
sexta-feira, junho 08, 2007
quarta-feira, junho 06, 2007
ELEIÇÕES DA CONCELHIA, SÁBADO, DIA 23 DE JUNHO
quarta-feira, maio 30, 2007
JORNADAS PARLAMENTARES DO PS REALIZAM-SE EM TOMAR
Na Terça-feira, dia 19, pelas 15H00, José Sócrates juntar-se-á aos Deputados nos seus trabalhos.
Brevemente daremos mais notícias do Programa de actividades politicas que se realizarão, por ocasião deste evento.
quinta-feira, maio 24, 2007
quarta-feira, maio 09, 2007
PS EXIGE CUMPRIMENTO DO PDM, NA QUESTÃO DO MERCADO MUNICIPAL
O Partido Socialista, através do seu Vereador em regime de substituição Arq. José Vitorino, apresentou a seguinte declaração de voto:
DECLARAÇÃO PARA A ACTA
O documento emanado pela Sociedade Polis não considera a totalidade das sugestões entradas. Perde, assim, em rigor e isenção. A ser aprovado em reunião de Câmara, será ratificada uma eventual irregularidade.
O fundamento desta afirmação demonstra-se com a ausência de referência a alguns dos assuntos abordados na reclamação subscrita por representantes do Partido Socialista e entregue atempadamente. Nem fica a possibilidade de tais assuntos se encontrarem diluídos no quadro resumo, pois aqueles tratam tão somente de uma demonstração da desadequação do Plano de Pormenor ao Plano Director Municipal.
Mas há males que vêm por bem, pois o descuido resulta em maior incidência da nossa posição, obrigando à busca de recursos e, no exercício do direito de opinião, a exarar em acta o essencial sobre o assunto, sob a forma de declaração:
1. DESCONFORMIDADE COM O PLANO DIRECTOR MUNICIPAL
1.1
O Plano Director Municipal (PDM) identifica o Mercado Municipal como Equipamento Colectivo (letra D na Planta de Ordenamento da Cidade), integrado na Unidade Operativa de Planeamento e Gestão Nº11 do mesmo plano (UOPG 11).
O PDM define a UOPG 11 na alínea c) do ponto 3 do art.º 31º, nos seguintes termos:
“A UOPG 11 corresponde às margens do rio Nabão, integradas no perímetro urbano da cidade de Tomar, a ser objecto de projecto de recuperação das margens do rio Nabão (valorização do ambiente urbano), conforme delimitação na planta de ordenamento urbano, à escala de 1:5000, e que visa essencialmente:
A limpeza, o desassoreamento e a arborização das margens (protecção ambiental);
O estabelecimento de percursos pedonais, com carácter turístico que permitam a ligação entre as margens esquerda e direita do rio Nabão e a ligação deste à cidade e, em especial, ao casco antigo;
O tratamento das margens com equipamento lúdico, de recreio e espaços verdes que propiciem a fruição da água e do meio ambiente;
A criação de equipamento de carácter didáctico e lúdico ligado à água, numa perspectiva educacional e de protecção dos ecossistemas (zona norte, junto ao açude da Fábrica de Fiação);
Valorização do património ambiental (Mouchão e Mata da Fábrica de Fiação) e arquitectónico (açude da Fábrica, edifício da Fábrica de Fiação, Moinhos d'El -Rei, Calheiros do Felgueiro e açude das Ferrarias).
Nesta unidade operativa deverá atender-se à cota de máxima cheia, que é de 51,20 m.”
Como é de esperar em face das intenções expressas, o Plano Director não define para esta UOPG qualquer índice de construção.
Fica claro que a construção, a existir, será apenas a necessária para cumprir os pressupostos atrás expressos, ou para criar melhores condições de funcionamento dos equipamentos existentes, como é o caso do mercado (encontram-se ainda nesta Unidade a Igreja de Sta. Maria dos Olivais, o Lar de Idosos da Misericórdia, o Centro de Acolhimento de Crianças e, na margem oposta do rio, o antigo complexo Mendes Godinho).
Tal conclusão é reforçada pela indicação que o PDM dá, de índices, em outras zonas abrangidas pelo Plano de Pormenor: UOPG 12, índice de construção máximo 0,6; UOPG 14, índice 0,25.
Deve referir-se que em relação a esta última, o relatório do PP desenvolve ampla justificação para solicitar a alteração do índice para 0,5. Esta justificação é obrigatória nos termos da legislação aplicável, uma vez que a proposta agora presente deve sujeitar-se ao plano de nível superior, no caso, o Plano Director Municipal de Tomar.
Já em relação à UOPG 11, a proposta retoma as definições originais do PDM, que atrás se transcreveram.
Certo é que os documentos referem também o conceito de “recentrar a cidade”.
“Recentrar” a cidade com base num enorme centro comercial é uma ideia, do ponto de vista urbanístico (e também histórico), assustadora.
Melhor fariam se mantivessem uma adesão aos conceitos introduzidos pela Resolução do Conselho de Ministros nº26/2000 de 15/05/2000, que aprova o “Programa Polis – Programa de Requalificação Urbana e Valorização Ambiental das Cidades”.
Este documento defende como opções estratégicas, entre outras:
“Recentrar a vivência da cidade no seu centro tradicional;”
“A preocupação de «recentrar» as cidades, promovendo a revitalização dos centros históricos e das suas múltiplas valências, nomeadamente a cultural e turística, de forma a evitar a desertificação e declínio desses centros, deve estar sempre presente nas intervenções a realizar;”
1.2
Contudo, o Plano de Pormenor propõe, reflectindo as intenções da entidade que o encomenda, a construção de um centro comercial na UOPG 11.
Consideramos, como cidadãos, que um plano de ordenamento, no caso, o PDM, não pode ser apenas entendido como um instrumento ao serviço da gestão municipal para disciplinar o ímpeto da iniciativa particular. O Plano Director Municipal deve constituir-se como um contrato democrático que dê garantia à comunidade, de protecção, nos momentos em que a própria entidade gestora o pretende descaracterizar.
Por tal facto se justifica uma participação pública responsável, como acto de cidadania que a lei, em boa hora, integrou.
Caracterizemos a intenção relativa ao centro comercial:
. Implantação sobre o local do actual Mercado;
. Área bruta coberta, 20 000m2;
. Cércea máxima à plataforma de implantação, 21m (correspondente a 6/7 pisos de habitação);
Na extensão confinante com a frente de rio a cércea é de 15,7m (aprox. 5 pisos de habitação);
. Altura máxima à cota de cheia, 22,5m;
. Altura máxima ao rio em situação normal, 24,5m.
. Distância da fachada à linha de cheia, 5m.
