europeu, a partir das 19H00.
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
sexta-feira, junho 04, 2004
SOUSA FRANCO ASSUME PREOCUPAÇÕES DA ACITOFEBA
Acompanhado pelos dirigentes locais e nacionais do Partido Socialista e vários, em mais um momento de campanha eleitoral, o cabeça de lista do Partido Socialista ao Parlamento Europeu, Professor António Sousa Franco, esteve em Tomar.
Personalidade conhecedora dos problemas, nomeadamente de ordem fiscal e investimentos, que envolvem a actividade económica, Sousa Franco encontrou-se com dirigentes da ACITOFEBA (Associação Comercial e Industrial dos Municípios de Tomar, Ferreira do Zêzere e Vila Nova da Barquinha) na sede desta.
O Dr. José Luís Fachada, em representação da Associação, fez uma exposição sobre as iniciativas desenvolvidas numa perspectiva de conseguir a dinamizar o tecido económico dos concelhos em causa, assim como das dificuldades sentidas nos últimos anos ou a ausência de infra-estruturas que tornem este espaço um mercado apetecível quer para os investidores quer os residentes.
Atento, Sousa Franco, após ter escutado as preocupações manifestadas, apontaria como factor primordial para manter um determinado indicie de crescimento a necessidade de um investimento público que fosse ele próprio impulsionador de uma maior dinâmica do sector privado, concordando com essas preocupações salientando que o caso das infra-estruturas rodoviárias podia muito bem servir de exemplo.
Mas foi mais longe ao afirmar que a crise que se vive decorre também de opções políticas que "estrangularam" as capacidades dos investidores originando uma quebra de confiança sem precedentes, como a que se faz sentir no país.
Sousa Franco salientou ainda que como deputado europeu estaria sempre disponível para procurar métodos que possibilitassem o recurso aos apoios financeiros para o tecido empresarial dentro duma lógica de um desenvolvimento sustentável e que tivesse sempre em vista os aspectos sociais.
Por fim solicitou que a ACITOFEBA lhe fizesse chegar um documento em que se pronunciasse acerca dos investimentos mais prementes no quadro de uma Europa agora muito maior, quais para os aspectos de desenvolvimento mais significativos de para se encontrar um equilíbrio social, focado nas pessoas que tivesse impacto regional e nacional, e por fim que reflectissem sobre o problema do aeroporto da Ota, e da indecisão, ainda existente quanto à urgência daquele investimento.
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
quinta-feira, junho 03, 2004
UMA CÂMARA IRRESPONSÁVEL NA CAPTAÇÃO DE FUNDOS COMUNITÁRIOS
Ainda a propósito da reprogramação financeira do POLIS, que obrigam, por decisão da Câmara PSD, o Município a retirar ao investimento nas Freguesias, nas Pessoas e nas Famílias, cerca de UM MILHÃO e MEIO de euros, impõem-se os seguintes esclarecimentos:
1. Desde a entrada deste Governo PSD-PP, em Abril de 2002, o Ministério das Cidades, na altura chefiado por ISALTINO MORAIS, tendo como Secretário de Estado MIGUEL RELVAS, deixaram de assumir o compromisso do Governo PS de compensar as Sociedades Polis pela diferença entre os 55% de financiamento comunitário e os 75% previstos, através de inscrição de verbas em PIDDAC.
2. A Discussão Pública iniciada em Junho de 2002, da Estratégia Nacional de Desenvolvimento Sustentável, deu novo impulso à forma como a captação de investimento passou a ser equacionada, nomeadamente através do EIXO 3, do III Quadro Comunitário de Apoio (2000-2006). ver QCAIII
3. Em Julho de 2002, um conjunto de dirigentes do PS de Tomar, apresentam publicamente o "METRO DE SUPERFÍCIE", com financimento através do FUNDO de COESÃO, permitindo uma intervenção nos Transportes Urbanos e na Requalificação Urbana, capaz de complementar as intervenções POLIS previstas.
4. A Câmara de Tomar, desde Setembro de 2002, foi por diversas vezes questionada pelos Vereadores e Deputados Municipais do PS, relactivamente à garantia de financiamento governamental ao Programa POLIS - sempre António Paiva garantiu que estava tudo assegurado...
5. Em 31 de Maio de 2004, António Paiva leva a reunião de Câmara a REPROGRAMAÇÃO FINANCEIRA do Polis, que obrigada o Município a comparticipar com mais UM MILHÃO e MEIO de EUROS, em virtude do que já se sabia desde 2002 - que só estavam garantidos 55% de Financiamento comunitário.
ORA, O QUE DEVIA A CÂMARA TER FEITO:
1. Desde que soube da alteração de política do seu Governo, relativamente ao financiamento Polis (2002), devia ter imediatamente procurado colocar parte das candidaturas polis noutro EIXO comunitário - o Terceiro: EIXO 3 – Afirmar a valia do Território e da posição geoeconómica do País
2. Aproveitar a proposta SOCIALISTA, do Metro Ligeiro de Suyperfície, e elaborar as respectivas candidaturas ao EIXO 3, Programa Operacional das Acessibilidades e Transportes, que contemplava "Garantir a sustentabilidade económica e financeira, ambiental e social do sector, criar condições a nível do sistema de transportes e respectivas infraestruturas para o aumento da produtividade e da competitividade das empresas portuguesas e da sua integração no mercado global,privilegiando uma abordagem integrada da mobilidade e respeitadora do ambiente e do ordenamento do território; criar condições para o desenvolvimento em Portugal de uma plataforma de serviços, melhorar a qualidade de vida das zonas urbanas e as acessibilidades que se traduzam num esforço da coesão e da solidariedade internas"
3. Ou seja, REDIRECCIONAR AS CANDIDATURAS polis para o Eixo Comunitário e respectivos Programas Operacionais ONDE HAVIA e HÁ DINHEIRO, em vez de ficar "sentado à espera do milagre".
