terça-feira, setembro 14, 2004
PORQUÊ APOIAR UM DOS CANDIDATOS A SECRETÁRIO-GERAL?
Camaradas
Os militantes do PS vão poder escolher em 24 e 25 de Setembro entre João Soares, Manuel Alegre e José Sócrates para o cargo de Secretário-Geral do Partido. Cada militante do PS poderá decidir por si.
João Soares, 55 anos, advogado, deputado à Assembleia da República, ex-presidente da Câmara Municipal de Lisboa, foi quem primeiro anunciou, em Março, a intenção de lutar pela preferência dos militantes.
O que motiva este Socialista a correr pela liderança do Partido é o inconformismo com que vê alastrar a crise em que a Coligação de Direita no poder afecta o país, e porque entende ser dever do PS apresentar alternativas credíveis e fazer uma oposição intransigente, contínua e corajosa ao actual Governo.
Acresce que João Soares foi o único candidato à liderança do Partido a convidar um militante da secção de Tomar para o representar no Distrito de Santarém.
Como Mandatário Distrital da Candidatura de João Soares, permitam-me que recorde aqui a crise social, económica, política e cultural que asfixia o país, e o nosso Concelho, colocando em causa o bom funcionamento das instituições democráticas, e em risco de se perderem direitos sociais, económicos e políticos fundamentais.
“Vejo o PS como uma força de Esquerda, sem hesitações ou complacências contra as políticas desastrosas da Direita, com um discurso sem ambiguidades, dirigido aos portugueses que têm muitas razões para estarem profundamente descontentes, que sentem na pele os erros da actual Coligação”, refere João Soares na Moção de Candidatura com que se apresenta aos militantes.
E eu permito-me recordar-lhes que dos quase 78.000 mil membros do PS apenas cerca de 10 por cento costumam votar para o cargo de Secretário-Geral do Partido. A minha proposta é que quebremos esta tradição, e em 24 e 25 de Setembro digamos através do voto quem queremos na liderança do PS e do próximo Governo.
Eu escolhi João Soares.
António Ribeiro Mendes - Médico, Mandatário Distrital
Manuel Alegre (Candidato A)
Caras(os) Camaradas
Um grupo de militantes socialistas da Secção de Tomar, movido pela convicção da necessidade de reintroduzir o debate de ideias e a participação activa dos cidadãos na tomada de decisões e na definição das políticas que a todos deverão servir, decidiu, por iniciativa própria, dar o seu apoio ao camarada Manuel Alegre na sua candidatura a Secretário-Geral do Partido Socialista.
Como refere o nosso camarada Alegre “a escolha que se coloca não é entre pretensos «moderados» e hipotéticos «radicais», mas sim entre a coragem de nos assumirmos como socialistas, a coragem de sermos de esquerda e de confrontar a governação de direita que vem depauperando o país e os portugueses.
Manuel Alegre concorre a Secretário Geral do Partido Socialista porque sentiu o apelo de muitos militantes socialistas, espalhados de norte a sul do país. Porque é necessário que o PS se assuma como verdadeira e legítima oposição, na defesa dos interesses de Portugal e dos portugueses.
Nós apoiamo-lo porque em TOMAR é necessário um grito contra conformismo e por acreditarmos ser possível evoluir sem abdicar dos nossos princípios ideológicos de esquerda: Princípios de humanidade e de equidade social.
A eleição que vai decorrer é importantíssima a todos os níveis e todos sabemos que “há quem pense que o Congresso já está ganho pela máquina partidária”. Por isso, nas suas mãos está a arma que pode alterar o que parece já decidido: essa arma é o seu voto.
É o seu voto que pode mudar o PS, o País e a democracia cada vez mais ameaçada.
O camarada Manuel Alegre candidata-se por princípios resultantes de um Abril sempre vivo e presente, que devem ser o suporte de uma “verdadeira modernização” e em que o Partido Socialista se deve assumir como o garante de:
· “ Um novo idealismo democrático, baseado na síntese entre a liberdade e a justiça social;
· Um novo conceito de Estado, o Estado estratega, cuja função não se deve reduzir ao papel de árbitro, mas deverá ser o de promotor de serviços de interesse geral e instrumentos de combate às desigualdades sociais e ás assimetrias locais;
· Um PS inspirado pela ética republicana de serviço público; um novo contrato social e uma estratégia de desenvolvimento sustentável – crescimento económico inseparável da educação, do emprego e da coesão social, do respeito pelo ambiente e pela diversidade;
· Um PS que tenha a coragem de lutar contra a falta de transparência, a promiscuidade, a apropriação dos bens comuns, por grupos de auto-eleitos, o negocismo e a defesa de interesses pessoais em detrimento da defesa da qualidade de vida de todos os cidadãos, que contaminam as estruturas do Estado;
· Um PS que não aceite colocar os direitos sociais e o bem estar entre parênteses;
· Um PS que seja capaz de dar uma resposta inovadora à globalização, aproveitando as oportunidades de novos conhecimentos, novos mercados e novas tecnologias, que ela traz, fazendo com que seja o Estado e toda a comunidade a suportar os custos sociais das mudanças e não apenas alguns contribuintes;
· Um PS que incorpore, como valores da esquerda moderna: uma cultura de inovação e risco, porque só assim será possível vencer a batalha da competitividade;
· Um PS que se bata por um máximo de convergência entre políticas públicas e as estratégias empresariais criadoras de riqueza.”
· Um PS que defenda a universalidade no acesso ao Serviço Nacional de Saúde.
Porque comungamos destas orientações, nós votaremos Manuel Alegre! Você tem uma “arma” igual, VOTE!
Tomar, 12 de Setembro de 2004
Alguns dos militantes de Tomar, que subscrevem esta candidatura:
Anabela Freitas Delgado
Ana Cristina Silva
Carlos Rodarte Veloso – Mandatário Concelhio
Elisabete Azevedo Conde
Fernando Costa Graça
João Alberto Cardoso
João Mendes Nogueira
José Fortunato Pereira
José Pedro Vasconcelos
Laura Santos Rocha
Luísa Conceição Henriques
Luís Carlos Bonet
Luís José Ferreira
Maria de Fátima Duarte
Maria Luísa Lousada
Silvia Marília Pereira
Susana Filipa Quintino
Virgílio Saraiva de Matos
José Sócrates (Candidato C)
Mandatário Concelhio - Élio Bernardino
Site oficial da Candidatura
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar (segundo informação das Candidaturas)
sexta-feira, setembro 03, 2004
TOMAR OUVE OS TRÊS CANDIDATOS
Na Terça-feira, foi a vez de José Sócrates reunir num Jantar Distrital, no Restaurante a Lúria (S.Pedro), com a presença de Jorge Coelho e dos mandatários Concelhio e Distrital, respectivamente Élio Bernardino e Nelson Carvalho.
No Domingo, dia 19, pelas 20H00 no Restaurante "O Convívio", virá a Tomar o camarada Manuel Alegre apresentar as razões da sua candidatura, num jantar cujas inscrições podem ser feitas - tal como aconteceu com o Jantar de José Sócrates para:
Sede PS - 249.321.908
Carlos Silva - 914.394.367 ou 934.554.345
Zeca Pereira - 919.329.825
Pedro Vasconcelos - 919.237.101
Virgílio Saraiva - 914.394.467 ou 936.631.821
Hugo Cristóvão - 934.474.804 ou 917.471.397
Oiça os Tempos de Antena (desde 26 de Junho)
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
quinta-feira, agosto 26, 2004
CUIDADO COM OS BOLSOS, ELE ANDA POR AÍ...