A isto acresce um novo mercado anexado e mal enquadrado com a área bruta coberta de 4000m2, em dois pisos.
A extensão total da fachada do conjunto na frente de rio será de 135m mais 18m com maior afastamento.
Terá igualmente dois pisos para estacionamento, crê-se que sob toda a implantação.
Pedindo perdão por repetir dados que se encontram nos documentos, pretendemos apenas justificar que não se trata de uma intervenção discreta. Ou seja, entendemos que uma tão profunda alteração do PDM requer também uma sólida justificação.
Não parece ser esse caso.
Por outro lado, verifica-se uma ampla contestação popular a esta solução.
Nos termos da lei, a participação popular deverá ser considerada.
Nos termos da Al. f) do nº3 da Portaria nº137/2005 de 27/02, do Ministério do Ambiente e Ordenamento do Território, passarão a fazer parte dos documentos integrantes do Plano de Pormenor as participações recebidas em sede de discussão pública e respectivo relatório de ponderação.
Igualmente, nos termos do nº7 do Art.º77 do D.L. que enquadra o presente documento de participação:
“7 - A câmara municipal ponderará as reclamações, observações, sugestões e pedidos de esclarecimento apresentados pelos particulares, ficando obrigada a resposta fundamentada perante aqueles que invoquem, designadamente:
a) A desconformidade com outros instrumentos de gestão territorial eficazes;
(b)…c)…);
d) A eventual lesão de direitos subjectivos.”
2. PROPOSTA
Nestas condições e considerando:
- Que o PDM definiu, e bem, que a margem do Nabão deverá ser um espaço de desafogo, de fruição urbana, que vai ao encontro não só da importância que o rio possui na caracterização da cidade, como, de uma forma mais genérica, se enquadra nos princípios legais para a execução do instrumentos de ordenamento territorial que defendem repetidamente no seu articulado os princípios de: “sustentabilidade ambiental e solidariedade intergeracional”;
- Que um centro comercial é por definição um equipamento de utilização intensiva, que sobrecarrega infraestruturas, que tende a constituir-se como unidade funcional de consumo com pouca ou nenhuma vocação para o lazer saudável, para a fruição dos cidadãos para além da sua própria função;
- Que, além disso, os centros comerciais contrapõem essa utilização intensiva com um horizonte de vida curto, acusando ao fim de uma ou duas décadas, sinais claros de obsolescência;
- Que, por outro lado, os mercados municipais têm demonstrado uma muito maior estabilidade temporal, acomodando em muitos casos funções adicionais de carácter comercial, cultural, gastronómico, sem deixarem de se constituir como uma alternativa de diversidade e qualidade no abastecimento de bens essenciais, para a população residente, para o ramo alimentar, ou para o turismo;
- Que Tomar possui uma condição privilegiada, pois o seu mercado, ao contrário de outros, encontra-se em local excelente e possui espaço para uma ampliação que lhe devolva a qualidade e a modernidade necessárias; igualmente goza de um exterior amplo, que, bem gerido poderá cumprir o pulsar semanal sem desordem e com vantagens para os cidadãos;
Considerando finalmente, como exposto, que a venda, pela Câmara Municipal, ou a cedência de direitos por qualquer outra forma, do terreno do Mercado para a construção por privados de tal conjunto construído fere de forma grave os pressupostos do Plano Director Municipal;
Propomos, no âmbito da participação pública, em consonância com centenas de outros cidadãos:
- Manter o Mercado como elemento caracterizador do espaço que actualmente ocupa, com ampliação e modernização do mesmo;
- Prever um centro comercial em Marmelais, com volumetria mais discreta, junto à futura via circular urbana, com excelente acesso rodoviário;
- Lançar prioritariamente concurso para a construção da ponte de São Lourenço, em relação à ponte do Flecheiro;
- Investir num projecto de revitalização do comércio do centro urbano, segundo o conceito já existente em algumas Cidades de “Centro Comercial de ar Livre”.
Resta-nos deixar uma nota que muito revela sobre a forma como esta Câmara Municipal pensa o poder. Diz o “quadro resumo” que há muitas, parece que mais de duas mil reclamações/sugestões, que, sugerem que… concordam, ou que reclamam que concordam.
Com esta operação de abaixo assinados, o poder autárquico transformou numa contagem de peões, uma discussão pública que se quer isenta, fundamentada, e que serve essencialmente para melhorar a solução, não para a impor.
O Vereador, em exercício, do Partido Socialista,
José Becerra Victorino
quarta-feira, abril 25, 2007
UMA APOSTA NA LIBERDADE: 25 DE ABRIL SEMPRE!
Ouviu-se poesia, relembraram-se valores, falou-se de Liberdade e de Democracia, ambas sempre em risco, ambas a precisar do estímulo e da defesa diária por parte de todos.
Falou-se do PS, falou-se de Tomar, falou-se de freguesias, falou-se de pessoas, falou-se de futuras conquistas.
E enquanto o porco rodava no espeto, fez-se convívio, fez-se festa, fez-se Abril mais um dia.
terça-feira, abril 24, 2007
PS PROPÕE LOJA DO CIDADÃO PARA TOMAR
PROPOSTA
Considerando que o Governo se prepara para desenvolver no decurso deste e dos próximos anos a rede de Lojas do Cidadão, como forma de aproximar um conjunto de serviços públicos de todos os cidadãos;
Considerando que o Concelho de Tomar tem uma dimensão média, no contexto nacional, mantendo uma população no seu principal centro urbano, que a coloca como o terceiro pólo urbano do Distrito de Santarém;
Considerando que a acessibilidade a alguns serviços públicos na Cidade e Concelho de Tomar, necessita objectivamente de ser melhorada;
Considerando que o Concelho de Tomar tem uma localidade que dista da sua sede mais de 10 Km, com uma população residente superior a 1000 habitantes e um tecido económico em clara expansão ao longo dos últimos anos, que é a Linhaceira;
Considerando que além da nova geração de Lojas do Cidadão a serem criadas, existem também na rede os Postos de Atendimento ao Cidadão (PAC), já em funcionamento nas vilas de Ferreira do Zêzere e Mação e nas Cidades de Abrantes, Almeirim e Cartaxo
O Partido Socialista propõe à Câmara Municipal de Tomar que:
1 – Dê início a conversações com o Instituto de Gestão das Lojas do Cidadão, no sentido de a Cidade de Tomar vir a ser uma das primeiras Sedes de Concelho do Distrito, com a instalação de uma das Lojas do Cidadão de nova geração;
2 – Que no decurso dessas conversações proponha a Câmara a criação de um Posto de Atendimento ao Cidadão (PAC), na localidade da Linhaceira;
3 – Apenas a título de sugestão, possa a Câmara propor a localização da Loja do Cidadão de Tomar no edifício, a partir de agora subaproveitado do Ministério da Agricultura, junto à primeira fase da Nabância ou nas antigas instalações do Laboratório Militar, junto ao interface rodo-ferroviário da Cidade, bem como a instalação do PAC na Linhaceira se estabelecer através de Protocolo com o Centro de Dia da respectiva localidade.