4. Tudo isto porque através do Eixo 3, comparticipado para a Região de Lisboa e Vale do Tejo a 55%, poder-se-ia complementar com o FUNDO de COESÃO e ainda obter financiamento do Banco Europeu / Banco Mundial a taxa de juro 0%, no remanescente, ou seja - MUITAS DAS CANDIDATURAS FICARIAM À AUTARQUIA A CUSTO ZERO.
EM CONCLUSÃO:
Esta atitude responsável e precavida da Câmara de Tomar, poderia ter conduzido Tomar ao seguinte:
1. Libertação de fundos próprios da autarquia em cerca de DOIS MILHÕES DE EUROS, para investimento nas Freguesias, no apoio ao Associativismo, à Habitação Social, ao Parque Escolar e às Pessoas e Famílias carênciadas.
2. Intervenção em todo o Espaço do Rio - AMBIENTAL - desde a nascente até à foz.
3. Tirar partido - através do desenvolvimento de tecnologias de produção energética limpa - da força motriz do rio nabão - REDE DE MICRO-BARRAGENS PRODUTORES DE ENERGIA.
4. Implementar em Tomar a FERROVIA LIGEIRA DE SUPERFÍCIE, resolvendo a espinha dorsal de um sistema de Transportes na Cidade e no Concelho.
5. Requalificar o CENTRO HISTÓRICO, a nível das suas infra-estruturas e promovendo o desenvolvimento económico de todo o Espaço Urbanop da Cidade - FIXANDO EMPRESAS e CRIANDO EMPREGO.
TAL NÃO FOI POSSÍVEL PORQUE:
1. A um Governo de palavra e responsável se seguiu este Governo, que não assume os compromissos e não COORDENA ESTRATÉGICAMENTE os INVESTIMENTOS COMUNITÁRIOS.
2. Perante um Governo irresponsável, a Câmara de Tomar foi incapaz de desenvolver ela própria a ESTRATÉGIA DE INTERVENÇÃO ADEQUADA, estudando, projectando e candidatando AO EIXO CERTO, tudo aquilo que necessitava para o seu desenvolvimento.
EM RESUMO: ESTA CÂMARA SÓ FOI CAPAZ DE TRAZER INVESTIMENTO PARA TOMAR, ENQUANTO OUTROS O FAZIAM, PORQUE A PARTIR DO MOMENTO QUE FICOU POR SUA CONTA E RISCO FOI O QUE SE VIU: BURACOS FINANCEIROS E IMCOMPETÊNCIA!
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
1. Desde a entrada deste Governo PSD-PP, em Abril de 2002, o Ministério das Cidades, na altura chefiado por ISALTINO MORAIS, tendo como Secretário de Estado MIGUEL RELVAS, deixaram de assumir o compromisso do Governo PS de compensar as Sociedades Polis pela diferença entre os 55% de financiamento comunitário e os 75% previstos, através de inscrição de verbas em PIDDAC.
2. A Discussão Pública iniciada em Junho de 2002, da Estratégia Nacional de Desenvolvimento Sustentável, deu novo impulso à forma como a captação de investimento passou a ser equacionada, nomeadamente através do EIXO 3, do III Quadro Comunitário de Apoio (2000-2006). ver QCAIII
3. Em Julho de 2002, um conjunto de dirigentes do PS de Tomar, apresentam publicamente o "METRO DE SUPERFÍCIE", com financimento através do FUNDO de COESÃO, permitindo uma intervenção nos Transportes Urbanos e na Requalificação Urbana, capaz de complementar as intervenções POLIS previstas.
4. A Câmara de Tomar, desde Setembro de 2002, foi por diversas vezes questionada pelos Vereadores e Deputados Municipais do PS, relactivamente à garantia de financiamento governamental ao Programa POLIS - sempre António Paiva garantiu que estava tudo assegurado...
5. Em 31 de Maio de 2004, António Paiva leva a reunião de Câmara a REPROGRAMAÇÃO FINANCEIRA do Polis, que obrigada o Município a comparticipar com mais UM MILHÃO e MEIO de EUROS, em virtude do que já se sabia desde 2002 - que só estavam garantidos 55% de Financiamento comunitário.