A VERDADE QUE ANTÓNIO PAIVA ESCONDE
O PSD aprovou em Assembleia Municipal, em 1999 e na Câmara em 2000, um concurso para a concessão da construção de um Parque de estacionamento, nas traseiras da Câmara.
Em 6/2/2001, António Paiva assina em nome da autarquia, um CONTRATO com a Empresa “ParqueT”, para a construção do referido Parque de Estacionamento, dando como contrapartida a concessão - cedência de exploração e usufruto - 1.000 lugares de estacionamento tarifado à superfície, pelo prazo de 20 anos.
O CONTRATO assinado por António Paiva, estipula que o preço por hora/lugar de estacionamento é de 128$, hoje 0,6385€ +iva (0,76€ c/iva).
A Empresa como contrapartida desta concessão construiu um Parque para mais 100 lugares dos que existiam, o qual se encontra terminado, faltando os arranjos das vias de acesso e as vistoria de segurança e colocação de alguns equipamentos de controle.
O preço comercial da infra-estrutura construída pela Empresa ronda os 900 mil contos, isto se não acrescermos eventuais responsabilidades financeiras ainda não claramente esclarecidas, por exemplo o MURO de SUPORTE.
Em Fevereiro/2002 é assinado o Programa Polis, em resultado do qual e por imposição de António Paiva, é construído um Parque de Estacionamento para 300 lugares, por baixo do novo Pavilhão Municipal, aumentando o custo da obra, em mais de 500 mil contos.
António Paiva diz que aquando da assinatura do Contrato haviam sido realizados estudos, que apontavam para os tais 1.000 lugares a concessionar, mas o facto é que nunca foram feitos inquéritos à população que provassem que as necessidades eram essas, só agora estando a ser feitos.
Em Abril/2004, o PSD aprovou em Assembleia Municipal o regulamento do estacionamento tarifado, que envolve toda a cidade “velha” e parte substancial de toda a zona envolvente da Alameda, na cidade “nova”, sem dar garantias aos comerciantes e trabalhadores das zonas envolvidas.
O contrato assinado por Paiva obriga a autarquia a indemnizar a empresa em caso de alteração das condições de exploração ou outras, o que é já neste momento o caso. Mas, quanto é que isso custa?
António Paiva diz estar agora a tentar renogociar o contrato, quando nunca o devia ter assinado sem ter garantia de poder concessionar 1.000 lugares. Ou, deveria ter pensado bem antes de construir 300 lugares no Pavilhão Municipal. Ou, deveria após aprovação do Polis ter chegado a acordo com a empresa para alterar nesse momento as condições da concessão. OU…
QUANTO CUSTA REDUZIR 300 LUGARES DE ESTACIONAMENTO ?
Para saber quanto António Paiva lhe “roubou” com este contrato que assinou, faça estes contas:
Custo por lugar/hora: 0,76€
2 horas/dia utilização: 1,52€
300 lugares por dia: 456€
300 lugares por ano: 166.554€
300 lugares nos 20 anos da concessão: 3.331.080€
Ou cerca de 668 mil contos!
Isto para a redução de 300 lugares de estacionamento.
Imagine agora quanto custará à autarquia “reaver” a concessão, como Paiva afirma estar a pensar fazer, ou seja em quanto é que Tomar - todos nós - foi “roubado” neste negócio da china…
Em primeiro lugar, um estudo exaustivo ás necessidades da população.
Elaborado um Plano de Mobilidade da Cidade e do Concelho.
Avançado para a concessão dos Transportes Públicos de Tomar.
Criado Parques de Estacionamento na periferia.
Criado novos atravessamentos a sul e a norte da Cidade (Arrascada e S.Lourenço).
Estudando a melhor localização para um Parque de estacionamento central.
Elaborado um regulamento de estacionamento que promovesse a rotatividade junto a serviços e espaços comerciais e SÓ DEPOIS concessionando a estacionamento, se fosse caso disso!
Acha que foi isto que Paiva fez?
O PS EXIGE...
O rápido arranjo dos arruamentos deteriorados pelas obras do Parque e a sua abertura imediata, após as vistorias necessárias.
A garantia aos comerciantes e funcionários das zonas concessionadas, que tenham acesso a estacionamento em condições análogas aos residentes - 1 lugar por fogo e desconto até 75% nas tarifas nos parques.
O PS, quando receber a confiança do povo em 2005, promoverá que António Paiva e o PSD, sejam responsabilizados por esta gestão danosa dos dinheiros públicos.
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
terça-feira, agosto 24, 2004
PS ACUSA CÂMARA DE "FRAUDE" NO ESTACIONAMENTO EM TOMAR
O PS de Tomar, apresentou esta Segunda-feira, o seu ponto de vista relativamente ao processo respeitante ao ESTACIONAMENTO TARIFADO de TOMAR, num momento em que António Paiva, admitiu publicamente estar a negociar com a Empresa concessionária a redução da área de concessão.
No entender do PS, todo este processo começou sem qualquer planeamento estratégico, aquando da assinatura do Contrato de Concessão em 6/2/2001. O referido contrato assinado pela Autarquia de António Paiva "entregou" à Concessionária 1.000 lugares de estacionamento tarifado à superfície, durante 20 anos, a troco da construção de mais 100 lugares no espaço das traseiras da Câmara, sem qualquer possibilidade de resgate durante 10 anos (Clausula 45ª do contrato).
Ao agir desta forma António Paiva e a sua maioria PSD, privatizaram todo o usufruto público do solo em cerca de 2/3 da Cidade de Tomar, comprometendo a Câmara a indemnizar a Concessionária no caso de qualquer alteração de planeamento urbano – por exemplo alterações no PDM, PGU da Cidade ou Planos de Pormenor - que reduzisse as condições de exploração dos 1.000 lugares concessionados (Clausulas 32 e 33 do contrato).
Para o PS, a agravar toda a situação, esta Concessão não resultou de qualquer Estudo prévio do número de lugares necessários aos residentes, comerciantes e trabalhadores das áreas envolvidas, Estudo da rotatividade de estacionamento necessária junto de alguns serviços essenciais aí localizados, Plano de Mobilidade da Cidade e Concelho. Tal concessão avançou ainda, sem estarem garantidas as condições para a efectiva implantação de Transportes Públicos dissuasores da mobilidade no Centro da cidade pelo transporte individual.
Para o PS o único objectivo desta concessão parece ter sido a privatização do solo público - logo de todos - da Cidade de Tomar, fazendo lembrar a história daquele proprietário de uma horta que não querendo ter trabalho com o terreno que tinha, o emprestou ao vizinho para semear batatas, mas dando-lhe garantias de que se não conseguisse recolher o número suficiente das mesma, este (o dono) pagaria ao outro as batatas que ele devia ter recolhido!?
Numa linguagem simples, para o PS este Contrato consubstancia um verdadeiro "roubo" aos bolsos dos Tomarenses, não só pelo que têm que pagar, mas muito especialmente pelas indemnizações que esta ou qualquer outra Câmara terão de dar ao Concessionário em caso de alteração das condições de exploração comercial (Clausulas 32 e 33 do Contrato).