O Vereador Socialista
quarta-feira, abril 18, 2007
terça-feira, abril 10, 2007
ARGUMENTOS DO PS CONTRA O ORÇAMENTO
DOCUMENTO DE PRESTAÇÃO DE
CONTAS DO MUNICÍPIO DE TOMAR – ANO DE 2006
Declaração de Voto
A apresentação técnica de um relatório de actividades e contas obedece a critérios rígidos do ponto de vista legal, baseados no Decreto-Lei nº54 A/99. Dessa forma e pelo exposto, mais que analisar o Documento do ponto de vista técnico, com toda a complexidade que acarreta, o importante é a sua análise do ponto de vista do cumprimento ou não dos objectivos políticos rumo ao desenvolvimento e crescimento económico do Concelho.
Como vem sendo recorrente, o executivo PSD brinda-nos com um documento algo distante da realidade ou não se diga no mesmo, por exemplo, que Tomar é um dos Concelhos do País que melhor aproveita as suas potencialidades e recursos. Será que nem sequer conseguimos olhar para as políticas desenvolvidas pela maioria dos nossos concelhos vizinhos? Onde está a política que fomente o crescimento económico e promova a criação de emprego, claramente o maior problema do Concelho?
É difundido diversas vezes no documento, o factor positivo do não aumento do endividamento no último ano. Contundo, como se trata de um executivo com cerca de 10 anos de mandato este argumento é falacioso, ou o endividamento não tivesse mais que triplicado desde 1998, período inicial da gestão PSD.
O Partido Socialista em relação a esse ponto, não discorda de imputar parte dos gastos de investimento às gerações futuras, princípio correcto do ponto de vista da teoria económica. Contudo discordamos de como tem sido utilizada esta política, nomeadamente hipotecando o futuro sem serem visíveis benefícios claros, por exemplo no potenciar do desenvolvimento económico do Concelho. A aposta em obras de duvidosa eficácia para a fixação e crescimento económico das Empresas e, como tal, da melhoria da qualidade de vida dos cidadãos é claro exemplo destes 10 anos de oportunidades perdidas. Foi esta a gestão financeira do PSD nos últimos anos e tem de ser ela a ser discutida e não apenas os valores contabilísticos de 2006, mesmo que alguns demonstrem pouca eficácia como a diminuição das receitas correstes e de capital.
Do ponto de vista das receitas Municipais, o Partido Socialista tem insistido na necessidade de uma política solidária e ao mesmo tempo concertada para o desenvolvimento económico, sendo dessa forma que consideramos que a diminuição das receitas da Derrama no ano de 2006, quando ela ainda era calculada da forma antiga (correspondendo no caso de Tomar a um acréscimo de 10% do valor pago em IRC), se deve a uma política não competitiva a nível de desenvolvimento económico. Este indicador demonstra as dificuldades que Tomar tem tido a nível económico com graves consequências a nível de emprego e fixação de população, desta forma o Partido Socialista só pode se insurgir com a política cega do ponto de vista das receitas e financeiro.
No ano 2006 vários problemas do Concelho continuaram sem resolução, continuando aquele que era um importante marco para o turismo sem solução, o Parque Campismo. Desta forma, chega a ser ridículo os 1000 Euros orçamentados para receitas, que contundo e como seria de esperar, foram zero. No ano de 2006, o mercado e o parque de campismo ficaram como antes sem uma verdadeira política que os valorizasse como potenciais turísticos, num ano em que o concelho de Tomar viu o “Convento de Cristo” nas bocas do mundo devido ao concurso das “Sete Maravilhas”, mas que ao mesmo tempo o executivo não aproveitou para dar dignidade aos espaços adjacentes ao monumento que muitas vezes mais parecem uma lixeira.
Em relação ao património municipal, o ano de 2006 foi um ano marcado por uma política casual e sem estratégia, onde a aquisição do património foi factor dominante, mas sem que com isso o executivo inovasse na sua forma de o gerir, como no ano em análise foi defendido pelos autarcas do Partido Socialista. A degradação completa do Convento de Santa Iria, sem uma estratégia concertada de recuperação, claramente demonstra isso.
Desta e forma e pelo exposto e porque são cerca de 10 anos de gestão PSD que estão em discussão, só podemos votar contra, pela necessidade de uma política de apoio à criação de emprego, valorização patrimonial e uma efectiva política de habitação para todo o Concelho.
segunda-feira, abril 09, 2007
2ª SESSÃO DO CICLO DE CONFERÊNCIAS AUTARQUICAS, CONTINUA NO ENTRONCAMENTO

Esta 2ªSessão, contará com a presença dos camaradas João Ferrão e João Figueiredo, a exercerem as funções de Secretário de Estado da Ordenamento do Território/Cidades e da Administração Pública respectivamente, que abordarão os desafios do novo Plano de Ordenamento Regional do Oeste e Vale do Tejo e apresentarão as linhas de orientação da Reforma da Administração Pública.
Esta é mais uma oportunidade para todos os nossos autarcas e candidatos a autarcas em 2009, para se inteirarem dos novos desafios colocados às Câmaras e Juntas de Freguesia do nosso Distrito.
segunda-feira, abril 02, 2007
EDUARDO CABRITA ANUNCIA EM TOMAR FIM DE LICENCIAMENTO PRÉVIO PARA CONSTRUÇÃO COM PLANOS DE PORMENOR EFICAZES

Realizou-se no passado Sábado no Instuto Politécnico em Tomar, a primeira Sessão do Ciclo de Conferências Autarquicas de 2007, que contou com a presença do camarada Eduardo Cabrita, a exercer as funções de Secretário de Estado da Administração Local.

terça-feira, março 27, 2007
PROPOSTA DE DELIBERAÇÃO SOBRE A GNR
Assim, propõe-se que esta Câmara delibere no sentido de:
Questionar formalmente as entidades tutelares da área em causa, o Governo Civil e o Ministério da Administração Interna, sobre a veracidade ou falsidade desta situação.
Aproveitando este facto deve ainda o executivo aproveitar para:
Lembrar da necessidade de proceder à construção de novo quartel para a GNR, uma vez que o actual se encontra já bastante degradado e limitado para aquilo que são as necessidades desta força de autoridade.