ORA, O QUE DEVIA A CÂMARA TER FEITO:
1. Desde que soube da alteração de política do seu Governo, relativamente ao financiamento Polis (2002), devia ter imediatamente procurado colocar parte das candidaturas polis noutro EIXO comunitário - o Terceiro: EIXO 3 – Afirmar a valia do Território e da posição geoeconómica do País
2. Aproveitar a proposta SOCIALISTA, do Metro Ligeiro de Suyperfície, e elaborar as respectivas candidaturas ao EIXO 3, Programa Operacional das Acessibilidades e Transportes, que contemplava "Garantir a sustentabilidade económica e financeira, ambiental e social do sector, criar condições a nível do sistema de transportes e respectivas infraestruturas para o aumento da produtividade e da competitividade das empresas portuguesas e da sua integração no mercado global,privilegiando uma abordagem integrada da mobilidade e respeitadora do ambiente e do ordenamento do território; criar condições para o desenvolvimento em Portugal de uma plataforma de serviços, melhorar a qualidade de vida das zonas urbanas e as acessibilidades que se traduzam num esforço da coesão e da solidariedade internas"
3. Ou seja, REDIRECCIONAR AS CANDIDATURAS polis para o Eixo Comunitário e respectivos Programas Operacionais ONDE HAVIA e HÁ DINHEIRO, em vez de ficar "sentado à espera do milagre".
4. Tudo isto porque através do Eixo 3, comparticipado para a Região de Lisboa e Vale do Tejo a 55%, poder-se-ia complementar com o FUNDO de COESÃO e ainda obter financiamento do Banco Europeu / Banco Mundial a taxa de juro 0%, no remanescente, ou seja - MUITAS DAS CANDIDATURAS FICARIAM À AUTARQUIA A CUSTO ZERO.
EM CONCLUSÃO:
Esta atitude responsável e precavida da Câmara de Tomar, poderia ter conduzido Tomar ao seguinte:
1. Libertação de fundos próprios da autarquia em cerca de DOIS MILHÕES DE EUROS, para investimento nas Freguesias, no apoio ao Associativismo, à Habitação Social, ao Parque Escolar e às Pessoas e Famílias carênciadas.
2. Intervenção em todo o Espaço do Rio - AMBIENTAL - desde a nascente até à foz.
3. Tirar partido - através do desenvolvimento de tecnologias de produção energética limpa - da força motriz do rio nabão - REDE DE MICRO-BARRAGENS PRODUTORES DE ENERGIA.
4. Implementar em Tomar a FERROVIA LIGEIRA DE SUPERFÍCIE, resolvendo a espinha dorsal de um sistema de Transportes na Cidade e no Concelho.
5. Requalificar o CENTRO HISTÓRICO, a nível das suas infra-estruturas e promovendo o desenvolvimento económico de todo o Espaço Urbanop da Cidade - FIXANDO EMPRESAS e CRIANDO EMPREGO.
TAL NÃO FOI POSSÍVEL PORQUE:
1. A um Governo de palavra e responsável se seguiu este Governo, que não assume os compromissos e não COORDENA ESTRATÉGICAMENTE os INVESTIMENTOS COMUNITÁRIOS.
2. Perante um Governo irresponsável, a Câmara de Tomar foi incapaz de desenvolver ela própria a ESTRATÉGIA DE INTERVENÇÃO ADEQUADA, estudando, projectando e candidatando AO EIXO CERTO, tudo aquilo que necessitava para o seu desenvolvimento.
EM RESUMO: ESTA CÂMARA SÓ FOI CAPAZ DE TRAZER INVESTIMENTO PARA TOMAR, ENQUANTO OUTROS O FAZIAM, PORQUE A PARTIR DO MOMENTO QUE FICOU POR SUA CONTA E RISCO FOI O QUE SE VIU: BURACOS FINANCEIROS E IMCOMPETÊNCIA!
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
A VISITA DE ELISA FERREIRA A TOMAR - CONCLUSÕES
No âmbito da campanha eleitoral para o Parlamento Europeu a ex-ministra do Planeamento, Drª Elisa Ferreira, acompanhada por uma delegação do Partido Socialista visitou na 2 de Junho, as instalações do Programa Polis em Tomar, onde foi recebida pelo Presidente da Câmara Municipal, António Paiva.
Teria sido uma conversa completamente banal, integrado numa Campanha Eleitoral,se o Presidente da Câmara não manifestasse ao longo da sua conversa algumas incongruências. Banal porque a deputada socialista acompanhou grande parte dos assuntos que ali foram focados.
Mas António Paiva primou o seu discurso redondo por uma certa incoerência, a não ser que tais deslizes se tratassem de algumas daquelas tendências para "iludir a verdade" como tem feito ao longo de sete anos de mandato.
Só para se ter uma noção, recordamos que inflacionou o valor das receitas da piscina municipal, referiu que de momento se estava a estudar a hipótese de ficarmos com dois parques de campismo (não há fome que não dê em fartura!), ou que a grande divergência com o Partido Socialista relativamente à ponte a sul da cidade se prende com o facto de o PSD (leia-se António Paiva) pretender construir primeiro a ponte no Flecheiro e o nosso partido pretender primeiro a de S. Lourenço. Esta afirmação então é mesmo de bradar aos céus, toda a população em Tomar sabe que várias direcções locais do PS sempre se bateram contra tal monstruosidade.
O que António Paiva não explicou é a forma como vão ser tratados os proprietários dos terrenos a expropriar e quais os grandes negócios que se preparam para uns quantos investidores imobiliários que irão enriquecer à custa dos actuais donos.
Porém valha-nos isso reconheceu o valor elevado das taxas de saneamento e do preço da habitação, mas sem que desse quaisquer pistas para ultrapassar este obstáculo ao desenvolvimento do concelho. Lastimou-se imenso com facto de o Programa Polis se ir "esticar" até 2007, e que prefere ver o concelho insolvível do que deixar de construir mais uma "fontinha que jorra água quando lhe apetece e para passageiro de avião ver" (Fonte Cibernética).
