quinta-feira, agosto 20, 2009

PS na festa dos Brasões

Entre as muitas que têm animado este verão e onde os candidatos do PS têm marcado presença, José Vitorino, Anabela Freitas e Hugo Cristóvão e outros candidatos, estiveram com o candidato a Presidente da Junta de Freguesia de Carregueiros na festa dos Brasões.

quarta-feira, agosto 19, 2009

Reis Ferreira



Quem é Manuel Machado Reis Ferreira, candidato do PS na Lista da Câmara Municipal?



Residente em Tomar, sessenta anos de idade, Economista, pós-graduado em Prospectiva e Estratégia, especialista em Planeamento Turístico, Análise de Projectos e Planeamento Estratégico.

Professor do Ensino Superior desde 1975, no ISEG, Mestrado em Planeamento Regional e Urbano da Universidade Técnica de Lisboa, Universidade Autónoma de Lisboa, Universidade Atlântica, Universidade Católica de Lisboa e Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril.

Professor do Instituto Politécnico de Tomar desde 2000, no Departamento de Gestão Turística e Cultural, onde é responsável da Área de Turismo e coordenador técnico do Mestrado em Desenvolvimento de Produtos de Turismo Cultural.

Trabalhou no Departamento Central de Planeamento, no Gabinete da Área de Sines e na Direcção-Geral do Turismo.

Tem vasta experiência como consultor de Planeamento Turístico e de Planeamento Regional e Urbano na elaboração de Planos Regionais e Planos Municipais de Ordenamento do Território.

Militante do Partido Socialista, pertenceu ao Gabinete de Estudos e pertence actualmente à Secção Sectorial de Turismo.

TODOS SOMOS PRECISOS!

segunda-feira, agosto 17, 2009

PS entregou listas no Tribunal

O Tenente-coronel José Pereira Marques, mandatário das Listas do PS, acompanhado por alguns dos candidatos do PS, fez a entrega oficial das listas candidatas.

Quase 300 cidadãos do Concelho, integram as Listas do PS, entregues hoje no Tribunal de Tomar, às 17 autarquias de Tomar onde o PS concorre.

As listas do PS integram 114 mulheres (39,2%) e 177 homens (60,8%), cumprindo assim em excesso a Lei da paridade, que obriga à presença mínima de 33% de cada um dos géneros. Acresce a esta situação o facto de o PS ter três mulheres como cabeças de Listas, às Freguesias de Sta.Maria dos Olivais, Casais e Pedreira, facto que acontece pela primeira vez.

A idade média dos candidatos à Câmara Municipal é de 52 anos e da Lista à Assembleia Municipal de 34 anos. A média de idades de todos os seus candidatos é de 45 anos.
As listas do PS têm:
- 12 novos eleitores nas suas Listas, 4,1% dos seus candidatos.
- 63 candidatos têm entre 19 e 29 anos, 21,6% dos candidatos.
- 210 candidatos têm entre 30 e 64 anos, 72,2% dos candidatos.
- 18 candidatos têm 65 ou mais anos de idade, 6,2% dos candidatos.

A Lista da Câmara Municipal, é encabeçada por José António Becerra Vitorino (54 anos) e a da Assembleia Municipla por Hugo Renato Ferreira Cristóvão (31 anos). As das 15 Freguesias, às quais o PS concorre:

Além da Ribeira - João da Costa Henriques, Vale Venteiro, Aposentado, 65 anos
Alviobeira - Fernando Manuel Piedade Nunes, Alviobeira, Empresário, 56 anos
Asseiceira - Jorge Sirgado Garcia, Linhaceira, Empresário, 58 anos
Beselga - Carlos Alberto da Silva Lopes, Vale do Calvo, 59 anos
Carregueiros - João Miguel Sousa Plácido André, Brasões, 31 anos
Casais - Maria do Céu Henriques Brito Graça, Olas, Empresária, 51 anos
Madalena - Arlindo da Conceição Costa Nunes, Porto Mendo, Assistente Operacional, 51 anos
Olalhas - Tomé de Jesus Nunes Esgueira, Aboboreiras, Empresário, 59 anos
Paialvo - Vitor Manuel de Jesus Pereira, Delongo, Formador, 40 anos
Pedreira - Rita Isabel Antunes Medeiros Clara, Pedreira, Estilista, 30 anos
Sabacheira - Fernando da Costa Graça, Chão de Maçãs, Empresário, 65 anos
Serra - Sebastião Manuel da Noiva Rodrigues, Castelo Novo, Formador, 45 anos
S.Pedro - Fernando Manuel Baptista do Carmo, S.Pedro, Empresário, 42 anos
S.João Baptista - Francisco José dos Santos Faria, S.Lourenço, Empresário, 58 anos
Sta Maria Olivais - Maria da Saudade Pocinho Figueiredo dos Santos, Tomar, Enfermeira, 52 anos

Lista de candidatos à Assembleia Municipal
16 Mulheres, 22 Homens, Idade média de 34 anos

EFECTIVOS
Hugo Cristóvão, professor, 31 anos, Algaz
Anabela Freitas, técnica de emprego, 42 anos, Tomar
José Pereira, professor aposentado, 60 anos, Tomar
Hugo Costa, economista, 26 anos, Cabeças
Fátima Duarte, assistente social, 41 anos, Chão de Maçãs
António Oliveira, professor, 54 anos, Palaceiros
João Cardoso, empresário de restauro, 57 anos, Tomar
Celeste Jesus, assistente social, 49 anos, Tomar
Vasco Marques, advogado, 34 anos, Tomar
Manuel Oliveira, empresário, 60 anos, Falagueiro
Mónica Martins, engenheira do ambiente, 24 anos, Tomar
João Salvador, economista, 27 anos, Linhaceira
Carolina Mourão, geógrafa, 24 anos, Cem Soldos
André Samouco, sociólogo, 55 anos, Tomar
Joana Martins, advogada, 31 anos, Tomar
Tiago Costa, bancário, 29 anos, Serra de Baixo
Rui Lopes, professor, 32 anos, Tomar
Mariana Carvão, professora aposentada, 56 anos, Palhavã
Miguel Gonçalves, técn. sup. Emprego, 37 anos, Tomar
Américo Freire, economista aposentado, 57 anos, Tomar
Celeste Gouveia, advogada, 29 anos, Asseiceira

Suplentes
Nuno Ferreira, engenheiro civil
Mª Jesus Freitas, auxiliar acção educativa
Carlos Tibúrcio Silva, professor
Patrícia Ferreira, economista
Paula Peixoto, consultora recursos humanos
Bruno Homem, músico
Hugo Lucas, estudante economia
Filipa Garcia, gestora de saúde
Fábio Gonçalves, empregado de mesa
Ricardo Gilberto, engenheiro civil
Élia Antunes, administrativa
Pedro Alves, trabalhador estudante
Bruno Martinho, técnico de som
Joana Nunes, contabilista
David Pereira, estudante gestão da qualidade
João Lopes, estudante
Sónia Marques, estudante
Susana Faria, economista
Lista de candidatos à Câmara Municipal
6 Mulheres, 8 Homens, Idade média de 52 anos
José António Becerra Vitorino, professor, 54 anos, Tomar
Luis José da Silva Ferreira, tec. informática, 42 anos, Tomar
Anabela Rosa Almeida Estanqueiro, advogada, 43 anos, Tomar
António Manuel Alves Cúrdia, técnico superior da administração pública , 52 anos, Tomar
Zita Carla Vicente Freire Figueiredo, assistente social, 29 anos, Linhaceira
Maria Ermelinda Vasconcelos dos Santos Alves Henriques, professora aposentada, 64 anos, Tomar
António Pedro da Silva Salgueiro, director fabril aposentado, 60 anos, S.Pedro
Sandra Godinho Silva, Lic.linguas Literaturas Modernas, 26 anos, Vale da Torre
Manuel Machado Reis Ferreira, professor do ensino superior, 60 anos, Tomar
Vera Sofia Sepúlveda de Castelo Branco, gerente hoteleira, 53 anos, Alverangel
António Silva Nunes, polícia aposentado, 64 anos, Cem Soldos
Maria João Serrano Baginha, professora aposentada, 62 anos, Tomar
Joaquim António de Oliveira Garcia Segorbe, gerente apaosentado, 63 anos, Tomar
Carlos da Piedade Silva, tec.tributário, 59 anos, Valdonas

sexta-feira, agosto 14, 2009

Candidata a Deputada na entrega das Listas em Tribunal



A socialista tomarense e candidata a Deputada, Anabela Freitas, esteve hoje de manhã no Tribunal de Santarém, na entrega das Listas de candidatos do PS às eleições legislativas.




Capitaneados pelo Coronel Garcia Correia, militar de Abril e mandatário da candidatura do PS no distrito de Santarém e acompanhados por Paulo Fonseca, Presidente da Federação e dos candidatos Jorge Lacão, Idália Moniz, João Sequeira e Fernando Pratas, Anabela Freitas marcou presença neste simbólico acto em prol de Portugal, da afirmação dos valores do socialismo democrático e da afirmação de Tomar no contexto regional e nacional.


quinta-feira, agosto 13, 2009

tem a palavra...

"Uma campanha com a FORÇA das convicções, a BELEZA própria da política, feita à LUZ dos príncipios democráticos e com a SABEDORIA necessária para encontrar as boas respostas para os problemas do concelho, é o que tenho a certeza que vai acontecer em Tomar, com o PS a liderar o debate.

Como não voto em Tomar só posso apoiar pela palavra a equipa do meu amigo fraterno Vitorino e de todos os que o acompanham no projecto de mudança que ele protagoniza."