Reforçar a necessidade urgente de transferir a PSP das actuais instalações, não só pelas limitações das mesmas, mas também pelo crescente degradar do edifício destinado a acolher esta entidade, situação que há tempo deveria estar resolvida.
Tomar, 26 de Março de 2007,
O Vereador
(Carlos Silva)
domingo, março 18, 2007
COMISSÃO POLÍTICA CONCELHIA SEXTA-FEIRA, DIA 23 DE MARÇO
1 - Reorganização dos Serviços no Centro Hospitalar do Médio Tejo;
2 - Plano de Pormenor do Flecheiro e Mercado;
3 - Outros assuntos de interesse para o Concelho e Partido.
Tomar, 18 de Março de 2007
O Presidente da Comissão Política do PS
Hugo Cristóvão
sexta-feira, março 16, 2007
PS VOTA CONTRA TRABALHOS A MAIS NA OBRA DO MOUCHÃO
DECLARAÇÃO DE VOTO
EMPREITADA DE REQUALIFICAÇÃO DO MOUCHÃO E VARZEA PEQUENA
Avaliado este processo, consideramos que o mesmo releva mais uma vez a falta de rigor técnico, com que a Câmara Municipal encara obras de uma responsabilidade como a presente.Uma boa parte dos trabalhos a mais, resulta apenas de alterações ao projecto inicial ou de insuficiências destes.
Na sequência de exemplos anteriores de desastrosa gestão de projecto e obra, por exemplo o Pavilhão Municipal, estacionamento e arranjos exteriores, não temos quaisquer dúvidas que mal começada a obra estarmos já com trabalhos a mais, resultantes essencialmente de ERROS E OMISSÕES DE PROJECTO, que atingem já 21% do valor inicial da obra, ou seja próximo do limite legal, deixam-nos a certeza de que estamos perante mais um caso de ligeireza na gestão dos recursos dos contribuintes.
Pelas razões expostas votamos CONTRA.
Tomar, 15 de Março de 2007
O Vereador Socialista
PROPOSTA de ALTERAÇÕES
Considerado o Regulamento proposto pela Divisão Administrativa e Tecnologias da Informação, propomos que:
1 – Todas as referências a “Câmara Municipal”, sejam substituídas por “Município de Tomar”;
2 – Todas as referências a “Executivo Municipal”, sejam substituídas por “Câmara Municipal”;
Considerando ainda, que no contexto da alfabetização tecnológica, é do interesse público criar melhores condições para que os séniores possam ter acesso às tecnologias em condições mais acessíveis, propomos que:
1 - No Anexo, de Tabela de taxas dos Espaços Internet, ponto IV, seja dada isenção total aos maiores de 65 anos;
PS EXIGE RESPOSTA A TODOS OS CIDADÃOS NO CASO DO MERCADO DE TOMAR
REQUERIMENTO
Sendo do nosso conhecimento que centenas de cidadãos entregaram sugestões e reclamações no prazo legal definido, junto da Sociedade Polis de Tomar.
Sendo certo, que este terá sido talvez o plano de Pormenor do Polis Tomar que mais participação dos cidadãos teve.
Considerando a importância que tem, para a vida de todos os cidadãos deste Concelho, as profundas alterações propostas neste Plano de Pormenor.
REQUEIRO que:
1 – Seja informada esta Câmara Municipal do número total de reclamações e sugestões individuais e do número de sugestões e reclamações colectivas, recepcionadas pela Sociedade Polis;
2 – Que a todos os cidadãos que entregaram as suas sugestões e reclamações, no âmbito deste Plano de Pormenor, seja dada resposta individualizada sobre as mesmas.
O Vereador Socialista
(Carlos da Piedade Silva)
Tomada de posição do Vereador, sobre Processos Disciplinar a funcionários:
PROPOSTA
PROCESSO DISCIPLINAR
Sendo presente a esta reunião de Câmara a homologação da decisão do Conselho de Administração dos SMAS, de instauração de Processo Disciplinar ao funcionário... Manuel Sousa ...;
Considerando que infelizmente várias situações, de processos disciplinares levantados nos últimos anos pela Câmara Municipal e SMAS, reportam a eventuais situações de enquadramento social e familiar complicadas;
Considerando a responsabilidade social dos órgãos da administração pública portuguesa, nomeadamente as autarquias locais;
Considerando a existência no seio do Município de um Serviço de Acção Social, em actividade intensa no desenvolvimento da Rede Social do Concelho de Tomar;
Considerando que a referenciação e acompanhamento das situações de índole social são um dos objectivos da actuação das Redes Sociais.
Proponho que:
1 – Neste, como noutros casos, independentemente dos procedimentos legais obrigatórios de instrução por parte da Administração Pública, seja elaborado relatório de aferição e acompanhamento da situação social do funcionário;
2 – Que de futuro, antes do levantamento de qualquer processo disciplinar seja elaborado relatório de aferição e acompanhamento da situação social de cada funcionário em risco de processo de exclusão social.
O Vereador Socialista
terça-feira, março 06, 2007
PS ENTREGA CENTENAS DE SUGESTÕES EM DEFESA DO MERCADO
1. DESCONFORMIDADE COM O PLANO DIRECTOR MUNICIPAL
1.1
O Plano Director Municipal (PDM) identifica o Mercado Municipal como Equipamento Colectivo (letra D na Planta de Ordenamento da Cidade), integrado na Unidade Operativa de Planeamento e Gestão Nº11 do mesmo plano (UOPG 11).
O PDM define a UOPG 11 na alínea c) do ponto 3 do art.º 31º, nos seguintes termos:
“A UOPG 11 corresponde às margens do rio Nabão, integradas no perímetro urbano da cidade de Tomar, a ser objecto de projecto de recuperação das margens do rio Nabão (valorização do ambiente urbano), conforme delimitação na planta de ordenamento urbano, à escala de 1:5000, e que visa essencialmente:
A limpeza, o desassoreamento e a arborização das margens (protecção ambiental);
O estabelecimento de percursos pedonais, com carácter turístico que permitam a ligação entre as margens esquerda e direita do rio Nabão e a ligação deste à cidade e, em especial, ao casco antigo;
O tratamento das margens com equipamento lúdico, de recreio e espaços verdes que propiciem a fruição da água e do meio ambiente;
A criação de equipamento de carácter didáctico e lúdico ligado à água, numa perspectiva educacional e de protecção dos ecossistemas (zona norte, junto ao açude da Fábrica de Fiação);
Valorização do património ambiental (Mouchão e Mata da Fábrica de Fiação) e arquitectónico (açude da Fábrica, edifício da Fábrica de Fiação, Moinhos d'El -Rei, Calheiros do Felgueiro e açude das Ferrarias).