Bem conhecedora dos dossiers a deputada do PS (que planeou muitos dos investimentos para Tomar) colocou algumas questões ao presidente que este titubeantemente tentou contornar sem conseguir disfarçar algum incómodo.
Gritante foi quando António Paiva foi colocado perante evidências referentes à comparticipação do programa Polis, e a "traição" que o governo de Durão Barroso resolveu cometer contra "o melhor presidente de Câmara do país".
Aí o silêncio ainda, que emoldurado num sorriso amarelo, foi o único argumento encontrado e nem mesmo o "choradinho" que o mesmo confessou não estar a fazer lhe valeu de nada, pois a contra-argumentação da deputada foi mais forte esclarecendo que as câmaras sabiam o que se estava a passar e não conseguiram em dois anos de governo PSD/PP resolver os seus problemas.
Enfim um mau número de António Paiva que está a perder as faculdades de "vendedor de banha-da-cobra". O Rei Vai Nu, e Tomar está falido! Obrigado senhor engenheiro pelo esforço, mas chegou a hora de dar novo rumo à sua vida, pois assim nem a capital da Comunidade Urbana nos salva!
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
Teria sido uma conversa completamente banal, integrado numa Campanha Eleitoral,se o Presidente da Câmara não manifestasse ao longo da sua conversa algumas incongruências. Banal porque a deputada socialista acompanhou grande parte dos assuntos que ali foram focados.
Mas António Paiva primou o seu discurso redondo por uma certa incoerência, a não ser que tais deslizes se tratassem de algumas daquelas tendências para "iludir a verdade" como tem feito ao longo de sete anos de mandato.
Só para se ter uma noção, recordamos que inflacionou o valor das receitas da piscina municipal, referiu que de momento se estava a estudar a hipótese de ficarmos com dois parques de campismo (não há fome que não dê em fartura!), ou que a grande divergência com o Partido Socialista relativamente à ponte a sul da cidade se prende com o facto de o PSD (leia-se António Paiva) pretender construir primeiro a ponte no Flecheiro e o nosso partido pretender primeiro a de S. Lourenço. Esta afirmação então é mesmo de bradar aos céus, toda a população em Tomar sabe que várias direcções locais do PS sempre se bateram contra tal monstruosidade.
O que António Paiva não explicou é a forma como vão ser tratados os proprietários dos terrenos a expropriar e quais os grandes negócios que se preparam para uns quantos investidores imobiliários que irão enriquecer à custa dos actuais donos.
Porém valha-nos isso reconheceu o valor elevado das taxas de saneamento e do preço da habitação, mas sem que desse quaisquer pistas para ultrapassar este obstáculo ao desenvolvimento do concelho. Lastimou-se imenso com facto de o Programa Polis se ir "esticar" até 2007, e que prefere ver o concelho insolvível do que deixar de construir mais uma "fontinha que jorra água quando lhe apetece e para passageiro de avião ver" (Fonte Cibernética).
Bem conhecedora dos dossiers a deputada do PS (que planeou muitos dos investimentos para Tomar) colocou algumas questões ao presidente que este titubeantemente tentou contornar sem conseguir disfarçar algum incómodo.
Gritante foi quando António Paiva foi colocado perante evidências referentes à comparticipação do programa Polis, e a "traição" que o governo de Durão Barroso resolveu cometer contra "o melhor presidente de Câmara do país".
Aí o silêncio ainda, que emoldurado num sorriso amarelo, foi o único argumento encontrado e nem mesmo o "choradinho" que o mesmo confessou não estar a fazer lhe valeu de nada, pois a contra-argumentação da deputada foi mais forte esclarecendo que as câmaras sabiam o que se estava a passar e não conseguiram em dois anos de governo PSD/PP resolver os seus problemas.
Enfim um mau número de António Paiva que está a perder as faculdades de "vendedor de banha-da-cobra". O Rei Vai Nu, e Tomar está falido! Obrigado senhor engenheiro pelo esforço, mas chegou a hora de dar novo rumo à sua vida, pois assim nem a capital da Comunidade Urbana nos salva!
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
terça-feira, junho 01, 2004
CÂMARA ENGANA OS TOMARENSES NA COMPARTICIPAÇÃO DO POLIS
Da posição dos vereadores do PS na Reunião de Câmara
"Pela redução das comparticipações pelos fundos comunitários do Programa Operacional Regional de 75% para 55%. Todos sabiam que na Região de Lisboa e Vale do Tejo a comparticipação é, independentemente da diversidade das situações regionais, de 55%.
Mas havia sido assumido pelo ministro socialista da pasta (José Socrates) que seria assegurada a comparticipação máxima, corrigindo, aliás, os critérios injustos ainda em prática. Ora este compromisso, ainda que não tendo sido vertido em documento escrito, tem que ser assumido pelo actual governo porque conhece desde o início a sua existência e de que todo o Programa Polis foi elaborado a partir deste pressuposto."
FAÇAM AGORA A SEGUINTE ANÁLISE:
1. Imaginem que a Autarquia de Tomar iniciou a ilusão do Polis, sem nunca ter garantido cabimento de verba que necessitava e que divulgou. No PIDDAC, nunca as verbas agora reclamadas estiveram inscritas.
2. Não havendo cabimento no Ministério, logo as verbas adicionais à comparticipação já prevista no Programa Operacional, nunca poderiam estar à disposição do Municipio. Esta situação já tem vários anos.