Assim, no entender do PS, este Contrato poderá vir a ser um Contrato anulável, com base em clausulas que poderão vir a ser consideradas "leoninas" - colocando todas as responsabilidades do lado de uma das partes envolvidas, neste caso o Município.
Neste sentido o PS, quando assumir as responsabilidades da autarquia no próximo ano, não deixará recorrer a toda a consultoria jurídica necessária, afim de averiguar se existe ou não matéria civil e criminal que configure o delito de gestão e administração danosa, por parte de António Paiva e da maioria PSD que conduziu o processo e aprovou o referido contrato.
Denuncia ainda o PS, que o inquérito que agora faz à população, mais não é que uma operação de marketing pago com o dinheiro de todos nós, de consequência nula, visto que deveria ter sido realizado antes da assinatura do Contrato em 2001 e da aprovação do Regulamento das zonas tarifadas em 2004.
Este expediente de "chico espertice", constitui mais uma fraude, onde se pretende fazer crer aos Tomarenses que a sua opinião conta para alterar o que quer que seja, quando a realidade é que o mal já está feito e a sua alteração pode custar milhões de contos ao Município.
Aliás, desafia o PS que António Paiva e o PSD expliquem aos Tomarenses, a quem compete o pagamento dos muros de suporte da barreira junto ao Parque de estacionamento nas traseiras da Câmara.
Está na altura de António Paiva e o PSD deixarem de mentir aos Tomarenses e assumirem uma postura de ética na condução da coisa pública, atitude que quer neste caso, quer em tantos outros não tem sido seguida.
O PS exige a abertura urgente do Parque de Estacionamento, após a vistoria de todas as entidades envolvidas, que garantam as condições de segurança e circulação necessárias. Uma infra-estrutura destas não pode estar mais tempo sem utilização, pois que a somar a todos os prejuízos financeiros já averbados, está na altura da população ter algum benefício.
O PS exige ainda que os comerciantes e funcionários trabalhadores nas zonas envolvidas tenham um tratamento em condições análogas ao dos residentes.
A revitalização económica do centro histórico exige uma abordagem especial, sob pena de parte substancial da cidade deixar de ter actividade económica, como se já não bastasse as taxas de construção, de águas e saneamento mais elevadas de toda a região.
O PS relembra que a sua opção estratégica passa por retirar do centro da cidade o máximo de transporte individual, criando Parques de estacionamento na periferia do centro, após um verdadeiro Plano de Mobilidade, onde se demonstre a viabilidade da colocação de transportes públicos, tendo como espinha dorsal o metro ligeiro de superfície.
A errada condução de todo o processo, que remonta a 1999, aquando da primeira aprovação em Assembleia Municipal, sem os necessários estudos é altamente prejudicial aos interesses dos Tomarenses, levantando-se mesmo a questão de saber até que ponto é que Tomar aguenta esta displicência e má gestão de António Paiva e do PSD.
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
quinta-feira, agosto 19, 2004
CANDIDATOS AO CONGRESSO NACIONAL EM TOMAR
Assim decorrerão os seguintes eventos:
RECEPÇÃO-DEBATE da candidatura de João Soares, Sábado dia 28 de Agosto às 16H00, na Estalagem de Santa Iria, com a presença de João Soares, Joaquim Rosa do Céu e José Miguel Noras.
JANTAR-DEBATE da candidatura de José Sócrates, Terça-feira dia 31 de Agosto às 20H00, no Restaurante "A Lúria", na Portela de S.Pedro, com a presença de José Sócrates e Nelson Carvalho.
JANTAR-DEBATE da candidatura de Manuel Alegre, dia 11 de Setembro às 19H30, no Restaurante "O Convívio", com a presença de Manuel Maria Carrilho e Helena Roseta.
As inscrições são como habitualmente realizadas pelos Telefones:
Sede - 249.321.908 ou 914.394.024
Carlos Silva - 934.554.345 ou 914.394.367
José Pedro Vasconcelos - 919.237.101
Zeca Pereira - 919.963.243
Virgílio Saraiva - 936.631.821
Hugo Cristóvão JS –934.474.804 ou 917.471.397
A eleição em Tomar, realiza-se no próximo dia 24 de Setembro, entre as 18H00 e as 22H00, na Sede.
O Congresso Nacional realiza-se em Guimarães, nos próximos dias 1 e 2 de Outubro.
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
quarta-feira, agosto 18, 2004
PORQUE É QUE O PS APOSTA NAS PRIMÁRIAS ?
Comprometemo-nos, quando fomos eleitos, a escolher os novos candidatos a autarcas do Concelho, através de um novo método, que respeitando os estatutos do PS, envolvesse de forma directa todos os militantes e simpatizantes, iniciando esse processo em 2004.
Nesse sentido um dos métodos que é proposto, designado por PRIMÁRIAS, é uma forma de abrir de facto o Partido à sociedade civil, que procura aproximar e envolver o maior número possível de pessoas na escolha de alguns candidatos do PS às autárquicas, mormente o cabeça de lista à Câmara.
Será provavelmente uma aproximação sem par à Democracia Directa, de inovação e de transparência, pouco habitual nos Partidos Políticos em Portugal.
Tal só é possível, porque hoje o PS em Tomar, tem claramente uma estratégia, baseada no Desenvolvimento Sustentável, que é a matriz enquadradora de todas as candidaturas – Juntas, Assembleia e Câmara, e à qual todos os candidatos estarão obrigados, nomeadamente com a assinatura de um COMPROMISSO POLÍTICO, onde serão assumidas as grandes linhas enquadradoras já aprovadas e a aprovar pela Comissão Política Concelhia.
A existência de candidatos, sem estratégia, apanágio da velha política, apenas criava condições para a “privatização da política”. Ora esta é por definição uma construção colectiva, tendo como fim último a gestão da “coisa pública” em prol de todos e não só de alguns.
O essencial do processo proposto, nomeadamente as PRIMÁRIAS para cabeça de lista à Câmara Municipal, desenrolar-se-á entre a Convenção Autárquica de 2004 e o Congresso do PS de Tomar de 2005, que será um grande momento, com a definição de muitas das políticas que naturalmente serão enquadradas por todos os candidatos às eleições.
Estamos cientes que dentro em breve muitos nos seguirão, pois só por um método democrático e participado, a política poderá voltar a ter a credibilidade que infelizmente pela acção de alguns e inacção de outros, não tem hoje.
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
quinta-feira, agosto 05, 2004
OS MUTANTES
"O Público" - Quinta-feira, 05 de Agosto de 2004
Esta é uma sociedade estranha, onde a inveja predomina, a desconfiança prolifera e os valores se invertem. Ninguém se preocupa (e alguns aplaudem) se o clube do bairro contratar um jogador (para a sua equipa de uma modalidade dita amadora...) que ganhe mais do que o presidente da Câmara, mesmo que seja este a aprovar o subsídio que viabiliza o clube. Poucos ousam reclamar contra essa imoralidade.
O tabu sobre as remunerações dos políticos, cada vez mais distantes das que se praticam no sector privado, agrava as indisponibilidades e acentua o clima de permissividade. A alguém "se sacrifica tanto e por tão pouco", prescinde de um lugar bem pago, do conforto do fim-de-semana e da privacidade, tolera-se que opte por "corriger sa fortune".