Nesta unidade operativa deverá atender-se à cota de máxima cheia, que é de 51,20 m.”
Como é de esperar em face das intenções expressas, o Plano Director não define para esta UOPG qualquer índice de construção.
Fica claro que a construção, a existir, será apenas a necessária para cumprir os pressupostos atrás expressos, ou para criar melhores condições de funcionamento dos equipamentos existentes, como é o caso do mercado (encontram-se ainda nesta Unidade a Igreja de Sta. Maria dos Olivais, o Lar de Idosos da Misericórdia, o Centro de Acolhimento de Crianças e, na margem oposta do rio, o antigo complexo Mendes Godinho).
Tal conclusão é reforçada pela indicação que o PDM dá, de índices, em outras zonas abrangidas pelo Plano de Pormenor: UOPG 12, índice de construção máximo 0,6; UOPG 14, índice 0,25.
Deve referir-se que em relação a esta última, o relatório do PP desenvolve ampla justificação para solicitar a alteração do índice para 0,5. Esta justificação é obrigatória nos termos da legislação aplicável, uma vez que a proposta agora presente deve sujeitar-se ao plano de nível superior, no caso, o Plano Director Municipal de Tomar.
Já em relação à UOPG 11, a proposta retoma as definições originais do PDM, que atrás se transcreveram.
Certo é que os documentos referem também o conceito de “recentrar a cidade”.
“Recentrar” a cidade com base num enorme centro comercial é uma ideia, do ponto de vista urbanístico (e também histórico), assustadora.
Melhor fariam se mantivessem uma adesão aos conceitos introduzidos pela Resolução do Conselho de Ministros nº26/2000 de 15/05/2000, que aprova o “Programa Polis - Programa de Requalificação Urbana e Valorização Ambiental das Cidades”.
Este documento defende como opções estratégicas, entre outras:
“Recentrar a vivência da cidade no seu centro tradicional;”
“A preocupação de «recentrar» as cidades, promovendo a revitalização dos centros históricos e das suas múltiplas valências, nomeadamente a cultural e turística, de forma a evitar a desertificação e declínio desses centros, deve estar sempre presente nas intervenções a realizar;”
1.2
Contudo, Plano de Pormenor propõe, reflectindo as intenções da entidade que o encomenda, a construção de um centro comercial na UOPG 11.
Consideramos, como cidadãos, que um plano de ordenamento, no caso, o PDM, não pode ser apenas entendido como um instrumento ao serviço da gestão municipal para disciplinar o ímpeto da iniciativa particular. O Plano Director Municipal deve constituir-se como um contrato democrático que dê garantia à comunidade, de protecção, nos momentos em que a própria entidade gestora o pretende descaracterizar.
Por tal facto se justifica uma participação pública responsável, como acto de cidadania que a lei, em boa hora, integrou.
Caracterizemos a intenção relativa ao centro comercial:
. Implantação sobre o local do actual Mercado;
. Área bruta coberta, 20 000m2;
. Cércea máxima à plataforma de implantação, 21m (correspondente a 6/7 pisos de habitação); Na extensão confinante com a frente de rio a cércea é de 15,7m (aprox. 5 pisos de habitação);
. Altura máxima à cota de cheia, 22,5m;
. Altura máxima ao rio em situação normal, 24,5m.
. Distância da fachada à linha de cheia, 5m.
A isto acresce um novo mercado anexado e mal enquadrado com a área bruta coberta de 4000m2, em dois pisos.
A extensão total da fachada do conjunto na frente de rio será de 135m mais 18m com maior afastamento.
Terá igualmente dois pisos para estacionamento, crê-se que sob toda a implantação.
Pedindo perdão por repetir dados que se encontram nos documentos, pretendemos apenas justificar que não se trata de uma intervenção discreta. Ou seja, entendemos que uma tão profunda alteração do PDM requer também uma sólida justificação.
Não parece ser esse caso.
Por outro lado, verifica-se uma ampla contestação popular a esta solução.
Nos termos da lei, a participação popular deverá ser considerada.
Nos termos da Al. f) do nº3 da Portaria nº137/2005 de 27/02, do Ministério do Ambiente e Ordenamento do Território, passarão a fazer parte dos documentos integrantes do Plano de Pormenor as participações recebidas em sede de discussão pública e respectivo relatório de ponderação.
Igualmente, nos termos do nº7 do Art.º77 do D.L. que enquadra o presente documento de participação:
“7 - A câmara municipal ponderará as reclamações, observações, sugestões e pedidos de esclarecimento apresentados pelos particulares, ficando obrigada a resposta fundamentada perante aqueles que invoquem, designadamente:
a) A desconformidade com outros instrumentos de gestão territorial eficazes;
(b)…c)…);
d) A eventual lesão de direitos subjectivos.”
2. PROPOSTA
Nestas condições e considerando:
- Que o PDM definiu, e bem, que a margem do Nabão deverá ser um espaço de desafogo, de fruição urbana, que vai ao encontro não só da importância que o rio possui na caracterização da cidade, como, de uma forma mais genérica, se enquadra nos princípios legais para a execução do instrumentos de ordenamento territorial que defendem repetidamente no seu articulado os princípios de: “sustentabilidade ambiental e solidariedade intergeracional” ;
- Que um centro comercial é por definição um equipamento de utilização intensiva, que sobrecarrega infraestruturas, que tende a constituir-se como unidade funcional de consumo com pouca ou nenhuma vocação para o lazer saudável, para a fruição dos cidadãos para além da sua própria função;
- Que, além disso, os centros comerciais contrapõem essa utilização intensiva com um horizonte de vida curto, acusando ao fim de uma ou duas décadas, sinais claros de obsolescência;
- Que, por outro lado, os mercados municipais têm demonstrado uma muito maior estabilidade temporal, acomodando em muitos casos funções adicionais de carácter comercial, cultural, gastronómico, sem deixarem de se constituir como uma alternativa de diversidade e qualidade no abastecimento de bens essenciais, para a população residente, para o ramo alimentar, ou para o turismo;
- Que Tomar possui uma condição privilegiada, pois o seu mercado, ao contrário de outros, encontra-se em local excelente e possui espaço para uma ampliação que lhe devolva a qualidade e a modernidade necessárias; igualmente goza de um exterior amplo, que, bem gerido poderá cumprir o pulsar semanal sem desordem e com vantagens para os cidadãos;
Considerando finalmente, como exposto, que a venda, pela Câmara Municipal, ou a cedência de direitos por qualquer outra forma, do terreno do Mercado para a construção por privados de tal conjunto construído fere de forma grave os pressupostos do Plano Director Municipal;
Propomos, no âmbito da participação pública, em consonância com centenas de outros cidadãos:
- Manter o Mercado como elemento caracterizador do espaço que actualmente ocupa, com ampliação e modernização do mesmo;
- Prever um centro comercial em Marmelais, com volumetria mais discreta, junto à futura via circular urbana, com excelente acesso rodoviário;
- Lançar prioritariamente concurso para a construção da ponte de São Lourenço, em relação à ponte do Flecheiro;
- Investir num projecto de revitalização do comércio do centro urbano, segundo o conceito já existente em algumas Cidades de “Centro Comercial de ar Livre”.