José Miguel Medeiros, amigo e camarada ex-Governador Civil de Leiria que agora desempenha as funções de Secretário de Estado da Protecção Civil, comentou no Facebook da candidatura da Geração Tomar.

terça-feira, agosto 11, 2009

Tenente-Coronel Pereira Marques é o mandatário do PS

O Partido Socialista através do candidato à câmara José Becerra Vitorino, anunciou este fim-de-semana num encontro ocorrido no Hotel dos Templários, como seu mandatário o Tenente-Coronel José Pereira Marques, ex-chefe de várias bandas militares entre as quais a Banda Sinfónica do Exército.
Pelo seu perfil de rigor e seriedade, bem como a credibilidade que atesta a sua carreira, e também o que nela foi de entrega a Tomar, “Pereira Marques é a personalidade que nos honra e nos prestigia, e nos deixa seguros da igual credulidade que merecemos junto dos cidadãos, para os quais queremos destinar o nosso trabalho e o trabalho da Câmara de Tomar a partir de 11 de Outubro”. “Uma câmara verdadeiramente ao lado das necessidades e das ambições dos tomarenses”, acrescentou.

Também Hugo Cristóvão, presidente da concelhia do PS Tomar, se mostrou satisfeito e honrado pela disponibilidade pronta com que o seu antigo maestro respondeu ao apelo, estando “convicto de que é mais um exemplo e estímulo de como o PS está no bom caminho”, no espírito da ‘Geração Tomar’ que dá mote à candidatura, “conseguindo congregar cidadãos de todas as idades, formações profissionais e experiências de vida, unidos da vontade de melhorar a nossa terra, e é a única alternativa capaz de mostrar aos tomarenses uma nova liderança e capacidade de fazer o presente e projectar o futuro”.

Por seu turno, o agora aposentado, a quem competiu a Chefia do Serviço de Bandas e Fanfarras do Exército, José Pereira Marques mostrou-se lisonjeado com o convite, o qual afirmou ter aceitado de imediato por ter plena segurança nas capacidades de José Vitorino, tendo desde o momento da sua escolha manifestado junto de dirigentes do PS o seu agrado e confiança, bem como a sua disponibilidade para colaborar com o projecto. Disse acreditar ser Vitorino, ou não fosse também este filho de militar, e a sua equipa os únicos capazes de imprimir estratégia e rigor à gestão e direcção do concelho, capazes de mudar o percurso algo indiferente e desorientado que a nossa terra tem sofrido.

Para Tomar – onde reside há cerca de 40 anos, dirigiu a Banda do Regimento de Infantaria, foi professor do ex-Conservatório Regional de Tomar e durante cerca de duas décadas foi maestro da Banda da Sociedade Filarmónica Gualdim Pais – desejou uma maior aposta na cultura como algo que pode não só aumentar a qualidade de vida e formação dos cidadãos, mas também ser capaz de criar empregos e gerar riqueza, sendo declaradamente uma área que nos pode distinguir, como fez já noutras épocas, dos concelhos vizinhos. Disse ser necessário apostar na capacidade instalada e potenciar o que de bom se vai fazendo, possibilitando um maior profissionalismo e trabalho conjunto de muitas das instituições do concelho, criando também um cartaz anual de eventos que alavanque o concelho para outras áreas como o turismo, e “nos tire de algum anonimato a que vamos sendo dotados quando comparados com outros concelhos onde o trabalho nesta área vai sendo maior, com evidentes prejuízos a vários níveis para nós tomarenses”.
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Uma escolha decisiva

artigo de opinião de José Sócrates, Secretário Geral do PS, no JN de hoje

Um programa com prioridades claras
O Partido Socialista, cumprindo com seriedade e sentido das responsabilidades o seu dever democrático, apresentou já, publicamente, o seu programa eleitoral. É um programa de ambição e de futuro. Mas é também um programa com prioridades muito claras: vencer a crise, modernizar o País, reduzir as desigualdades sociais.

Dirigimos o foco da nossa atenção, claramente, para as urgências do tempo presente : superar a crise que veio de fora, relançar a economia e promover o emprego. Mas apontamos, também, o caminho do futuro - de que não podemos desistir - para uma economia mais forte e competitiva: prosseguir o movimento de modernização da economia e do Estado, reforçar as qualificações, continuar a reduzir a dependência energética, valorizar as exportações. A mobilização de vontades e energias nacionais em torno de um Pacto para a Internacionalização das Pequenas e Médias Empresas e de um Pacto para o Emprego estruturam as nossas propostas de ambição renovada para a economia portuguesa. Paralelamente, propomos novas medidas concretas para prosseguir o reforço das políticas sociais e a qualificação dos serviços públicos, de modo a ir mais longe no combate à pobreza e às desigualdades, proporcionando mais oportunidades para todos.

Ter ou não ter programa: uma questão de responsabilidade política
A pouco mais de um mês das eleições legislativas, o contraste não poderia ser maior. O PS, como lhe compete, apresenta os resultados de quatro anos de reformas que, apesar de todas as dificuldades, permitiram pôr as contas públicas em ordem, retirar a segurança social da situação de alto risco, modernizar e simplificar a administração pública, generalizar o acesso às novas tecnologias de informação, levar a economia portuguesa a uma balança tecnológica positiva, colocar Portugal na dianteira nas energias renováveis, reduzir o abandono e o insucesso escolar, desenvolver o ensino profissional, melhorar os cuidados prestados pelo Serviço Nacional de Saúde e concretizar toda uma nova geração de políticas sociais, que reduziu a pobreza e as desigualdades, aumentou o salário mínimo e reforçou em muito o apoio às famílias. Mas, ao mesmo tempo que apresenta resultados, o PS mostra, uma vez mais, iniciativa e determinação, apresentando um programa de novas propostas para responder à crise internacional e preparar o futuro do País.

Enquanto isso, a única coisa que vemos do lado da Oposição é a insistência na velha lógica de coligação negativa, em que forças políticas de sinal contrário, como a direita conservadora e a esquerda radical, convergem no objectivo comum de atacar o PS e dizer mal de tudo o que se tenta fazer para melhorar o País. Quanto ao futuro, nada parecem ter para dizer aos portugueses.

E é preciso notar que se o PS apresenta um programa, a direita esconde o seu. De facto, enquanto o PS lança as ideias políticas que marcam o debate, na direita reina o vazio: não tem ideias nem alternativa para apresentar e, mais grave ainda, tenta agora esconder dos eleitores as ideias que antes apresentou e defendeu, como as que contestaram o aumento do salário mínimo ou as que poriam em causa a universalidade e tendencial gratuitidade do Serviço Nacional de Saúde, bem como a própria matriz pública do nosso sistema de segurança social, que garante as pensões e as reformas dos portugueses.

Mas a direita não tem como esconder a sua verdadeira face: o regresso ao passado. Quatro anos volvidos, a direita não tem melhor para propor que as mesmas ideias e as mesmas pessoas. Mesmas ideias e mesmas pessoas que, ainda há pouco, em condições bem mais favoráveis, fracassaram totalmente na governação. Falam, por vezes, como se tudo estivesse esquecido. Não: nós sabemos o que a direita fez no Governo passado.

1ª escolha: atitude
Nas próximas eleições legislativas, de 27 de Setembro, os portugueses serão chamados a fazer uma escolha política decisiva. E, do meu ponto de vista, essa escolha envolve três opções fundamentais, que gostaria aqui de explicitar de forma a clarificar o que, no essencial, está em jogo.

Em primeiro lugar, trata-se de escolher uma atitude na governação. Como é manifesto, a atitude que tem marcado o discurso da direita é dominada pelo pessimismo, pela amargura e pela resignação. Bem vistas as coisas, a direita só fala do futuro para dizer que tem medo do dia de amanhã. Medo: não apela ao melhor mas ao pior de nós. A sua mensagem é triste e miserabilista. Não adianta fazer nada a não ser esperar pacientemente por melhores dias.

Pois eu acho que esta atitude paralisante, herdeira de um certo espírito do salazarismo, faz mal ao País e não nos deixa andar para a frente. Pelo contrário, acho que o primeiro dever de quem governa é ter uma visão do futuro do País e a determinação de impulsionar as reformas modernizadoras que são necessárias para servir o interesse geral. Este é o seu dever: mobilizar as energias da sociedade e puxar pela confiança. Confiança, nunca desistir da confiança.

E atenção: esta não é uma questão menor. Naturalmente, a superação dos desafios há-de resultar, sobretudo, do dinamismo da sociedade e da iniciativa dos seus agentes económicos. Mas num momento como este, de dificuldades e tarefas tão exigentes, a atitude de quem governa pode ajudar a fazer a diferença entre o fracasso e o sucesso.

É por isso que digo aos portugueses que há aqui uma opção importante a fazer. E digo mais: a atitude de pessimismo, de resignação e de paralisia que marca o discurso da direita não serve os interesses do País. O que os tempos exigem é uma outra atitude na governação: uma atitude de confiança, de determinação e de iniciativa para vencer as dificuldades do presente, prosseguir o movimento de modernização e preparar o futuro País.

2ª escolha: investimento público
Em segundo lugar, há uma escolha política a fazer sobre o investimento público. A questão é esta: num contexto de crise económica global e de consequente quebra das exportações, de falta de confiança e adiamento de projectos por parte dos investidores privados, de dificuldades no acesso ao crédito, de menor procura pelos consumidores, que factor pode contribuir para relançar a economia, salvar muitas empresas e promover o emprego? Desde a célebre Grande Depressão, que se seguiu à crise de 1929, todos os economistas que resistem à cegueira ideológica sabem a resposta: o investimento público. Por isso, a generalidade dos países europeus e das economias desenvolvidas, incluindo os Estados Unidos da América de Obama, decidiram enfrentar a crise lançando programas de reforço do investimento público. Foi o que fizemos aqui também, com investimentos selectivos e destinados a impulsionar a modernização do País, de num modo geral antecipando apenas o calendário de projectos já anteriormente decididos e privilegiando os investimentos de mais rápida execução: modernização das escolas, equipamentos sociais e de saúde, energia, redes de nova geração.

A nossa direita, pelo contrário, ao arrepio do que se vê pelo Mundo fora, permanece apegada aos seus preconceitos ideológicos e acha que o Estado não deve fazer tanto para ajudar a economia a vencer a crise e para salvaguardar o emprego. A sua proposta é, por isso, simples e recorrente: cortar no investimento público. Mas esta é também uma proposta errada. É preciso dize-lo de forma clara: cortar no investimento público modernizador, como propõe a direita, seria um grave erro estratégico, que prejudicaria seriamente o relançamento da economia, atiraria muito mais empresas para a falência e bloquearia a recuperação do emprego.

