Posição do PS, sobre proposta dos IpT, discutida na reunião de Câmara de hoje, previamente agendada para o dia 25 de Agosto [Esta reunião de Câmara teve, injustificadamente, 3 sessões, tendo durado uma semana]:
Desde 2005 que o PS vem exigindo, cada vez com maior insistência, para uma intervenção urgente no Mercado Municipal, que em resumo passamos a relembrar:
”Considerando que as instalações do actual Mercado Municipal se continuam a degradar, sem qualquer intervenção por parte do Município;
Considerando que apesar do abandono objectivo e sucessivos estrangulamentos desta importante infra-estrutura de todos os Tomarenses, complicando assim a vida a todos os frequentadores, vendedores e funcionários das empresas aí instaladas, a mesma continua a ser procurada por milhares de cidadãos;
Considerando que no âmbito do Plano de Pormenor do Flecheiro e Mercado o futuro mercado municipal, no espaço adjacente ao existente, tem índice construtivo zero, pelo que não se irá concretizar qualquer construção nesse espaço;
Considerando que com todas as incertezas levantadas não só aquando da aprovação do respectivo Plano de Pormenor, como também a polémica pública que o antecedeu, devem levar a uma madura ponderação sobre o espaço, não devendo no entanto o actual Mercado continuar a degradar-se;
Considerando que já esteve inscrito no Orçamento do Município de 2006 uma verba plurianual para elaboração de projecto para a requalificação do mesmo.
Propõe-se:
1 - Que a Câmara Municipal de Tomar inicie desde já a elaboração de projecto de intervenção de emergência, para garantia das condições mínimas de funcionamento e usufruto, do actual Mercado Municipal;
2 – Que seja elaborado o respectivo orçamento dos trabalhos de emergência a realizar, promovida a necessária alteração ao Orçamento de 2008 e presente à Câmara para aprovação.”
Tendo em conta que algumas semanas depois desta proposta ter sido recusada, o Vereador [Ivo Santos] co-responsável pela continuada degradação do Mercado Municipal, em declarações a um Jornal local, considerou ser o Projecto do seu mandato a recuperação do mesmo;
Se propõe:
1 - Que a Câmara Municipal de Tomar inicie desde já a elaboração de projecto de intervenção de emergência, para garantia das condições mínimas de funcionamento e usufruto, do actual Mercado Municipal;
2 – Que seja elaborado o respectivo orçamento dos trabalhos de emergência a realizar, promovida a necessária alteração ao Orçamento de 2008 e presente à Câmara para aprovação.”
Ora, estas propostas foram apresentadas nos órgãos próprios em tempo devido e sempre foram rejeitadas pela maioria PSD.
Porque esta questão assume uma centralidade no desenvolvimento urbanístico, económico e social do Concelho,
Porque não somos favoráveis a intervenções “a conta gotas”, mas sim erradicação de problemas;
Porque não quer o Partido Socialista ficar refém de mais uma decisão tomada por outros, quando em Outubro vencer o embate eleitoral,
Nota:
O Vereador do PS, Carlos Silva, não esteve presente por motivos de falecimento de madrinha de casamento, na Meia Via, hoje pelas 7H30, para onde se teve que deslocar para dar apoio à sua família. Tal facto inviabilizou qualquer substituição atempada. Não deixa no entanto, o PS, de frisar a sua posição sobre esta matéria.
terça-feira, setembro 01, 2009
domingo, agosto 30, 2009
quarta-feira, agosto 26, 2009
JUNTOS FAZEMOS MELHOR - Idália Moniz em Tomar
“JUNTOS FAZEMOS MELHOR”
CONVITE
Dando continuidade ao ciclo de tertúlias temáticas, na próxima Segunda-feira, dia 31 de Agosto, pelas 21h30, na Praça da República, em Tomar, terá lugar mais uma sessão “JUNTOS FAZEMOS MELHOR”, dedicado às Políticas Sociais.
Esta tertúlia terá como oradores: Idália Moniz, Candidata a Deputada pelo círculo eleitoral de Santarém, a exercer as funções de Secretária de Estado Adjunta e da Reabilitação; e Dr. Edmundo Martinho, Gestor, a exercer as funções de Presidente do Instituto da Segurança Social.
Esta é uma oportunidade única para sabermos o que já foi feito, nestes 4 anos, para dar respostas sociais aos nossos jovens, famílias e idosos, bem como para propormos como melhorar o Estado Solidário e Social, que é apanágio dos Socialistas desde sempre.
Conto com a sua presença, valorizando Tomar, mas muito especialmente valorizando o País.
A Candidata a Deputada pelo PS
Anabela Freitas
terça-feira, agosto 25, 2009
Candidatos socialistas foram os primeiros a acampar no reaberto Parque
Este sábado de manhã, dia de reabertura do Parque de Campismo de Tomar que os socialistas acusaram de ser “tímida, ou quase clandestina”, José Vitorino e Hugo Cristóvão, candidatos à presidência da Câmara e Assembleia Municipal de Tomar, com outros elementos das listas socialistas, foram os primeiros a acampar no agora reaberto parque.Seis anos, um mês e onze dias depois do seu fecho abrupto, disseram os socialistas, querer ser os primeiros a aferir da qualidade do parque que no seu entender nunca deveria ter sido encerrado, e provar que em coerência é preciso mostrar que se acredita no que se defende, ou não fossem eles mesmos campistas, ou no caso do candidato à Câmara mais propriamente, caravanista.
No seu entender fica patente com esta reabertura a falta de bom senso, irresponsabilidade e gestão incapaz que marcou a liderança PSD nestes doze anos à frente da autarquia, e que em todo caso, “é deles a responsabilidade pelos milhares de euros de receitas perdidas”. As directas para a autarquia, com os pagamentos do parque, assim como as indirectas na restauração e demais comércio, que os socialistas acusam de ascender aos muitos milhares. Além disso acresce a “má imagem causada nos que deram com o nariz na porta daquele que foi em tempos considerado um dos melhores da Europa” e também a má gestão de recursos humanos e prejuízos daí resultantes, pois parte dos funcionários foi mantida no parque nestes seis anos, sem qualquer função relevante atribuída.
No domingo de manhã, dia de desmontar as tendas, foi possível aferir que eram já vários os campistas, inclusive estrangeiros, o que mostra da vitalidade do parque, e da sua importância num todo mais alargado de “instrumentos que possam efectivamente tornar o Turismo numa área criadora de emprego e desenvolvimento económico em Tomar, e não apenas num chavão que todos usam mas ao qual não se atribui substância”.
Derrama para 2010: PS propôs que fosse de 1%
DECLARAÇÃO DE VOTO
(DERRAMA A COBRAR NO ANO DE 2010)
O PARTIDO SOCIALISTA no domínio da Derrama, tem vindo a defender a sua fixação em 1% sobre o lucro tributável.
Justificámos essa posição com a necessidade de criar incentivos à fixação de empresas e de desenvolvimento da actividade económica do Concelho.
A maioria executiva, numa continuação da sua invariável ausência de estratégia, optou por uma taxa de 1,5%, contando com o beneplácito dos vereadores do movimento Independentes por Tomar.
Justificou tal valor com a “necessidade de financiamento urgente de obras importantes (quais?) a levar a cabo pelo Município de Tomar”.
Posição essa, que mais tarde se mostrou errada, tendo vindo um dos Vereadores lamentar “a redução significativa que se tem vindo a verificar no valor da Derrama nos últimos anos” e, claro, a dizer que a culpa é da legislação aplicável.
Contudo, essa mesma legislação, introduz a possibilidade de diferenciar as pequenas empresas, permitindo, para estas, uma taxa de incidência menor.
Aliás, defende o Partido Socialista, que apesar deste imposto constituir uma fonte de receitas, não deverá o município estar quase exclusivamente dependente da mesma para financiar obras.
É certo que uma política fiscal eficaz deverá ser a prática diária de um município, mas acima de tudo essa politica deverá pautar-se por critérios de equidade.
Ora, não pode o município pedir aos poucos que geram riqueza no Concelho, que criam postos de trabalho, que introduzem desenvolvimento, que venham pagar obras de questionável importância.
Nestas condições, a proposta do PARTIDO SOCIALISTA é a de reduzir a taxa para 1% para as empresas de maior dimensão, e de isentar da Derrama as empresas que apresentem um volume de facturação inferior a 150.00,00€ nos termos do nº4 do artº14, da Lei 2/2007.