Este cenário perverso propicia a segmentação dos políticos em três classes distintas:
- Os tradicionais, que abraçam a política por convicção e motivação ética, cívica e ideológica. São da escola genuína, que aceita a alternância e aprecia o debate e o combate, e tem perdido qualidade. Os seus novos protagonistas, que treparam pelos aparelhos partidários são, em geral, carreiristas e superficiais.
- Os temporários, que usam a política como trampolim. Quando se sacrificam a servir a causa pública, interpretam-no como serviço cívico obrigatório, tirocínio que dá acesso ao bem-estar. Acabam nos "jobs", na presidência política de alguma empresa de capitais públicos, onde infernizam os CEO e usurpam competências. Se o poder os voltar a chamar, interrompem o conforto e negoceiam o futuro.
- Os mutantes, que fazem incursões na política e que dela se servem por mera conveniência, predadores que contribuem para o descrédito da política e para a decadência das instituições. Fingem aceitar o desafio quando já acertaram previamente políticas e contrapartidas com os seus fregueses.
São estes últimos, autores e actores em negociatas incompreensíveis, que subvertem o interesse público através de um sistema, instalado na penumbra, de dever e haver por acerto directo.
Nada se faz para controlar estes conflitos de interesse, os mais perigosos e intangíveis, em contradição com o empobrecimento do parlamento pelo regime de incompatibilidades visíveis. Aí, os que restam (e a isso se prestam) estão condenados a um quase exclusivo, em que o insuficiente vencimento contrasta com as injustas e precoces reformas, que custam milhões ao erário público e inibem a renovação.
Cresce a suspeita, reina o boato, não faltam sintomas. Ninguém contabiliza o custo real do polvo, do jogo de compensações, da impunidade e dos círculos viciosos. Fez-se algo para regulamentar o financiamento partidário, mas é inadiável que os bons políticos que restam se empenhem num consenso que rompa com esta hipocrisia.
A dignificação da causa pública exige que a remuneração dos titulares dos cargos políticos seja compatível com o cargo, a sua exposição e os atributos de competência. O país pode pagar mais pelo trigo se arrancar o joio, condição prévia e urgente para renovar, requalificar e moralizar todo o sistema político.
Economista, presidente da Associação Comercial do Porto
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
segunda-feira, agosto 02, 2004
SOLUÇÃO DA CÂMARA PARA MERCADO AMBULANTE JÁ COMEÇOU A PREJUDICAR AS ASSOCIAÇÕES


O Partido Socialista de Tomar, na sequência da tomada de posição pública, sobre a localização provisória do Mercado Ambulante, reafirma o prejuízo que está a ser infligido às Associações do Concelho.
O União de Tomar, Associação desportiva que todos sabemos passar actualmente por momentos difíceis, tem como fonte de financiamento habitual antes do início da época desportiva, a realização de um evento denominado "Festa da Cerveja", que regularmente se realizava no espaço anexo ao Mercado Municipal, junto à Ponte Nova.
Este ano, mercê da transferência do mercado ambulante das sextas-feiras para esse espaço, a "Festa da Cerveja" teve que ser "deslocalizada" para junto do Estádio Municipal, numa zona com difícil acessibilidade e sem estacionamento, fora das rotas de passagem de maior parte das pessoas e demasiado próxima das principais infra-estruturas Hoteleiras da Cidade, num local onde as limitações de ruído são óbvias.
Com esta situação, criada pela Câmara Municipal, naturalmente o União de Tomar sairá prejudicado, porque dificilmente conseguirá angariar o volume de receitas que obteria se a "Festa da Cerveja" se realizasse junto ao Mercado Municipal, ficando ainda mais difícil a sua débil situação económica e o natural incremento da prática desportiva que há dezenas de anos vem fomentando.
Se a Câmara de Tomar, sem autismos e cegueiras tivesse avançado, como o PS propôs, para a transferência do Mercado Ambulante para a Várzea Grande, o espaço habitual de animação de Verão estaria ao dispôr das Associações, como é já o caso da "Festa da Cerveja" do União de Tomar.
Assim além do prejuizo que já se está a observar junto dos habituais vendedores do mercado dos frescos, esta teimosia e falta de planeamento da câmara, prejudica também as Associações.
Perante tal facto o PS não podia ficar silencioso, pois quem tolera uma injustiça uma vez na vida, tolelará uma ditadura toda a vida!
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
quinta-feira, julho 29, 2004
PS PROPÕE MERCADO AMBULANTE NA VÁRZEA GRANDE

Foi apresentado hoje em Conferência de Imprensa pelo PS de Tomar, um conjunto de soluções alternativas à localização do Mercado Ambulante de Tomar, após mais de dois anos de incapacidade de Planeamento por parte da Câmara, no sentido de encontrar uma solução alternativa para a sua anterior localização no Flecheiro.
O texto apresentado foi o seguinte:
O Mercado de venda ambulante de Tomar, tem estado fechado nas últimas seis semanas, em resultado de uma, infelizmente recorrente, falta de Planeamento da Câmara de Tomar.
Foi suspenso depois de vários funcionários da autarquia terem sido agredidos e do caos se ter instalado em toda a cidade, em virtude da transferência da zona do Flecheiro, para junto do Mercado dos “Frescos”, para que as obras do Polis no Flecheiro pudessem avançar - o que já sabiam há dois anos!
Na altura o PS, num registo de responsabilidade, alertou o Governador Civil para o perigo de alteração da ordem pública, o que felizmente não se verificaria.
Aguardámos durante mais de um mês que a Câmara avançasse com uma solução melhor para a colocação e convivência dos dois mercados, dos “frescos” e das “roupas”, de forma a não prejudicar nem a realização de um, nem de outro.
A solução que a Câmara encontrou foi a de colocar mais uma rede, transformando o actual espaço exterior do Mercado Municipal num verdadeiro “galinheiro”, onde o “caraquejar” das produções de alta qualidade do nossos espaço rural não conseguem vingar, ou os compradores circular, nem os vendedores conviver em paz.
A solução encontrada foi no sentido de colocar o “rossio na rua da betesga”, sem criar uma solução, que mesmo provisória servisse a população e valorizasse os dois Mercados de Tomar.
O Partido Socialista ciente das suas responsabilidades, no sentido em que pensa que o desenvolvimento sustentável se consegue encontrando soluções equilibradas, que valorizem em primeiro lugar as pessoas, avança com a ideia de, provisoriamente, o MERCADO AMBULANTE ficar instalado na VÁRZEA GRANDE, libertando toda a zona envolvente do Mercado Municipal para estacionamento de apoio à actividade comercial aí exercido.
Propõe ainda o PS, que as traseiras do Convento de S.Francisco - actual espaço confinante com o Tribunal Militar, cuja propriedade é já da Câmara Municipal, possa funcionar como Parque de estacionamento de apoio ao Mercado ambulante, ou numa outra hipótese, dar mesmo lugar à localização do referido mercado, no caso de as obras de requalificação avançarem nos anos mais próximos(?!).
Qualquer destas soluções apresentadas, manteria uma proximidade entre os dois mercados, que valorizando-os, deixava que qualquer um cumprisse a sua missão sem conflituarem, com a enorme vantagem da sua proximidade quer ao terminal rodoviário, quer à estação da CP, numa Cidade onde não há Transportes Públicos.