3. A Autarquia tinha de saber que a sociedade Polis nunca podia pagar o Iva a 5%. Regra que também tem vários anos em Portugal.
4. O responsável sobre esta situação nunca pode ser ninguém fora da C.M.Tomar(PSD) ou dos seus "homens" no Governo (PSD).
5. Os técnicos desse Ministério fartam-se de rir, sobre esta situação pouco "precavida" da Câmara PSD de Tomar.
6. Nunca existindo cabimento, a CMT entrou no mundo dos pressupostos. Se os pressupostos do Polis deste governo foram alterados, logo a Autarquia tinha de se adaptar ao governo, todos sabemos que nunca poderia ser ao contrário.
7. António Paiva tem assim continuado, repetidamente, a ENGANAR OS TOMARENSES! (Até à Segunda-feira , dia 31 de Maio)
7. Nunca experimentem fazer o mesmo em vossa casa, que Câmara Municipal de Tomar fez em relação ao POLIS, - correm o risco de ir RAPIDAMENTE À FALÊNCIA!
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
"Pela redução das comparticipações pelos fundos comunitários do Programa Operacional Regional de 75% para 55%. Todos sabiam que na Região de Lisboa e Vale do Tejo a comparticipação é, independentemente da diversidade das situações regionais, de 55%.
Mas havia sido assumido pelo ministro socialista da pasta (José Socrates) que seria assegurada a comparticipação máxima, corrigindo, aliás, os critérios injustos ainda em prática. Ora este compromisso, ainda que não tendo sido vertido em documento escrito, tem que ser assumido pelo actual governo porque conhece desde o início a sua existência e de que todo o Programa Polis foi elaborado a partir deste pressuposto."
FAÇAM AGORA A SEGUINTE ANÁLISE:
1. Imaginem que a Autarquia de Tomar iniciou a ilusão do Polis, sem nunca ter garantido cabimento de verba que necessitava e que divulgou. No PIDDAC, nunca as verbas agora reclamadas estiveram inscritas.
2. Não havendo cabimento no Ministério, logo as verbas adicionais à comparticipação já prevista no Programa Operacional, nunca poderiam estar à disposição do Municipio. Esta situação já tem vários anos.
3. A Autarquia tinha de saber que a sociedade Polis nunca podia pagar o Iva a 5%. Regra que também tem vários anos em Portugal.
4. O responsável sobre esta situação nunca pode ser ninguém fora da C.M.Tomar(PSD) ou dos seus "homens" no Governo (PSD).
5. Os técnicos desse Ministério fartam-se de rir, sobre esta situação pouco "precavida" da Câmara PSD de Tomar.
6. Nunca existindo cabimento, a CMT entrou no mundo dos pressupostos. Se os pressupostos do Polis deste governo foram alterados, logo a Autarquia tinha de se adaptar ao governo, todos sabemos que nunca poderia ser ao contrário.
7. António Paiva tem assim continuado, repetidamente, a ENGANAR OS TOMARENSES! (Até à Segunda-feira , dia 31 de Maio)
7. Nunca experimentem fazer o mesmo em vossa casa, que Câmara Municipal de Tomar fez em relação ao POLIS, - correm o risco de ir RAPIDAMENTE À FALÊNCIA!
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
domingo, maio 30, 2004
"VOTAR É UMA LUTA CONSTANTE PELA LIBERDADE"
António Sousa Franco - No Comício de abertura da Campanha Eleitoral - 29 de Maio
O nosso cabeça de Lista às Europeias, estará em Tomar, na próxima Quinta-feira, dia 3 de Junho, a partir das 16H30, junto ao Centro Comercial Templários.
De seguida Sousa Franco, visitará o Hospital de Tomar, pelas 17H00.
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
O nosso cabeça de Lista às Europeias, estará em Tomar, na próxima Quinta-feira, dia 3 de Junho, a partir das 16H30, junto ao Centro Comercial Templários.
De seguida Sousa Franco, visitará o Hospital de Tomar, pelas 17H00.
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
terça-feira, maio 25, 2004
EX-MINISTRA DO PLANEAMENTO VISITA TOMAR
Os candidatos do PS ao Parlamento Europeu, numa delegação chefiada pela Dra Elisa Ferreira, ex-Ministra do Planeamento, visita Tomar, na próxima Segunda-feira, dia 31 de Maio, a partir das 17H30.
Os candidatos do PS, onde se incluem Idália Moniz (Santarém) e António Mendes (Tomar), acompanhados pelo Mandatário Concelhio, Dr. João Simões, reunirão com a Associação Comercial e Industrial de Tomar, Ferreira do Zêzere e Barquinha, com a TomarPolis e visitarão as obras POLIS do novo Pavilhão Municipal de Tomar e respectivos estacionamentos.
Esta curta visita, terminará com uma conversa informal com Jornalistas, a partir das 19H00.
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
Os candidatos do PS, onde se incluem Idália Moniz (Santarém) e António Mendes (Tomar), acompanhados pelo Mandatário Concelhio, Dr. João Simões, reunirão com a Associação Comercial e Industrial de Tomar, Ferreira do Zêzere e Barquinha, com a TomarPolis e visitarão as obras POLIS do novo Pavilhão Municipal de Tomar e respectivos estacionamentos.
Esta curta visita, terminará com uma conversa informal com Jornalistas, a partir das 19H00.