E mais: Portugal não pode estar constantemente a regressar à estaca zero na discussão dos seus projectos de investimento. Não pode estar cinquenta anos para decidir uma barragem, quarenta anos para decidir um aeroporto e vinte anos para decidir se fica dentro ou fora da rede europeia de alta velocidade, que está já hoje a revolucionar a mobilidade por toda a Europa e na nossa vizinha Espanha. Houve um tempo para decidir, este é o tempo de fazer. A proposta do PS é, por isso, continuar a apostar no investimento público como instrumento fundamental de combate à crise mas também de modernização do
País.

3ª escolha: Estado social
Em terceiro lugar, há uma escolha crucial a fazer sobre o futuro das políticas sociais – e também aí as opções são claras, separando nitidamente a direita e o PS. A direita insiste no recuo do Estado Social, para a condição de Estado mínimo ou, como dizem agora, Estado “imprescindível”. Nada que não tenhamos já visto antes: lembramo-nos bem de que estes mesmos protagonistas foram responsáveis por um forte desinvestimento nas políticas sociais quando estavam no Governo. Mas, tendo em conta as propostas apresentadas pela direita ao longo desta legislatura, a ambição que agora se desenha é outra: privatização parcial da segurança social, fim da tendencial gratuitidade do Serviço Nacional de Saúde e pagamento dos próprios serviços de saúde pelas classes médias, privatização de serviços públicos fora das áreas de soberania. A proposta do PS, por seu turno, é bem diferente: reforço das políticas sociais, qualificação e modernização dos serviços públicos, investimento no combate à pobreza e na redução das desigualdades. E os portugueses sabem que esta proposta do PS dá seguimento aquela que foi a sua prática no Governo: criámos o complemento solidário que já beneficia mais de 200 mil idosos, criámos a rede de cuidados continuados, reforçámos o investimento nos equipamentos sociais, criámos o abono pré-natal, aumentámos o abono de família, alargámos a acção social escolar, aumentámos o salário mínimo.

Para a próxima legislatura, propomo-nos reforçar ainda mais as políticas sociais, de modo a enfrentar os novos desafios do Estado Social.

Primeiro, o apoio à natalidade, à infância e à família: somaremos às medidas em curso a nova Conta Poupança Futuro, em que o Estado deposita 200 Euros, por ocasião do nascimento de qualquer criança, e concede benefícios fiscais para incentivar a poupança, sendo que o saldo poderá depois ser utilizado pelo jovem para financiar os seus estudos ou projectos profissionais.

Segundo, o combate à pobreza e às desigualdades: criaremos um novo mecanismo de ajuda ao rendimento das famílias trabalhadoras com filhos a cargo e das pessoas com deficiência, em termos semelhantes ao Complemento Solidário para Idosos, de forma a garantir um rendimento acima do limiar da pobreza.

Terceiro, o apoio à qualificação e inserção profissional dos jovens: apoiaremos a escolaridade até ao 12º ano através da nova bolsa de estudos para estudantes do ensino secundário e criaremos novos programas INOV, incluindo o INOV-Social, bem como um programa especial de cinco mil estágios na administração pública. Quarto, a qualificação do Serviço Nacional de Saúde: anteciparemos para 2013 as metas de expansão da rede de cuidados continuados para idosos e dependentes previstas para 2016 e alargaremos a todo o território nacional a experiência de sucesso das Unidades de Saúde Familiar, de modo a prosseguir o objectivo de garantir a todos os portugueses o acesso a médico de família.

Eis apenas algumas propostas concretas do nosso programa de reforço das políticas sociais, que é fundamental para fazer face a necessidades reais do País. É este caminho, de reforço do Estado Social, que devemos seguir. E é este caminho que também se decide nas próximas eleições legislativas. Porventura é mesmo essa a questão decisiva destas eleições: rasgar as politicas sociais, ou reforço do Estado social. Uma vez mais: ou o PS ou a direita

Confiança no futuro
E que não haja ilusões: para Portugal, a alternativa real é entre o PS ser chamado de novo a formar Governo ou regressar a um Governo de direita. Por isso, os que querem um PS fraco e vencido, digam o que disserem, preferem de facto a direita no poder. Mas nesta escolha decisiva que está diante dos portugueses, o PS está, creio, do lado certo, que é também o lado da acção e do futuro: propõe uma atitude de iniciativa, preconiza o investimento público para a modernização do País e defende o Estado Social para reduzir as desigualdades e promover oportunidades para todos.

Neste momento de crise mundial, os Portugueses precisam de um Governo competente, com um rumo claro, uma agenda conhecida e condições de coerência e estabilidade.

Os portugueses sabem que sempre puderam contar com o PS nos momentos difíceis. Nós não somos daquela esquerda que se limita a protestar, dispensando-se da maçada de contribuir para a solução de qualquer problema. Estamos bem conscientes de que a nossa responsabilidade é realizar as políticas públicas necessárias para responder aos problemas e às necessidades das pessoas. E é isso que queremos continuar a fazer, com toda a energia e com toda a determinação, com base num novo compromisso. Com confiança nos portugueses e com confiança no futuro.

segunda-feira, agosto 10, 2009

Convocatória CPC

Convocam-se os membros da Comissão Política Concelhia do Partido Socialista para uma reunião a realizar dia 12 pelas 21h na sua sede sita na Rua Voluntários da República, com a seguinte Ordem de Trabalhos:

1- Informações;
2- Apreciação e votação da Lista candidata à Assembleia Municipal de Tomar;
3- Outros Assuntos.

Nos termos do regulamento, se à hora marcada não estiver presente a maioria simples dos membros, a reunião iniciar-se-á trinta minutos depois com os presentes.

4 de Agosto de 2009
O Presidente da CPC
Hugo Cristóvão

domingo, agosto 02, 2009

Catarina Anastácio, João Godinho e João Morais, mandatários do PS pela Juventude



A ciclista Catarina Anastácio, o actor João Godinho e o oficial João Morais são os mandatários para a área da Juventude revelou o PS num encontro ocorrido na tarde do passado sábado entre vários dirigentes do partido e da Juventude Socialista também com o candidato José Becerra Vitorino.
Apostando na qualidade e no exemplo, José Vitorino referiu-se a estes jovens como alguém que desde cedo contribui para levar longe o nome de Tomar, e cuja perseverança são exemplo da garra e motivação necessária para ser possível construir um melhor concelho, capaz de gerar melhores atractivos na qualidade de vida, e além do mais, com condições para permitir aos jovens nabantino e a outros, fazer deste concelho a sua residência e o seu local de trabalho, onde possam constituir a sua vida, no espírito do mote Viver e Trabalhar em Tomar.
Catarina Anastácio presente na iniciativa, referiu as dificuldades de emprego como o que mais preocupa e faz partir os jovens tomarenses. Outros jovens presentes referiram no decorrer da conversa, outras situações, como a cada vez mais desinteressante “vida nabantina”, e as poucas ofertas, por exemplo de diversão nocturna, que levam cada vez mais jovens para “as noites” de concelhos vizinhos.
Relembra-se que Catarina Anastácio é atleta na área do ciclismo detendo vários títulos, e representando Portugal em diversas ocasiões como na presente semana em Itália; a jovem tomarense foi também a rainha do carnaval de Tomar este ano, estando a fazer o curso de enfermagem. João Godinho, é um jovem tomarense que deu os seus primeiros passos no mundo das artes como dançarino nos espectáculos de Filipe Laféria e que se revelou actor na serie juvenil Rebelde Way transmitida pela SIC. João Morais foi também atleta ligado à Gualdim Pais e ao Ginásio Clube detendo vários títulos, foi também dirigente associativo e entre os seus pergaminhos conta-se também a presença desde bem cedo na Comissão de Festa dos Tabuleiros; sendo licenciado em pilotagem é agora Oficial da Marinha Mercante.

O PS aposta em Vítor Pereira para Paialvo

Aproveitando a deslocação à festa de Vila Nova no passado domingo, o PS anunciou aí o seu candidato à freguesia, o sociólogo e formador Vítor Pereira.
Entre um copo e uma perna de frango, tão habituais no ano que vai correndo, com a presença do candidato à Câmara José Vitorino e outros elementos das listas concorrentes à Câmara e também à Assembleia de Freguesia de Paialvo, o agora candidato à Junta, Vítor Pereira, mostrou-se motivado, não escondendo que não é fácil ganhar aquela que é agora a última freguesia comunista do concelho, mas que em alternativa se sente a “necessidade de imprimir um novo rumo e estilo”, como no seu entender só o PS e a equipa que aqui vai apresentar será capaz de fazer, nesta que “é uma das maiores e mais prometedoras juntas do concelho” disse.

segunda-feira, julho 27, 2009

2 tomarenses na lista do PS à Assembleia da República

Foi ratificada em Comissão Nacional do PS a lista de candidatos a deputados pelo distrito de Santarém, detendo a camarada Anabela Freitas a quinta posição da lista, tendo assim a melhor colocação desde 1987 de um socialista nabantino na lista de deputados. Com esta posição, tudo indica que os tomarenses voltarão a ter no Parlamento, um conterrâneo em Tomar nascido e criado, e mais importante, residente no concelho, sendo além do mais, pela primeira vez uma mulher.

Na lista tomará também parte o coordenador da JS nabantina, Hugo Costa.

É uma prova da motivação, do trabalho e das capacidades, não só da Anabela e do Hugo, mas de toda a concelhia e na forma como, com serenidade e convicção no rumo, tem sabido trabalhar, escolhendo em cada momento e sem sobressaltos os melhores para cada função, mostrando também uma cada vez maior capacidade de influência nos orgãos socialistas fora do concelho.