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
quarta-feira, julho 28, 2004
CONFERÊNCIA DE IMPRENSA SOBRE O MERCADO DE TOMAR
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
sábado, julho 24, 2004
NOVA DIRECÇÃO NO PS DE TOMAR
Na Comissão Política de 23 de Julho, foi ainda altarada a composição da Comissão Organizadora da Convenção Autárquica de 2004, a realizar a 30 de Outubro, na cidade de Tomar, que continua presidida por José João Narciso - Presidente da Assembleia de Freguesia da Madalena e composto agora por Virgílio Saraiva, Élia Antunes, Carlos Silva e Mário Pedro.
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
terça-feira, julho 20, 2004
CONCELHIA REUNE DIA 23
Nos termos do nº1 do Artº 7ª do Regimento da CPC de Tomar, convoco uma reunião para a próxima Sexta-feira, dia 23 de Julho de 2004, para as 20H30, com a seguinte ordem de trabalhos:
1- Arquitectura do sistema interno do PS de Tomar e remodelação do Secretariado da Concelhia.
2 - Aprovação da metodologia e regulamento da escolha das candidaturas às Eleições Autárquicas de 2005 (Câmara Municipal, Assembleia Municipal e Assembleias de Freguesia).
2- Outros assuntos de interesse para o Concelho e para o Partido.
Tomar, 16 de Julho de 2004
O Presidente da CPC
Luis Ferreira
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
quinta-feira, julho 15, 2004
ESTAMOS INDIGNADOS!
Estamos indignados! No Partido Socialista, os homens e as mulheres que regularmente votam ou activamente participam nas eleições, nomeadamente as autárquicas, estão indignados!
Estamos indignados, não com a opção do Presidente da República, porque infelizmente que desde há vários anos que nos habituámos a não avaliar as pessoas pelo aquilo que dizem, mas por aquilo que fazem. Só alguns políticos – da velha política - é que pensam que podem continuar a enganar o povo com promessas vãs, tipo Parques Temáticos com centenas de empregos ou milhares de contos de investimento, sempre para distribuir pelos amigos e correligionários, para pagar campanhas milionárias, ou como é que pensam que Santanas Lopes e Antónios Paivas chegam ao poder? A dizer verdade é que não! Aliás mentir, parece ter-se tornado no desporto predilecto dos agentes da velha política…
Estamos indignados, porque como acreditamos que os Homens bons, sérios e de bem, podem fazer e exercer o serviço público autárquico e nacional, e vemos que aquilo que é valorizado permanentemente é a aldrabice (das promessas), a negociata (dos túneis, parques de estacionamento e outros), a troca de favores (de casinos ou máquinas para as Juntas), a corrupção de valores e costumes (por encobrimento de pérfidas situações entre vários detentores de poder – pedofilias, assédios e outras situações que nunca serão do conhecimento do povo).
Estamos indignados, porque nos poucos meses que temos tido a oportunidade de acompanhar dia a dia a situação política, leia-se a situação dos políticos, nos apercebemos que o recurso permanente ao oportunismo, à corrupção de valores, à promoção da inveja mesquinha e provinciana, são a forma dos agentes da velha política continuarem a governar, pelo que a existência de políticos como Santana, Relvas, Carrão ou Paiva, só por isso continua a ser possível.
Estamos indignados porque num Concelho que perde por ano mais de 500 residentes, se têm as taxas de construção mais altas de toda a região, se tem a água a custar 3 vezes mais o que custa em Lisboa – sem qualquer Justiça Social, se tem a pior gestão urbana de toda a região – trânsito e taxas de construção muito elevadas, se tem a Cidade mais suja e degradada de todas as da Região – falta investimento em zonas verdes e recursos para a Higiene e limpeza, onde se tem o pior apoio à Educação, ao Desporto e à Cultura de toda a região – gasta-se mais em erros de obras do que no apoio às Associações, se tem a pior estratégia de desenvolvimento do Comércio de toda a região, se tem… UMA PACIÊNCIA DESGRAÇADA PARA ATURAR ESTES POLÍTICOS!
Estamos indignados, porque muito provavelmente os nossos filhos, da primeira geração do pós-25 de Abril, não vão conhecer nada daquilo que nos fez ser felizes em Tomar – A Cidade Jardim! Jardins degradados, por falta de jardineiros, transito caótico, por falta de planeamento, mercado desaparecido, por falta de visão. Futebol, sem jogos que nos orgulhem; Hóquei sem competitividade; Música sem audição; Dança sem Palco; Elitismos, sem elites…
Urge perguntar como é possível, ainda alguém – cerca de 40.000 habitantes - viver hoje ainda em Tomar. Como é possível que as comunidades locais continuem a apostar em desenvolver a cultura e o desporto, em manter os seus investimentos em lojas e cafés. Como é possível que continuem a tentar construir as suas casas, neste Concelho?
Estamos indignados! Não com Jorge Sampaio, mas connosco próprios, pela teimosia em continuarmos a acreditar que é com a "cunhazita", o "esquemazito", "a negociatazita", que podemos criar uma vida melhor para nós, para os nossos filhos, para os nossos pais.
Não será altura de começarmos a procurar para nos dirigir quem fale verdade e nos diga claramente como é que Tomar sai do terceiro mundo onde estes senhores da velha política nos colocaram?
Não será altura de deixarmos de ter medo e assumir que Homens da nossa terra, como por exemplo a Anabela Freitas, o António Oliveira, o Carlos Silva, o Élio Bernardino, a Fátima Duarte, o Gonçalo Salgueiro, o Hugo Cristóvão, o Jorge Franco, o Leonel Graça, o Mário Pedro, o Pedro Vasconcelos, a Sandra Morgado, o Virgílio Saraiva, o Zeca Pereira, você e eu, podem ser os protagonistas e ter uma palavra a dizer para o nosso futuro colectivo?
Não será altura de passarmos da indignação à acção?
Para o Presidente do PS de Tomar essa altura chegou!
Por isso sabemos que para COLOCAR TOMAR NO MAPA, do lado certo do desenvolvimento, só passando claramente à acção com verdade, licitude, clareza e determinação.
Chega de deixarmos que nos enganem!
Não mais permitiremos isso!
Porque Tomar MERECE!
Luís Ferreira
domingo, julho 11, 2004
PÔR TOMAR NO MAPA, DO LADO CERTO DO DESENOVIMENTO
Num momento em que a coligação de direita vê reforçada a sua legitimidade institucional, para continuar o conjunto das políticas gravasos para o povo português, espera o PS de Tomar, que António Paiva e o PSD, consigam valer a influência que dizem ter, no sentido de serem repostos os financiamentos por este Governo retirados a Tomar, nomeadamente os referentes ao POLIS, ao IC3 e ao IC9.
Certos de que a melhor solução para os grandes problemas do País e do Concelho, serão encontrados no quadro democrático, o PS de Tomar reafirma a sua completa disponibilidade para, após eleições, exercer o poder autárquico em Tomar, com o objectivo firme de INVESTINDO NAS PESSOAS E NAS FAMÍLIAS, PÔR TOMAR NO MAPA, do lado certo do desenvolvimento.
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
EPITÁFIO POR CARLOS SOUSA
Depois de muitos anos de dedicação profissional na área da Construção Civil, os últimos dos quais ao serviço da empresa tomarense João Salvador Lda, o Engº Carlos Sousa integrou a lista do PS à Câmara Municipal de Tomar, na qualidade de Independente nas Eleições de 1997.