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
segunda-feira, maio 24, 2004
DR. JOÃO SIMÕES É O MANDATÁRIO CONCELHIO DO PS ÀS EUROPEIAS
João Manuel Pimenta Henriques Simões, conhecido Advogado da Cidade de Tomar, não filiado em qualquer Partido Político, aceitou o desafio de ser o Mandatário Concelhio do PS às Eleições Europeias, numa "emergência de cidadania activa".
O Dr. João Simões é um conhecido advogado desde 1979, altura em que exerceu as funções de Advogado Síndico da Câmara Municipal de Tomar. A sua ligação à autarquia, manteve-se enquanto vogal da Assembleia Municipal, desde 1983 a 1991, sendo reconhecido como um dos mais eloquentes membros desta, numa década de completo domínio desse órgão autárquico pelos Partidos da agora Direita Unida (PSD e PP).
Conhecido pela sua forma directa e séria de estar na vida pública, o Dr. João Simões foi socialmente, entre outras funções, fundador do Clube de Actividades, Lazer e Manutenção (CALMA), além de ter feito e fazer parte dos órgãos sociais de instituições como a Banda Nabantina, a Cooperativa Nabância, o União de Tomar e a Liga dos Amigos dos Bombeiros Municipais de Tomar.
Colaborador assíduo da comunicação social regional, mantem presença, nomeadamente na Rádio Hertz e no Jornal "O Templário".
A importância das Eleições Europeias, nomeadamente no que diz respeito às consequências do seu novo Tratado Constitucional e os desafios do alargamente, realizado a 1 de Maio, num momento em que em Portugal, um pequeno Partido (PP) conduz ele próprio toda a governação, num registo de populismo fascizante, levam certamente a que muitos mais Tomarenses pensem que é altura de dar um verdadeiro "Cartão Amarelo e Vermelho" a este Governo e a esta Política.
Adjuvantemente em Tomar, há ainda mais fortes razões para tal...
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
O Dr. João Simões é um conhecido advogado desde 1979, altura em que exerceu as funções de Advogado Síndico da Câmara Municipal de Tomar. A sua ligação à autarquia, manteve-se enquanto vogal da Assembleia Municipal, desde 1983 a 1991, sendo reconhecido como um dos mais eloquentes membros desta, numa década de completo domínio desse órgão autárquico pelos Partidos da agora Direita Unida (PSD e PP).
Conhecido pela sua forma directa e séria de estar na vida pública, o Dr. João Simões foi socialmente, entre outras funções, fundador do Clube de Actividades, Lazer e Manutenção (CALMA), além de ter feito e fazer parte dos órgãos sociais de instituições como a Banda Nabantina, a Cooperativa Nabância, o União de Tomar e a Liga dos Amigos dos Bombeiros Municipais de Tomar.
Colaborador assíduo da comunicação social regional, mantem presença, nomeadamente na Rádio Hertz e no Jornal "O Templário".
A importância das Eleições Europeias, nomeadamente no que diz respeito às consequências do seu novo Tratado Constitucional e os desafios do alargamente, realizado a 1 de Maio, num momento em que em Portugal, um pequeno Partido (PP) conduz ele próprio toda a governação, num registo de populismo fascizante, levam certamente a que muitos mais Tomarenses pensem que é altura de dar um verdadeiro "Cartão Amarelo e Vermelho" a este Governo e a esta Política.
Adjuvantemente em Tomar, há ainda mais fortes razões para tal...
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
sábado, maio 22, 2004
CLUBE DE POLÍTICA DEBATEU FLORESTAS
O Clube de Política "Estados Locais" debateu na Sexta-feira,dia 21 de Maio, no "Casal das Freiras" - Madalena, o tema das Florestas e do Desenvolvimento Rural.
O contributo deste Clube, para a melhoria da vida das populações do Concelho de Tomar, já se encontra disponível, com as suas conclusões .
Além de outras, a presença do Presidente Honorário do Clube, o ex-Presidente da Câmara Luis Bonet e do actual Presidente da Concelhia Luis Ferreira, deram ânimo à "institucionalização" das preocupações observadas.
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
O contributo deste Clube, para a melhoria da vida das populações do Concelho de Tomar, já se encontra disponível, com as suas conclusões .
Além de outras, a presença do Presidente Honorário do Clube, o ex-Presidente da Câmara Luis Bonet e do actual Presidente da Concelhia Luis Ferreira, deram ânimo à "institucionalização" das preocupações observadas.
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
terça-feira, maio 18, 2004
TOMARPOLIS segue orientação do PS
A TomarPolis, SA, levou em linha de conta o apelo do Partido Socialista, no que concerne à decisão judicial de impugnação do concurso sobre o Plano de Pormenor do "estádio ao açude de pedra".
Prova-se assim, que a posição mais ajustada aos interesses de Tomar foi a defendida pelo PS. O PS continua no entanto espectante pela posição de Câmara em estender o inquérito público e a levar em linha de conta uma alteração substancial do proposto.
É de relevo referir que um ESTUDO tem que ter várias alternativas, e o que foi apresentado é uma posição única, pelo que deve ser reequacionado.
Apelamos, mais uma vez, para que a Câmara não se mantenha na TEIMOSIA de destruir o Património Ambiental e Histórico-Industrial e que a participação pública seja tida em linha de conta.