Só podemos continuar, na luta por Tomar e por Portugal.

sexta-feira, julho 24, 2009

Tomé Esgueira nas Olalhas, Rita Clara na Pedreira, candidatos pelo PS

Seguindo a estratégia até aqui definida, o PS anunciou este fim-de-semana mais dois cabeças de lista a freguesias, desta vez Olalhas e Pedreira.
Pelas Olalhas, concorre o actual presidente Tomé Esgueira, que apesar de ter já manifestado intenções de não voltar a candidatar-se, acedeu às muitas solicitações que teve de cidadãos da freguesia, para dar continuidade ao trabalho desenvolvido, candidatando-se assim a um último mandato. Apesar de ter concorrido anteriormente como independente numa lista do PSD, nunca escondeu as suas simpatias políticas, concorrendo agora pela primeira vez numa lista PS. Numa freguesia extensa e periférica, Tomé Esgueira aceita assim, continuar um trabalho difícil mas que tem dado frutos na melhoria da freguesia.
Mais perto da cidade, na Pedreira, Rita Clara, jovem estilista e empresária local, aceitou o repto de se candidatar à mais pequena das freguesias tomarenses, por sentir que ali se sente a necessidade de mudança. Numa freguesia com apenas duas localidades, Pedreira e São Simão, diz ser preciso saber aproveitar as potencialidades, dessas que são no seu entender duas das aldeias mais bonitas do concelho, e que com visão e inteligência será possível, por exemplo ao nível do turismo cultural, trazer mais proveitos e qualidade de vida aos seus habitantes.

sexta-feira, julho 17, 2009

Jorge Garcia candidato pelo PS à freguesia de Asseiceira

Na solarenga tarde de domingo, junto ao centro de dia de Linhaceira, depois de um passeio pela freguesia de Asseiceira, juntaram-se membros locais da futura lista socialista aí candidata e dirigentes concelhios do PS.
No espírito informal que tem acompanhado estes encontros, começou o presidente da concelhia Hugo Cristóvão, por falar na vontade de mudança que se sente na freguesia, manifestando a confiança em Jorge Garcia para liderar essa alternativa que os cidadãos da freguesia procuram.
Nesta que é uma das poucas freguesias que tem conseguido fixar jovens e das poucas que tem visto a sua população crescer, freguesia essa com vários potenciais entre os quais o facto de estar próxima de boas acessibilidades, disse, “é fundamental que a liderança da freguesia esteja entregue a alguém com motivação, capacidade de liderança e determinação para levar a freguesia a continuar a progredir, melhorando assim a qualidade de vida dos seus cidadãos”.
Jorge Garcia agradeceu a confiança nele demonstrada e apoio do partido para com a freguesia, falou em algumas debilidades da mesma e mostrou-se confiante na capacidade da sua lista quer pela representatividade das diversas localidades, quer pela qualidade dos vários elementos, em conseguir mostrar aos cidadãos como a seriedade desta alternativa será capaz de imprimir um novo impulso à Asseiceira. Afirmou estar também consciente dessa vontade de mudar, ainda para mais numa freguesia que tem em sua opinião, na maioria dos seus habitantes a simpatia para com os ideais socialistas.
Numa conversa alargada, onde estiveram presentes também entre outros, Joaquim Segorbe e Zita Freire, elementos naturais da freguesia que integram a equipa de José Vitorino à Câmara Municipal, foi este quem como habitual teve o discurso final. Mostrou-se feliz pela força do grupo, e agradeceu ainda o trabalho desenvolvido pelos elementos socialistas na Assembleia de Freguesia ao longo dos quatro anos de mandato. Algumas situações ocorridas recentemente, afirmou, mostram como o receio da actual junta PSD, para com a capacidade do PS fazer melhor trabalho é real, e mostram que a actual junta está já em fim de processo, sendo necessária “uma nova equipa com energias renovadas, como só o PS está agora em condições de fazer”. Afirmou a sua total disponibilidade para trabalhar com os eleitos e a vontade de dar à freguesia e às suas várias localidades a dignidade de tratamento que os seus habitantes merecem.








sábado, julho 11, 2009

PS tecnológico

Sempre à frente em Tomar, entre muitas coisas também no uso das tecnologias disponíveis, o PS disponibiliza várias formas de estar a par do que o candidato José Vitorino e toda a candidatura vai fazendo no concelho. Além deste blogue e dos contactos habituais tem todos estes aos dispôr:

email oficial da candidatura: vitorino.tomar2009@gmail.com

facebook (requer inscrição)

HI5

Twitter

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Apresentação do candidato à freguesia de Asseiceira

Amanhã pelas 15h30, ponto de encontro junto aao Centro de Dia da Linhaceira, o PS fará a apresentação pública do candidato à junta de freguesia de Asseiceira. Contamos consigo!

Fernando Carmo é o candidato socialista a São Pedro

Foi a olhar a albufeira do castelo de Bode, no recanto paradisíaco da Quinta do Troviscal, que dirigentes do PS Tomar e alguns dos membros da futura lista candidata à Junta de São Pedro se juntaram no passado domingo para debater o estado da freguesia.
Confirmando a candidatura de Fernando Carmo, o presidente da concelhia Hugo Cristóvão, apontou a sua energia, a jovialidade, a motivação e a abnegação como grandes características para os eleitores de São Pedro poderem encontrar nele e na equipa que o PS apresentará à junta, a alternativa para uma nova liderança, com novas ideias e nova visão, nesta freguesia que é das com maiores potencialidades, por exemplo ao nível turístico.
Fernando Carmo agradeceu a confiança, e falou do trabalho desenvolvido pelo PS na assembleia de freguesia, falando da forma como através duma oposição construtiva, muitas das ideias do PS têm sido aproveitadas pelo PSD.
Numa conversa rica em ideias, foram apontadas como prioridades as necessárias apostas nos aspectos sociais, e também na promoção das valências da freguesia, bem como da necessidade de aumento da segurança, em especial nas zonas mais próximas à albufeira onde muitas pessoas vivem quase isoladas. É para todos também “evidente que um projecto que há muito deveria estar realizado, quando não está sequer pensado”, é a instalação de ao menos uma, praia fluvial com condições dignas desse nome.
Como habitual, foi ao arquitecto Vitorino, candidato socialista à Câmara, quem coube a última palavra, mostrando-se feliz pela força demonstrada pelo candidato local e pela restante equipa, prometendo apoiar o seu trabalho na freguesia e corresponder às legítimas ambições da freguesia na sua dignificação e melhoria de qualidade de vida dos habitantes, e também na melhoria das condições dos muitos visitantes que nesta freguesia vêm sobretudo à albufeira.

terça-feira, julho 07, 2009

Elaboração do Plano Municipal para a Acessibilidade

Considerando que o Decreto-lei 163/2006, estipulou as normas técnicas de Acessibilidade e sobre o Design Universal (ou Design Inclusivo), considerados como uma forma de prevenir a exclusão de pessoas com mobilidade condicionada e de promover, objectivamente, a qualidade de espaços, edifícios e serviços, e a segurança, conforto e autonomia de todos os seus utilizadores;

Considerando que tem sido uma preocupação constante do PS, a ajuda e criação de condições de vida e melhoria das condições da pessoa portadora de deficiência e/ou das pessoas com mobilidade reduzida, como são exemplo os alertas para colocação de lugares para deficientes junto ás finanças e aos correios;

Considerando que a promoção da acessibilidade constitui um elemento fundamental na qualidade de vida das pessoas, sendo um meio imprescindível para o exercício dos direitos que são conferidos a qualquer membro de uma sociedade democrática;

Considerando que devemos contribuir decisivamente para um maior reforço dos laços sociais, e para uma maior participação cívica de todos aqueles que integram a sociedade e, consequentemente, para um crescente aprofundamento da solidariedade no Estado social de direito.

São, quanto a nós, devidas assim ao Estado acções cuja finalidade seja garantir e assegurar os direitos das pessoas com necessidades especiais, ou seja, pessoas que se confrontam com barreiras ambientais, impeditivas de uma participação cívica, activa e integral, resultantes de factores permanentes ou temporários, de deficiências de ordem intelectual, emocional, sensorial, física ou comunicacional.

Do conjunto das pessoas com necessidades especiais fazem parte pessoas com mobilidade condicionada, isto é, pessoas em cadeiras de rodas, pessoas incapazes de andar ou que não conseguem percorrer grandes distâncias, pessoas com dificuldades sensoriais, tais como as pessoas cegas ou surdas, e ainda aquelas que, em virtude do seu percurso de vida, se apresentam transitoriamente condicionadas, como as grávidas, as crianças e os idosos.

Já algumas autarquias a nível nacional, de onde ganha destaque a cidade da Maia, vêem desenvolvendo desde a implementação deste Decreto-Lei, candidaturas a fundos comunitários tendo em vista a implementação de um Plano Municipal de Acessibilidade para Todos, visando criar respostas integradas e promotoras da acessibilidade a cerca de 25% da população que tem médias ou graves condicionantes na sua mobilidade.

Neste âmbito propõe o PS que esta Câmara lance, com urgência, concurso para apresentação de um Plano Municipal para a Acessibilidade, que dê consequência à criação prioritariamente de uma Cidade acessível e promova a regeneração urbana das aldeias do Concelho, tendo em conta a letra e o espírito do DL 163/06, levando em linha de conta as melhores práticas nacionais e internacionais de acessibilidade.

Projecto de arranjo urbanístico da envolvente ao Convento de Cristo – Estudo Prévio

0. Enquadramento

Este Projecto Estruturante, parte integrante do Programa Estratégico dos Mosteiros Portugueses Património da Humanidade, resultado de uma parceria estratégica entre os Municípios de Tomar, Alcobaça, Batalha, Lisboa e parceiros culturais e científicos locais, bem como com o IGESPAR e Instituto Politécnico de Tomar, segue uma linha de rumo correcta.
Este Projecto surge resultado de desafio lançado há vários anos pela direcção do então IPPAR, prontamente assumido pelos Municípios envolvidos e para a qual o PS sempre deu o seu aval, incentivo e empenhamento político junto da tutela.

Consideramos mesmo este um exemplo, de como as parcerias entre os diferentes níveis de administração pública (central e local), operadores culturais/ turísticos e centros de investigação, podem assumir um papel liderante na valorização dos factores diferenciadores locais/regionais, num mundo globalizado e daí retirando o necessário valor económico, para a melhoria das condições de vida das populações. Está neste contexto, plenamente integrado na filosofia QREN e constituí uma oportunidade ÚNICA para Tomar passar das palavras aos actos, no sentido da valorização turística, bem entendido.