Tendo sido eleito para o executivo camarário, onde durante algum tempo exerceu funções de Vereador responsável pelo Departamento de Administração Urbanística, no qual se fez notado pela capacidade de organização e coordenação deste importante pelouro, sendo por esta prestação reconhecido por todos.
Nesta tarefa deu ao executivo contributos de elevada valia técnica baseados nos princípios e na perspectiva que o PS tinha para a sociedade tomarense, assim como para um desenvolvimento mais harmonioso do Concelho.
Durante este período o Engº Carlos Sousa desempenhou ainda, com um significativo sucesso, as funções de Director do Centro de Formação Profissional de Tomar, dando provas de uma grande dedicação à causa pública.
Dado o actual momento da vida autárquica e nacional, o exemplo de Homens como o Engº Carlos Sousa, são para nós motivo de orgulho, na certeza de que o serviço à causa pública, tem ditames éticos e de trabalho que devem ser sempre prosseguidos.
Nesta hora de dor para todos os Socialistas, a Secção de Tomar do PS, através do seu Secretariado, quer dirigir a todos os seus familiares, com especial relevo à viúva e filhos os mais sentidos pêsames, tal como um agradecimento público pela abnegação a causas nobres demonstrada durante toda a sua vida.
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
sexta-feira, julho 09, 2004
JUSTIÇA NA ÁGUA
O painel colocado na Rotunda da nossa Cidade, foi actualizado, podendo ler-se agora:
ESTÁ QUASE... JUSTIÇA NA ÁGUA... faltam 15 meses
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
quinta-feira, julho 08, 2004
A NOTÍCIA DO "PÚBLICO" SOBRE TOMAR...
"O Público", 8/7/2004, Pg.53
Manuel Fernandes Vicente
Mercado Semanal de Tomar Deverá Reabrir Amanhã
O mercado semanal das sextas-feiras em Tomar, que não se realizou nas duas últimas semanas em virtude de vários incidentes entre feirantes, deverá reabrir já amanhã. Porém, o presidente da câmara local, António Paiva, garante que só o permitirá "se estiverem garantidas todas as condições de segurança".
Os problemas no mercado começaram a 18 de Junho, quando este deixou pela primeira vez de se realizar no Flecheiro, na margem direita do Rio Nabão, e se transferiu para a margem oposta. A mudança está relacionada com as próximas intervenções camarárias na zona do Flecheiro integradas no programa Polis, mas também pretendia disciplinar mais os espaços a ocupar pelos vendedores.
Porém, vários feirantes mostraram-se insatisfeitos com as mudanças, queixando-se dos novos locais que lhes foram atribuídos. Logo na madrugada desse dia, alguns vendedores ocuparam espaços que não lhes estavam atribuídos e, quando os seus alugadores chegaram, instalou-se a confusão, que nem a intervenção da PSP conseguiu evitar totalmente. Como consequência, logo na reunião camarária que se seguiu, o executivo decidiu suspender a realização do mercado.
Para Luís Ferreira, presidente da concelhia do PS, "o 'caos' que esteve instalado no mercado de Tomar, inclusive com tentativas de agressão a funcionários da autarquia, em resultado da alteração da localização dos feirantes, deu origem à PSP ter solicitado a referida suspensão [ao executivo de maioria PSD]". Para o líder socialista de Tomar, que chegou mesmo a alertar o governador-civil do distrito de Santarém para o "perigo de perturbação da ordem pública", a Câmara de Tomar "já deveria ter encontrado uma solução definitiva para o caso, pois há mais de dois anos que era previsível tal desfecho".
Lopes Martins, comissário responsável pela PSP da cidade, propôs várias medidas à autarquia para solucionar o problema. Lopes Martins admite ter havido uma significativa redução da área média atribuída aos feirantes e sugeriu várias medidas técnicas para garantir a segurança do mercado.
"Estamos em fase de analisar as reclamações por escrito apresentadas por alguns feirantes, mas é bom frisar que os problemas foram criados por uma minoria. Cada um vai ficar de futuro no lugar que lhe compete e vai haver controlo nos horários de entrada e saída dos feirantes em função do sector que ocupam. Se não houver garantias do cumprimento das regras de segurança o mercado não reabrirá", disse António Paiva.
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
SANTANA LOPES AO DN EM 2001
Pedro Santana Lopes
Significados e efeitos
DN, 20/12/01
quarta-feira, julho 07, 2004
"É PRECISO ESTAR JUNTO DAS PESSOAS"
Junto das Pessoas
As jornadas parlamentares do Grupo Parlamentar do PS tiveram hoje o seu início em Ponta Delgada com intervenções do líderes das bancadas socialistas na Assembleia Legislativa Regional dos Açores e da Assembleia da República, respectivamente, Francisco de Sousa e António José Seguro.
Inicialmente destinadas a preparar o debate do Estado da Nação, a anunciada demissão de Durão Barroso, fez com que os trabalhos da Jornadas Parlamentares se orientassem não tanto para a avaliação de dois anos de desgoverno da direita, mas para o futuro.
Por isso, a centrar o debate, esta ideia-chave lançada por António José Seguro: "É preciso estar junto das pessoas para compreender os seus problemas e ser porta-voz das suas necessidades".
Para o PS as eleições são a melhor forma de restabelecer a confiança entre quem representa o povo e o próprio povo. "Por isso defendemos eleições antecipadas", afirmou.
"Estamos a fazê-lo como o fizemos, em coerência com a nossa atitude em 2001, porque entendemos que em determinados momentos temos que devolver a palavra ao povo", declarou o líder da bancada parlamentar do PS.
"E o que mudou no PSD?", questionou Seguro para de seguida afirmar que "o PSD está agarrado ao poder o que também mina a confiança entres os portugueses e os políticos".
Para António José Seguro "se não houver dissolução da Assembleia da República, pela terceira vez consecutiva o país terá um governo de dois anos". Assim, os socialistas pedem uma clarificação pois, segundo afirmou "alguém acredita que neste caso teríamos um governo forte?". A resposta veio de seguida: "seria antes um comité eleitoral".
Referindo que a 13 de Junho os socialistas iniciaram um novo ciclo e uma nova relação com os portugueses, "O PS está disponível para continuar a ser um referencial e encontrar soluções para os problemas que o actual governo criou e agravou".
Finalmente, o Presidente do GP/PS deixou a promessa de que com os socialistas, Portugal voltará de novo a convergir com a Europa.
ESTAR PERTO DAS PESSOAS, PARA DEFENDER OS SEUS INTERESSES!
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
sábado, junho 26, 2004
REUNIÃO DA COMISSÃO POLÍTICA CONCELHIA
1- Compromisso Político, Estratégias locais, Critérios e metodologia da escolha das candidaturas às Eleições Autárquicas de 2005.
2- Outros assuntos de interesse para o Concelho e para o Partido.
O Presidente da CPC
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
PS REUNE ASSEMBLEIA GERAL DE MILITANTES
1 – Análise dos resultados eleitorais nas Freguesias do Concelho de Tomar;
2 – Novos desafios no Financiamento dos Partidos Políticos, pela nova Lei de financiamento dos Partidos Políticos e das campanhas eleitorais;
3 – Discussão sobre a Matriz Estratégica do PS para o Concelho de Tomar – na sequência de deliberações da Comissão Política Concelhia;
4 – Outros assuntos.