terça-feira, fevereiro 27, 2007
PROPOSTA DE SUGESTÃO PARA O POLIS

O Prazo limite para entrega na sede da Polis é o dia 7 de Março (Quarta-feira).
sexta-feira, fevereiro 23, 2007
PS APELA À POPULAÇÃO DA CIDADE PARA PARTICIPAR NA DISCUSSÃO PÚBLICA DO POLIS
Com esta acção pretende o PS que muitas sugestões sejam entregues até dia 7 de Março, na Casa Vieira Guimarães, de forma a que seja possível DEFENDER O MERCADO, renovando-o e vitalizando-o!É este o texto que está inserido no desdobrável entregue em casa dos moradores:
APELO À PARTICIPAÇÃO
Cara(o) conterrânea(o)
Está até dia 7 de Março em discussão pública, algo que no PS consideramos vital para o futuro do Concelho de Tomar – o Plano de Pormenor do Flecheiro e Mercado.
Por isso lhe propomos que faça chegar até dia 7 de Março a proposta em anexo, que deve destacar, à Sede do Polis em Tomar, na Casa Vieira Guimarães, na entrada da Corredoura. A Sociedade Polis é legalmente obrigada a ter todas as opiniões em conta. E se não concordar com as sugestões que apresentamos, não faz mal, faça as suas próprias. O importante é que as entregue no local referido.
Com os melhores cumprimentos, do Presidente do PS de Tomar
Hugo Cristóvão
domingo, fevereiro 18, 2007
PS propõe Referendo Local
No decurso do debate público promovido pelo PS no passado sábado sobre o Plano de Pormenor do Mercado/Flecheiro, o Presidente Hugo Cristóvão anunciou que o partido irá propor em sede própria, a realização de um Referendo Local sobre a polémica questão da destruição do Mercado Municipal para construção de um Centro Comercial, propondo o PS em alternativa a manutenção e renovação do Mercado, apontado a construção do Centro Comercial para a zona de Marmelais.
sábado, fevereiro 17, 2007
SUGESTÕES PROPOSTAS PELO PS À POPULAÇÃO PARA MELHORIA DO PLANO DE PORMENOR DO FLECHEIRO E MERCADO
Foram estas as sugestões propostas e para as quais existe impresso já preenchido que se encontra em circulação:
"Nos termos do Artº6º do DL 380/99, de 22/9/99, com as alterações introduzidas pelo DL 310/2003, de 10/12/2003, apresento as seguintes sugestões, para o PP do Flecheiro e Mercado:
- Manter o Mercado, como elemento caracterizador do espaço que actualmente ocupa, com ampliação e modernização do mesmo;
- Prever um centro comercial (Fórum Tomar) em Marmelais, junto à futura via circular urbana, com excelente acesso rodoviário;
- Lançar prioritariamente concurso para a construção da Ponte de S.Lourenço/Ferrarias, em relação à Ponte do Flecheiro;
- Investir num projecto de revitalização do comércio do centro urbano, segundo o conceito já existente, em algumas Cidades, de “Centro Comercial de ar Livre”.
(Assinatura)
__________________________"
sexta-feira, fevereiro 16, 2007
PLANO DE EMERGENCIA DE CHEIAS APROVADO NA ASSEMBLEIA MUNICIPAL
PROPOSTA DE DELIBERAÇÃO
PLANO ESPECIAL DE EMERGÊNCIA PARA O RISCO DE CHEIA
Considerando que a Bacia do Rio Nabão é uma das Bacias Hidrográficas mais sensíveis às elevadas precipitações registadas no contexto das Serras de Aire, Sicó e Alvaiázere.
Considerando que é no Concelho de Tomar que se encontra o curso inferior das sub-bacias das Ribeiras de Seiça (Freguesia da Sabacheira) e Beselga (Freguesias de Beselga e Madalena), sendo estes troços regularmente fustigados por situações não previstas de cheias.
Considerando que a Cidade de Tomar é o maior núcleo urbano do Distrito em zona de risco de cheia, ficando em caso de cheia do nível da observada NO Outono de 2006, completamente dividida ao meio.
Considerando os contactos exploratórios havidos no decurso do ano de 2001, com os serviços da CCDR-LVT e do INAG, com vista a serem optimizados os sistemas de monitorização da Bacia do Nabão.
Considerando a responsabilidade do Município, enquanto proprietário confinante de cursos de água e enquanto responsável pela Protecção Civil Municipal, no que diz respeito à prevenção do risco de cheias.
A Assembleia Municipal, reunida em 16 de Fevereiro de 2007, delibera o seguinte:
1 - Que sejam reatados os trabalhos técnicos com os Técnicos da CCDR-LVT e do INAG, com vista à criação de um sistema de monitorização e alerta de cheias na Bacia do Nabão, com incidência especial de alerta nos cursos inferiores das Ribeiras de Seiça e Beselga e Cidade de Tomar;
2 - Que sejam desenvolvidos os trabalhos técnicos necessários tendentes à elaboração de UM PLANO ESPECIAL DE EMERGÊNCIA, para o risco de cheias, que optimize os meios de prevenção, alerta, contingência e resolução dos problemas emergentes de tal risco.
3 - Que seja de imediato feito o levantamento, em conjunto com as Juntas de Freguesia do Concelho e estudadas as alterações correctivas de traçados e de quotas de estradas e caminhos Municipais, confinantes com cursos de água, em especial no Rio Nabão, Ribeiras de Seiça, Beselga e de Chão de Maçãs.
4 – Que esta deliberação seja levada ao conhecimento da CCDR-LVT, INAG, Serviços Distritais de Protecção Civil e comunicação social local e regional.
Tomar, 16 de Fevereiro de 2007
O Grupo Socialista da Assembleia Municipal
PSD, CDU e INDEPENDENTES COLIGAM-SE PARA PREJUDICAR O CARNAVAL DA LINHACEIRA
Foi este o teor da proposta recusada pela COLIGAÇÃO DO IMOBILISMO DO CONCELHO:
PROPOSTA DE DELIBERAÇÃO - CARNAVAL NO CONCELHO
Considerando o elevado interesse que a realização de animação carnavalesca, no seio do Concelho de Tomar, para o desenvolvimento da imagem externa deste;
Considerando que este ano, além do já tradicional desfile de Carnaval e animação, na localidade da Linhaceira, que se realiza nos actuais moldes há 15 anos consecutivos, se disponibilizaram a realizar animação na Cidade um conjunto de empresários, bem como na localidade das Curvaceiras a respectiva Associação;
Considerando que este tipo de iniciativas deve merecer por parte do Município o necessário enquadramento e suporte institucional.
A Assembleia Municipal de Tomar, na sua reunião de 16 de Fevereiro de 2007, delibera:
1 – Manifestar o seu regozijo pela iniciativa de todos os Empresários e Associações, que prepararam as respectivas animações carnavalescas, para este ano de 2007;
2 – Instar o Executivo Municipal a garantir o necessário suporte financeiro, directo e indirecto, de cariz excepcional, às realizações em curso neste ano de 2007, com critérios de equidade e justiça;
3 – Instar o Executivo Municipal a organizar o processo de optimização dos meios disponíveis, uso do espaço público e divulgação externa, para o Carnaval de 2008, numa parceria entre as Associações, a ACITOFEBA, o grupo de empresário ora organizados, inscrevendo no Orçamento de 2008 as necessárias verbas que dêem a necessária consequência à actividade de animação a organizar.
4 – Dar conhecimento desta deliberação às Associações do Concelho, à ACITOFEBA, aos empresários envolvidos no Carnaval 2007, bem como à Comunicação Social local e regional.
Tomar, 16 de Fevereiro de 2007
O Grupo Socialista da Assembleia Municipal
PS PROPÔS ESTRATÉGIA PARA RECUPERAÇÃO DE IMÓVEIS
PROPOSTA DE DELIBERAÇÃO
RECUPERAÇÃO DE IMÓVEIS DEGRADADOS NO CONCELHO
Considerando que o estado de degradação a que o Município deixou chegar algum do seu património imobiliário é notório e inaceitável.
Considerando a triste realidade que é, entre outros, o Convento de Sta. Iria em ruínas, num estado que causa constrangimento e a que não julgávamos que fosse possível chegar.
Considerando que é igualmente notório é a indiferença do órgão responsável por tão grave situação.
Considerando que compete ao Município assumir um papel dinamizador da renovação do parque imobiliário do concelho.
Considerando que quer na cidade, quer nos noutros núcleos urbanos, existe hoje no Concelho um elevado número de imóveis ao abandono, em mau estado ou em ruínas.
Considerando que a consolidação urbana nunca será conseguida, se continuarmos a ver os núcleos centrais das nossas aldeias cada vez mais desertos e desabitados.
Considerando que na ronda de reuniões pelas Freguesias, de preparação do Orçamento do Município para 2007, pôde notar-se uma preocupação generalizada com as limitações impostas pelo PDM à construção de novas habitações, e se pôde testemunhar diversos relatos concretos sobre famílias jovens que acabaram por abandonar o Concelho de Tomar.
Considerando que a Câmara Municipal não tem demonstrado preocupação em desenvolver atitudes pedagógicas em relação ao PDM ou em implementar medidas que incentivem a fixação da população, mantendo, pelo contrário, um regime de taxas desadaptado e não conseguindo implementar uma qualidade de vida urbana que nos permita competir com concelhos vizinhos.
A Assembleia Municipal de Tomar, reunida em 16 de Fevereiro de 2007, delibera:
1 – Que a Câmara Municipal implemente um plano de acção que vise criar incentivos à recuperação de imóveis degradados no Concelho de Tomar, assentando entre outras, nas seguintes linhas de actuação principais:
a) Conhecimento do estado de conservação do parque imobiliário – Com auxílio da Juntas de Freguesia e dos dados do PDM, identificar os imóveis degradados integrados em espaço urbano, criando uma base de dados com consulta acessível aos munícipes. Objectivar, numa primeira fase, os imóveis em estado de ruína;
b) Desenvolvimento de acção pedagógica – Implementar acções de sensibilização que motivem os munícipes na defesa dos Planos de Ordenamento e compreensão das suas condicionantes como forma de promover a sustentabilidade futura. Criar material de divulgação, utilizar o boletim municipal e os órgãos de comunicação;
c) Isenção de taxas – Isentar das respectivas taxas o processo de licenciamento para recuperação dos imóveis identificados como ruína e aplicar taxas reduzidas em casos menos prementes desde que constantes da base de dados;
2 – Que todo este processo seja orientado para que a recuperação de imóveis se constitua como alternativa válida à construção de novas habitações, aliviando desta forma a pressão sobre os limites de contenção do espaço urbano;
Tomar, 16 de Fevereiro de 2007
O Grupo Socialista da Assembleia Municipal
quinta-feira, fevereiro 15, 2007
DELIBERAÇÃO SOBRE HOSPITAL APROVADA POR UNANIMIDADE
DELIBERAÇÃO
Centro Hospitalar do Médio Tejo
Considerando que:
1 – Desde a última avaliação que o Município fez sobre o Processo de requalificação da Rede de Urgência Geral, foi publicado em 15/1/2007 o Despacho 727/2007 do Sr.Ministro da Saúde, que após o período de consulta pública das conclusões da Comissão Técnica de acompanhamento, clarifica os conceitos e os indicadores técnicos para os diversos serviços de urgência;
2 – Foi realizado na passada Sexta-feira, dia 26 de Janeiro, um debate público promovido pela Assembleia Municipal sobre este tema;
3 – O referido Despacho Ministerial, coloca a possibilidade da existência do segundo nível de urgências, o Serviço de Urgências Médico-cirúrgica (SUMC), em localização estratégica que garanta um tempo de acesso da área de influência a este inferior a 60 minutos, podendo coexistir vários SUMC em tempos inferiores de acesso de 60 minutos, desde que a população residente seja superior a 200.000 habitantes, o que garante a possibilidade de coexistirem 2 SUMC no Distrito;
4 - As deliberações da Assembleia Municipal de Tomar e da Assembleia da Comunidade Urbana, tomadas no passado mês de Outubro, apontam para a assumpção do Centro Hospitalar do Médio Tejo como uma única entidade hospitalar, com três unidades deslocalizadas;
5 – Serão tomadas muito proximamente decisões, por parte do Ministério da Saúde em relação à Rede de Urgências, conforme o calendário já divulgado.