A centralidade atribuída neste Sec.XXI ao Turing Cultural e Paisagístico, numa valorização integrada dos Monumentos e Centros Urbanos, constitui desafio primeiro deste Programa Estratégico, candidatado e aprovado no contexto do Programa Operacional Regional do Centro 2007-13, prova de que não só os fundos comunitários, negociados por este Governo Socialista estão ao serviço do desenvolvimento local e regional, como estão a ser aprovados em tempo útil, com critérios técnicos de valorização dos Projectos mais inovadores, o que é este o caso.

A única contrariedade deste projecto, no futuro, resulta da integração destes diferentes sítios, mesmo os mais próximos – Tomar, Batalha, Alcobaça -, em três NUTIII distintas, repartidas por duas NUTII. Só o acelerar do processo de Regionalização e da futura saída dos Municípios de Porto de Mós, Batalha, Leiria e Marinha Grande da Região Centro, com integração na Região de Lisboa e Vale do Tejo, conjugado com a abertura ao público do IC9 (Tomar-Nazaré) em Julho de 2011, dará coerência a este Projecto estruturante.

Uma primeira dúvida ressalta neste momento, quanto a nós, pela ausência de integração neste Projecto da Festa dos Tabuleiros como parte integrante do Turing Cultural a nível da oferta de Tomar.

Este pequeno pormenor pode, se não corrigido, vir a ser um dos calcanhares de Aquiles da optimização dos principais objectivos, no que ao Concelho de Tomar se pretende atingir.
De qualquer modo fica a pergunta: Se não fora o QREN e o desafio do Governo Socialista para a integração de Tomar numa parceria arrojada e inovadora, quando faria o PSD algo em prol deste sector?

1. O Projecto

Trata-se de um projecto integrado que tem como principal objectivo qualificar urbanística e paisagisticamente a envolvente ao Convento de Cristo e Mata Nacional dos Sete Montes.
Procura-se através desta intervenção, por um lado, qualificar os espaços de recepção dos visitantes ao principal atractivo turístico da cidade e, por outro, melhorar as ligações entre o Centro Histórico e o Monumento, procurando que essa sinergia se transforme numa potencial alavanca no desenvolvimento turístico e económico da Cidade.

As principais intervenções do projecto aprovado pela Pelo Mais Centro (QREN), são a intervenção nos pavimentos dos espaços públicos envolventes, requalificação urbana do terreiro D.Gualdim Pais (cerrada dos cães), novas plataformas rodoviárias nas alas norte e oeste do Convento, melhoria das acessibilidades ao Convento e Castelo, aplicação de sinaléticas específicas, elaboração de projectos de saneamento e outras especialidades.

Este projecto teeve globalmente prevista uma comparticipação mínima de 717.949€ por parte do Município, sendo que a comparticipação QREN máxima é de 1.333.333€, para um investimento estimado de mais de 2 milhões de euros, dividido pelos 2 anos de obra.

Está este projecto integrado num investimento mínimo, por parte do Município de cerca de 1,4 milhões de euros, representando assim, só este projecto, cerca de 20% do investimento aprovado.

Assim, a estimativa orçamental global para a intervenção, que hoje vem ainda sobre a forma de estudo prévio, aponta para um valor global de 7,6 milhões de euros, que mesmo retirado a vertente de implantação de “funicular”, ascende a mais de 4,1 milhões de euros, o que tendo em conta a comparticipação QREN máxima, pode representar uma responsabilidade para o Município de mais de 2,8 milhões de euros de investimento.

Como pensa esta maioria financiar a parte não comparticipada?

Ou metade do Projecto, ora apresentado a este executivo, não é sequer para ser considerado? Trata-se de mais um conjunto de promessas para “inglês ver”, como foi em 1997 o parque Temático ou o Gabinete de Apoio ao investidor?

2. Estudo prévio do Café / Instalações Sanitárias

A proposta apresentada não tem o nosso acordo em virtude de, apesar de se dizer que “houve o cuidado de implantar o edifício, sem fazer alterações ao espaço verde existente, tirando partido dele”, se assume que ”a construção será constituída por uma estrutura em betão armado”, o que naquela zona não se nos afira apropriado, havendo outras soluções de maior dignidade, como por exemplo a interligação entre esta nova estrutura com as actuais I.S. localizadas no sub-solo do terreiro.

3. Central de Camionagem

A proposta apresentada não reflecte quanto a nós, uma necessária abordagem sistémica e global sobre o papel dos transportes colectivos na acessibilidade ao Monumento e circulação urbana, numa abordagem de valorização da sustentabilidade, como mote âncora do desenvolvimento das cidades no SecXXI.

Por exemplo, e considerando a necessidade de promover a maior utilização possível de transportes públicos na nossa cidade, desincentivando a utilização do transporte individual, não seria de enquadrar uma abordagem que tendo por base a ferrovia ligeira de superfície, deixasse intacto um espaço-canal que do actual interface rodo-ferroviário, pudesse garantir uma acessibilidade complementar e diferenciada à Cidade e ao Convento?

Dir-se-á que tal não é incompatível com uma reformulação da Central de Camionagem, mas não nos podemos esquecer que fazê-lo sem articular com a CP (Estações com vida) e com uma futura estratégia inovadora de transportes públicos de Tomar, não nos parece um bom caminho. Se a parceria é o paradigma do QREN, a multimodalidade, com base na ferrovia, é a solução dos transportes do futuro.

Temos ainda grandes dúvidas sobre uma estrutura em betão, em substituição da actual estrutura, necessariamente para demolir.

4. Arranjo urbanístico (global)

A intervenção pretende resolver algumas das questões de ordem logística que a elevada afluência ao Convento gera, nomeadamente a circulação automóvel e o estacionamento de transportes colectivos e individuais.

Concordamos com a valorização das calçadas como modo alternativo de acesso ao Convento, no entanto chamamos à atenção para a outra abordagem que fizemos no ponto anterior, visto que muitas das pessoas nunca poderão aceder ao Convento através das Calçadas, mesmo que valorizadas.

Temos, por isso mesmo grandes dúvidas sobre a solução de criação de “um estacionamento escavado na encosta e de inserção perpendicular à estrada de acesso ao Convento e à Calçada de Santo André”, para criar 34 lugares de estacionamento.

Este é um Projecto repisado da teimosia do anterior Presidente de Câmara PSD, que como todos sabemos em cada Parque de Estacionamento que colocou o dedo, fez disparate. Aconselhava o bom senso que não se interviesse na encosta, sem se discutir devidamente o caminho a tomar relativamente ao modo de acesso primordial ao Convento.

Desconhecemos também quais as consequências que terão na constituição do muro de suporte na ala norte do Convento, com rebaixamento do acesso viário e nunca vimos a tal “circular externa da cidade, no sentido de Pegões”.

5. Requalificação das Calçadas

Concordamos genericamente com as soluções apontadas, em especial com que os atravessamentos da Av.Vieira Guimarães se façam por mudança de pavimento.


6. Intervenção nos percursos turísticos da cidade
Nada de relevante a apontar em relação à proposta.

7. Intervenção na Ala Norte do Convento
Sobre o desnivelamento já nos referimos no ponto 4.

8. Intervenção no Terreiro Guladim-pais
Já abordada a implantação do Café e Instalações Sanitárias, no ponto 2. Quanto ao resto nada a apontar.

9. Iluminação Monumental do Convento e Castelo dos Templários
Discordamos que com a iluminação da Av.Vieira Guimarães se possa desenvolver alguma conflitualidade com os elementos propostos para as Calçadas. Preferíamos uma homogeneidade de intervenção.

10. Funicular de ligação ao Convento
Sobre este ponto em concreto achamos que a sua integração neste Projecto é extemporânea, não por termos qualquer antagonismo em relação ao estudo em concreto, ou ao modo de ligação, mas sim porque tendo havido no passado já outras propostas de modos diferente de acesso mecânico, como por exemplo a proposta de um Teleférico, por ex-Vereador Socialista, há cerca de 15 anos, ou a compatibilização de tal proposta com a ferrovia ligeira de superfície, melhor seria que pudesse ser desenvolvida uma AMPLA DISCUSSÃO PÚBLICA sobre este assunto, antes de o integrar neste Projecto Estruturante da rede de Mosteiros Portugueses.

Em todo o caso, preferiríamos sempre uma solução integrada e valorizadora do todo da Cidade em detrimento de um único e pontual acesso.

De qualquer forma, achamos que a três meses de eleições que colocarão rumo distinto na autarquia é pouco saudável e honesto que se queira “fechar” demasiadas portas, para que outra maioria, onde todos são precisos e não só alguns, possa promover a discussão e tomar as suas opções.

Discordamos também do faseamento proposto e por nada ter sido alterado, desde a última reunião, votamos CONTRA.

Proposta dos Independentes sobre arranjo no Largo do Pelourinho

Consideramos de extrema importância o futuro destino deste Largo, onde se encontra instalado o histórico Pelourinho da Vila, numa verdadeira porta de entrada para o Centro Histórico e acesso privilegiado ao Castelo Templário e Convento de Cristo.

Merece a nossa veemente crítica a actuação desta Câmara, quando intervindo no Centro Histórico não soube, em tempo, apresentar à comunidade uma ou várias soluções para discussão pública sobre futuro do Largo e de como valorizá-lo.

Temos conhecimento de um único projecto, apresentado no mandato de 2002-2005, por promotor privado, com a instalação de uma unidade hoteleira, que contemplava a requalificação do respectivo Largo. Mas mesmo esse projecto, não foi devidamente publicitado de forma a que não só este executivo, como toda a comunidade Tomarense pudesse contribuir para uma solução futura para o Largo.

Porque todos somos precisos, para construir uma Cidade nova e valorizada, um Concelho desenvolvido e respeitado, somos a considerar que esta proposta mais não é do que coisa nenhuma.

Deve ser limpa e arranjada com as mínimas condições de vida para os residentes, sem dúvida, mas o que é mesmo urgente é que a Câmara apresente uma proposta técnica de intervenção.