Tomar, 21 de Junho de 2004
O Presidente da Assembleia Geral de Militantes da Concelhia de Tomar
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
PS CUMPRE O QUE DIZ: PROPÔS EM ASSEMBLEIA MUNICIPAL A CRIAÇÃO DA AGENDA XXI LOCAL
MOÇÃO
Os Deputados Municipais abaixo assinados, propõem à aprovação da Assembleia Municipal a seguinte Moção:
A Assembleia Municipal de Tomar, considerando que:
1. A implementação da Estratégia do Desenvolvimento Sustentável, que é aquele que procura satisfazer as necessidades da geração actual, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de satisfazerem as suas próprias necessidades, significando possibilitar que as pessoas, agora e no futuro, atinjam um nível satisfatório de desenvolvimento social e económico e de realização humana e cultural, fazendo ao mesmo tempo, um uso razoável dos recursos da terra e preservando as espécies e os habitats naturais, exige a implementação de uma Agenda XXI Local;
2. Os três eixos do desenvolvimento Sustentável: Ambiental, Social e Económico, deve ser no contexto europeu suportado, em termos conceptuais e práticos, por um quadro orgânico-institucional e pela capacidade de investimento, esta última apoiada em particular pelos vários Programas e Iniciativas Comunitárias;
3. A Agenda XXI local, procura uma acção conjunta, onde se procuram conciliar os vários grupos de interesse, formando-se parcerias entre actores, capazes de tomar decisões que combinem: Crescimento económico, com equidade social e protecção ambiental, assentes nos seguintes domínios estratégicos:
a) garantir o desenvolvimento integrado do território;
b) melhorar a qualidade do ambiente;
c) promover a produção e o consumo sustentáveis e
d) caminhar em direcção a uma sociedade solidária e do conhecimento;
4. A Agenda XXI local, tem as seguintes fases de acção:
a) Criação da Comissão Local de Implementação;
b) Análise sobre o planeamento dos serviços essenciais da Cidade e do Concelho – nomeadamente a nível dos Planos estratégicos e Directores (Plano Estratégico de Cidade, Plano Director Municipal, Plano Director de Águas e Saneamento, Plano de Mobilidade Concelhio ou Regional, etc.…);
c) Seleccionamento das prioridades de actuação;
d) Promoção de Discussão Pública dessas mesmas prioridades;
e) Criação da Comissão Local de acompanhamento e reengenharia do processo;
5. O Concelho de Tomar, sendo um Concelho periférico das grandes zonas de desenvolvimento económico e de fixação de populações, tem uma oportunidade única de PLANEAR estratégica e sustentavelmente, todo o seu futuro, provendo à garantia de financiamento comunitário dos seus projectos (assentes em Planos);
Propõem que a Câmara Municipal de Tomar, dê seguimento a estas preocupações, criando em tempo aceitável, a COMISSÃO de IMPLEMENTAÇÃO da AGENDA XXI local do Concelho de Tomar, composta pelos seguintes parceiros (actores):
Representantes das seguintes entidades, com representação Concelhia:
a) Agentes económicos;
b) Associações Ambientais;
c) Associações de intervenção social (Associações Culturais e Recreativas);
d) ONG (Organizações não-Governamentais);
e) Estabelecimentos de Ensino: Básico, Secundário e Superior;
f) Região de Turismo;
g) IPSS (Instituições particulares de Solidariedade Social);
h) Instituições Religiosas (na vertente de intervenção social);
i) Serviços desconcentrados da administração central, nomeadamente do Ambiente, Economia, Agricultura e Património;
j) Autarquias – Câmara e Juntas de Freguesia;
k) Partidos Políticos.
Propõem ainda que a Câmara Municipal de Tomar, em próxima revisão orçamental promova a abertura de rubrica e necessária dotação financeira ao funcionamento da referida Comissão.
OS DEPUTADOS MUNICIPAIS
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
MERCADO DE TOMAR, MOTIVA CARTA DO PS AO GOVERNADOR CIVIL
do Distrito de Santarém
ASSUNTO: Perigo de perturbação da ordem pública em Tomar
Na sequência da deliberação da Câmara Municipal de Tomar, de Segunda-feira, dia 21 de Junho, no sentido de "Suspender o Mercado Ambulante Semanal nos próximos dias 25 de Junho e 2 de Julho", o Partido Socialista de Tomar solicita a V.Exa que se digne a tomar todas as diligências no sentido de evitar qualquer perturbação da ordem pública amanhã – Sexta-feira, dia 25 de Junho -, a partir das 7H00.
Tal preocupação do PS, resulta do "caos" que esteve instalado em Tomar na passada Sexta-feira, inclusive com tentativas de agressão a funcionários da Autarquia, em resultado da alteração da localização dos referidos feirantes ambulantes, que sendo mais de uma centena e mercê do exíguo espaço para eles previsto, junto às instalações do actual mercado tradicional de "frescos", deu origem a uma solicitação da PSP, no sentido da refira suspensão.
Sendo que muitos desses feirantes não puderam ser avisados, prevê-se que estes procurem ocupar o espaço entretanto previsto, que mercê de ter apenas uma entrada poderá levar ao corte de várias vias públicas na zona da Igreja de Santa Maria dos Olivais, Bombeiros Municipais e Avenida Norton de Matos (principal via da Cidade de Tomar e única passagem sobre o Rio Nabão no sentido Oeste-Este).
A acontecer tal, a vida dos cerca de 20.000 residentes da Cidade de Tomar e as condições de circulação dos mais de 10.000 outros residentes que habitualmente nesse dia de mercado aqui se deslocam, estão claramente em risco de serem severamente afectados.
Obviamente que sabemos que V.Exa está preocupado com a segurança de pessoas e bens e com a manutenção da ordem pública, pelo que solidários com a vossa preocupação, manifestamos a nossa solidariedade por todas as iniciativas que entenda por bem desenvolver junto das forças de segurança e da respectiva Câmara Municipal, que de forma responsável já deveria ter encontrado uma solução definitiva para este assunto, pois que há mais de dois anos que era previsível tal desfecho.
Com os nossos melhores cumprimentos, certos da sua rápida actuação
Tomar, 24 de Junho de 2004
O Presidente da CPC
Post Scriptum
Felizmente para todos, que a PSP tomou todas as medidas necessárias, apesar da dificuldade de meios, não tendo havido qualquer problema.
No entanto foi notório que muitos dos habituais vendedores de "frescos" não estiveram presentes, talvez motivados pelo medo de "confusão", como a que se tinha observado na semana anterior. Foi também evidente que muitos dos habituais compradores também primaram pela ausência.
O PS pensa que se torna evidente que tem que haver outra solução para a colocação do mercado ambulante - diferenciado do mercado tradicional de "frescos".
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
segunda-feira, junho 21, 2004
"BAGUNÇA NO MERCADO" LEVA CÂMARA A SUSPENDER MERCADO AMBULANTE POR DUAS SEMANAS
A desorganização criada com as alterações impostas pela Câmara de Tomar, à localização dos vendedores ambulantes (vulgo mercado da roupa), criou na passada Sexta-feira a maior das confusões.
Em resultado disso a PSP, que se viu envolvida - sem meios - para fazer face à completa desorganização causada pela falta de planeamento da nossa Câmara, propôs ao executivo camarário a suspensão por duas semanas do referido mercado.