A Câmara Municipal de Tomar, reunida no dia 14 de Fevereiro de 2007, delibera confirmar que:
1 – Considera o Centro Hospitalar do Médio Tejo como uma única entidade hospitalar e como tal tratado nas decisões sobre a localização dos Serviços de Urgência por parte do Ministério da Saúde, atribuindo a este Centro Hospitalar um Serviço de Urgência Médico-cirúrgica;
2 – É do interesse das populações que a distribuição das Urgências, no seio do Centro Hospitalar, siga o princípio da especialização de cada unidade do Centro Hospitalar, bem como das respectivas valências;
3 – Seja qual for a localização dos serviços de internamento de cada especialidade, se mantenha em funcionamento a oferta de consultas externas dessas mesmas especialidades em todas as unidades do Centro Hospitalar do Médio Tejo.
Mais delibera a Câmara Municipal dar com carácter de urgência, conhecimento desta deliberação ao Sr. Ministro da Saúde e às Câmaras Municipais da área de influência do Centro Hospitalar do Médio Tejo, instando-as a tomarem idêntica atitude, no sentido de sensibilizar a tutela para a decisão que julgam melhor servir o interesse das populações que representam.
quarta-feira, fevereiro 14, 2007
ESCLERECIMENTO À POPULAÇÃO DA FREGUESIA DA ASSEICEIRA

Tendo-se levantado dúvidas em relação à proposta apresentada pelo PS em reunião de Câmara, no dia 31 de Janeiro, somos a esclarecer toda a população da Freguesia da Asseiceira:
1 - O PS propôs que o Carnaval da Linhaceira, em 2007, através da Associação da Linhaceira, fosse contemplado com um subsídio extraordinário de 3.000 euros;
PROPOSTAS APRESENTADAS PELO PS EM REUNIÃO DE CÂMARA
Proposta
PERSONALIDADES DE MÉRITO
Atendendo à proximidade do Dia da Cidade de Tomar, Um de Março, dia em que não só comemoramos a fundação de Tomar com a data de início de construção do seu castelo, como implicitamente homenageamos também o fundador Gualdim Pais;
Considerando que Tomar deve promover os seus valores e que estes não são apenas os monumentos e paisagem, mas também e mais importante, as pessoas, e que aqui devem ser promovidos aqueles que possam ser exemplo para os demais, e ou os que, por via das suas actividades sejam elas as que forem, promovam fora do concelho positivamente o nome de Tomar;
Considerando que este tipo de referências são também um importante estímulo ao cimentar da nossa identidade colectiva, da energia anímica e salutar orgulho enquanto comunidade;
Considerando que ainda na passada semana uma cidadã tomarense foi homenageada por uma entidade regional, um jornal no caso, e que o mesmo tem acontecido em outras ocasiões;
Propõe o Partido Socialista que a Câmara delibere criar um prémio ou homenagem de carácter não financeiro mas simbólico, do género “Medalha de Mérito Cidade de Tomar”, com o qual possa galardoar em cerimónia dignificante as personalidades ou entidades, que nas premissas anteriormente referidas, se tenham destacado por exemplo em áreas como a Cultura, o Desporto, a Cidadania, o Empreendorismo Empresarial, ou outras que a cada momento o executivo camarário entenda relevante, e que o momento por norma destinado à entrega desses galardões seja exactamente o Dia da Cidade.
Porque os processos administrativos e a burocracia e demora por eles produzida são variadas vezes referidos pelos cidadãos em geral como os piores obstáculos a ultrapassar nas necessidades diversas que tenham para com os Serviços da Administração Pública e esta autarquia em particular;
Porque a modernização administrativa no sentido de a tornar mais célere e simples é um objectivo que a todas as entidades públicas deve motivar atenção e trabalho;
Porque as diversas tecnologias hoje ao dispor são um instrumento capaz de determinar importantes ganhos de eficiência e qualidade;
Porque a modernização, simplificação e melhoria de tratamento dos processos quer para os que com mesmos actuam, quer por fim último para os cidadãos e utentes, são objectivos que devem guiar responsáveis e técnicos;
Propomos que este executivo camarário, através da sua Divisão Administrativa e de Tecnologias da Informação, diligencie no sentido de equipar a autarquia com um sistema de “Despacho Electrónico” que possa responder aos objectivos enunciados e assim prestar melhor serviço aos cidadãos no âmbito e tarefas igualmente referidos.
Adiantamento de parte de Apoio Financeiro à Festa dos Tabuleiros
Pela urgência e importância que o assunto merece sou a votar favoravelmente a proposta, cuidando no entanto dever referir uma vez mais que entende o PS, até pelas experiências anteriores e pelo conhecimento de festas de inferior dimensão e relevância praticadas noutros concelhos, ser o apoio financeiro previsto para a realização da Festa dos Tabuleiros manifestamente insuficiente e irrealista, se o propósito for a realização duma Festa com a medida e dignidade que entendemos ser a própria.
Concordo com a necessidade de rigor no controle de custos e prestação de contas, mas é também necessário aceitar que a Festa não é um simples “bailarico de aldeia”.
segunda-feira, fevereiro 12, 2007
DEBATE SOBRE MERCADO E FLECHEIRO

O que pretende fazer a Câmara PSD e o que

pensa o PS, em questões concretas como a NOVA PONTE, o MERCADO MUNICIPAL, e a construção de um CENTRO COMERCIAL, serão o mote central de uma discussão que se pretende alargada e participada. O PS convida assim todos, de comerciantes a empresários, e aos cidadãos em geral, a contribuir com a sua opinião para uma questão que pode alterar completamente a imagem e a vivência da nossa cidade.
Todos somos Tomar.
O Presidente do PS Tomar.
domingo, fevereiro 11, 2007
SIM GANHA EM TOMAR COM MAIS DE 60%
A maior votação do SIM, aconteceu na Freguesia PS da Madalena, com 67,4% dos votos.
A maior votação do NÂO, foi na Freguesia PSD da Serra de Tomar, com 68,9% dos votos.
Pode consultar os resultados Totais, por Mesa de Voto de todo o nosso Concelho, em RESULTADOS REFERENDO
UM ACTO CÍVICO... VOTAR!
Anabela Freitas, Presidente do Departamento Federativo das Mulheres Socialistas do Ribatejo, exercendo hoje o seu dever cívico, na Mesa n.5 de S.João Baptista.
O acto eleitoral decorreu com grande seriedade e empenhamento cívico por parte de todos os agentes do acto eleitoral.
A Democracia vai-se estabelecendo como um acto normal do nosso exercício de cidadania.
O nosso desejo é que continue e se aprofunde, com a ajuda de todos!
terça-feira, janeiro 30, 2007
PS TOMA POSIÇÃO EM REUNIÃO DE CÂMARA EM DEFESA DO HOSPITAL DE TOMAR
Centro Hospitalar do Médio Tejo