Com as dúvidas e proposta apresentada, apesar de tudo, votamos a favor.

Proposta de cedência de exploração do Bar do Quartel dos Bombeiros

Presente que é a Proposta de cedência para exploração do Bar do Quartel dos Bombeiros à Associação Cultural e de Beneficiência dos Bombeiros, somos a considerar:

1 – A grande vantagem de que se revestirá para o cidadão bombeiro a existência de um Bar a funcionar, dando assim apoio aos longos períodos de serviço naturalmente existentes neste tipo de serviço, o qual cumpre destacar é maioritariamente assegurado pelo corpo de voluntários;

2 - Discordamos, no entanto, que a cedência se faça sem qualquer inventário de material existente, pertencente ou não à Associação, bem como as condições de aferição e eventuais compensações das benfeitorias a realizar pelo período de cedência;

3 – Dado que este executivo se encontra a três meses de ser substituído por outro e, não estando demonstrada a urgência da resolução desta situação, parece-nos de todo exagerado que a cedência se faça por 5 anos, o que inclui todo o seguinte mandato autárquico.

Assim sendo, propomos que o período de cedência seja por um período de um ano, renovável automaticamente por igual período, se nada em contrário for comunicado por qualquer das partes até 60 dias antes do final da cedência.

Mais propomos que seja lavrado auto de cedência com levantamento da propriedade de todos os equipamentos e respectivo estado e que tal seja actualizado anualmente aquando da renovação, de forma a garantir que em qualquer circunstância não é a Associação prejudicada pelas benfeitorias ou a Câmara por igual motivo.

Nestas condições votaremos a favor da cedência, em caso contrário abster-nos-emos, por força, tão só, das discordâncias anteriormente mencionadas.

quinta-feira, julho 02, 2009

Maria do Céu Brito confirmada como candidata aos Casais

Em visita à freguesia de Casais no passado domingo, dirigentes do PS Tomar e alguns dos membros da futura lista candidata à Junta de Casais juntaram-se para discutir o futuro da freguesia. Hugo Cristóvão, presidente da concelhia nabantina socialista e também ele “filho da terra”, confirmou a candidatura de Maria do Céu Brito, apontando a sua energia, capacidade de envolvimento com os outros e reconhecimento na freguesia, bem como a sua génese socialista, como as grandes qualidades que dela fazem uma excepcional candidata. Não querendo entrar numa campanha negativa, não foi possível deixar de afirmar que aparte alguns asfaltamentos de estradas, o actual presidente da junta apesar da personalidade vincada por todos identificada e capacidade para por vezes dar “algum espectáculo”, tem pouco para mostrar desses já dezasseis anos de mandato, pelo que a lista do PS encabeçada por Maria do Céu Brito, será sem dúvida a certa para os cidadãos da freguesia que desejem uma alternativa, no estilo e na forma de actuação, bem como da necessidade de mudança.
Maria do Céu mostrou-se motivada, focando o trabalho como a palavra-chave para mostrar aos conterrâneos que há uma forma diferente de estar na política, e que isso também passará muito pela energia de todos os que vierem a integrar a lista, que será representativa da diversidade da freguesia na sua extensão geográfica, como será também composta por “homens e mulheres de todas as idades, profissões e
Em seguida a alguns conselhos de presidentes de junta do PS, e críticas ao PSD e confiança demonstrada nesta lista por alguns dos locais, foi ao candidato à Câmara, José Vitorino, quem coube a última palavra, que se mostrou feliz pela disponibilidade e força demonstrada pela candidata local, relembrando a amizade para com o seu pai, também ele um ex-Presidente de junta, Augusto Brito, a cujos mandatos se devem algumas das que são ainda das principais obras da freguesia. Criticou aqueles que mostrando nada ter de socialistas, se deixam levar para outras listas por promessas de melhores lugares, e a forma pouco digna e ilusória com que essas outras listas tentam assediar militantes e simpatizantes socialistas.

terça-feira, junho 30, 2009

Projecto de arranjo urbanístico da envolvente ao Convento de Cristo – Estudo Prévio

DECLARAÇÃO PARA A ACTA

Enquadramento
Este Projecto Estruturante, parte integrante do Programa Estratégico dos Mosteiros Portugueses Património da Humanidade, resultado de uma parceria estratégica entre os Municípios de Tomar, Alcobaça, Batalha, Lisboa e parceiros culturais e científicos locais, bem como com o IGESPAR e Instituto Politécnico de Tomar, segue uma linha de rumo correcta.
Este Projecto surge resultado de desafio lançado há vários anos pela direcção do então IPPAR, prontamente assumido pelos Municípios envolvidos e para a qual o PS sempre deu o seu aval, incentivo e empenhamento político junto da tutela.

Consideramos mesmo este um exemplo, de como as parcerias entre os diferentes níveis de administração pública (central e local), operadores culturais/ turísticos e centros de investigação, podem assumir um papel liderante na valorização dos factores diferenciadores locais/regionais, num mundo globalizado e daí retirando o necessário valor económico, para a melhoria das condições de vida das populações.
Está neste contexto, plenamente integrado na filosofia QREN e constituí uma oportunidade ÚNICA para Tomar passar das palavras aos actos, no sentido da valorização turística, bem entendido.

A centralidade atribuída neste Sec.XXI ao Turing Cultural e Paisagístico, numa valorização integrada dos Monumentos e Centros Urbanos, constitui desafio primeiro deste Programa Estratégico, candidatado e aprovado no contexto do Programa Operacional Regional do Centro 2007-13, prova de que não só os fundos comunitários, negociados por este Governo Socialista estão ao serviço do desenvolvimento local e regional, como estão a ser aprovados em tempo útil, com critérios técnicos de valorização dos Projectos mais inovadores, o que é este o caso.

A única contrariedade deste projecto, no futuro, resulta da integração destes diferentes sítios, mesmo os mais próximos – Tomar, Batalha, Alcobaça -, em três NUTIII distintas, repartidas por duas NUTII. Só o acelerar do processo de Regionalização e da futura saída dos Municípios de Porto de Mós, Batalha, Leiria e Marinha Grande da Região Centro, com integração na Região de Lisboa e Vale do Tejo, conjugado com a abertura ao público do IC9 (Tomar-Nazaré) em Julho de 2011, dará coerência a este Projecto estruturante.

Uma primeira dúvida ressalta neste momento, quanto a nós, pela ausência de integração neste Projecto da Festa dos Tabuleiros como parte integrante do Turing Cultural a nível da oferta de Tomar.

Este pequeno pormenor pode, se não corrigido, vir a ser um dos calcanhares de Aquiles da optimização dos principais objectivos, no que ao Concelho de Tomar se pretende atingir.

De qualquer modo fica a pergunta: Se não fora o QREN e o desafio do Governo Socialista para a integração de Tomar numa parceria arrojada e inovadora, quando faria o PSD algo em prol deste sector?


O Projecto
Trata-se de um projecto integrado que tem como principal objectivo qualificar urbanística e paisagisticamente a envolvente ao Convento de Cristo e Mata Nacional dos Sete Montes.

Procura-se através desta intervenção, por um lado, qualificar os espaços de recepção dos
visitantes ao principal atractivo turístico da cidade e, por outro, melhorar as ligações entre o Centro Histórico e o Monumento, procurando que essa sinergia se transforme numa potencial alavanca no desenvolvimento turístico e económico da Cidade.

As principais intervenções do projecto aprovado pela Pelo Mais Centro (QREN), são a intervenção nos pavimentos dos espaços públicos envolventes, requalificação urbana do terreiro D.Gualdim Pais (cerrada dos cães), novas plataformas rodoviárias nas alas norte e oeste do Convento, melhoria das acessibilidades ao Convento e Castelo, aplicação de sinaléticas específicas, elaboração de projectos de saneamento e outras especialidades.

Este projecto teeve globalmente prevista uma comparticipação mínima de 717.949€ por parte do Município, sendo que a comparticipação QREN máxima é de 1.333.333€, para um investimento estimado de mais de 2 milhões de euros, dividido pelos 2 anos de obra.

Está este projecto integrado num investimento mínimo, por parte do Município de cerca de 1,4 milhões de euros, representando assim, só este projecto, cerca de 20% do investimento aprovado.

Assim, a estimativa orçamental global para a intervenção, que hoje vem ainda sobre a forma de estudo prévio, aponta para um valor global de 7,6 milhões de euros, que mesmo retirado a vertente de implantação de “funicular”, ascende a mais de 4,1 milhões de euros, o que tendo em conta a comparticipação QREN máxima, pode representar uma responsabilidade para o Município de mais de 2,8 milhões de euros de investimento.

Como pensa esta maioria financiar a parte não comparticipada?
Ou metade do Projecto, ora apresentado a este executivo, não é sequer para ser considerado?

Trata-se de mais um conjunto de promessas para “inglês ver”, como foi em 1997 o parque Temático ou o Gabinete de Apoio ao investidor?

Estudo prévio do Café / Instalações Sanitárias
A proposta apresentada não tem o nosso acordo em virtude de, apesar de se dizer que “houve o cuidado de implantar o edifício, sem fazer alterações ao espaço verde existente, tirando partido dele”, se assume que ”a construção será constituída por uma estrutura em betão armado”, o que naquela zona não se nos afira apropriado, havendo outras soluções de maior dignidade, como por exemplo a interligação entre esta nova estrutura com as actuais I.S. localizadas no sub-solo do terreiro.

Central de Camionagem
A proposta apresentada não reflecte quanto a nós, uma necessária abordagem sistémica e global sobre o papel dos transportes colectivos na acessibilidade ao Monumento e circulação urbana, numa abordagem de valorização da sustentabilidade, como mote âncora do desenvolvimento das cidades no SecXXI.

Por exemplo, e considerando a necessidade de promover a maior utilização possível de transportes públicos na nossa cidade, desincentivando a utilização do transporte individual, não seria de enquadrar uma abordagem que tendo por base a ferrovia ligeira de superfície, deixasse intacto um espaço-canal que do actual interface rodo-ferroviário, pudesse garantir uma acessibilidade complementar e diferenciada à Cidade e ao Convento.