Os Vereadores do PS, concordando embora com a situação limite proposta pela PSP - que afirma não ter actualmente meios humanos suficientes ao dispôr para impôr a ordem pública naquele caso - não poderiam deixar de manifestar o seu mais profundo repúdio, pela incapacidade do executivo PSD, de atempadamente ter provido ao correcto planeamento de toda a situação do mercado de sexta-feira, pelo que se absteve.
O anedótico de toda a situação, atinge o seu máximo com as razões - aprovadas pela Câmara PSD:
"1 - A transferência dos vendedores ambulantes do Flecheiro para a àrea circundante do Mercado Municipal foi concluída da forma planeada no dia 18 de Junho;
2 - Face à verificação da necessidade de proceder a alterações de ordem de segurança apontadas pela PSP de Tomar;
3 - A necessidade de dotar os serviços da autarquia para a conclusão de diverso trabalho administrativo e a implementação de medidas de organização do próprio espaço;"
Os Vereadores do PS abstiveram-se, com a seguinte Declaração de voto:
"Consideramos que a suspensão do Mercado agora decidida culmina um processo com erros e lacunas, nomeadamente de planeamento e previsão de dificuldades. Contudo, considerando as propostas da PSP, e as suas advertências quanto às questões de segurança pública, abstemo-nos nesta decisão."
O PS relembra que toda esta situação, como a do Parque de Campismo e da Feira de Sta Iria, já há mais de dois anos era previsível - mercê da intervenção Polis, pelo que não se compreende que durante dois anos não tenham sido encontradas as SOLUÇÕES ADEQUADAS, no sentido de minorar o efeito, junto dos utilizadores destas infra-estruturas: A FALTA de ESTRATÉGIA e de PLANEAMENTO ficam muito mal, numa Câmara presidida por alguém, que dizendo-se especialista em Planeamento, deixe que casos destes aconteçam!
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
domingo, junho 20, 2004
COMUNICADO DA COMISSÃO POLÍTICA DE 18 DE JUNHO
1. Agradecer a confiança dos mais de 43% de Tomarenses que tendo votado PS, nos dão ânimo a continuar o nosso trabalho empenhado, sério e responsável em prol da vida da nossa comunidade, transformando o PS na "casa comum" da alternativa ao poder autista e irresponsável de António Paiva e do PSD. Agradecer muito especialmente ao nosso candidato Dr.António Mendes e ao nosso mandatário, o independente Dr. João Simões, pela forma digna como participaram e contribuiram para este excelente resultado eleitoral, no Concelho de Tomar.
2 O PS de Tomar defende que a estratégia base para as deslocações urbanas, tenha como espinha dorsal o modo de transporte baseado na FERROVIA LIGEIRA de SUPERFÍCIE, integrado num PLANO de MOBILIDADE do nosso Concelho e Concelhos vizinhos, permitindo também uma gestão territorial em moldes significativamente inovadores.
Nesse sentido desafia o PS, a que a Câmara coloque o Estudo de Mobilidade que diz já ter realizado à DISCUSSÃO PÚBLICA, após a recolha dos pareceres das diversas entidades a consultar, nos termos da Lei. Desta forma, poderá ser obtido um PLANO de MOBILIDADE, no qual se estabeleçam opções e objectivos a alcançar num quadro de directrizes e apoios financeiros necessários à sua concretização
3. O PS exige que o processo relactivo à futura reconversão e utilização do CONVENTO de STA.IRIA, seja efectuado através da abertura de procedimento para CONCURSO PÚBLICO de CONCEPÇÃO-CONSTRUÇÃO.
Em CONCURSO PÚBLICO e não LIMITADO, devem ponderar-se as propostas dos concorrentes, de forma a melhor salvaguardar os interesses do Município, incluindo garantias para exploração e a melhor conservação da infraestrutura.
4. O PS dando cumprimento ao desafio que fez há cerca de um mês à Câmara, no sentido de propôr a criação da "Comissão de Implementação da Agenda XXI local de Tomar", irá brevemente propôr nos competentes órgãos autarquicos que esta Comissão seja integrada pelos seguintes parceiros:
a) Agentes Económicos;
b) Associações Ambientais;
c) Associações de intervenção social;
d) ONG (Organizações Não Governamentais);
e) Estabelecimentos de Ensino: Básico, Secundário e Superior;
f) Região de Turismo;
g) IPSS (Instituições Particulares de Solidariedade Social);
i) Instituições Religiosas (na vertente de intervenção social);
j)Autarquias (Câmara e Juntas de Freguesia);
k) Partidos Políticos.
5. Marcar a Convenção Autárquica do Concelho de Tomar, para o próximo dia 30 de Outubro, com a seguinte Comissão Organizadora: José João Narciso (Presidente da Assembleia Freguesia da Madalena), Artur Damásio, Virgílio Saraiva, Élia do Carmo, Carlos Silva e um representante da JS, dos Vereadores e das Juntas de Freguesia.
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
domingo, junho 13, 2004
A NOSSA MENSAGEM ESTÁ A CHEGAR AOS TOMARENSES!
Obrigado Tomar.
Todos os resultados por mesas do Concelho
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
sábado, junho 12, 2004
MENSAGEM DO NOSSO MANDATÁRIO ÀS ELEIÇÕES EUROPEIAS
Socialista candidata ao Parlamento Europeu, quero afirmar que fiquei profundamente chocado com o trágico falecimento do Sr. Prof. Dr.António de Sousa Franco, um HOMEM BOM, que serviu com espírito de missão e grande capacidade a Causa Pública e que vinha dando corpo a uma nova forma de fazer e de estar na política, com uma empatia popular, uma garra e uma alegria notáveis.
Quero apresentar à sua Família, na pessoa da sua mulher Srª Dª
Matilde Sousa Franco, sentidas condolências e afirmar-lhes que os acompanho solidariamente nesta hora de profunda dor.
Também ao Partido Socialista expresso sincero e sentido pesar e, nesta hora de adversidade e de sofrimento, devem ganhar incentivo para continuar a lutar pelas causas justas em que o Sr. Prof. Sousa Franco se empenhou respeitando a sua memória.
Parece que, no imediato, a melhor homenagem dos portugueses ao
Sr. Prof. Dr. Sousa Franco é comparecer nas urnas no próximo domingo e exercer o direito de voto e a de todos os socialistas e apoiantes ou simpatizantes da lista por ele superiormente liderada, é conferir-lhe a retumbante vitória que ele certamente celebraria com a maior dignidade.
Tomar, 09 de Junho de 2004
João Manuel Pimenta Henriques Simões
Independente - Mandatário Concelhio da Lista PS ao PE
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
quinta-feira, junho 10, 2004
PORQUÊ VOTAR PS NO PRÓXIMO DOMINGO EM TOMAR
António Mendes, candidato na Lista ao Parlamento Europeu.
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
quarta-feira, junho 09, 2004
SOUSA FRANCO - O NOSSO COMANDANTE - MORREU AO LEME!
O PS, mas mais do que ele, Tomar e o País agradecem o seu sentido cívico de serviço a PORTUGAL.
Onde quer que esteja: OBRIGADO!
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
segunda-feira, junho 07, 2004
JANTAR DE ENCERRAMENTO SEXTA-FEIRA DIA 11
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar