quarta-feira, julho 18, 2007

PS PROPÕE BAIXA DE TAXAS NO MERCADO E NO PLANTIO DE FLORESTA

Foi presente à Reunião de Câmara de 17 de Julho a seguinte Proposta:

PROPOSTA DE ALTERAÇÃO

AO REGULAMENTO DE TAXAS E LICENÇAS

DO MUNICIPIO DE TOMAR

Nos termos da Lei, proponho as seguintes alterações à Tabela do Regulamento das Taxas e Licenças em vigor e publicada por Aviso nº6243-A/2003, na II Série, em 12/8/2003, considerando que:

1. Desde a última alteração não foram investidos quaisquer montantes na melhoria das condições de funcionamento do Mercado Municipal;

2. Em virtude da recente aprovação em Assembleia Municipal do PP do Flecheiro e Marmelais, que inviabiliza a continuidade da existência a médio prazo do referido Mercado, há que dinamizá-lo nos anos de vida que ainda lhe restam;

3. Há que valorizar a vinda de mais vendedores de produtos autóctones ao Mercado, pelo que as taxas de utilização devem ser reduzidas, até pelo reduzido impacto que têm na solvência do Município;

4. A política de gestão florestal do Município tem um constrangimento real, que são as taxas para o Plantio e Rearborização demasiado elevadas, impossibilitando na prática qualquer acção nesta área.

Assim, proponho que sejam alterados os seguintes valores na Tabela em vigor:

CAP. VIII – Mercado Municipal

Artº26º - Utilização permanente, por mês

5 – Banca para produtos horto-frutículas; 10,00€

6 – Banca para Pão e Queijo; 15,00€


Artº27º - Utilização periódica, por dia

3 – Lugares de venda de produtos horto-frutículas, por banca; 1,00€

4 – Lugares de venda de pão e queijos, por banca; 1,50€

5 – Outras ocupações de área de terreno, por m2; 0,40€


Artº31º - Terrado em Mercados Semanais e Mensais

1 – Instalações amovíveis ou desmontáveis, m2/dia; 0,60€

2 – Outras ocupações de área de terrado, m2/dia; 0,40€


Artº32º - Diversos

4 – Venda ambulante, m2/dia; 0,40€

5 – Venda sem lugar fixo, com carrinha, m2/dia; 0,60€


CAPITULO XVI – Licenciamento para arborização, rearborização ou alteração do revestimento florestal

1 – Pedido de informação prévia; isento


2 – Pedido de Licenciamento:

a) Até 99.999 m2; 100€

b) Igual ou superior a 100.000 m2; 250€


3 – Licenciamento:

a) Arborização com Eucaliptos, por cada 10.000 m2 ou fracção; 6.000€

b) Arborização com outras espécies vegetais, por cada 10.000 m2 ou fracção; 300€

c) Rearborização com eucaliptos, por cada 10.000 m2 ou fracção; 5.000€

d) Rearborização com outras espécies vegetais, por cada 10.000 m2 ou fracção; 250€

sexta-feira, julho 13, 2007

PS APRESENTA PROPOSTAS DE ALTERAÇÃO PARA DEFENDER O MERCADO

A Bancado do PS na Assembleia Municipal apresentou hoje 7 propostas de alteração ao Regulamento do Plano de Pormenor do Flecheiro e Mercado, tentado garantir a não implantação do Fórum Tomar na actual localização do Mercado.

Demonstrou o PS, com as propostas feitas que o índice proposto pel Câmara para a localização do Mercado era zero, o que leva a que este desapareça.

O Presidente da Câmara PSD foi insensível às propostas do PS, tendo mesmo tentado que as mesmas não fossem discutidas, o que não veio a acontecer porque a Lei permite que qualquer proposta da Câmara seja alterada pela Assembleia Muncipal.

Toda a Bancada do PSD votou contra as propostas do PS, contribuindo desta forma para a destruição do Mercado Municipal de Tomar.

As primeiras 4 propostas foram votadas favoravelmente pela Bancada do PS, dos IpT e pelo Presidente da Junta de Paialvo. Faltaram ou estiveram ausentes da votação os Deputados do BE, da CDU e o Presidente da Junta de Carregueiros. Estas propostas foram recusadas com os 19 votos do PSD e com 15 votos a favor.

As 3 últimas propostas do PS, que pertendiam a implatação do Fórum em Marmelais foram recusadas com 24 votos contra e 10 a favor, só da bancada do PS.

O PS informou ainda que as decisões já tomadas pelo Executivo da Câmara sobre a Ponte do Flecheiro eram impugnáveis, em virtude de só agora ter sido aprovado o Plano de Pormenor, onde estão contidas as condições técnicas e jurídicas de enquadramento da Ponte, que entretanto o Executivo já havia decidido.

Foi este o teor das Propostas apresentadas:

PROPOSTA

Nos termos Regimentais e Legais, propõe-se a seguinte alteração ao Regulamento do Plano de Pormenor do Flecheiro e Mercado:

1ª ALTERAÇÃO

O Artº2º define, na sua alínea b1) que o Plano é constituído por Planta de implantação/síntese à escala 1:1000 – desenho 1.1a (Flecheiro) e 1.1 b (Marmelais)

Propõe-se que o desenho 1.1a (Flecheiro) seja alterado da seguinte forma:

  1. A definição de Solo Urbanizado - Unidade de Reconversão – com o código UR9.153 desaparece, bem como todos os desenhos com ela relacionadas e é integrada no Solo de Equipamento EP.06;
  2. O Solo de Equipamento EP.06 – Equipamento Público de utilização colectiva Mercado de Tomar, passa assim a ter a Área de Parcela de 11.642,82 m2 e a Área máxima de implantação de 8.174,31 m2.
  3. O Solo de Equipamento passa a ter um sub-total de Área de Parcela de 17.497,51 m2 e a Área máxima de implantação de 12.581,3 m2.

2ª ALTERAÇÃO

O Artigo 2º no seu número 2. alínea d) define que o Plano é acompanhado por um conjunto de Peças desenhadas, as quais devem ser adequadas ao desaparecimento da parcela de código UR9.153 e à sua integração na parcela de código EP.06

3ª ALTERAÇÃO

O número 10. do Artº19º é suprimido.

4ª ALTERAÇÃO

A alínea d) do Artº20º é suprimida.

5ª ALTERAÇÃO

O Artº2º define, na sua alínea b1) que o Plano é constituído por Planta de implantação/síntese à escala 1:1000 – desenho 1.1a (Flecheiro) e 1.1b (Marmelais)

Propõe-se que o desenho 1.1b (Marmelais) seja alterado da seguinte forma:

1. Readaptação do Solo de Urbanização Programada, com os códigos UP.214d, UP.214e, UP.224g e UP.225b, com integração do respectivo Solo de Equipamento EP10, fora do limite máximo da cheia de 100 anos, conforme Planta 1.1b, com a criação de um novo código de parcela UP.226.

2. A nova parcela UP226 ficará com uma Área de parcela de 8.000 m2,com uma área máxima de implantação de 6.000 m2,com uma área bruta de construção máxima de uso Misto de 18.000 m2, com a área máxima de estacionamento em cave por piso de6.000 m2, com o nº máximo de pisos acima do solo de 4 e abaixo do solo de 2, com cércea máxima de 13,5m, com a exigência mínima de estacionamento de 450 lugares no interior e 50 no exterior.

6ª ALTERAÇÃO

O Artigo 24º passa a integrar uma referência à nova UP.226.

7ª ALTERAÇÃO

No Artigo 26º, numero2., desaparece a alínea f), a actual g) passa a f) e a actual h) passa a g) e no número 6. desaparece a referência ao EP10.

Tomar, 13 de Junho de 2007

O Grupo Municipal Socialista

quarta-feira, julho 04, 2007

POSIÇÕES DO PS NA REUNIÃO DE CAMARA DE 3 DE JULHO

Foram apresentados pelo Vereador do PS, Carlos Silva, as seguintes posições do PS, na última reunião de Câmara Municipal:

1. Plano de Actividades e Orçamento da TomarPolis - 2007 (Situação de Liquidação)

O nosso Polis vai ficar a meio caminho de lado nenhum.

Para os Projectos que talvez fiquem no papel, já não haverá garantias de financiamento.
segundo os documentos, estamos a dez meses do final da Sociedade polis. Segundo os mesmos documentos só se irá, até final, lançar mais uma obra: A Ponte do Flecheiro e respectivos arranjos exteriores.

Deixaremos uma análise de todo o processo para outra oportunidade. Contudo, não deixa de ser irónico que, após um monumental fracasso global, nos deixem a ponte do Flecheiro como corolário de mais uma oportunidade que não se soube aproveitar. Perde o Concelho.

O VOTO CONTRA perante tais documentos deverá ser visto como um claro voto de pesar.


2. Projecto de arranjos exteriores e arruamentos no Flecheiro e Mercado - Aprovação e Discussão Pública

Na aparência, estamosperante mais um atropelo processual e talvez legal.

Uma coisa é vencer uma votação, no caso do PP do Flecheiro em AssembleiaMunicipal, outra é dar andamento ao processo antes da votação.

Foram as expropriações de terrenos para a ponte desde há muito; foi o concurso da ponte lançado a par com a discussão pública; foi a aprovação da rotunda da Telecom há uns meses. A Câmara Municipal é uma instituição que deve transmitir uma imagem de isenção e respeito institucional.

A muito provável aprovação deste projecto dias antes da reunião da AssembleiaMunicipal na qual será discutido o Plano que lhe vai dar suporte, não abona em favor dos valores descritos.
Esperar uma semana traria ganhos significativos no respeito pelos munícipes.




3. INTERVENÇÃO PAISAGÍSTICA NA ROTUNDA ALVES REDOL E ÁREA ENVOLVENTE

O Total despudor político tomou conta da gestão autárquica.

É óbvia a constatação de que o tanque implantado na rotunda Alves Redol foi uma obra errada no seu todo, que apresenta hoje uma imagem de degradação e, pode dizer-se sobre um objecto de características ornamentais, uma imagem de mau gosto.

Perante tal evidência, a maioria mandatada para gerir os destinos do Concelho continua a achar que tal mandato não implica um dever de responsabilização, no caso, por ineficácia, e supõe que pode experimentar outra vez, fazer de novo sem qualquer restrição orçamental, como se nada se tivesse passado.

Acredite-se ou não estamos perante a proposta de gastar outra vez mais de quinhentos mil euros para corrigir o erro e fazer nova experiência.

Normal seria pedir desculpa, reconhecer que foi um acto mal programado, e propor uma correcção discreta, que tivesse como pressuposto essencial um custo baixo e claramente justificado.

Em tudo isto seria difícil acreditar se não estivéssemos já habituados a que tudo passe.

Basta lembrar um pavilhão que não tem, nem se procura, responsável pelos fenómenos artesianos do pavimento, no caso outras fontes descontroladas, cuja manutenção são os cidadãos que pagam. Quantas bombas de água trabalham em permanência naquela cave?

Basta lembrar as passadeiras de cinco mil euros, constantemente alteradas, deslocadas, algumas desaparecidas sem deixar rasto ao fim de pouco mais de um ano?

Basta lembrar o caso “Parque T”. Quantas obras deixarão de ser feitas para pagar este conflito?

Não haverá que ter alguma sensibilidade? Algum respeito pelo esforço dos cidadãos?


A documentação técnica distribuída para análise é escassa e pouco útil. Não contem os elementos essenciais, como memória descritiva ou desenhos. Contém, por outro lado, as clausulas técnicas dos materiais a aplicar, completamente inúteis nesta fase, e umas imagens promocionais.

Se não foi engano, foi desperdício de papel. Ou então foi vontade de não informar.

Apesar disso ainda consta a estimativa orçamental: 470 144,53€ que, acrescido do IVA se traduz em 568 874,88€. Com a desastrosa gestão de obra a que a Câmara Municipal nos tem habituado, iremos certamente a muito mais.

Constatamos, por outro lado, e repetimos, sem acesso ao projecto em tempo útil, que uma parte significativa do orçamento será dedicada ao exterior da rotunda: pavimentos, infraestruturas e passeios.

Deverá haver clareza sobre o que é realmente necessário fazer e o que se pretende incluir à boleia das infraestruturas.

Dadas as circunstâncias, neste local pelo menos, será um acto de respeito pelos contribuintes não se dar expressão a novas fantasias.

É necessário proceder a uma efectiva separação dos trabalhos de renovação de infraestruturas, pois apenas esses justificam execução.

Quanto ao resto, será sensato demonstrar sentido de responsabilidade e não sujeitar os nossos impostos a mais experiências falhadas.

Os contribuintes trabalham arduamente, os bens dos munícipes custam a ganhar. Complementar uma política de taxas elevadíssimas com actos de desperdício e erro, é algo que fere a dignidade dos cidadãos.

Que a fonte e a rotunda são um retrato da incompetência e da degradação já todos sabemos há muito, mas Tomar não é um jogo de computador, não basta fazer “reset” para apagar a asneira e começar de novo.

Não malgastem o nosso contributo, desliguem tudo e não mexam mais!


4. PLANO DE PORMENOR DE SÃO PEDRO – APROVAÇÃO DA FASE 1 – CARACTERIZAÇÃO
5. PLANO DE PORMENOR DO FOJO, CASAIS – APROVAÇÃO DA FASE 1 – CARACTERIZAÇÃO

O Partido Socialista definiu com clareza no seu Programa eleitoral, a necessidade de se proceder à execução de Planos de Pormenor em diversos aglomerados do Concelho, nomeadamente em todas as sedes de Freguesia.

Tais planos trarão, a ser executados com rigor, alguma clareza aos pressupostos do PDM, que não possui, no seu estado actual, instrumentos eficazes de controlo e planeamento do desenvolvimento desses núcleos.

Embora tarde com uma incidência pouco mais que simbólica, apoiamos claramente o desenvolvimento dos projectos propostos. Apenas São Pedro, e Fojo (Casais), e apenas fase de caracterização, é pouco, mas é um começo.

6. REGULAMENTO MUNICIPAL DE EDIFICAÇÕES E DE URBANIZAÇÃO E TAXAS – ALTERAÇÃO DO ARTº 52 – ESTACIONAMENTO

Após tanto prejuízo causado a munícipes e a potenciais investidores pelos valores pedidos por compensação à ausência de estacionamentos, mais uma vez nos deparamos com um total desprendimento em relação à responsabilidade política pela situação criada.

Um assunto de tal importância é despachado para a reunião sem merecer sequer um parecer técnico ou jurídico. Existe um quadro legislativo regulador. Será, no mínimo, necessário, proceder ao enquadramento da proposta apresentada.
Por outro lado seria ainda mais importante trazer à reunião um levantamento das receitas auferidas à luz das condições vigentes, dos casos em que se verificou desistência de investidores, ou seja, seria necessário proceder a um trabalho sério sobre as consequências que o regime praticado teve no desenvolvimento, ou não, do Concelho.

Apenas uma das consequências é bastante evidente, a Câmara Municipal recebeu avultadas verbas como compensação para estacionamentos e não os aplicou de forma eficaz na sua disponibilização.
Nestas condições propomos:

1 – A aprovação provisória do documento em discussão;

2 – A verificação técnico-jurídica da sua validade com vista à aprovação definitiva;
3 – A previsão de um sistema de compensação aos munícipes atingidos pelo articulado anterior, dado que o executivo municipal assume, com a presente proposta, ter sido um erro.
O Vereador Socialista
Carlos Silva

segunda-feira, julho 02, 2007

AGENDA XXI LOCAL, APROVADA NA ASSEMBLEIA MUNICIPAL

Foi aprovado por unanimidade, na Assembleia Municipal de 29 de Junho, esta Proposta do PS, que havia sido apresentada há precisamente 3 anos e que visa a institucionalização em Tomar, de uma Agenda XXI Local.

PROPOSTA

A Assembleia Municipal de Tomar, considerando que:

1. A implementação da Estratégia do Desenvolvimento Sustentável, que é aquele que procura satisfazer as necessidades da geração actual, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de satisfazerem as suas próprias necessidades, significando possibilitar que as pessoas, agora e no futuro, atinjam um nível satisfatório de desenvolvimento social e económico e de realização humana e cultural, fazendo ao mesmo tempo, um uso razoável dos recursos da terra e preservando as espécies e os habitats naturais, exige a implementação de uma Agenda XXI Local;

2. Os três eixos do desenvolvimento Sustentável: Ambiental, Social e Económico, deve ser no contexto europeu suportado, em termos conceptuais e práticos, por um quadro orgânico-institucional e pela capacidade de investimento, esta última apoiada em particular pelos vários Programas e Iniciativas Comunitárias;

3. A Agenda XXI local, procura uma acção conjunta, onde se procuram conciliar os vários grupos de interesse, formando-se parcerias entre actores, capazes de tomar decisões que combinem: Crescimento económico, com equidade social e protecção ambiental, assentes nos seguintes domínios estratégicos:
a) garantir o desenvolvimento integrado do território;
b) melhorar a qualidade do ambiente;
c) promover a produção e o consumo sustentáveis e
d) caminhar em direcção a uma sociedade solidária e do conhecimento;

4. A Agenda XXI local, tem as seguintes fases de acção:

a) Criação da Comissão Local de Implementação;
b) Análise sobre o planeamento dos serviços essenciais da Cidade e do Concelho – nomeadamente a nível dos Planos estratégicos e Directores (Plano Estratégico de Cidade, Plano Director Municipal, Plano Director de Águas e Saneamento, Plano de Mobilidade Concelhio ou Regional, Carta Educativa, Diagnóstico Social, etc.…);
c) Seleccionamento das prioridades de actuação;
d) Promoção de Discussão Pública dessas mesmas prioridades;
e) Criação da Comissão Local de acompanhamento e reengenharia do processo;

5. O Concelho de Tomar, sendo um Concelho periférico das grandes zonas de desenvolvimento económico e de fixação de populações, tem uma oportunidade única de PLANEAR estratégica e sustentavelmente, todo o seu futuro, provendo à garantia de financiamento comunitário dos seus projectos (assentes em Planos);

Propõem que a Câmara Municipal de Tomar, dê seguimento a estas preocupações, criando em tempo aceitável, a COMISSÃO de IMPLEMENTAÇÃO da AGENDA XXI local do Concelho de Tomar, composta pelos seguintes parceiros (actores):

Representantes das seguintes entidades, com representação Concelhia:
a) Agentes económicos;
b) Associações Ambientais;
c) Associações de intervenção social (Associações Culturais e Recreativas);
d) ONG (Organizações não-Governamentais);
e) Estabelecimentos de Ensino: Básico, Secundário e Superior;
f) Região de Turismo;
g) IPSS (Instituições particulares de Solidariedade Social);
h) Instituições Religiosas (na vertente de intervenção social);
i) Serviços desconcentrados da administração central, nomeadamente do Ambiente, Economia, Agricultura e Património;
j) Autarquias – Câmara e Juntas de Freguesia;
k) Partidos Políticos e outros movimentos políticos representados nos órgãos do Município.

Propõem ainda que a Câmara Municipal de Tomar, em próxima revisão orçamental promova a abertura de rubrica e necessária dotação financeira ao funcionamento da referida Comissão.


Tomar, 29 de Junho de 2007
O Grupo Municipal Socialista

domingo, julho 01, 2007

POR PROPOSTA DO PS, NOVOS PRAZOS PARA AS JUNTAS DE FREGUESIA DAREM CONTRIBUTOS PARA ALTERAÇÃO DO PDM

Foram apresentadas pelo PS, as duas propostas seguintes, que mereceram a aprovação por unanimidade, de forma a darem novos prazos para as Juntas de Freguesia poderem fazer o levantamento dos pontos fortes e fracos, para efeitos da revisão do PDM e para a reunião da Comissão de Acompanhamento aprovada pela Assembleia Municipal, desde Dezembro de 2007.


PROPOSTA

Considerando que está em curso a revisão do Plano Director Municipal.

Considerando que, conforme deliberação do Executivo Municipal estão os Srs. Presidentes de Junta e de Assembleia de Freguesia, a acompanhar a sua revisão.

Considerando que, numa primeira fase estão estes instados a responderem a um inquerido deveras pormenorizado, onde diferentes cambiantes de abordagem podem conduzir a uma análise dúbia, se não tiverem o devido acompanhamento técnico.

Considerando que decorre até ao próximo dia 9 de Julho a Festa dos Tabuleiros.

Considerando que se inicia em 1 de Julho o período crítico do Sistema de Protecção Civil, sendo os Srs. Presidentes de Junta parte integrante deste Sistema, com as consequências de tempo ocupado no referido sistema.

A Assembleia Municipal, reunida em Sessão Ordinária no dia 29 de Junho, delibera:

Que o prazo de resposta aos Inquéritos seja alargado até ao próximo dia 30 de Setembro;
Que a equipa técnica de acompanhamento, em conjunto com os técnicos do Município dêem todo o apoio no decurso desta fase de Inquérito, de forma a garantir a coerência das observações, de responsabilidade das Juntas de Freguesia.


Tomar, 29 de Junho de 2007
O Grupo Municipal Socialista



PROPOSTA


Considerando que está em curso a revisão do Plano Director Municipal.

Considerando que conforme deliberação desta Assembleia Municipal, foi criada uma Comissão de Acompanhamento da sua revisão, em primeira deliberação na Sessão de Dezembro de 2006, posteriormente alterada na Assembleia ordinária de Abril de 2007

Considerando que no decurso destes Meses não foi ainda distribuído qualquer documentação ou houve qualquer reunião desta Comissão, com o executivo municipal e Comissão Técnica de Acompanhamento.

Considerando que decorre já, desde 11 de Junho, um inquérito às Juntas de Freguesia, de aferição e levantamento de pontos fortes e fracos.

A Assembleia Municipal, reunida em Sessão Ordinária no dia 29 de Junho, delibera:

Que até 31 de Julho de 2007, reúna a Comissão de Acompanhamento deliberada por esta Assembleia, com o executivo Municipal e Comissão de Acompanhamento Técnico, com o objectivo primeiro de clarificar “Os Objectivos e Estratégia da Revisão do PDM”;


Tomar, 29 de Junho de 2007
O Grupo Municipal Socialista

domingo, junho 24, 2007

Decisões da Comissão Política Concelhia, de 23 de Junho de 2007:

Comissão de Revisão da Agenda para o Desenvolvimento do Concelho de Tomar - Coordenada por Anabela Freitas e José Vitorino


Secretariado da Concelhia (2007-09)

Anabela Estanqueiro
António Cúrdia
António Oliveira
Fernando Carmo
Hugo Costa (JS)
Joana Nunes
José Pereira
Paulo Arsénio

sábado, junho 23, 2007

LISTA DE DIRIGENTES BIÉNIO 2007-2009

Em resultado da Eleição, hoje realizada, é esta a Lista de dirigentes do PS de Tomar, para o Biénio de 2007 a 2009:

Eleitos e Inerentes com voto -

Hugo Cristóvão, Anabela Freitas, Carlos Silva (CM), Paulo Arsénio, Fátima Duarte, António Oliveira, José Pereira, Anabela Estanqueiro, José Vitorino, Fernando Carmo, Joana Nunes, António Alexandre, António Mendes, Vera Simões, Hugo Costa, António Cúrdia, Celeste Nunes, Jorge Franco, João Cardoso, Luísa Henriques, Manuel Paulo, Leonel Graça, Cristina Ribeiro, Viriato Fernandes, Arlindo Nunes, Mª da Luz Fortes, Fernando Graça, Virgílio Saraiva, Sílvia Marques, Carlos Silva Lopes, Élia Antunes, Fernando Nunes, Joaquim Segorbe, João Henriques, Luis Ferreira (AM), Susana Faria (JS), Sandra Silva(JS) e Gonçalo Salgueiro(JS).

Suplentes e inerentes sem voto -

Costa Marques, Sandra Morgado, Artur Damásio, Arménio Breia, Artur Delgado, Nascimento Costa, Rui Lopes, José Narciso, Maria Marques, Nuno Inácio, Carlos Tibúrcio Silva, Ana Tomaz
Marco Oliveira, Marta Silva, Armando Marcos, Manuel Oliveira, Patrícia Cristóvão, António Fortes, Mª Eugénia Nunes, Luís Bonet, Alexandre Antunes, António Freitas, Manuel Cartaxo, Laura Rocha e Abel Paulo

quinta-feira, junho 21, 2007

LISTA DE CANDIDATOS À COMISSÃO POLÍTICA CONCELHIA

Efectivos:

1 Hugo Renato Ferreira Cristóvão 31468 ¥

2 Anabela Gaspar Freitas 43265 ¥

3 Carlos da Piedade Silva 30010 A

4 Paulo Alexandre Mourinho Arsénio 18610 ¥

5 Mª de Fátima R.C. Graça Duarte 23345 ¥

6 António Manuel F. H. Oliveira 2235

7 José Manuel Fortunato Pereira 62748

8 Anabela Rosa de Almeida Estanqueiro 93202 ¥

9 José Becerra Vitorino 91223

10 Fernando Manuel Batista do Carmo 73106

11 Joana Sofia Gaspar Nunes 80169

12 António Manuel Freitas Alexandre 14457

13 António José Ribeiro Mendes 32356 ¥

14 Vera Alexandra Costa Simões 71400 ¥

15 Hugo Miguel Carvalheiro Santos Costa 79183 ¥

16 António Manuel Alves Cúrdia 93200

17 Maria Celeste de Jesus Nunes 95567

18 Jorge António Lopes Franco 73115 ¥

19 João Alberto Marques Cardoso 17811

20 Luísa Maria Conceição Henriques 53500

21 Manuel Godinho Paulo 39362

22 António Leonel M. Graça 20523 ¥

23 Cristina Maria Carvalho Santos Ribeiro 73128

24 Manuel Viriato Caldas Fernandes 10793 ¥

25 Arlindo Conceição Costa Nunes 18588 ¥

26 Mª da Luz Fortes Sousa 79182

27 Fernando Costa Graça 23344 ¥

28 Virgílio Saraiva de Matos 14553

29 Sílvia Alexandra Ferreira Marques 93191

30 Carlos Alberto Silva Lopes 93201 ¥

31 Élia do Carmo Carvalho Antunes 48243

32 Fernando M. da Piedade Nunes 73106 ¥

33 Joaquim António Garcia Segorbe 49598


Suplentes:

1 João da Costa Henriques 72634 ¥

2 António Eduardo G. Costa Marques 20522

3 Sandra Cláudia Sousa Magalhães Morgado 24395

4 Artur Manuel Fontes Damásio 23875

5 Arménio Seco Breia 1759

6 Susana Alexandra Ferreira Faria 83220

7 João Artur Hintze P. Cardoso Delgado 91222

8 Nascimento Ferreira Costa 56429

9 Sandra Godinho Silva 85793

10 Rui Filipe Nunes Lopes 79184

11 José João Rosa Narciso 57399

12 Maria Conceição Marques 9508

13 Nuno Gonçalo Costa Inácio 81784

14 Carlos Alberto Tibúrcio Oliveira Silva 93194

15 Ana Sofia Jesus Tomaz 87754

16 Marco Paulo Lopes Oliveira 87340

17 Marta Sofia Correia Silva Garcia 31466

18 Armando Fernando Saraiva Marcos 46618

19 Manuel Marques de Oliveira 49600 ¥

20 Patrícia Alexandra F. Cristóvão 80737

21 António Eduardo Fortes 71028

22 Maria Eugénia Conceição Nunes 13208

23 Luís José da Silva Ferreira 11175 A

24 Luís Carlos Silva Bonet 72619


A- Inerentes com voto (Cabeça de Lista à Câmara e Assembleia Municipal)

¥- Inerentes sem voto (Deputados Municipais, Cabeças de Lista às Freguesias, Presidentes de Assembleia de Freguesias e Membros dos Orgãos Nacionais e Distritais do PS)


São ainda Inerentes sem Voto os camaradas:
Alexandre Antunes (Junceira), António Freitas (Alviobeira) e Manuel Cartaxo (Madalena) e outros membros dos órgãos Distritais.

São ainda Inerentes com Voto três camaradas eleitos pela JS

quarta-feira, junho 20, 2007

JORNADAS PARLAMENTARES EM TOMAR


COMISSÃO POLÍTICA CONCELHIA

Nos termos dos Estatutos e do Regimento, convoco para o próximo Sábado, dia 23 de Junho, pelas 20H00, no Restaurante "O Cortiço", na Rua do Centro Republicano, uma reunião extraordinária da Comissão Política Concelhia, com a seguinte Ordem de Trabalhos:

1 - Eleição do Secretariado da Concelhia;

2 - Eleição da Comissão de Revisão da "Agenda para o Desenvolvimento do Concelho".

Tomar, 20 de Junho de 2007

O Presidente da Comissão Política Concelhia
Hugo Cristóvão

terça-feira, junho 19, 2007

PS vota contra versão final do Plano do Flecheiro

Tendo sido presente a reunião de Câmara a versão final do Plano de Pormenor do Flecheiro, foi esta a Declaração de Voto deixada para a acta, pelo Vereador José Vitorino:

Já expusemos de forma clara a nossa posição, discordante com alguns aspectos relevantes do Plano de Pormenor hoje sujeito a aprovação.
A maioria autárquica não quis dar forma, numa revisão final do plano, à expressiva contestação popular que se manifestou claramente contra as propostas de destruição do Mercado Municipal como elemento caracterizador da Cidade.
Prefere ignorar, e insistir num acto de duvidosa adequação legal: a comercialização de um espaço público municipal e a inserção violenta de um monstruoso centro comercial na sua estrutura urbana mais antiga e já tão carente de acções que preservem a sua identidade.
Parece-nos que tudo se resume a uma questão de lucro. Tal lucro será necessário para alimentar uma administração autárquica que não encontra formas sustentadas de financiamento. Estas fundar-se-iam no natural contributo fiscal de uma comunidade activa e dinâmica.
A desertificação e o definhamento económico da comunidade tomarense, acima da média regional, não permitem tal caminho, sendo, por outro lado, o corolário da ineficácia de uma gestão autárquica que, após uma década sem resultados, acaba a fechar-se cada vez mais à realidade circundante.
Muito esforço será necessário no futuro para recuperar dos erros cometidos.
Pelas razões expostas votamos contra.
Tomar, 19 de Junho de 2007
O Vereador, em regime de substituição
José Vitorino

segunda-feira, junho 11, 2007

APRESENTAÇÃO DAS JORNADAS PARLAMENTARES EM TOMAR






















Jornadas Parlamentares do Partido Socialista
Reforma do Parlamento
18 e 19 de Junho de 2007, Hotel dos Templários, Tomar


18 de Junho de 2007 – Segunda-feira
10:30 Visitas temáticas
15:00 Abertura das Jornadas
15:30 Reforma da Assembleia da República
17:00 Pausa
17:30 Reinício dos Trabalhos
19:30 Fim dos trabalhos do 1º dia
20:00 Jantar do Grupo Parlamentar, no Convento de Cristo

23:00 Convívio do Grupo Parlamentar com Autarcas e Dirigentes do PS no Bar Lá-Calha, em Tomar

19 de Junho de 2007 – Terça-feira
09:30 Reinício dos trabalhos
12:45 Conclusões dos Trabalhos
13:00 Encerramento das Jornadas
13:30 Almoço com a presença do Secretário-Geral do PS, no Hotel dos Templários

15:30 Visita das Deputadas do Grupo Parlamentar, com o Departamento Federativo das Mulheres Socialistas a algumas Instituições do Concelho de Tomar

Nota: Programa Oficial do Grupo Parlamentar e Programa não-oficial em articulação com a Federação de Santarém, Departamento Federativo das Mulheres Socialistas e Concelhia do PS de Tomar

Jornadas Parlamentares PS - 2007
Tomar , 18 e 19 de Junho de 2007
VISITAS MUNICIPAIS

Circuito 1 - Fátima/Alcanena/Torres Novas

10.30h-Visita à Nova Basílica da Santíssima Trindade e Requalificação das vias envolventes – Av. D. José Alves Correia da Silva, Fátima
11.15h – Partida para Alcanena
11.30h ­- Visita ao Sistema de Tratamento de Águas Residuais de Alcanena
12.15h – Partida para Torres Novas
12.30h- Visita às obras do Castelo e da nova Biblioteca inseridas no Projecto Turris XXI-Cidade Criativa, seguida da sua apresentação na Alcaidaria do Castelo.
13.15h - Almoço em Torres Novas
14.30h – Partida para Tomar

Circuito 2 - Vila Nova da Barquinha/ Entroncamento/ Golegã

10.30 – Visita ao Parque Ribeirinho de Vila Nova da Barquinha
(2º Prémio Nacional Arquitectura Paisagística 2007)
11.15h – Partida para o Entroncamento
11.30h –Visita ao futuro Museu Ferroviário
12.00h – Partida para a Golegã
12.15h – Visita ao Edifício Equuspolis e à Casa Estúdio Carlos Relvas
13h – Saída para Torres Novas
13.15h – Almoço em Torres Novas
14.30h – Partida para Tomar

Circuito 3 - Abrantes

10:30 – Visita ao projecto Mocho XXI
11:00 – Visita ao Tecnopolo
12:00 – Visita ao Mar de Abrantes – Aquapolis
12:30 – Almoço no Parque Urbano de Abrantes – São Lourenço

Circuito 4 -Samora Correia/Benavente/Almeirim/Alpiarça

09:30 – Visita a Companhia das Lezírias – Samora Correia-Benavente
(Observatório do Sobreiro e da Cortiça)
11:30 – Visita ao Centro de Corte e Fabrico de Enchidos com Certificação-
Almeirim
12:15 – Visita à Monliz, SA – Alpiarça
13:00 – Almoço na Quinta da Lagoalva de Cima – Alpiarça
14:00 – Saída para Tomar

quarta-feira, junho 06, 2007

ELEIÇÕES DA CONCELHIA, SÁBADO, DIA 23 DE JUNHO

O Presidente da Federação António Rodrigues, convocou nos termos estatutários as Eleições para a Comissão Política Concelhia de Tomar, para um mandato de dois anos, para o próximo Sábado, dia 23 de Junho.

As eleições realizam-se entre as 16H00 e as 20H00, na Sede da Concelhia, na Rua Voluntários da República, podendo ser apresentadas Listas até às 17H00 do dia 19 de Junho, compostas por um mínimo de 33 efectivos e 12 suplentes.

Os membros das Listas candidatas deverão ter no momento da apresentação as quotas do 2ºSemestre de 2006 regularizadas e as mesmas deverão ser compostas por um mínimo de 33% de ambos os géneros.
São assim chamados, os mais de 370 militantes do PS de Tomar, a escolher a sua próxima Direcção Política, que sucederá às Presididas por António Alexandre (1988-96), José Mendes (96-02), Fernando Santos (02-04), Luis Ferreira (04-05) e Hugo Cristóvão (05-07).
Antes mesmo da Eleição dos 33 efectivos, são já inerentes com direito a voto 3 repressentantes da Juventude Socialista, o Vereador Carlos Silva e o Deputado Municipal Luis Ferreira.

quarta-feira, maio 30, 2007

JORNADAS PARLAMENTARES DO PS REALIZAM-SE EM TOMAR

A convite da Concelhia do PS, com a activa participação da Federação Distrital de Santarém e da Direcção do Grupo Parlamentar, decidiu esta realizar as suas Jornadss Parlamentares de Junho na nossa Cidade.

Será nos próximos dias 18 (Segunda-feira) e 19 (Terça-feira), do mês de Junho, que os Deputados do PS eleitos por todos os circulos eleitorais, estarão em Tomar a avaliar e preparar os seus trabalhos, no importante esforço de modernização de Portugal.

Na Terça-feira, dia 19, pelas 15H00, José Sócrates juntar-se-á aos Deputados nos seus trabalhos.

Brevemente daremos mais notícias do Programa de actividades politicas que se realizarão, por ocasião deste evento.

quarta-feira, maio 09, 2007

PS EXIGE CUMPRIMENTO DO PDM, NA QUESTÃO DO MERCADO MUNICIPAL

Foi presente a reunião de Câmara, ontem dia 8 de Maio, uma avaliação da Comissão Técnica da Sociedade Polis de análise das sugestões e reclamações sobre o Plano de Pormenor do Flecheiro.

O Partido Socialista, através do seu Vereador em regime de substituição Arq. José Vitorino, apresentou a seguinte declaração de voto:

DECLARAÇÃO PARA A ACTA

O documento emanado pela Sociedade Polis não considera a totalidade das sugestões entradas. Perde, assim, em rigor e isenção. A ser aprovado em reunião de Câmara, será ratificada uma eventual irregularidade.

O fundamento desta afirmação demonstra-se com a ausência de referência a alguns dos assuntos abordados na reclamação subscrita por representantes do Partido Socialista e entregue atempadamente. Nem fica a possibilidade de tais assuntos se encontrarem diluídos no quadro resumo, pois aqueles tratam tão somente de uma demonstração da desadequação do Plano de Pormenor ao Plano Director Municipal.

Mas há males que vêm por bem, pois o descuido resulta em maior incidência da nossa posição, obrigando à busca de recursos e, no exercício do direito de opinião, a exarar em acta o essencial sobre o assunto, sob a forma de declaração:


1. DESCONFORMIDADE COM O PLANO DIRECTOR MUNICIPAL

1.1
O Plano Director Municipal (PDM) identifica o Mercado Municipal como Equipamento Colectivo (letra D na Planta de Ordenamento da Cidade), integrado na Unidade Operativa de Planeamento e Gestão Nº11 do mesmo plano (UOPG 11).

O PDM define a UOPG 11 na alínea c) do ponto 3 do art.º 31º, nos seguintes termos:
“A UOPG 11 corresponde às margens do rio Nabão, integradas no perímetro urbano da cidade de Tomar, a ser objecto de projecto de recuperação das margens do rio Nabão (valorização do ambiente urbano), conforme delimitação na planta de ordenamento urbano, à escala de 1:5000, e que visa essencialmente:

A limpeza, o desassoreamento e a arborização das margens (protecção ambiental);
O estabelecimento de percursos pedonais, com carácter turístico que permitam a ligação entre as margens esquerda e direita do rio Nabão e a ligação deste à cidade e, em especial, ao casco antigo;

O tratamento das margens com equipamento lúdico, de recreio e espaços verdes que propiciem a fruição da água e do meio ambiente;

A criação de equipamento de carácter didáctico e lúdico ligado à água, numa perspectiva educacional e de protecção dos ecossistemas (zona norte, junto ao açude da Fábrica de Fiação);

Valorização do património ambiental (Mouchão e Mata da Fábrica de Fiação) e arquitectónico (açude da Fábrica, edifício da Fábrica de Fiação, Moinhos d'El -Rei, Calheiros do Felgueiro e açude das Ferrarias).

Nesta unidade operativa deverá atender-se à cota de máxima cheia, que é de 51,20 m.”
Como é de esperar em face das intenções expressas, o Plano Director não define para esta UOPG qualquer índice de construção.

Fica claro que a construção, a existir, será apenas a necessária para cumprir os pressupostos atrás expressos, ou para criar melhores condições de funcionamento dos equipamentos existentes, como é o caso do mercado (encontram-se ainda nesta Unidade a Igreja de Sta. Maria dos Olivais, o Lar de Idosos da Misericórdia, o Centro de Acolhimento de Crianças e, na margem oposta do rio, o antigo complexo Mendes Godinho).

Tal conclusão é reforçada pela indicação que o PDM dá, de índices, em outras zonas abrangidas pelo Plano de Pormenor: UOPG 12, índice de construção máximo 0,6; UOPG 14, índice 0,25.
Deve referir-se que em relação a esta última, o relatório do PP desenvolve ampla justificação para solicitar a alteração do índice para 0,5. Esta justificação é obrigatória nos termos da legislação aplicável, uma vez que a proposta agora presente deve sujeitar-se ao plano de nível superior, no caso, o Plano Director Municipal de Tomar.

Já em relação à UOPG 11, a proposta retoma as definições originais do PDM, que atrás se transcreveram.

Certo é que os documentos referem também o conceito de “recentrar a cidade”.
“Recentrar” a cidade com base num enorme centro comercial é uma ideia, do ponto de vista urbanístico (e também histórico), assustadora.

Melhor fariam se mantivessem uma adesão aos conceitos introduzidos pela Resolução do Conselho de Ministros nº26/2000 de 15/05/2000, que aprova o “Programa Polis – Programa de Requalificação Urbana e Valorização Ambiental das Cidades”.

Este documento defende como opções estratégicas, entre outras:

“Recentrar a vivência da cidade no seu centro tradicional;”

“A preocupação de «recentrar» as cidades, promovendo a revitalização dos centros históricos e das suas múltiplas valências, nomeadamente a cultural e turística, de forma a evitar a desertificação e declínio desses centros, deve estar sempre presente nas intervenções a realizar;”

1.2
Contudo, o Plano de Pormenor propõe, reflectindo as intenções da entidade que o encomenda, a construção de um centro comercial na UOPG 11.

Consideramos, como cidadãos, que um plano de ordenamento, no caso, o PDM, não pode ser apenas entendido como um instrumento ao serviço da gestão municipal para disciplinar o ímpeto da iniciativa particular. O Plano Director Municipal deve constituir-se como um contrato democrático que dê garantia à comunidade, de protecção, nos momentos em que a própria entidade gestora o pretende descaracterizar.

Por tal facto se justifica uma participação pública responsável, como acto de cidadania que a lei, em boa hora, integrou.

Caracterizemos a intenção relativa ao centro comercial:
. Implantação sobre o local do actual Mercado;
. Área bruta coberta, 20 000m2;
. Cércea máxima à plataforma de implantação, 21m (correspondente a 6/7 pisos de habitação);

Na extensão confinante com a frente de rio a cércea é de 15,7m (aprox. 5 pisos de habitação);
. Altura máxima à cota de cheia, 22,5m;
. Altura máxima ao rio em situação normal, 24,5m.
. Distância da fachada à linha de cheia, 5m.

A isto acresce um novo mercado anexado e mal enquadrado com a área bruta coberta de 4000m2, em dois pisos.

A extensão total da fachada do conjunto na frente de rio será de 135m mais 18m com maior afastamento.

Terá igualmente dois pisos para estacionamento, crê-se que sob toda a implantação.

Pedindo perdão por repetir dados que se encontram nos documentos, pretendemos apenas justificar que não se trata de uma intervenção discreta. Ou seja, entendemos que uma tão profunda alteração do PDM requer também uma sólida justificação.

Não parece ser esse caso.
Por outro lado, verifica-se uma ampla contestação popular a esta solução.

Nos termos da lei, a participação popular deverá ser considerada.
Nos termos da Al. f) do nº3 da Portaria nº137/2005 de 27/02, do Ministério do Ambiente e Ordenamento do Território, passarão a fazer parte dos documentos integrantes do Plano de Pormenor as participações recebidas em sede de discussão pública e respectivo relatório de ponderação.

Igualmente, nos termos do nº7 do Art.º77 do D.L. que enquadra o presente documento de participação:
“7 - A câmara municipal ponderará as reclamações, observações, sugestões e pedidos de esclarecimento apresentados pelos particulares, ficando obrigada a resposta fundamentada perante aqueles que invoquem, designadamente:
a) A desconformidade com outros instrumentos de gestão territorial eficazes;
(b)…c)…);
d) A eventual lesão de direitos subjectivos.”


2. PROPOSTA
Nestas condições e considerando:

- Que o PDM definiu, e bem, que a margem do Nabão deverá ser um espaço de desafogo, de fruição urbana, que vai ao encontro não só da importância que o rio possui na caracterização da cidade, como, de uma forma mais genérica, se enquadra nos princípios legais para a execução do instrumentos de ordenamento territorial que defendem repetidamente no seu articulado os princípios de: “sustentabilidade ambiental e solidariedade intergeracional”;

- Que um centro comercial é por definição um equipamento de utilização intensiva, que sobrecarrega infraestruturas, que tende a constituir-se como unidade funcional de consumo com pouca ou nenhuma vocação para o lazer saudável, para a fruição dos cidadãos para além da sua própria função;

- Que, além disso, os centros comerciais contrapõem essa utilização intensiva com um horizonte de vida curto, acusando ao fim de uma ou duas décadas, sinais claros de obsolescência;

- Que, por outro lado, os mercados municipais têm demonstrado uma muito maior estabilidade temporal, acomodando em muitos casos funções adicionais de carácter comercial, cultural, gastronómico, sem deixarem de se constituir como uma alternativa de diversidade e qualidade no abastecimento de bens essenciais, para a população residente, para o ramo alimentar, ou para o turismo;

- Que Tomar possui uma condição privilegiada, pois o seu mercado, ao contrário de outros, encontra-se em local excelente e possui espaço para uma ampliação que lhe devolva a qualidade e a modernidade necessárias; igualmente goza de um exterior amplo, que, bem gerido poderá cumprir o pulsar semanal sem desordem e com vantagens para os cidadãos;

Considerando finalmente, como exposto, que a venda, pela Câmara Municipal, ou a cedência de direitos por qualquer outra forma, do terreno do Mercado para a construção por privados de tal conjunto construído fere de forma grave os pressupostos do Plano Director Municipal;


Propomos, no âmbito da participação pública, em consonância com centenas de outros cidadãos:

- Manter o Mercado como elemento caracterizador do espaço que actualmente ocupa, com ampliação e modernização do mesmo;

- Prever um centro comercial em Marmelais, com volumetria mais discreta, junto à futura via circular urbana, com excelente acesso rodoviário;

- Lançar prioritariamente concurso para a construção da ponte de São Lourenço, em relação à ponte do Flecheiro;

- Investir num projecto de revitalização do comércio do centro urbano, segundo o conceito já existente em algumas Cidades de “Centro Comercial de ar Livre”.


Resta-nos deixar uma nota que muito revela sobre a forma como esta Câmara Municipal pensa o poder. Diz o “quadro resumo” que há muitas, parece que mais de duas mil reclamações/sugestões, que, sugerem que… concordam, ou que reclamam que concordam.

Com esta operação de abaixo assinados, o poder autárquico transformou numa contagem de peões, uma discussão pública que se quer isenta, fundamentada, e que serve essencialmente para melhorar a solução, não para a impor.


O Vereador, em exercício, do Partido Socialista,
José Becerra Victorino

quarta-feira, abril 25, 2007

UMA APOSTA NA LIBERDADE: 25 DE ABRIL SEMPRE!

Foi na Linhaceira que o PS de Tomar foi comemorar uma vez mais a exaltação da Liberdade.
Ouviu-se poesia, relembraram-se valores, falou-se de Liberdade e de Democracia, ambas sempre em risco, ambas a precisar do estímulo e da defesa diária por parte de todos.
Falou-se do PS, falou-se de Tomar, falou-se de freguesias, falou-se de pessoas, falou-se de futuras conquistas.
E enquanto o porco rodava no espeto, fez-se convívio, fez-se festa, fez-se Abril mais um dia.




Maria da Conceição Marques completou 25 anos de militância e foi homenageada pelos cerca de uma centena de convivas.


















































terça-feira, abril 24, 2007

PS PROPÕE LOJA DO CIDADÃO PARA TOMAR

Foi presente hoje a reunião de Câmara a seguinte proposta:

PROPOSTA

Considerando que o Governo se prepara para desenvolver no decurso deste e dos próximos anos a rede de Lojas do Cidadão, como forma de aproximar um conjunto de serviços públicos de todos os cidadãos;

Considerando que o Concelho de Tomar tem uma dimensão média, no contexto nacional, mantendo uma população no seu principal centro urbano, que a coloca como o terceiro pólo urbano do Distrito de Santarém;

Considerando que a acessibilidade a alguns serviços públicos na Cidade e Concelho de Tomar, necessita objectivamente de ser melhorada;

Considerando que o Concelho de Tomar tem uma localidade que dista da sua sede mais de 10 Km, com uma população residente superior a 1000 habitantes e um tecido económico em clara expansão ao longo dos últimos anos, que é a Linhaceira;

Considerando que além da nova geração de Lojas do Cidadão a serem criadas, existem também na rede os Postos de Atendimento ao Cidadão (PAC), já em funcionamento nas vilas de Ferreira do Zêzere e Mação e nas Cidades de Abrantes, Almeirim e Cartaxo

O Partido Socialista propõe à Câmara Municipal de Tomar que:

1 – Dê início a conversações com o Instituto de Gestão das Lojas do Cidadão, no sentido de a Cidade de Tomar vir a ser uma das primeiras Sedes de Concelho do Distrito, com a instalação de uma das Lojas do Cidadão de nova geração;

2 – Que no decurso dessas conversações proponha a Câmara a criação de um Posto de Atendimento ao Cidadão (PAC), na localidade da Linhaceira;

3 – Apenas a título de sugestão, possa a Câmara propor a localização da Loja do Cidadão de Tomar no edifício, a partir de agora subaproveitado do Ministério da Agricultura, junto à primeira fase da Nabância ou nas antigas instalações do Laboratório Militar, junto ao interface rodo-ferroviário da Cidade, bem como a instalação do PAC na Linhaceira se estabelecer através de Protocolo com o Centro de Dia da respectiva localidade.

Tomar, 24 de Abril de 2007
O Vereador Socialista

terça-feira, abril 10, 2007

ARGUMENTOS DO PS CONTRA O ORÇAMENTO

DOCUMENTO DE PRESTAÇÃO DE

CONTAS DO MUNICÍPIO DE TOMAR – ANO DE 2006

Declaração de Voto

A apresentação técnica de um relatório de actividades e contas obedece a critérios rígidos do ponto de vista legal, baseados no Decreto-Lei nº54 A/99. Dessa forma e pelo exposto, mais que analisar o Documento do ponto de vista técnico, com toda a complexidade que acarreta, o importante é a sua análise do ponto de vista do cumprimento ou não dos objectivos políticos rumo ao desenvolvimento e crescimento económico do Concelho.

Como vem sendo recorrente, o executivo PSD brinda-nos com um documento algo distante da realidade ou não se diga no mesmo, por exemplo, que Tomar é um dos Concelhos do País que melhor aproveita as suas potencialidades e recursos. Será que nem sequer conseguimos olhar para as políticas desenvolvidas pela maioria dos nossos concelhos vizinhos? Onde está a política que fomente o crescimento económico e promova a criação de emprego, claramente o maior problema do Concelho?

É difundido diversas vezes no documento, o factor positivo do não aumento do endividamento no último ano. Contundo, como se trata de um executivo com cerca de 10 anos de mandato este argumento é falacioso, ou o endividamento não tivesse mais que triplicado desde 1998, período inicial da gestão PSD.

O Partido Socialista em relação a esse ponto, não discorda de imputar parte dos gastos de investimento às gerações futuras, princípio correcto do ponto de vista da teoria económica. Contudo discordamos de como tem sido utilizada esta política, nomeadamente hipotecando o futuro sem serem visíveis benefícios claros, por exemplo no potenciar do desenvolvimento económico do Concelho. A aposta em obras de duvidosa eficácia para a fixação e crescimento económico das Empresas e, como tal, da melhoria da qualidade de vida dos cidadãos é claro exemplo destes 10 anos de oportunidades perdidas. Foi esta a gestão financeira do PSD nos últimos anos e tem de ser ela a ser discutida e não apenas os valores contabilísticos de 2006, mesmo que alguns demonstrem pouca eficácia como a diminuição das receitas correstes e de capital.

Do ponto de vista das receitas Municipais, o Partido Socialista tem insistido na necessidade de uma política solidária e ao mesmo tempo concertada para o desenvolvimento económico, sendo dessa forma que consideramos que a diminuição das receitas da Derrama no ano de 2006, quando ela ainda era calculada da forma antiga (correspondendo no caso de Tomar a um acréscimo de 10% do valor pago em IRC), se deve a uma política não competitiva a nível de desenvolvimento económico. Este indicador demonstra as dificuldades que Tomar tem tido a nível económico com graves consequências a nível de emprego e fixação de população, desta forma o Partido Socialista só pode se insurgir com a política cega do ponto de vista das receitas e financeiro.

No ano 2006 vários problemas do Concelho continuaram sem resolução, continuando aquele que era um importante marco para o turismo sem solução, o Parque Campismo. Desta forma, chega a ser ridículo os 1000 Euros orçamentados para receitas, que contundo e como seria de esperar, foram zero. No ano de 2006, o mercado e o parque de campismo ficaram como antes sem uma verdadeira política que os valorizasse como potenciais turísticos, num ano em que o concelho de Tomar viu o “Convento de Cristo” nas bocas do mundo devido ao concurso das “Sete Maravilhas”, mas que ao mesmo tempo o executivo não aproveitou para dar dignidade aos espaços adjacentes ao monumento que muitas vezes mais parecem uma lixeira.

Em relação ao património municipal, o ano de 2006 foi um ano marcado por uma política casual e sem estratégia, onde a aquisição do património foi factor dominante, mas sem que com isso o executivo inovasse na sua forma de o gerir, como no ano em análise foi defendido pelos autarcas do Partido Socialista. A degradação completa do Convento de Santa Iria, sem uma estratégia concertada de recuperação, claramente demonstra isso.

Desta e forma e pelo exposto e porque são cerca de 10 anos de gestão PSD que estão em discussão, só podemos votar contra, pela necessidade de uma política de apoio à criação de emprego, valorização patrimonial e uma efectiva política de habitação para todo o Concelho.

Tomar, 10 de Abril de 2007

segunda-feira, abril 09, 2007

2ª SESSÃO DO CICLO DE CONFERÊNCIAS AUTARQUICAS, CONTINUA NO ENTRONCAMENTO


O Secretariado da Federação de Santarém, convida para a 2ªSessão do Ciclo de Conferências Autárquicas, que se realiza no Entroncamento, no próximo Sábado, dia 14 de Abril, pelas 15H00, no Centro Cultural do Entroncamento, junto à Câmara Municipal.


Esta 2ªSessão, contará com a presença dos camaradas João Ferrão e João Figueiredo, a exercerem as funções de Secretário de Estado da Ordenamento do Território/Cidades e da Administração Pública respectivamente, que abordarão os desafios do novo Plano de Ordenamento Regional do Oeste e Vale do Tejo e apresentarão as linhas de orientação da Reforma da Administração Pública.


Esta é mais uma oportunidade para todos os nossos autarcas e candidatos a autarcas em 2009, para se inteirarem dos novos desafios colocados às Câmaras e Juntas de Freguesia do nosso Distrito.

segunda-feira, abril 02, 2007

EDUARDO CABRITA ANUNCIA EM TOMAR FIM DE LICENCIAMENTO PRÉVIO PARA CONSTRUÇÃO COM PLANOS DE PORMENOR EFICAZES




Realizou-se no passado Sábado no Instuto Politécnico em Tomar, a primeira Sessão do Ciclo de Conferências Autarquicas de 2007, que contou com a presença do camarada Eduardo Cabrita, a exercer as funções de Secretário de Estado da Administração Local.




Com a presença de mais de cem autarcas do Distrito de Santarém, a Sessão começou com uma intervenção do presidente do PS de Tomar, Hugo Cristóvão, onde valorizou esta atitude da Federação de começar este Ciclo de Formação, precisamente em Tomar, reflectindo assim a aposta que vem sentindo para a reconquista da Cãmara Municipal para o PS.




António Rodrigues, Presidente da Federação do PS, falando de seguida referiu a importância que dava, também enquanto autarca ao facto de se iniciar este Ciclo com a presença de Eduardo Cabrita, titutlar da responsabilidade da´s Autarquias Locais, num momento em que estas têm dado um contributo significativo para a resolução de grandes problemas das populações.


Eduardo Cabrita começou por se referir à "estrat+egia coerente que tem sido seguida na reforma do estado", sem afirmar nenhum "grande reforma", como vinha até hoje a ser hábito na sociedade portuguesa. A implementação do PRACE, adequando as estruturas dos diferentes Ministérios à divisão Distrital ou das Regiões (NUTII). A volorização a nivel dos financiamentos da parceria entre Ministérios e entre Municipios, adequando estes investimentos prioritariamente à área territorial das NUTIII - no nosso caso à Lezíria do Tejo (com o Concelho da Azambuja) e ao Médio Tejo (com o Concelho de Ourém e sem Mação).


Eduardo Cabrita fez ainda uma breva passagem pelo desafio que se coloca no futuro para acabar com a eleição simultânia das Câmaras e Assembleias Municipais, passando a eleger apenas a Assembleia Municipal, a exemplo do que se passa hoje para as Assembleias de Freguesia.


Deu ainda como exemplo da estratégia que vem sendo seguida, no sentido de moralizar a vida pública, a Lei de limitação de mandatos, que garante a renovação da classe política local a nível dos executivos municipais, bem como a nova Lei de Financiamento das Autarquias Locais, que reforçando o papel tributário destas, garante uma melhoria da sua autonomia, face ao Orçamento de Estado.




Sobre este aspecto, lembrou que pela aplicação do novo modelo, as mais pequenas freguesias viram já este ano as suas transferências do OE aumentadas. Com a "reforma do cadastro rústico as Freguesias verão as suas receitas aumentarem substancialmente no decurso dos próximos anos", afirmou o Secretário de Estado e dirigente socialista Eduardo Cabrita.Com este novo modelo de financiamento "podem as autarquias impôr a sua competitividade pelas escolhas que fazem, seja através da política de isenções para a fixação de determinado tipo de investimentos, na revitalização dos seus núcleos urbanos, por exemplo".




A nova ideia que Eduardo Cabrita trouxe aos Autarcas Socialistas, foi a de que o Governo vai avançar com a extensão da ideia SIMPLEX às Autarquias Locais. Um dos exemplos, afirmou, "tem a ver com o terminar com o licenciamento prévio para construções em àreas do território onde existam Planos eficazes de ordenamento do mesmo".




Eduardo Cabrita referia-se obviamente aos Planos de Pormenor onde estão bem claras as regras e o "desenho" urbano previsto, não fazendo qualquer sentido que os investidores passem pelo calvário de licencimaneto que chegam a atingir vários anos.Também no sentido da desborucratização, Eduardo Cabrita, afiançou do grande investimento que irá ser feito para facilitar o investimento industrial e empresarial, deixando os promotores de percorrerem um conjunto de entidades para obterem pareceres prévias à actividade.Como contraponto destas medidas foi garantido que a fiscalizaçãoà posteriori seria reforçada, para defender o interesse público. O objectivo parace começar a ser "INVESTIR e CRIAR RIQUEZA, JÁ!", fiscalizando depois.




Com mais de uma dezena de questões que foram colocadas, encerrou-se assim esta 1ªSessão das Conferências Autarquicas de 2007, que terão a sua continuidade no próximo dia 14 de Abril no Centro Cultural do Entroncamento.

terça-feira, março 27, 2007

PROPOSTA DE DELIBERAÇÃO SOBRE A GNR

Foi presente hoje, a reunião de Câmara, a seguinte proposta do PS, sobre as forças de segurança:

Motivado pela notícia vinculada na passada semana sobre a eventual saída do comando da GNR para um concelho vizinho, e mesmo acreditando convictamente que a mesma não corresponda à verdade, entendo o que este executivo camarário deve provir no sentido de obter um cabal esclarecimento desta situação.

Assim, propõe-se que esta Câmara delibere no sentido de:

Questionar formalmente as entidades tutelares da área em causa, o Governo Civil e o Ministério da Administração Interna, sobre a veracidade ou falsidade desta situação.

Aproveitando este facto deve ainda o executivo aproveitar para:

Lembrar da necessidade de proceder à construção de novo quartel para a GNR, uma vez que o actual se encontra já bastante degradado e limitado para aquilo que são as necessidades desta força de autoridade.

Reforçar a necessidade urgente de transferir a PSP das actuais instalações, não só pelas limitações das mesmas, mas também pelo crescente degradar do edifício destinado a acolher esta entidade, situação que há tempo deveria estar resolvida.

Tomar, 26 de Março de 2007,

O Vereador
(Carlos Silva)

domingo, março 18, 2007

COMISSÃO POLÍTICA CONCELHIA SEXTA-FEIRA, DIA 23 DE MARÇO

Nos termos dos Estatutos do Partido e do Regimento da Comissão Política Concelhia, convoco para Sexta-feira, dia 23 de Março de 2007, pelas 21H00, na Sede do PS em Tomar, uma reunião da Comissão Política, com a seguinte ordem de trabalhos:

1 - Reorganização dos Serviços no Centro Hospitalar do Médio Tejo;

2 - Plano de Pormenor do Flecheiro e Mercado;

3 - Outros assuntos de interesse para o Concelho e Partido.

Tomar, 18 de Março de 2007

O Presidente da Comissão Política do PS
Hugo Cristóvão

sexta-feira, março 16, 2007

PS VOTA CONTRA TRABALHOS A MAIS NA OBRA DO MOUCHÃO

Foi esta a declaração de voto apresentada pelo Vereador do PS sobre esta matéria:

DECLARAÇÃO DE VOTO

EMPREITADA DE REQUALIFICAÇÃO DO MOUCHÃO E VARZEA PEQUENA

Avaliado este processo, consideramos que o mesmo releva mais uma vez a falta de rigor técnico, com que a Câmara Municipal encara obras de uma responsabilidade como a presente.

Uma boa parte dos trabalhos a mais, resulta apenas de alterações ao projecto inicial ou de insuficiências destes.

Na sequência de exemplos anteriores de desastrosa gestão de projecto e obra, por exemplo o Pavilhão Municipal, estacionamento e arranjos exteriores, não temos quaisquer dúvidas que mal começada a obra estarmos já com trabalhos a mais, resultantes essencialmente de ERROS E OMISSÕES DE PROJECTO, que atingem já 21% do valor inicial da obra, ou seja próximo do limite legal, deixam-nos a certeza de que estamos perante mais um caso de ligeireza na gestão dos recursos dos contribuintes.

Pelas razões expostas votamos CONTRA.

Tomar, 15 de Março de 2007
O Vereador Socialista
(Carlos da Piedade Silva)


O Vereador do PS, propôs ainda as seguintes alterações em relação ao Regulamento dos Espaços Internet do Município:

PROPOSTA de ALTERAÇÕES

REGULAMENTO DOS ESPAÇOS INTERNET DO MUNICÍPIO DE TOMAR

Considerado o Regulamento proposto pela Divisão Administrativa e Tecnologias da Informação, propomos que:

1 – Todas as referências a “Câmara Municipal”, sejam substituídas por “Município de Tomar”;

2 – Todas as referências a “Executivo Municipal”, sejam substituídas por “Câmara Municipal”;


Considerando ainda, que no contexto da alfabetização tecnológica, é do interesse público criar melhores condições para que os séniores possam ter acesso às tecnologias em condições mais acessíveis, propomos que:

1 - No Anexo, de Tabela de taxas dos Espaços Internet, ponto IV, seja dada isenção total aos maiores de 65 anos;

2- No Anexo, de Tabela de taxas dos Espaços Internet, ponto V, seja dada isenção de 50% aos maiores de 65 anos, na obtenção do “Diploma de Competências básicas”;



PS EXIGE RESPOSTA A TODOS OS CIDADÃOS NO CASO DO MERCADO DE TOMAR

Foram presentes hoje a reunião de Câmara as seguintesposições do PS, com especial destaque em relação ao Requerimento sobre a resposta obrigatória a todos os cidadãos, que deram sugestões ou fizeram reclamações em relação ao Plano de Pormenor do Flecheiro e Mercado.

REQUERIMENTO

Tendo terminado no passado dia 7 de Março o período de discussão pública sobre o Plano de Pormenor do Flecheiro e Mercado, no âmbito do programa Polis.

Sendo do nosso conhecimento que centenas de cidadãos entregaram sugestões e reclamações no prazo legal definido, junto da Sociedade Polis de Tomar.

Sendo certo, que este terá sido talvez o plano de Pormenor do Polis Tomar que mais participação dos cidadãos teve.

Considerando a importância que tem, para a vida de todos os cidadãos deste Concelho, as profundas alterações propostas neste Plano de Pormenor.

REQUEIRO que:

1 – Seja informada esta Câmara Municipal do número total de reclamações e sugestões individuais e do número de sugestões e reclamações colectivas, recepcionadas pela Sociedade Polis;

2 – Que a todos os cidadãos que entregaram as suas sugestões e reclamações, no âmbito deste Plano de Pormenor, seja dada resposta individualizada sobre as mesmas.

Tomar, 15 de Março de 2007

O Vereador Socialista

(Carlos da Piedade Silva)


Tomada de posição do Vereador, sobre Processos Disciplinar a funcionários:

PROPOSTA

PROCESSO DISCIPLINAR

Sendo presente a esta reunião de Câmara a homologação da decisão do Conselho de Administração dos SMAS, de instauração de Processo Disciplinar ao funcionário... Manuel Sousa ...;

Considerando que infelizmente várias situações, de processos disciplinares levantados nos últimos anos pela Câmara Municipal e SMAS, reportam a eventuais situações de enquadramento social e familiar complicadas;

Considerando a responsabilidade social dos órgãos da administração pública portuguesa, nomeadamente as autarquias locais;

Considerando a existência no seio do Município de um Serviço de Acção Social, em actividade intensa no desenvolvimento da Rede Social do Concelho de Tomar;

Considerando que a referenciação e acompanhamento das situações de índole social são um dos objectivos da actuação das Redes Sociais.

Proponho que:

1 – Neste, como noutros casos, independentemente dos procedimentos legais obrigatórios de instrução por parte da Administração Pública, seja elaborado relatório de aferição e acompanhamento da situação social do funcionário;

2 – Que de futuro, antes do levantamento de qualquer processo disciplinar seja elaborado relatório de aferição e acompanhamento da situação social de cada funcionário em risco de processo de exclusão social.

Tomar, 15 de Março de 2007
O Vereador Socialista
(Carlos da Piedade Silva)