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
Prova-se assim, que a posição mais ajustada aos interesses de Tomar foi a defendida pelo PS. O PS continua no entanto espectante pela posição de Câmara em estender o inquérito público e a levar em linha de conta uma alteração substancial do proposto.
É de relevo referir que um ESTUDO tem que ter várias alternativas, e o que foi apresentado é uma posição única, pelo que deve ser reequacionado.
Apelamos, mais uma vez, para que a Câmara não se mantenha na TEIMOSIA de destruir o Património Ambiental e Histórico-Industrial e que a participação pública seja tida em linha de conta.
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
segunda-feira, maio 17, 2004
PAIVA MAIS UMA VEZ AUSENTE DA REUNIÃO DE CÂMARA ...
Mais uma vez, o Presidente da Câmara de Tomar esteve ausente da reunião de Câmara.
O PS, através dos seus Vereadores, vez sentir ao restante executivo o seu "mais vivo protesto" pela recorrência do acto.
Lembraram ainda os Vereadores, que se António Paiva não pode estar, que as reuniões sejam marcadas para outro dia... é que é evidente a incapacidade dos restantes membros do executivo, terem informações sobre os assuntos que aí são levantados - A gestão de António Paiva, centralizada, não facilita qualquer "avanço" da acção camarária.
José Mendes alertou ainda para o facto de o executivo Camarário não ter sido, até hoje, informado sobre qualquer dos trabalhos, ou análises do Comité das Regiões.
De recordar que teve que ser o PS, a vir dar conhecimento sobre Documentos da Comissão Europeia, relacionada com uma "Política Temática sobre o Ambiente Urbano", sem nada ter sido até hoje informado pelo Sr. Presidente de Câmara.
A ausência da Câmara de Tomar na Feira Digital, organizada no NERSANT - em Torres Novas, foi levantada pelos Vereadores do PS, alertando para o facto da Câmara de Tomar estar "out" em relação às tecnologias de Informação e comunicação, não tendo sequer uma presença institucional na NET. É já a quinta vez que o PS levanta esta questão, que muito provavelmente está há seis anos "em estudo"...
Mas veja você mesmo o que é uma presença institucional de uma Autarquia Torres Novas
Promover uma discussão séria sobre a vivência dos espaços (de feiras), no que diz respeito às conclusões de recente debate sobre a Feira de Sta Iria e a possibilidade da colocação do CONGRESSO DA SOPA, na Mata dos Sete Montes (em parceria com os Serviços Florestais), foram outras das matérias abordadas pelo Vereador Fernando Santos, reflectindo a preocupação do PS por um Desenvolvimento Sustentável, para os espaços públicos e muito especialmente pela vivência sustentável das populações, no relacionamento com os espaços.
Para o PS, "A Floresta é como o Património, só tem interesse efectivo quando vivido e vivênciado".
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
O PS, através dos seus Vereadores, vez sentir ao restante executivo o seu "mais vivo protesto" pela recorrência do acto.
Lembraram ainda os Vereadores, que se António Paiva não pode estar, que as reuniões sejam marcadas para outro dia... é que é evidente a incapacidade dos restantes membros do executivo, terem informações sobre os assuntos que aí são levantados - A gestão de António Paiva, centralizada, não facilita qualquer "avanço" da acção camarária.
José Mendes alertou ainda para o facto de o executivo Camarário não ter sido, até hoje, informado sobre qualquer dos trabalhos, ou análises do Comité das Regiões.
De recordar que teve que ser o PS, a vir dar conhecimento sobre Documentos da Comissão Europeia, relacionada com uma "Política Temática sobre o Ambiente Urbano", sem nada ter sido até hoje informado pelo Sr. Presidente de Câmara.
A ausência da Câmara de Tomar na Feira Digital, organizada no NERSANT - em Torres Novas, foi levantada pelos Vereadores do PS, alertando para o facto da Câmara de Tomar estar "out" em relação às tecnologias de Informação e comunicação, não tendo sequer uma presença institucional na NET. É já a quinta vez que o PS levanta esta questão, que muito provavelmente está há seis anos "em estudo"...
Mas veja você mesmo o que é uma presença institucional de uma Autarquia Torres Novas
Promover uma discussão séria sobre a vivência dos espaços (de feiras), no que diz respeito às conclusões de recente debate sobre a Feira de Sta Iria e a possibilidade da colocação do CONGRESSO DA SOPA, na Mata dos Sete Montes (em parceria com os Serviços Florestais), foram outras das matérias abordadas pelo Vereador Fernando Santos, reflectindo a preocupação do PS por um Desenvolvimento Sustentável, para os espaços públicos e muito especialmente pela vivência sustentável das populações, no relacionamento com os espaços.
Para o PS, "A Floresta é como o Património, só tem interesse efectivo quando vivido e vivênciado".
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
EUROPEIAS - A nossa aposta nas pessoas!
Artigo do Boletim "Os Socialistas" nº6, de 14 de Maio
Foi o PS, na Cimeira de Lisboa, que impôs a vertente social do desenvolvimento da Europa.
António Guterres, então Primeiro-Ministro, convenceu os seus pares a definir um claro investimento na formação, no conhecimento, no apoio social.
É portanto natural para o PS, que esteve deste todos os momentos cruciais para Portugal da criação europeia, desde o pedido de adesão em 1977, à sua entrada em 1986 até à adesão à moeda única, em 1998, continue a defender uma Europa de coesão e investimento nas pessoas.
A presença do Dr. António Mendes, na Lista encabeçada por pelo Dr. Sousa Franco - o responsável pela entrada de Portugal na Moeda Única (Euro), é mais do que motivo de orgulho, a certeza de que o investimento numa vertente fortemente social é a aposta dos socialistas!
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
Foi o PS, na Cimeira de Lisboa, que impôs a vertente social do desenvolvimento da Europa.
António Guterres, então Primeiro-Ministro, convenceu os seus pares a definir um claro investimento na formação, no conhecimento, no apoio social.
É portanto natural para o PS, que esteve deste todos os momentos cruciais para Portugal da criação europeia, desde o pedido de adesão em 1977, à sua entrada em 1986 até à adesão à moeda única, em 1998, continue a defender uma Europa de coesão e investimento nas pessoas.
A presença do Dr. António Mendes, na Lista encabeçada por pelo Dr. Sousa Franco - o responsável pela entrada de Portugal na Moeda Única (Euro), é mais do que motivo de orgulho, a certeza de que o investimento numa vertente fortemente social é a aposta dos socialistas!
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
quinta-feira, maio 13, 2004
DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL - A nossa aposta nas famílias
Artigo constante do Boletim "Os Socialistas - nº6, de 14.05.2004"
O PS, continua a querer implementar em Tomar, contra a opinião de António Paiva e do PSD, o conceito do desenvolvimento sustentável - ambiental, social e económico.
Num momento de graves dificuldades das famílias, se António Paiva, já tivesse implementado a Agenda XXI—local, provavelmente o investimento, que ele tem centrado no “disparate”, estaria já a ser canalizado para o desenvolvimento social e económico das famílias.
Mas falemos de coisas simples:
Quando os Tomarenses não têm Transportes Públicos para usar, o que acontece? Usam carro… para levar as crianças à escola, para irem trabalhar, para irem aos serviços públicos, ao médico… E aqueles que não têm automóvel? Se calhar, para António Paiva, esses deviam de sair do Concelho… como os mais de mil habitantes que o Concelho perdeu nos últimos anos.
Onde está a habitação social, acordada com o Governo PS há mais de três anos? Ou outra qualquer parceria com privados?
Para quê uma Ponte no Flecheiro, que vai desembocar mais carros para junto das Escolas da Cidade, colocando em risco a segurança de toda a comunidade escolar?
E nas zonas rurais? Onde está o investimento nas comunidades locais, nomeadamente no seu associativismo, na sua cultura - a Câmara só em erros e omissões do “Elefante Branco” do novo Pavilhão Municipal vai pagar tanto, como tudo o que transferiu para as Associações do Concelho.
Onde está a prometida revisão do PDM, de forma a permitir que os casais jovens continuem a viver em Tomar?
Onde estão as zonas de fixação de empresas, na Cidade e no Concelho, de forma a permitir que haja emprego?
Onde está o investimento na promoção dos nosso produtos turísticos, no património e na agricultura sustentável, valorizando os produtos regionais?
Sabe que paga em Tomar, mais do dobro pela Água e Saneamento que na Cidade de Lisboa e mais de três vezes de taxas de construção que em Abrantes ou Torres Novas?
Será que António Paiva nas suas viagens a Bruxelas, só aproveita para passear? Não será altura, ao fim de seis anos, para aprender alguma coisa?
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
O PS, continua a querer implementar em Tomar, contra a opinião de António Paiva e do PSD, o conceito do desenvolvimento sustentável - ambiental, social e económico.
Num momento de graves dificuldades das famílias, se António Paiva, já tivesse implementado a Agenda XXI—local, provavelmente o investimento, que ele tem centrado no “disparate”, estaria já a ser canalizado para o desenvolvimento social e económico das famílias.
Mas falemos de coisas simples:
Quando os Tomarenses não têm Transportes Públicos para usar, o que acontece? Usam carro… para levar as crianças à escola, para irem trabalhar, para irem aos serviços públicos, ao médico… E aqueles que não têm automóvel? Se calhar, para António Paiva, esses deviam de sair do Concelho… como os mais de mil habitantes que o Concelho perdeu nos últimos anos.
Onde está a habitação social, acordada com o Governo PS há mais de três anos? Ou outra qualquer parceria com privados?
Para quê uma Ponte no Flecheiro, que vai desembocar mais carros para junto das Escolas da Cidade, colocando em risco a segurança de toda a comunidade escolar?
E nas zonas rurais? Onde está o investimento nas comunidades locais, nomeadamente no seu associativismo, na sua cultura - a Câmara só em erros e omissões do “Elefante Branco” do novo Pavilhão Municipal vai pagar tanto, como tudo o que transferiu para as Associações do Concelho.
Onde está a prometida revisão do PDM, de forma a permitir que os casais jovens continuem a viver em Tomar?
Onde estão as zonas de fixação de empresas, na Cidade e no Concelho, de forma a permitir que haja emprego?
Onde está o investimento na promoção dos nosso produtos turísticos, no património e na agricultura sustentável, valorizando os produtos regionais?
Sabe que paga em Tomar, mais do dobro pela Água e Saneamento que na Cidade de Lisboa e mais de três vezes de taxas de construção que em Abrantes ou Torres Novas?
Será que António Paiva nas suas viagens a Bruxelas, só aproveita para passear? Não será altura, ao fim de seis anos, para aprender alguma coisa?
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
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