Dir-se-á que tal não é incompatível com uma reformulação da Central de Camionagem, mas não nos podemos esquecer que fazê-lo sem articular com a CP (Estações com vida) e com uma futura estratégia inovadora de transportes públicos de Tomar, não nos parece um bom caminho. Se a parceria é o paradigma do QREN, a multimodalidade, com base na ferrovia, é a solução dos transportes do futuro.

Temos ainda grandes dúvidas sobre uma estrutura em betão, em substituição da actual estrutura, necessariamente para demolir.

Arranjo urbanístico (global)
A intervenção pretende resolver algumas das questões de ordem logística que a elevada afluência ao Convento gera, nomeadamente a circulação automóvel e o estacionamento de transportes colectivos e individuais.

Concordamos com a valorização das calçadas como modo alternativo de acesso ao Convento, no entanto chamamos à atenção para a outra abordagem que fizemos no ponto anterior, visto que muitas das pessoas nunca poderão aceder ao Convento através das Calçadas, mesmo que valorizadas.

Temos, por isso mesmo grandes dúvidas sobre a solução de criação de “um estacionamento escavado na encosta e de inserção perpendicular à estrada de acesso ao Convento e à Calçada de Santo André”, para criar 34 lugares de estacionamento. Este é um Projecto repisado da teimosia do anterior Presidente de Câmara PSD, que como todos sabemos em cada Parque de Estacionamento que colocou o dedo, fez disparate. Aconselhava o bom senso que não se interviesse na encosta, sem se discutir devidamente o caminho a tomar relativamente ao modo de acesso primordial ao Convento.

Desconhecemos também quais as consequências que terão na constituição do muro de suporte na ala norte do Convento, com rebaixamento do acesso viário e nunca vimos a tal “circular externa da cidade, no sentido de Pegões”.

Requalificação das Calçadas
Concordamos genericamente com as soluções apontadas, em especial com que os atravessamentos da Av.Vieira Guimarães se façam por mudança de pavimento.


Intervenção nos percursos turísticos da cidade
Nada de relevante a apontar em relação à proposta.

Intervenção na Ala Norte do Convento
Sobre o desnivelamento já nos referimos no ponto 4.

Intervenção no Terreiro Guladim-pais
Já abordada a implantação do Café e Instalações Sanitárias, no ponto 2. Quanto ao resto nada a apontar.

Iluminação Monumental do Convento e Castelo dos Templários
nada a considerar

Faseamento
Discordamos do fasamento proposto.

Por tudo o atrás exposto, votamos contra.

Empreitada de arranjo urbanístico da envolvente ao Convento de Cristo,

DECLARAÇÃO de VOTO
Empreitada de arranjo urbanístico da envolvente ao Convento de Cristo,
Percurso da Mata dos Sete Montes

Presente que é a Proposta de decisão de contratar, através de concurso público com anúncio no Jornal Oficial da União Europeia, a empreitada para Percurso da Mata dos Sete Montes, nos termos já anteriormente aqui abordados e constantes do respectivo projecto presente a estudo prévio, somos a recordar as dúvidas que na altura levantamos e que não se encontram esclarecidas:

1 – Materiais menos nobre propostos utilizar na consolidação dos percursos, nomeadamente utilizando PVC;

2 - Circuitos e percursos propostos e sua utilização como acesso, mais ou menos privilegiado ao Convento de Cristo, nomeadamente através de veículos.
Consideramos no entanto que é do interesse do Concelho a intervenção, para valorização da envolvente ao Convento de Cristo, nomeadamente na criação e melhoria dos percursos na Mata dos Sete Montes.

Discordamos, ainda, da opção pelo critério de adjudicação do mais baixo preço, em virtude da especificidade da intervenção, integrada na área de salvaguarda de Monumento Classificado de Património da Humanidade.

Estamos a falar, só, do nosso ex-libris, elemento singular da nossa identidade colectiva.Por isso mesmo, não concordando globalmente com o procedimento adoptado e pelas dúvidas anteriormente levantadas, votamos CONTRA.

Empreitada de Reparação da Estrada entre Porto da Lage e Paialvo – Trabalhos a mais

Inserida num financiamento da Administração Central, para a recuperação de estradas e caminhos danificadas pelas Intempérides de 2006, esta empreitada é assumida pelo Técnico de ficalização, como “não tendo sido objecto de projecto pormenorizado em virtude da singularidade da obra e da necessidade de submeter a mesma à candidatura das intempérides 2006”.

Alguém, conhecendo a forma de funcionar desta maioria PSD continuada ao longo destes últimos 12 anos, estranha tal afirmação do técnico?

Mas o técnico diz mais, que se “constatou a necessidade de proceder à realização de trabalhos a mais,(…), nomeadamente no capítulo de drenagem de águas pluviais com a construção de maiores extensões de valetas revestidas a betão, prolongamento de passagem hidráulica (…)”.
Mas estando nós a falar de candidatura a recuperação de estrada afectada pelas intempérides (água a mais no Outono de 2006), não seriam os sistemas de drenagem os críticos na empreitada?

Porque não foram em tempo previstos? Havia necessidade?

Assim, por má previsão, os trabalhos a mais ascendem a 10% do valor de adjudicação, o que excede os montantes passíveis do novo regime jurídico, mas não do anterior.

Acresce ainda a isto o facto de a opção pela candidatura e recuperação desta Estrada, sendo necessária – talvez há uns 30 anos -, não poder deixar de ser estranha a residência de titular deste executivo, quando por exemplo, bem perto, na Freguesia da Madalena se manteve e mantêm degradação de Estrada, em resultado das intempérides de 2006, que foi preterida na intervenção.

Neste sentido e pelo exposto anteriormente e, não querendo prejudicar o empreiteiro pela falta de cuidado na gestão desta Maioria PSD, não inviabilizarei a aprovação destes trabalhos a mais, abstendo-me.

Bairro da Chorumela – Arranjos exteriores

DECLARAÇÃO para a ACTA
Empreitada de valorização e revitalização do espaço Urbano da Cidade de Tomar
– área 13 – Bairro da Chorumela – Arranjos exteriores

Nesta questão, como em outras, a maioria PSD envolveu-se em grande confusão, entre adjudicações, paragens, alterações, autos levantados aos empreiteiros, falta de pagamentos aos empreiteiros e, em última instância, prejudicou toda a população residente e a rápida consolidação deste e de outros espaços urbanos.

Sabemos que o processo de recolha de sugestões para melhoria da intervenção, teve ampla participação, mas a exemplo do Plano de Pormenor do Flecheiro e Mercado, esta maioria é surda e muda no que à participação das populações diz respeito.

Sempre o PS denunciou este tipo de situação, não precisando para isso de fazer patrocínio privado do interesse público, neste ou em outros casos.

Nesse sentido alertamos para o facto de nem sempre todas as sugestões das cidadãos serem admitidas, mas neste como em outros casos, já exemplificados, a estratégia da maioria PSD é sempre a mesma: cria o problema, finge ouvir as pessoas e de seguida faz ouvidos de mercador, quando as opiniões não são as que espera.

O que é certo, é que os residentes da Chorumela, a nível da execução dos arranjos exteriores, foram prejudicadas, como prejudicados são todos os Tomarenses pela continuada degradação da vida urbana, pela inépcia e incapacidade que esta maioria tem demonstrado, ao não conseguir honrar os seus compromissos financeiros com os empreiteiros, e outros fornecedores, com isso mantendo a cidade num permanente estaleiro, sem rei nem roque.

A Câmara já pensou, por exemplo, que os comerciantes e moradores das ruas do centro histórico lhe podem colocar também um pedido de indemnização, pelos prejuízos pelos sucessivos “atrasos” das obras?

Ou então a Câmara já pensou em compensar os cidadãos, por exemplo, das zonas rurais, pela ausência de conservação dos seus caminhos municipais aí existentes e que muitas das vezes são as Juntas de Freguesia que ao Município se substituem no seu arranjo?

Ou seja: Se a moda pega, não serão apenas os já 750 mil euros de indemnização que temos de pagar à ParqueT pela incompetência desta maioria, mas muito mais.

domingo, junho 28, 2009

Apresentação de Maria do Céu Brito aos Casais

Hoje pelas 18h, com ponto de encontro junto à sede da Junta de Freguesia, o PS fará uma visita à freguesia dos Casais e anunciará a sua candidata a esta Junta.
A candidata, Maria do Ceú Brito, é uma das mais antigas militantes do PS da freguesia, mulher reconhecida e determinada, e com conhecimento da missão, até porque o seu pai Augusto Brito, foi igualmente presidente da mesma junta pelo PS, tendo aí desempenhado um trabalho que ainda hoje lhe é reconhecido, e ainda sem comparação, pois são dos seus mandatos, as principais obras efectuadas na freguesia.

sábado, junho 27, 2009

PS faz VOTO DE SILÊNCIO na Assembleia Municipal

Porque tudo tem um limite, e a paciência também, os 10 elementos da bancada do PS na última Assembleia Municipal (Anabela Estanqueiro, Arlindo Nunes, Carlos Silva Lopes, Fernando Graça, Fernando Nunes, Hugo Costa, João Henriques, Luis Ferreira, Sandra Silva e Vera Simões), estiveram calados, tendo sido produzida a seguinte intervenção justificativa pelo Deputado Hugo Costa:



Faz agora cerca de um ano que nesta mesma sala o Partido Socialista apresentou uma moção de censura à péssima gestão do executivo PSD. Um ano corrido dessa mesma data e o Partido Socialista tem continuado de forma dura e não leviana a exigir o melhor para o concelho de Tomar e para os seus habitantes. Todos somos precisos para construir Tomar.

Contudo os nossos esforços e propostas têm sido de forma sectária esquecidos por esta maioria que nos desgoverna. Não interessa a este executivo se a proposta é ou não importante para o interesse dos habitantes do concelho, interessa única e exclusivamente ao PSD a cor política que apresenta a mesma. E caso seja o Partido Socialista, o voto contra é certo.

O desvario autista e autocrático tem vindo a agravar-se e as enormes lacunas por demais evidentes do executivo ultrapassam todos os limites do tolerável. Este executivo foi eleito sem programa, mas sem programa continuou ao longo de um mandato irregular e pouco coerente.

Nos últimos meses assistimos ao problema da crise económica e financeira baseada nos pressupostos liberais e anti-estado que o partido que vocês representam sempre teve nas leituras de mesa-de-cabeceira. E o que fez este executivo? NADA! Ficou parado em conversas vãs e através do controle político impediu que propostas sérias com dotação orçamental e com efeito prático fossem aprovadas. Qual a razão? Única e exclusivamente terem sido apresentadas pelo Partido Socialista. Ou não é verdade?

As opções políticas erradas destes últimos 12 anos foram imensas: o sempre triste encerramento do parque de campismo sem solução alternativa da qual o actual Presidente é co-responsável, as lombas que servem de muito a mecânicos, os pavilhões megalómanos, as rotundas sem visão, os parques de estacionamento com “buraco financeiro” temos de tudo um pouco. E tudo da responsabilidade do actual executivo. Mas o central é a falta de uma política com vista ao desenvolvimento económico do concelho, onde Tomar não exclua ninguém, mas inclua todos. Todos somos precisos.

A nível educativo perdemos uma grande oportunidade com este executivo. Uma carta educativa com curta visão do concelho como um todo foi o que nos foi apresentado. O Partido Socialista a seu tempo discordou. Mas não foi ouvido na ansiedade pouco democrática de calar a oposição socialista. O governo deu uma oportunidade a Tomar, mas o executivo PSD desperdiçou-a.

A nível de grandes obras públicas Tomar voltou a estar no mapa como resultado de uma visão política nacional que colocou o IC3 e o IC9 como eixos fulcrais no desenho rodoviário do país. Mas aqui, como noutros temas a falta de visão política tem sido total com a desvalorização das mesmas obras e o voto contra moções do Partido Socialista que as vinham saudar. Qual a razão do voto contra? Ser o PS a apresentar? Ou este executivo é mesmo contra o IC3 e IC9? Não julga importante a ligação a Coimbra e ao litoral?

O PS através da sua visão alargada de democracia veio pedir que se aplicasse as melhores práticas em Tomar, através da aprovação de um modelo de orçamento participativo. Mais uma vez assistiu-se ao medo democrático do PSD votando contra a participação dos cidadãos nas escolhas de todos. Com que objectivo?

Mas no ponto do Orçamento Participativo tivemos o momento cómico. Não é que vossa excelência, o Presidente disse que o mesmo era ilegal quando esta boa prática é aplicada um pouco por todo o pais, incluindo na própria capital Lisboa. Será que temos dezenas de autarcas a cometer ilegalidades? Ou é vossa excelência que não conhece a lei? Triste fado o deste concelho, estar mal gerido por um partido que só se vê a si próprio como Narciso.
Todos Somos Precisos.

Temos assistido nos últimos 12 anos à degradação do emprego no concelho, à incapacidade de uma resposta de habitação a custos controlados e como consequência a “fuga” dos habitantes do concelho para as grandes cidades ou para concelhos vizinhos. Será que na busca de soluções o PS foi ouvido? Não.
Será que não somos todos precisos?

A nível de Juventude muita coisa tem sido proposta e esquecida. Se a Casa de Juventude e a Pousada de Juventude descansam à espera de melhores dias, mesmo tendo sido aprovadas nesta casa. A interligação e a aposta nos alunos do IPT estão esquecidas. Enquanto tudo isso o sectarismo de votar contra a proposta da adaptação do Conselho Municipal de Juventude aos pressupostos legais vigentes. Qual a desculpa que os vossos jovens acólitos arranjam, agora que estamos quase a completar os 6 meses?
Todos somos Precisos. Votar contra só por ser de outro partido não é a nossa opção.

A degradação do comércio a olhos vistos no centro histórico, a incapacidade para criar empresas, o mal tratar dos empreendedores, a incapacidade de tornar Tomar um centro turístico de excelência foram marcas dos últimos 12 anos. Muito o Partido Socialista propôs para combater este amorfismo. Para onde foram as propostas? Para a mais funda gaveta sectária?

Porque acreditamos numa Geração Tomar, onde Todos Sejamos Precisos vamos desvalorizar o debate nesta Assembleia de hoje, nesta que é na prática a última do mandato, como forma de protesto à forma como correu o mesmo, onde o sectarismo do PSD imperou.

Quantos aos tomarenses sabem que podem contar com o PS para construir um concelho melhor rumo ao desenvolvimento económico e à construção de um concelho assente no emprego e na inclusão social.

Assim sendo, por todo o exposto a bancada do partido socialista não participará nos debates, pelo que ir-se-à manter em silêncio a partir deste momento e até ao final desta assembleia como forma de protesto.
Todos Somos, de facto, Precisos.

O Grupo Municipal Socialista, AM de 26 de Junho de 2009



quarta-feira, junho 24, 2009

Painel Publicitário na Rotunda do Bonjardim

Proposta

Verificando-se que, são os autarcas do PSD em algumas Juntas de Freguesia, como no caso da Asseiceira, tão zelosos com a Lei que em muito a ultrapassam, no que se refere aos outdoors eleitorais do PS, estando estes, por mais nervoso que provoquem, no estrito cumprimento da Lei, e sendo além do mais, como o são os de todos os outros partidos e forças políticas, temporários, que entende o PS sobre outdoors recordar e reforçar a proposta já efectuada nesta Câmara a 11 de Março de 2008:

“Na sequência da alteração estrutural havida na Rotunda do Bonjardim, a Câmara Municipal colocou à entrada, agora pedonal, da Rua Voluntários da República um painel de 8x3m com publicidade institucional do Município de Tomar.
Tal instrumento publicitário apresenta dimensões desajustadas ao ambiente urbano em que se insere. Para além disso, encontra-se instalado sobre o alinhamento de uma rua da cidade que, no nosso entender, merece o mesmo cuidado que todas as outras.
Igualmente se verifica que contraria o espírito do novo regulamento municipal apresentando um desagradável efeito de barreira.Considerando que um dos papeis fulcrais das Autarquias é a prossecução de um objectivo público de pedagogia da qualidade do ambiente urbano, que para tal fim dispõe de regulamentos e de meios técnicos e humanos;Considerando que não faz sentido que a própria acção do município, neste domínio, transmita exemplos de insensibilidade e rudeza visual;
Se propõe que a Câmara Municipal de Tomar delibere no sentido da sua imediata retirada”

Assim, além de reiterar a proposta então efectuada, o PS propõe ainda que, relativamente aos outdoors eleitorais, a Câmara diligencie juntos dos autarcas de freguesia, em especial os eleitos pelo PSD, no sentido de lhes esclarecer o que a Lei determina, assim como a ética, o bom senso e o respeito democrático aconselham, de forma a evitar eventuais futuras novas situações embaraçosas e legalmente comprometedoras para os mesmos.

Tomar, 23 de Junho de 2009, o Vereador, Carlos Silva

Valorização da Estação de Tomar

Proposta

Sobre o ofício da Junta de Freguesia de Sabacheira, referente à estação de caminho de Ferro de Vale dos Ovos, conhecida como “Estação de Fátima”, vem o PS lembrar da sua proposta já por duas vezes apresentada, a 30 de Setembro de 2008 e a 17 de Março do corrente ano, dizendo:

“Considerando a importância da Estação de Caminho de Ferro em Tomar, e da necessidade da sua dignificação e valorização;
Considerando que este acesso à cidade ainda vai sendo utilizado por turistas, e poderia sê-lo mais;
Considerando que a Câmara Municipal deve a todo o momento mostrar o interesse na sua mais-valia e preservação, assim como da manutenção do ramal de Tomar;
Propõe o PS, que a Câmara através dos seus serviços de turismo, concertada com a entidade competente (CP), diligencie no sentido de colocar na Estação de Tomar um mapa turístico da cidade, assinalando assim para quem chega, os devidos locais de interesse e orientando o seu percurso.
Que coloque igualmente expositor/suporte para pequenos objectos de divulgação turística, como folhetos, promovendo por exemplo eventos específicos da Câmara ou Região de Turismo, mas também de entidades particulares, por exemplo da restauração, que aí possam desde logo publicitar-se junto de quem chega à cidade.
Igual iniciativa deve ser realizada, e isso se propõe, na Estação de Fátima, em Vale dos Ovos - Sabacheira.”

Porque a Câmara Municipal de Tomar, deve em todas as matérias ser a primeira a defender os interesses do concelho e dos tomarenses, é na antecipação dos problemas e na salvaguarda e valorização do que ainda vamos tendo, como no caso das ligações por comboio, e da sua importância quer para residentes, quer para afluxo de turistas, que se volta a propor esta iniciativa, assim como as necessárias diligências junto da CP para salvaguarda das duas principais estações de caminho de ferro do concelho.

Tomar, 23 de Junho de 2009, o Vereador, Carlos Silva

Quanto pagamos para ter cinema em Tomar?

Requerimento

Estando esta semana em exibição, uma vez mais, um filme que chegou a Tomar primeiro aos videoclubes do que ao Cineteatro, tendo o caso concreto do filme agora em exibição estreado em Portugal a 5 de Fevereiro, o que nos apresenta grandes dúvidas sobre a afluência dos espectadores, como se não soubéssemos, como sabem os cidadãos como ela é diminuta; e tendo como todos têm, a noção de que foi a Câmara a principal responsável pelo fim do cinema privado em Tomar, e em consequência pela perca do hábito dos tomarenses em frequentar cá o cinema, ainda que o façam noutro concelho; sente-se impelido o PS uma vez mais a perguntar;

Quais os custos totais mensais que ao município comporta a exibição de filmes no cine-teatro Paraíso?
Qual a média mensal de espectadores pagantes? (extraindo destes números as sessões de cinema para crianças das manhãs de domingo)
Ou seja, quanto custa à autarquia, em média por espectador, a exibição de um filme?

Tomar, 23 de Junho de 2009, o Vereador, Carlos Silva