Pelo atrás exposto, votamos CONTRA
O Vereador Socialista
Carlos Silva
(DERRAMA A COBRAR NO ANO DE 2010)
O PARTIDO SOCIALISTA no domínio da Derrama, tem vindo a defender a sua fixação em 1% sobre o lucro tributável.
Justificámos essa posição com a necessidade de criar incentivos à fixação de empresas e de desenvolvimento da actividade económica do Concelho.
A maioria executiva, numa continuação da sua invariável ausência de estratégia, optou por uma taxa de 1,5%, contando com o beneplácito dos vereadores do movimento Independentes por Tomar.
Justificou tal valor com a “necessidade de financiamento urgente de obras importantes (quais?) a levar a cabo pelo Município de Tomar”.
Posição essa, que mais tarde se mostrou errada, tendo vindo um dos Vereadores lamentar “a redução significativa que se tem vindo a verificar no valor da Derrama nos últimos anos” e, claro, a dizer que a culpa é da legislação aplicável.
Contudo, essa mesma legislação, introduz a possibilidade de diferenciar as pequenas empresas, permitindo, para estas, uma taxa de incidência menor.
Aliás, defende o Partido Socialista, que apesar deste imposto constituir uma fonte de receitas, não deverá o município estar quase exclusivamente dependente da mesma para financiar obras.
É certo que uma política fiscal eficaz deverá ser a prática diária de um município, mas acima de tudo essa politica deverá pautar-se por critérios de equidade.
Ora, não pode o município pedir aos poucos que geram riqueza no Concelho, que criam postos de trabalho, que introduzem desenvolvimento, que venham pagar obras de questionável importância.
Nestas condições, a proposta do PARTIDO SOCIALISTA é a de reduzir a taxa para 1% para as empresas de maior dimensão, e de isentar da Derrama as empresas que apresentem um volume de facturação inferior a 150.00,00€ nos termos do nº4 do artº14, da Lei 2/2007.
Pelo atrás exposto, votamos CONTRA
O Vereador Socialista
Carlos Silva
Redução de taxas de nas ligações quer aos ramais que aos colectores – proposta dos IpT
Na reunião de Câmara de hoje:
DECLARAÇÃO DE VOTO
(Redução de taxas de nas ligações quer aos ramais que aos colectores – proposta dos IpT)
É sabido que o Partido Socialista apresentou um conjunto de 17 medidas de combate à crise económico e social que visavam não só combater a actual situação de crise que se vive no Concelho mas também lançar bases para um desenvolvimento económico e consequentemente social do Concelho, propostas essas que foram rejeitadas pelo executivo camarário.
Mais do que estarmos a discutir a aplicação de novos tarifários, colocando-os a preços de 2008, ou redução de taxas de ligação, o Partido Socialista defende que estas matérias deverão reflectir não só o estado actual de economia mas também as diversas configurações familiares.
Aliás, a fixação de tarifas deverá assumir uma atitude proactiva do Executivo e não apenas reactiva cada vez que a envolvente económica ou social de altera.
Atendendo a que o Partido Socialista não se revê neste tipo de propostas, só poderá ABSTER-SE
O Vereador Socialista
Carlos Silva
DECLARAÇÃO DE VOTO
(Redução de taxas de nas ligações quer aos ramais que aos colectores – proposta dos IpT)
É sabido que o Partido Socialista apresentou um conjunto de 17 medidas de combate à crise económico e social que visavam não só combater a actual situação de crise que se vive no Concelho mas também lançar bases para um desenvolvimento económico e consequentemente social do Concelho, propostas essas que foram rejeitadas pelo executivo camarário.
Mais do que estarmos a discutir a aplicação de novos tarifários, colocando-os a preços de 2008, ou redução de taxas de ligação, o Partido Socialista defende que estas matérias deverão reflectir não só o estado actual de economia mas também as diversas configurações familiares.
Aliás, a fixação de tarifas deverá assumir uma atitude proactiva do Executivo e não apenas reactiva cada vez que a envolvente económica ou social de altera.
Atendendo a que o Partido Socialista não se revê neste tipo de propostas, só poderá ABSTER-SE
O Vereador Socialista
Carlos Silva
Contrato de aquisição de serviços técnicos e pedagógicos de desporto
Na reunião de Câmara de hoje:
DECLARAÇÃO DE VOTO
(Minuta do Contrato de aquisição de serviços técnicos e pedagógicos de desporto)
Quando em Abril do corrente ano, foi presente a este órgão a abertura de concurso público para a aquisição de serviços técnicos e pedagógicos de desporto, o Partido Socialista, levantou as seguintes questões:
1 – Dada a natureza do que vem sido seguido nos últimos anos, se possa considerar este tipo de serviço prestado pelo Município como “necessidade eventual”;
2 – Seja missão primordial da autarquia a DIRECTA prestação deste tipo de serviços, ou pelo menos em toda esta extensão;
3 – Tal adjudicação de serviços externos, sem qualquer análise de custo/benefício ou demonstração de solvabilidade financeira dos projectos, siga uma linha estratégica proposta, analisada, discutida e validada pelos órgãos do Município, seja ela qual for.
Esta responsabilidade nunca foi assumida pelos sucessivos responsáveis políticos do pelouro, deixando aos técnicos, de excelente competência como é por todos reconhecido, o livre arbítrio de propositura de projectos.
4 – Seja necessário “um concurso público com anúncio no Jornal Oficial da União Europeia”, para a prestação dos serviços necessária ao Município neste momento.
Dadas as dúvidas levantadas, em tempo devido, nomeadamente pela dimensão envolvida, sem qualquer discussão sobre uma VERDADEIRA POLÍTICA DESPORTIVA a ser PROMOVIDA, APOIADA e FACILITADA pelo Município e, enquanto tal não for realizado, apesar de estarmos perante uma minuta de um contrato VOTO CONTRA.
O Vereador Socialista
DECLARAÇÃO DE VOTO
(Minuta do Contrato de aquisição de serviços técnicos e pedagógicos de desporto)
Quando em Abril do corrente ano, foi presente a este órgão a abertura de concurso público para a aquisição de serviços técnicos e pedagógicos de desporto, o Partido Socialista, levantou as seguintes questões:
1 – Dada a natureza do que vem sido seguido nos últimos anos, se possa considerar este tipo de serviço prestado pelo Município como “necessidade eventual”;
2 – Seja missão primordial da autarquia a DIRECTA prestação deste tipo de serviços, ou pelo menos em toda esta extensão;
3 – Tal adjudicação de serviços externos, sem qualquer análise de custo/benefício ou demonstração de solvabilidade financeira dos projectos, siga uma linha estratégica proposta, analisada, discutida e validada pelos órgãos do Município, seja ela qual for.
Esta responsabilidade nunca foi assumida pelos sucessivos responsáveis políticos do pelouro, deixando aos técnicos, de excelente competência como é por todos reconhecido, o livre arbítrio de propositura de projectos.
4 – Seja necessário “um concurso público com anúncio no Jornal Oficial da União Europeia”, para a prestação dos serviços necessária ao Município neste momento.
Dadas as dúvidas levantadas, em tempo devido, nomeadamente pela dimensão envolvida, sem qualquer discussão sobre uma VERDADEIRA POLÍTICA DESPORTIVA a ser PROMOVIDA, APOIADA e FACILITADA pelo Município e, enquanto tal não for realizado, apesar de estarmos perante uma minuta de um contrato VOTO CONTRA.
O Vereador Socialista
segunda-feira, agosto 24, 2009
Paixão por Tomar
Há um ano atrás eu diria a alguém, numa conversa informal de café e a propósito da época de mudanças que a nossa sociedade atravessa, que estava numa fase da vida em que só queria paz e sossego e nunca me imaginaria num projecto destes. No entanto, após o convite feito pelo Arquitecto José Vitorino, candidato à Câmara de Tomar pelo P.S, e após ponderar muito bem, decidi aceitar este desafio.Aceitei, porque acredito que se quisermos, é sempre possível fazer melhor e porque, na realidade, é mais fácil estar do outro lado da barricada. É mais cómodo, criticar (negativamente) e ficar a observar, do que procurar fazer algo de positivo.
Sou a Saudade, de nome completo Maria da Saudade Pocinho Figueiredo dos Santos, tenho 52 anos, sou enfermeira, com a Especialidade de Saúde Infantil e Pediátrica e exerço a minha actividade profissional no Hospital de Tomar, como enfermeira-chefe.
Na minha vida pessoal e profissional, já tive muitas mudanças, umas melhores e outras piores, muitas alegrias e muitas tristezas, mas sempre procurei olhar em frente e nunca desistir daquilo que a vida tem de melhor, acreditando sobretudo naquilo que as pessoas têm de melhor.
Tenho dois filhos rapazes, dos quais me orgulho muito e dos quais costumo dizer : “são as pessoas que menos problemas me dão na vida”.
Não nasci em Tomar, mas vivo nesta bela cidade há 51 anos, o que significa, como devem calcular, que a sinto como um bocadinho de mim própria.
Acredito que Abril nos trouxe Liberdade e considero-me uma mulher Democrata. Mas Democracia significa mais responsabilidade, respeito por nós próprios e pelos outros, respeito pela nossa terra, pelo ambiente e não olhar só para o nosso umbigo. È por tudo isto, e porque a nossa cidade merece muito mais do que aquilo que se tem feito, que abracei este projecto.
Numa reunião, um elemento desta lista disse algo que considero muito verdadeiro e pertinente e que não esqueci: “Não podemos esperar que seja só o Governo a governar; todos nós temos de governar um bocadinho e tentar fazê-lo todos os dias senão, não há rumo possível”. É uma verdade que nos dá trabalho, mas é uma verdade… E é por isso também, que quero ajudar a governar um bocadinho.
O que dizer da minha candidatura?
No outro dia alguém me abordou de modo brincalhão, mostrando-se admirado pela minha posição. A minha resposta foi apenas e só esta:
“E porque não? Não me considero má pessoa, sou honesta, não devo nada a ninguém, (a não ser a casa ao Banco, como o mais comum dos mortais desta sociedade consumista) e acredito que vivemos em Democracia. “
É esta a minha postura! Tentar sempre ser o mais justa possível!
Sou assim mesmo!!!
Quem me conhece sabe que sou assim e a população ajuizará por si, dando-me a oportunidade de o provar.
Desde já agradeço a todos os que depositaram a sua confiança na minha pessoa e a todos os que o irão fazer posteriormente.
Maria da Saudade Pocinho Figueiredo dos Santos
(Candidata a Presidente da Junta de Freguesia de Santa Maria dos Olivais)
Sou a Saudade, de nome completo Maria da Saudade Pocinho Figueiredo dos Santos, tenho 52 anos, sou enfermeira, com a Especialidade de Saúde Infantil e Pediátrica e exerço a minha actividade profissional no Hospital de Tomar, como enfermeira-chefe.
Na minha vida pessoal e profissional, já tive muitas mudanças, umas melhores e outras piores, muitas alegrias e muitas tristezas, mas sempre procurei olhar em frente e nunca desistir daquilo que a vida tem de melhor, acreditando sobretudo naquilo que as pessoas têm de melhor.
Tenho dois filhos rapazes, dos quais me orgulho muito e dos quais costumo dizer : “são as pessoas que menos problemas me dão na vida”.
Não nasci em Tomar, mas vivo nesta bela cidade há 51 anos, o que significa, como devem calcular, que a sinto como um bocadinho de mim própria.
Acredito que Abril nos trouxe Liberdade e considero-me uma mulher Democrata. Mas Democracia significa mais responsabilidade, respeito por nós próprios e pelos outros, respeito pela nossa terra, pelo ambiente e não olhar só para o nosso umbigo. È por tudo isto, e porque a nossa cidade merece muito mais do que aquilo que se tem feito, que abracei este projecto.
Numa reunião, um elemento desta lista disse algo que considero muito verdadeiro e pertinente e que não esqueci: “Não podemos esperar que seja só o Governo a governar; todos nós temos de governar um bocadinho e tentar fazê-lo todos os dias senão, não há rumo possível”. É uma verdade que nos dá trabalho, mas é uma verdade… E é por isso também, que quero ajudar a governar um bocadinho.
O que dizer da minha candidatura?
No outro dia alguém me abordou de modo brincalhão, mostrando-se admirado pela minha posição. A minha resposta foi apenas e só esta:
“E porque não? Não me considero má pessoa, sou honesta, não devo nada a ninguém, (a não ser a casa ao Banco, como o mais comum dos mortais desta sociedade consumista) e acredito que vivemos em Democracia. “
É esta a minha postura! Tentar sempre ser o mais justa possível!
Sou assim mesmo!!!
Quem me conhece sabe que sou assim e a população ajuizará por si, dando-me a oportunidade de o provar.
Desde já agradeço a todos os que depositaram a sua confiança na minha pessoa e a todos os que o irão fazer posteriormente.
Maria da Saudade Pocinho Figueiredo dos Santos
(Candidata a Presidente da Junta de Freguesia de Santa Maria dos Olivais)
sexta-feira, agosto 21, 2009
Hugo Costa
- Economista pelo ISEG.
- Tem 26 anos e reside pendularmente entre Lisboa e as Cabeças (Freguesia de S.João Baptista)
- Actualmente Coordenador do Gabinete de Controlo de Gestão da FDTI (Fundação para o Desenvolvimentos das Tecnologias da Informação);
- Anteriomente foi economista em funções na Banca e em Auditoria;
- Secretário Nacional da JS desde 2006. Actualmente assumo funções na Área da Emancipação Jovem, Organização e Comunicação.
- Membro por inerência da Comissão Política Nacional, Comissão Nacional e Comissão Política Distrital da JS;
- Coordenador da JS Tomar desde 2005;
- Membro do Secretariado e da Comissão Política do PS Tomar;
- Deputado Municipal em Tomar desde 2005;
- Membro da Comissão Política Distrital do PS;-
- Membro da Comissão Técnica Eleitoral para as Eleições Legislativas no Distrito de Santarém e das Autárquicas em Tomar;
- Coordenador operacional da Campanha de Duarte Cordeiro a S.G. da JS;-
Representante da JS Nacional em diversas Comissões do Conselho Nacional de Juventude;
- Colaborador dos blogues nacionais: Simplex e País Relativo;
- Foi Dirigente Associativo no Ensino Superior (Senado da UTL e AE-ISEG);
- Foi Membro da Direcção da Associação Nacional de Jovens Autarcas Socialistas;
quinta-feira, agosto 20, 2009
PS na festa dos Brasões
quarta-feira, agosto 19, 2009
Reis Ferreira
Quem é Manuel Machado Reis Ferreira, candidato do PS na Lista da Câmara Municipal?
Residente em Tomar, sessenta anos de idade, Economista, pós-graduado em Prospectiva e Estratégia, especialista em Planeamento Turístico, Análise de Projectos e Planeamento Estratégico.
Professor do Ensino Superior desde 1975, no ISEG, Mestrado em Planeamento Regional e Urbano da Universidade Técnica de Lisboa, Universidade Autónoma de Lisboa, Universidade Atlântica, Universidade Católica de Lisboa e Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril.
Professor do Instituto Politécnico de Tomar desde 2000, no Departamento de Gestão Turística e Cultural, onde é responsável da Área de Turismo e coordenador técnico do Mestrado em Desenvolvimento de Produtos de Turismo Cultural.
Trabalhou no Departamento Central de Planeamento, no Gabinete da Área de Sines e na Direcção-Geral do Turismo.
Tem vasta experiência como consultor de Planeamento Turístico e de Planeamento Regional e Urbano na elaboração de Planos Regionais e Planos Municipais de Ordenamento do Território.
Militante do Partido Socialista, pertenceu ao Gabinete de Estudos e pertence actualmente à Secção Sectorial de Turismo.
TODOS SOMOS PRECISOS!
segunda-feira, agosto 17, 2009
PS entregou listas no Tribunal
O Tenente-coronel José Pereira Marques, mandatário das Listas do PS, acompanhado por alguns dos candidatos do PS, fez a entrega oficial das listas candidatas.Quase 300 cidadãos do Concelho, integram as Listas do PS, entregues hoje no Tribunal de Tomar, às 17 autarquias de Tomar onde o PS concorre.
As listas do PS integram 114 mulheres (39,2%) e 177 homens (60,8%), cumprindo assim em excesso a Lei da paridade, que obriga à presença mínima de 33% de cada um dos géneros. Acresce a esta situação o facto de o PS ter três mulheres como cabeças de Listas, às Freguesias de Sta.Maria dos Olivais, Casais e Pedreira, facto que acontece pela primeira vez.

A idade média dos candidatos à Câmara Municipal é de 52 anos e da Lista à Assembleia Municipal de 34 anos. A média de idades de todos os seus candidatos é de 45 anos.
As listas do PS têm:
- 12 novos eleitores nas suas Listas, 4,1% dos seus candidatos.
- 63 candidatos têm entre 19 e 29 anos, 21,6% dos candidatos.
- 210 candidatos têm entre 30 e 64 anos, 72,2% dos candidatos.
- 18 candidatos têm 65 ou mais anos de idade, 6,2% dos candidatos.

A Lista da Câmara Municipal, é encabeçada por José António Becerra Vitorino (54 anos) e a da Assembleia Municipla por Hugo Renato Ferreira Cristóvão (31 anos). As das 15 Freguesias, às quais o PS concorre:
Além da Ribeira - João da Costa Henriques, Vale Venteiro, Aposentado, 65 anos
Alviobeira - Fernando Manuel Piedade Nunes, Alviobeira, Empresário, 56 anos
Asseiceira - Jorge Sirgado Garcia, Linhaceira, Empresário, 58 anos
Beselga - Carlos Alberto da Silva Lopes, Vale do Calvo, 59 anos
Carregueiros - João Miguel Sousa Plácido André, Brasões, 31 anos
Casais - Maria do Céu Henriques Brito Graça, Olas, Empresária, 51 anos
Madalena - Arlindo da Conceição Costa Nunes, Porto Mendo, Assistente Operacional, 51 anos
Olalhas - Tomé de Jesus Nunes Esgueira, Aboboreiras, Empresário, 59 anos
Paialvo - Vitor Manuel de Jesus Pereira, Delongo, Formador, 40 anos
Pedreira - Rita Isabel Antunes Medeiros Clara, Pedreira, Estilista, 30 anos
Sabacheira - Fernando da Costa Graça, Chão de Maçãs, Empresário, 65 anos
Serra - Sebastião Manuel da Noiva Rodrigues, Castelo Novo, Formador, 45 anos
S.Pedro - Fernando Manuel Baptista do Carmo, S.Pedro, Empresário, 42 anos
S.João Baptista - Francisco José dos Santos Faria, S.Lourenço, Empresário, 58 anos
Sta Maria Olivais - Maria da Saudade Pocinho Figueiredo dos Santos, Tomar, Enfermeira, 52 anos
Lista de candidatos à Assembleia Municipal
16 Mulheres, 22 Homens, Idade média de 34 anos
EFECTIVOS
Hugo Cristóvão, professor, 31 anos, Algaz
Anabela Freitas, técnica de emprego, 42 anos, Tomar
José Pereira, professor aposentado, 60 anos, Tomar
Hugo Costa, economista, 26 anos, Cabeças
Fátima Duarte, assistente social, 41 anos, Chão de Maçãs
António Oliveira, professor, 54 anos, Palaceiros
João Cardoso, empresário de restauro, 57 anos, Tomar
Celeste Jesus, assistente social, 49 anos, Tomar
Vasco Marques, advogado, 34 anos, Tomar
Manuel Oliveira, empresário, 60 anos, Falagueiro
Mónica Martins, engenheira do ambiente, 24 anos, Tomar
João Salvador, economista, 27 anos, Linhaceira
Carolina Mourão, geógrafa, 24 anos, Cem Soldos
André Samouco, sociólogo, 55 anos, Tomar
Joana Martins, advogada, 31 anos, Tomar
Tiago Costa, bancário, 29 anos, Serra de Baixo
Rui Lopes, professor, 32 anos, Tomar
Mariana Carvão, professora aposentada, 56 anos, Palhavã
Miguel Gonçalves, técn. sup. Emprego, 37 anos, Tomar
Américo Freire, economista aposentado, 57 anos, Tomar
Celeste Gouveia, advogada, 29 anos, Asseiceira
Suplentes
Nuno Ferreira, engenheiro civil
Mª Jesus Freitas, auxiliar acção educativa
Carlos Tibúrcio Silva, professor
Patrícia Ferreira, economista
Paula Peixoto, consultora recursos humanos
Bruno Homem, músico
Hugo Lucas, estudante economia
Filipa Garcia, gestora de saúde
Fábio Gonçalves, empregado de mesa
Ricardo Gilberto, engenheiro civil
Élia Antunes, administrativa
Pedro Alves, trabalhador estudante
Bruno Martinho, técnico de som
Joana Nunes, contabilista
David Pereira, estudante gestão da qualidade
João Lopes, estudante
Sónia Marques, estudante
Susana Faria, economista
As listas do PS integram 114 mulheres (39,2%) e 177 homens (60,8%), cumprindo assim em excesso a Lei da paridade, que obriga à presença mínima de 33% de cada um dos géneros. Acresce a esta situação o facto de o PS ter três mulheres como cabeças de Listas, às Freguesias de Sta.Maria dos Olivais, Casais e Pedreira, facto que acontece pela primeira vez.

A idade média dos candidatos à Câmara Municipal é de 52 anos e da Lista à Assembleia Municipal de 34 anos. A média de idades de todos os seus candidatos é de 45 anos.
As listas do PS têm:
- 12 novos eleitores nas suas Listas, 4,1% dos seus candidatos.
- 63 candidatos têm entre 19 e 29 anos, 21,6% dos candidatos.
- 210 candidatos têm entre 30 e 64 anos, 72,2% dos candidatos.
- 18 candidatos têm 65 ou mais anos de idade, 6,2% dos candidatos.

A Lista da Câmara Municipal, é encabeçada por José António Becerra Vitorino (54 anos) e a da Assembleia Municipla por Hugo Renato Ferreira Cristóvão (31 anos). As das 15 Freguesias, às quais o PS concorre:
Além da Ribeira - João da Costa Henriques, Vale Venteiro, Aposentado, 65 anos
Alviobeira - Fernando Manuel Piedade Nunes, Alviobeira, Empresário, 56 anos
Asseiceira - Jorge Sirgado Garcia, Linhaceira, Empresário, 58 anos
Beselga - Carlos Alberto da Silva Lopes, Vale do Calvo, 59 anos
Carregueiros - João Miguel Sousa Plácido André, Brasões, 31 anos
Casais - Maria do Céu Henriques Brito Graça, Olas, Empresária, 51 anos
Madalena - Arlindo da Conceição Costa Nunes, Porto Mendo, Assistente Operacional, 51 anos
Olalhas - Tomé de Jesus Nunes Esgueira, Aboboreiras, Empresário, 59 anos
Paialvo - Vitor Manuel de Jesus Pereira, Delongo, Formador, 40 anos
Pedreira - Rita Isabel Antunes Medeiros Clara, Pedreira, Estilista, 30 anos
Sabacheira - Fernando da Costa Graça, Chão de Maçãs, Empresário, 65 anos
Serra - Sebastião Manuel da Noiva Rodrigues, Castelo Novo, Formador, 45 anos
S.Pedro - Fernando Manuel Baptista do Carmo, S.Pedro, Empresário, 42 anos
S.João Baptista - Francisco José dos Santos Faria, S.Lourenço, Empresário, 58 anos
Sta Maria Olivais - Maria da Saudade Pocinho Figueiredo dos Santos, Tomar, Enfermeira, 52 anos
Lista de candidatos à Assembleia Municipal
16 Mulheres, 22 Homens, Idade média de 34 anos
EFECTIVOS
Hugo Cristóvão, professor, 31 anos, Algaz
Anabela Freitas, técnica de emprego, 42 anos, Tomar
José Pereira, professor aposentado, 60 anos, Tomar
Hugo Costa, economista, 26 anos, Cabeças
Fátima Duarte, assistente social, 41 anos, Chão de Maçãs
António Oliveira, professor, 54 anos, Palaceiros
João Cardoso, empresário de restauro, 57 anos, Tomar
Celeste Jesus, assistente social, 49 anos, Tomar
Vasco Marques, advogado, 34 anos, Tomar
Manuel Oliveira, empresário, 60 anos, Falagueiro
Mónica Martins, engenheira do ambiente, 24 anos, Tomar
João Salvador, economista, 27 anos, Linhaceira
Carolina Mourão, geógrafa, 24 anos, Cem Soldos
André Samouco, sociólogo, 55 anos, Tomar
Joana Martins, advogada, 31 anos, Tomar
Tiago Costa, bancário, 29 anos, Serra de Baixo
Rui Lopes, professor, 32 anos, Tomar
Mariana Carvão, professora aposentada, 56 anos, Palhavã
Miguel Gonçalves, técn. sup. Emprego, 37 anos, Tomar
Américo Freire, economista aposentado, 57 anos, Tomar
Celeste Gouveia, advogada, 29 anos, Asseiceira
Suplentes
Nuno Ferreira, engenheiro civil
Mª Jesus Freitas, auxiliar acção educativa
Carlos Tibúrcio Silva, professor
Patrícia Ferreira, economista
Paula Peixoto, consultora recursos humanos
Bruno Homem, músico
Hugo Lucas, estudante economia
Filipa Garcia, gestora de saúde
Fábio Gonçalves, empregado de mesa
Ricardo Gilberto, engenheiro civil
Élia Antunes, administrativa
Pedro Alves, trabalhador estudante
Bruno Martinho, técnico de som
Joana Nunes, contabilista
David Pereira, estudante gestão da qualidade
João Lopes, estudante
Sónia Marques, estudante
Susana Faria, economista
Lista de candidatos à Câmara Municipal
6 Mulheres, 8 Homens, Idade média de 52 anos
José António Becerra Vitorino, professor, 54 anos, Tomar
Luis José da Silva Ferreira, tec. informática, 42 anos, Tomar
Anabela Rosa Almeida Estanqueiro, advogada, 43 anos, Tomar
António Manuel Alves Cúrdia, técnico superior da administração pública , 52 anos, Tomar
Zita Carla Vicente Freire Figueiredo, assistente social, 29 anos, Linhaceira
Maria Ermelinda Vasconcelos dos Santos Alves Henriques, professora aposentada, 64 anos, Tomar
António Pedro da Silva Salgueiro, director fabril aposentado, 60 anos, S.Pedro
Sandra Godinho Silva, Lic.linguas Literaturas Modernas, 26 anos, Vale da Torre
Manuel Machado Reis Ferreira, professor do ensino superior, 60 anos, Tomar
Vera Sofia Sepúlveda de Castelo Branco, gerente hoteleira, 53 anos, Alverangel
António Silva Nunes, polícia aposentado, 64 anos, Cem Soldos
Maria João Serrano Baginha, professora aposentada, 62 anos, Tomar
Joaquim António de Oliveira Garcia Segorbe, gerente apaosentado, 63 anos, Tomar
Carlos da Piedade Silva, tec.tributário, 59 anos, Valdonas
sexta-feira, agosto 14, 2009
Candidata a Deputada na entrega das Listas em Tribunal

A socialista tomarense e candidata a Deputada, Anabela Freitas, esteve hoje de manhã no Tribunal de Santarém, na entrega das Listas de candidatos do PS às eleições legislativas.

Capitaneados pelo Coronel Garcia Correia, militar de Abril e mandatário da candidatura do PS no distrito de Santarém e acompanhados por Paulo Fonseca, Presidente da Federação e dos candidatos Jorge Lacão, Idália Moniz, João Sequeira e Fernando Pratas, Anabela Freitas marcou presença neste simbólico acto em prol de Portugal, da afirmação dos valores do socialismo democrático e da afirmação de Tomar no contexto regional e nacional.
quinta-feira, agosto 13, 2009
tem a palavra...
"Uma campanha com a FORÇA das convicções, a BELEZA própria da política, feita à LUZ dos príncipios democráticos e com a SABEDORIA necessária para encontrar as boas respostas para os problemas do concelho, é o que tenho a certeza que vai acontecer em Tomar, com o PS a liderar o debate.
Como não voto em Tomar só posso apoiar pela palavra a equipa do meu amigo fraterno Vitorino e de todos os que o acompanham no projecto de mudança que ele protagoniza."
José Miguel Medeiros, amigo e camarada ex-Governador Civil de Leiria que agora desempenha as funções de Secretário de Estado da Protecção Civil, comentou no Facebook da candidatura da Geração Tomar.
Como não voto em Tomar só posso apoiar pela palavra a equipa do meu amigo fraterno Vitorino e de todos os que o acompanham no projecto de mudança que ele protagoniza."
José Miguel Medeiros, amigo e camarada ex-Governador Civil de Leiria que agora desempenha as funções de Secretário de Estado da Protecção Civil, comentou no Facebook da candidatura da Geração Tomar.
terça-feira, agosto 11, 2009
Tenente-Coronel Pereira Marques é o mandatário do PS
O Partido Socialista através do candidato à câmara José Becerra Vitorino, anunciou este fim-de-semana num encontro ocorrido no Hotel dos Templários, como seu mandatário o Tenente-Coronel José Pereira Marques, ex-chefe de várias bandas militares entre as quais a Banda Sinfónica do Exército.Pelo seu perfil de rigor e seriedade, bem como a credibilidade que atesta a sua carreira, e também o que nela foi de entrega a Tomar, “Pereira Marques é a personalidade que nos honra e nos prestigia, e nos deixa seguros da igual credulidade que merecemos junto dos cidadãos, para os quais queremos destinar o nosso trabalho e o trabalho da Câmara de Tomar a partir de 11 de Outubro”. “Uma câmara verdadeiramente ao lado das necessidades e das ambições dos tomarenses”, acrescentou.
Também Hugo Cristóvão, presidente da concelhia do PS Tomar, se mostrou satisfeito e honrado pela disponibilidade pronta com que o seu antigo maestro respondeu ao apelo, estando “convicto de que é mais um exemplo e estímulo de como o PS está no bom caminho”, no espírito da ‘Geração Tomar’ que dá mote à candidatura, “conseguindo congregar cidadãos de todas as idades, formações profissionais e experiências de vida, unidos da vontade de melhorar a nossa terra, e é a única alternativa capaz de mostrar aos tomarenses uma nova liderança e capacidade de fazer o presente e projectar o futuro”.
Por seu turno, o agora aposentado, a quem competiu a Chefia do Serviço de Bandas e Fanfarras do Exército, José Pereira Marques mostrou-se lisonjeado com o convite, o qual afirmou ter aceitado de imediato por ter plena segurança nas capacidades de José Vitorino, tendo desde o momento da sua escolha manifestado junto de dirigentes do PS o seu agrado e confiança, bem como a sua disponibilidade para colaborar com o projecto. Disse acreditar ser Vitorino, ou não fosse também este filho de militar, e a sua equipa os únicos capazes de imprimir estratégia e rigor à gestão e direcção do concelho, capazes de mudar o percurso algo indiferente e desorientado que a nossa terra tem sofrido.
Para Tomar – onde reside há cerca de 40 anos, dirigiu a Banda do Regimento de I
nfantaria, foi professor do ex-Conservatório Regional de Tomar e durante cerca de duas décadas foi maestro da Banda da Sociedade Filarmónica Gualdim Pais – desejou uma maior aposta na cultura como algo que pode não só aumentar a qualidade de vida e formação dos cidadãos, mas também ser capaz de criar empregos e gerar riqueza, sendo declaradamente uma área que nos pode distinguir, como fez já noutras épocas, dos concelhos vizinhos. Disse ser necessário apostar na capacidade instalada e potenciar o que de bom se vai fazendo, possibilitando um maior profissionalismo e trabalho conjunto de muitas das instituições do concelho, criando também um cartaz anual de eventos que alavanque o concelho para outras áreas como o turismo, e “nos tire de algum anonimato a que vamos sendo dotados quando comparados com outros concelhos onde o trabalho nesta área vai sendo maior, com evidentes prejuízos a vários níveis para nós tomarenses”.
nfantaria, foi professor do ex-Conservatório Regional de Tomar e durante cerca de duas décadas foi maestro da Banda da Sociedade Filarmónica Gualdim Pais – desejou uma maior aposta na cultura como algo que pode não só aumentar a qualidade de vida e formação dos cidadãos, mas também ser capaz de criar empregos e gerar riqueza, sendo declaradamente uma área que nos pode distinguir, como fez já noutras épocas, dos concelhos vizinhos. Disse ser necessário apostar na capacidade instalada e potenciar o que de bom se vai fazendo, possibilitando um maior profissionalismo e trabalho conjunto de muitas das instituições do concelho, criando também um cartaz anual de eventos que alavanque o concelho para outras áreas como o turismo, e “nos tire de algum anonimato a que vamos sendo dotados quando comparados com outros concelhos onde o trabalho nesta área vai sendo maior, com evidentes prejuízos a vários níveis para nós tomarenses”.Uma escolha decisiva
artigo de opinião de José Sócrates, Secretário Geral do PS, no JN de hoje
Um programa com prioridades claras
O Partido Socialista, cumprindo com seriedade e sentido das responsabilidades o seu dever democrático, apresentou já, publicamente, o seu programa eleitoral. É um programa de ambição e de futuro. Mas é também um programa com prioridades muito claras: vencer a crise, modernizar o País, reduzir as desigualdades sociais.
Dirigimos o foco da nossa atenção, claramente, para as urgências do tempo presente : superar a crise que veio de fora, relançar a economia e promover o emprego. Mas apontamos, também, o caminho do futuro - de que não podemos desistir - para uma economia mais forte e competitiva: prosseguir o movimento de modernização da economia e do Estado, reforçar as qualificações, continuar a reduzir a dependência energética, valorizar as exportações. A mobilização de vontades e energias nacionais em torno de um Pacto para a Internacionalização das Pequenas e Médias Empresas e de um Pacto para o Emprego estruturam as nossas propostas de ambição renovada para a economia portuguesa. Paralelamente, propomos novas medidas concretas para prosseguir o reforço das políticas sociais e a qualificação dos serviços públicos, de modo a ir mais longe no combate à pobreza e às desigualdades, proporcionando mais oportunidades para todos.
Ter ou não ter programa: uma questão de responsabilidade política
A pouco mais de um mês das eleições legislativas, o contraste não poderia ser maior. O PS, como lhe compete, apresenta os resultados de quatro anos de reformas que, apesar de todas as dificuldades, permitiram pôr as contas públicas em ordem, retirar a segurança social da situação de alto risco, modernizar e simplificar a administração pública, generalizar o acesso às novas tecnologias de informação, levar a economia portuguesa a uma balança tecnológica positiva, colocar Portugal na dianteira nas energias renováveis, reduzir o abandono e o insucesso escolar, desenvolver o ensino profissional, melhorar os cuidados prestados pelo Serviço Nacional de Saúde e concretizar toda uma nova geração de políticas sociais, que reduziu a pobreza e as desigualdades, aumentou o salário mínimo e reforçou em muito o apoio às famílias. Mas, ao mesmo tempo que apresenta resultados, o PS mostra, uma vez mais, iniciativa e determinação, apresentando um programa de novas propostas para responder à crise internacional e preparar o futuro do País.
Enquanto isso, a única coisa que vemos do lado da Oposição é a insistência na velha lógica de coligação negativa, em que forças políticas de sinal contrário, como a direita conservadora e a esquerda radical, convergem no objectivo comum de atacar o PS e dizer mal de tudo o que se tenta fazer para melhorar o País. Quanto ao futuro, nada parecem ter para dizer aos portugueses.
E é preciso notar que se o PS apresenta um programa, a direita esconde o seu. De facto, enquanto o PS lança as ideias políticas que marcam o debate, na direita reina o vazio: não tem ideias nem alternativa para apresentar e, mais grave ainda, tenta agora esconder dos eleitores as ideias que antes apresentou e defendeu, como as que contestaram o aumento do salário mínimo ou as que poriam em causa a universalidade e tendencial gratuitidade do Serviço Nacional de Saúde, bem como a própria matriz pública do nosso sistema de segurança social, que garante as pensões e as reformas dos portugueses.
Mas a direita não tem como esconder a sua verdadeira face: o regresso ao passado. Quatro anos volvidos, a direita não tem melhor para propor que as mesmas ideias e as mesmas pessoas. Mesmas ideias e mesmas pessoas que, ainda há pouco, em condições bem mais favoráveis, fracassaram totalmente na governação. Falam, por vezes, como se tudo estivesse esquecido. Não: nós sabemos o que a direita fez no Governo passado.
1ª escolha: atitude
Nas próximas eleições legislativas, de 27 de Setembro, os portugueses serão chamados a fazer uma escolha política decisiva. E, do meu ponto de vista, essa escolha envolve três opções fundamentais, que gostaria aqui de explicitar de forma a clarificar o que, no essencial, está em jogo.
Em primeiro lugar, trata-se de escolher uma atitude na governação. Como é manifesto, a atitude que tem marcado o discurso da direita é dominada pelo pessimismo, pela amargura e pela resignação. Bem vistas as coisas, a direita só fala do futuro para dizer que tem medo do dia de amanhã. Medo: não apela ao melhor mas ao pior de nós. A sua mensagem é triste e miserabilista. Não adianta fazer nada a não ser esperar pacientemente por melhores dias.
Pois eu acho que esta atitude paralisante, herdeira de um certo espírito do salazarismo, faz mal ao País e não nos deixa andar para a frente. Pelo contrário, acho que o primeiro dever de quem governa é ter uma visão do futuro do País e a determinação de impulsionar as reformas modernizadoras que são necessárias para servir o interesse geral. Este é o seu dever: mobilizar as energias da sociedade e puxar pela confiança. Confiança, nunca desistir da confiança.
E atenção: esta não é uma questão menor. Naturalmente, a superação dos desafios há-de resultar, sobretudo, do dinamismo da sociedade e da iniciativa dos seus agentes económicos. Mas num momento como este, de dificuldades e tarefas tão exigentes, a atitude de quem governa pode ajudar a fazer a diferença entre o fracasso e o sucesso.
É por isso que digo aos portugueses que há aqui uma opção importante a fazer. E digo mais: a atitude de pessimismo, de resignação e de paralisia que marca o discurso da direita não serve os interesses do País. O que os tempos exigem é uma outra atitude na governação: uma atitude de confiança, de determinação e de iniciativa para vencer as dificuldades do presente, prosseguir o movimento de modernização e preparar o futuro País.
2ª escolha: investimento público
Em segundo lugar, há uma escolha política a fazer sobre o investimento público. A questão é esta: num contexto de crise económica global e de consequente quebra das exportações, de falta de confiança e adiamento de projectos por parte dos investidores privados, de dificuldades no acesso ao crédito, de menor procura pelos consumidores, que factor pode contribuir para relançar a economia, salvar muitas empresas e promover o emprego? Desde a célebre Grande Depressão, que se seguiu à crise de 1929, todos os economistas que resistem à cegueira ideológica sabem a resposta: o investimento público. Por isso, a generalidade dos países europeus e das economias desenvolvidas, incluindo os Estados Unidos da América de Obama, decidiram enfrentar a crise lançando programas de reforço do investimento público. Foi o que fizemos aqui também, com investimentos selectivos e destinados a impulsionar a modernização do País, de num modo geral antecipando apenas o calendário de projectos já anteriormente decididos e privilegiando os investimentos de mais rápida execução: modernização das escolas, equipamentos sociais e de saúde, energia, redes de nova geração.
A nossa direita, pelo contrário, ao arrepio do que se vê pelo Mundo fora, permanece apegada aos seus preconceitos ideológicos e acha que o Estado não deve fazer tanto para ajudar a economia a vencer a crise e para salvaguardar o emprego. A sua proposta é, por isso, simples e recorrente: cortar no investimento público. Mas esta é também uma proposta errada. É preciso dize-lo de forma clara: cortar no investimento público modernizador, como propõe a direita, seria um grave erro estratégico, que prejudicaria seriamente o relançamento da economia, atiraria muito mais empresas para a falência e bloquearia a recuperação do emprego.
E mais: Portugal não pode estar constantemente a regressar à estaca zero na discussão dos seus projectos de investimento. Não pode estar cinquenta anos para decidir uma barragem, quarenta anos para decidir um aeroporto e vinte anos para decidir se fica dentro ou fora da rede europeia de alta velocidade, que está já hoje a revolucionar a mobilidade por toda a Europa e na nossa vizinha Espanha. Houve um tempo para decidir, este é o tempo de fazer. A proposta do PS é, por isso, continuar a apostar no investimento público como instrumento fundamental de combate à crise mas também de modernização do
País.
3ª escolha: Estado social
Em terceiro lugar, há uma escolha crucial a fazer sobre o futuro das políticas sociais – e também aí as opções são claras, separando nitidamente a direita e o PS. A direita insiste no recuo do Estado Social, para a condição de Estado mínimo ou, como dizem agora, Estado “imprescindível”. Nada que não tenhamos já visto antes: lembramo-nos bem de que estes mesmos protagonistas foram responsáveis por um forte desinvestimento nas políticas sociais quando estavam no Governo. Mas, tendo em conta as propostas apresentadas pela direita ao longo desta legislatura, a ambição que agora se desenha é outra: privatização parcial da segurança social, fim da tendencial gratuitidade do Serviço Nacional de Saúde e pagamento dos próprios serviços de saúde pelas classes médias, privatização de serviços públicos fora das áreas de soberania. A proposta do PS, por seu turno, é bem diferente: reforço das políticas sociais, qualificação e modernização dos serviços públicos, investimento no combate à pobreza e na redução das desigualdades. E os portugueses sabem que esta proposta do PS dá seguimento aquela que foi a sua prática no Governo: criámos o complemento solidário que já beneficia mais de 200 mil idosos, criámos a rede de cuidados continuados, reforçámos o investimento nos equipamentos sociais, criámos o abono pré-natal, aumentámos o abono de família, alargámos a acção social escolar, aumentámos o salário mínimo.
Para a próxima legislatura, propomo-nos reforçar ainda mais as políticas sociais, de modo a enfrentar os novos desafios do Estado Social.
Primeiro, o apoio à natalidade, à infância e à família: somaremos às medidas em curso a nova Conta Poupança Futuro, em que o Estado deposita 200 Euros, por ocasião do nascimento de qualquer criança, e concede benefícios fiscais para incentivar a poupança, sendo que o saldo poderá depois ser utilizado pelo jovem para financiar os seus estudos ou projectos profissionais.
Segundo, o combate à pobreza e às desigualdades: criaremos um novo mecanismo de ajuda ao rendimento das famílias trabalhadoras com filhos a cargo e das pessoas com deficiência, em termos semelhantes ao Complemento Solidário para Idosos, de forma a garantir um rendimento acima do limiar da pobreza.
Terceiro, o apoio à qualificação e inserção profissional dos jovens: apoiaremos a escolaridade até ao 12º ano através da nova bolsa de estudos para estudantes do ensino secundário e criaremos novos programas INOV, incluindo o INOV-Social, bem como um programa especial de cinco mil estágios na administração pública. Quarto, a qualificação do Serviço Nacional de Saúde: anteciparemos para 2013 as metas de expansão da rede de cuidados continuados para idosos e dependentes previstas para 2016 e alargaremos a todo o território nacional a experiência de sucesso das Unidades de Saúde Familiar, de modo a prosseguir o objectivo de garantir a todos os portugueses o acesso a médico de família.
Eis apenas algumas propostas concretas do nosso programa de reforço das políticas sociais, que é fundamental para fazer face a necessidades reais do País. É este caminho, de reforço do Estado Social, que devemos seguir. E é este caminho que também se decide nas próximas eleições legislativas. Porventura é mesmo essa a questão decisiva destas eleições: rasgar as politicas sociais, ou reforço do Estado social. Uma vez mais: ou o PS ou a direita
Confiança no futuro
E que não haja ilusões: para Portugal, a alternativa real é entre o PS ser chamado de novo a formar Governo ou regressar a um Governo de direita. Por isso, os que querem um PS fraco e vencido, digam o que disserem, preferem de facto a direita no poder. Mas nesta escolha decisiva que está diante dos portugueses, o PS está, creio, do lado certo, que é também o lado da acção e do futuro: propõe uma atitude de iniciativa, preconiza o investimento público para a modernização do País e defende o Estado Social para reduzir as desigualdades e promover oportunidades para todos.
Neste momento de crise mundial, os Portugueses precisam de um Governo competente, com um rumo claro, uma agenda conhecida e condições de coerência e estabilidade.
Os portugueses sabem que sempre puderam contar com o PS nos momentos difíceis. Nós não somos daquela esquerda que se limita a protestar, dispensando-se da maçada de contribuir para a solução de qualquer problema. Estamos bem conscientes de que a nossa responsabilidade é realizar as políticas públicas necessárias para responder aos problemas e às necessidades das pessoas. E é isso que queremos continuar a fazer, com toda a energia e com toda a determinação, com base num novo compromisso. Com confiança nos portugueses e com confiança no futuro.
Um programa com prioridades claras
O Partido Socialista, cumprindo com seriedade e sentido das responsabilidades o seu dever democrático, apresentou já, publicamente, o seu programa eleitoral. É um programa de ambição e de futuro. Mas é também um programa com prioridades muito claras: vencer a crise, modernizar o País, reduzir as desigualdades sociais.
Dirigimos o foco da nossa atenção, claramente, para as urgências do tempo presente : superar a crise que veio de fora, relançar a economia e promover o emprego. Mas apontamos, também, o caminho do futuro - de que não podemos desistir - para uma economia mais forte e competitiva: prosseguir o movimento de modernização da economia e do Estado, reforçar as qualificações, continuar a reduzir a dependência energética, valorizar as exportações. A mobilização de vontades e energias nacionais em torno de um Pacto para a Internacionalização das Pequenas e Médias Empresas e de um Pacto para o Emprego estruturam as nossas propostas de ambição renovada para a economia portuguesa. Paralelamente, propomos novas medidas concretas para prosseguir o reforço das políticas sociais e a qualificação dos serviços públicos, de modo a ir mais longe no combate à pobreza e às desigualdades, proporcionando mais oportunidades para todos.
Ter ou não ter programa: uma questão de responsabilidade política
A pouco mais de um mês das eleições legislativas, o contraste não poderia ser maior. O PS, como lhe compete, apresenta os resultados de quatro anos de reformas que, apesar de todas as dificuldades, permitiram pôr as contas públicas em ordem, retirar a segurança social da situação de alto risco, modernizar e simplificar a administração pública, generalizar o acesso às novas tecnologias de informação, levar a economia portuguesa a uma balança tecnológica positiva, colocar Portugal na dianteira nas energias renováveis, reduzir o abandono e o insucesso escolar, desenvolver o ensino profissional, melhorar os cuidados prestados pelo Serviço Nacional de Saúde e concretizar toda uma nova geração de políticas sociais, que reduziu a pobreza e as desigualdades, aumentou o salário mínimo e reforçou em muito o apoio às famílias. Mas, ao mesmo tempo que apresenta resultados, o PS mostra, uma vez mais, iniciativa e determinação, apresentando um programa de novas propostas para responder à crise internacional e preparar o futuro do País.
Enquanto isso, a única coisa que vemos do lado da Oposição é a insistência na velha lógica de coligação negativa, em que forças políticas de sinal contrário, como a direita conservadora e a esquerda radical, convergem no objectivo comum de atacar o PS e dizer mal de tudo o que se tenta fazer para melhorar o País. Quanto ao futuro, nada parecem ter para dizer aos portugueses.
E é preciso notar que se o PS apresenta um programa, a direita esconde o seu. De facto, enquanto o PS lança as ideias políticas que marcam o debate, na direita reina o vazio: não tem ideias nem alternativa para apresentar e, mais grave ainda, tenta agora esconder dos eleitores as ideias que antes apresentou e defendeu, como as que contestaram o aumento do salário mínimo ou as que poriam em causa a universalidade e tendencial gratuitidade do Serviço Nacional de Saúde, bem como a própria matriz pública do nosso sistema de segurança social, que garante as pensões e as reformas dos portugueses.
Mas a direita não tem como esconder a sua verdadeira face: o regresso ao passado. Quatro anos volvidos, a direita não tem melhor para propor que as mesmas ideias e as mesmas pessoas. Mesmas ideias e mesmas pessoas que, ainda há pouco, em condições bem mais favoráveis, fracassaram totalmente na governação. Falam, por vezes, como se tudo estivesse esquecido. Não: nós sabemos o que a direita fez no Governo passado.
1ª escolha: atitude
Nas próximas eleições legislativas, de 27 de Setembro, os portugueses serão chamados a fazer uma escolha política decisiva. E, do meu ponto de vista, essa escolha envolve três opções fundamentais, que gostaria aqui de explicitar de forma a clarificar o que, no essencial, está em jogo.
Em primeiro lugar, trata-se de escolher uma atitude na governação. Como é manifesto, a atitude que tem marcado o discurso da direita é dominada pelo pessimismo, pela amargura e pela resignação. Bem vistas as coisas, a direita só fala do futuro para dizer que tem medo do dia de amanhã. Medo: não apela ao melhor mas ao pior de nós. A sua mensagem é triste e miserabilista. Não adianta fazer nada a não ser esperar pacientemente por melhores dias.
Pois eu acho que esta atitude paralisante, herdeira de um certo espírito do salazarismo, faz mal ao País e não nos deixa andar para a frente. Pelo contrário, acho que o primeiro dever de quem governa é ter uma visão do futuro do País e a determinação de impulsionar as reformas modernizadoras que são necessárias para servir o interesse geral. Este é o seu dever: mobilizar as energias da sociedade e puxar pela confiança. Confiança, nunca desistir da confiança.
E atenção: esta não é uma questão menor. Naturalmente, a superação dos desafios há-de resultar, sobretudo, do dinamismo da sociedade e da iniciativa dos seus agentes económicos. Mas num momento como este, de dificuldades e tarefas tão exigentes, a atitude de quem governa pode ajudar a fazer a diferença entre o fracasso e o sucesso.
É por isso que digo aos portugueses que há aqui uma opção importante a fazer. E digo mais: a atitude de pessimismo, de resignação e de paralisia que marca o discurso da direita não serve os interesses do País. O que os tempos exigem é uma outra atitude na governação: uma atitude de confiança, de determinação e de iniciativa para vencer as dificuldades do presente, prosseguir o movimento de modernização e preparar o futuro País.
2ª escolha: investimento público
Em segundo lugar, há uma escolha política a fazer sobre o investimento público. A questão é esta: num contexto de crise económica global e de consequente quebra das exportações, de falta de confiança e adiamento de projectos por parte dos investidores privados, de dificuldades no acesso ao crédito, de menor procura pelos consumidores, que factor pode contribuir para relançar a economia, salvar muitas empresas e promover o emprego? Desde a célebre Grande Depressão, que se seguiu à crise de 1929, todos os economistas que resistem à cegueira ideológica sabem a resposta: o investimento público. Por isso, a generalidade dos países europeus e das economias desenvolvidas, incluindo os Estados Unidos da América de Obama, decidiram enfrentar a crise lançando programas de reforço do investimento público. Foi o que fizemos aqui também, com investimentos selectivos e destinados a impulsionar a modernização do País, de num modo geral antecipando apenas o calendário de projectos já anteriormente decididos e privilegiando os investimentos de mais rápida execução: modernização das escolas, equipamentos sociais e de saúde, energia, redes de nova geração.
A nossa direita, pelo contrário, ao arrepio do que se vê pelo Mundo fora, permanece apegada aos seus preconceitos ideológicos e acha que o Estado não deve fazer tanto para ajudar a economia a vencer a crise e para salvaguardar o emprego. A sua proposta é, por isso, simples e recorrente: cortar no investimento público. Mas esta é também uma proposta errada. É preciso dize-lo de forma clara: cortar no investimento público modernizador, como propõe a direita, seria um grave erro estratégico, que prejudicaria seriamente o relançamento da economia, atiraria muito mais empresas para a falência e bloquearia a recuperação do emprego.
E mais: Portugal não pode estar constantemente a regressar à estaca zero na discussão dos seus projectos de investimento. Não pode estar cinquenta anos para decidir uma barragem, quarenta anos para decidir um aeroporto e vinte anos para decidir se fica dentro ou fora da rede europeia de alta velocidade, que está já hoje a revolucionar a mobilidade por toda a Europa e na nossa vizinha Espanha. Houve um tempo para decidir, este é o tempo de fazer. A proposta do PS é, por isso, continuar a apostar no investimento público como instrumento fundamental de combate à crise mas também de modernização do
País.
3ª escolha: Estado social
Em terceiro lugar, há uma escolha crucial a fazer sobre o futuro das políticas sociais – e também aí as opções são claras, separando nitidamente a direita e o PS. A direita insiste no recuo do Estado Social, para a condição de Estado mínimo ou, como dizem agora, Estado “imprescindível”. Nada que não tenhamos já visto antes: lembramo-nos bem de que estes mesmos protagonistas foram responsáveis por um forte desinvestimento nas políticas sociais quando estavam no Governo. Mas, tendo em conta as propostas apresentadas pela direita ao longo desta legislatura, a ambição que agora se desenha é outra: privatização parcial da segurança social, fim da tendencial gratuitidade do Serviço Nacional de Saúde e pagamento dos próprios serviços de saúde pelas classes médias, privatização de serviços públicos fora das áreas de soberania. A proposta do PS, por seu turno, é bem diferente: reforço das políticas sociais, qualificação e modernização dos serviços públicos, investimento no combate à pobreza e na redução das desigualdades. E os portugueses sabem que esta proposta do PS dá seguimento aquela que foi a sua prática no Governo: criámos o complemento solidário que já beneficia mais de 200 mil idosos, criámos a rede de cuidados continuados, reforçámos o investimento nos equipamentos sociais, criámos o abono pré-natal, aumentámos o abono de família, alargámos a acção social escolar, aumentámos o salário mínimo.
Para a próxima legislatura, propomo-nos reforçar ainda mais as políticas sociais, de modo a enfrentar os novos desafios do Estado Social.
Primeiro, o apoio à natalidade, à infância e à família: somaremos às medidas em curso a nova Conta Poupança Futuro, em que o Estado deposita 200 Euros, por ocasião do nascimento de qualquer criança, e concede benefícios fiscais para incentivar a poupança, sendo que o saldo poderá depois ser utilizado pelo jovem para financiar os seus estudos ou projectos profissionais.
Segundo, o combate à pobreza e às desigualdades: criaremos um novo mecanismo de ajuda ao rendimento das famílias trabalhadoras com filhos a cargo e das pessoas com deficiência, em termos semelhantes ao Complemento Solidário para Idosos, de forma a garantir um rendimento acima do limiar da pobreza.
Terceiro, o apoio à qualificação e inserção profissional dos jovens: apoiaremos a escolaridade até ao 12º ano através da nova bolsa de estudos para estudantes do ensino secundário e criaremos novos programas INOV, incluindo o INOV-Social, bem como um programa especial de cinco mil estágios na administração pública. Quarto, a qualificação do Serviço Nacional de Saúde: anteciparemos para 2013 as metas de expansão da rede de cuidados continuados para idosos e dependentes previstas para 2016 e alargaremos a todo o território nacional a experiência de sucesso das Unidades de Saúde Familiar, de modo a prosseguir o objectivo de garantir a todos os portugueses o acesso a médico de família.
Eis apenas algumas propostas concretas do nosso programa de reforço das políticas sociais, que é fundamental para fazer face a necessidades reais do País. É este caminho, de reforço do Estado Social, que devemos seguir. E é este caminho que também se decide nas próximas eleições legislativas. Porventura é mesmo essa a questão decisiva destas eleições: rasgar as politicas sociais, ou reforço do Estado social. Uma vez mais: ou o PS ou a direita
Confiança no futuro
E que não haja ilusões: para Portugal, a alternativa real é entre o PS ser chamado de novo a formar Governo ou regressar a um Governo de direita. Por isso, os que querem um PS fraco e vencido, digam o que disserem, preferem de facto a direita no poder. Mas nesta escolha decisiva que está diante dos portugueses, o PS está, creio, do lado certo, que é também o lado da acção e do futuro: propõe uma atitude de iniciativa, preconiza o investimento público para a modernização do País e defende o Estado Social para reduzir as desigualdades e promover oportunidades para todos.
Neste momento de crise mundial, os Portugueses precisam de um Governo competente, com um rumo claro, uma agenda conhecida e condições de coerência e estabilidade.
Os portugueses sabem que sempre puderam contar com o PS nos momentos difíceis. Nós não somos daquela esquerda que se limita a protestar, dispensando-se da maçada de contribuir para a solução de qualquer problema. Estamos bem conscientes de que a nossa responsabilidade é realizar as políticas públicas necessárias para responder aos problemas e às necessidades das pessoas. E é isso que queremos continuar a fazer, com toda a energia e com toda a determinação, com base num novo compromisso. Com confiança nos portugueses e com confiança no futuro.
segunda-feira, agosto 10, 2009
Convocatória CPC
Convocam-se os membros da Comissão Política Concelhia do Partido Socialista para uma reunião a realizar dia 12 pelas 21h na sua sede sita na Rua Voluntários da República, com a seguinte Ordem de Trabalhos:
1- Informações;
2- Apreciação e votação da Lista candidata à Assembleia Municipal de Tomar;
3- Outros Assuntos.
Nos termos do regulamento, se à hora marcada não estiver presente a maioria simples dos membros, a reunião iniciar-se-á trinta minutos depois com os presentes.
4 de Agosto de 2009
O Presidente da CPC
Hugo Cristóvão
1- Informações;
2- Apreciação e votação da Lista candidata à Assembleia Municipal de Tomar;
3- Outros Assuntos.
Nos termos do regulamento, se à hora marcada não estiver presente a maioria simples dos membros, a reunião iniciar-se-á trinta minutos depois com os presentes.
4 de Agosto de 2009
O Presidente da CPC
Hugo Cristóvão
domingo, agosto 02, 2009
Catarina Anastácio, João Godinho e João Morais, mandatários do PS pela Juventude


A ciclista Catarina Anastácio, o actor João Godinho e o oficial João Morais são os mandatários para a área da Juventude revelou o PS num encontro ocorrido na tarde do passado sábado entre vários dirigentes do partido e da Juventude Socialista também com o candidato José Becerra Vitorino.
Apostando na qualidade e no exemplo, José Vitorino referiu-se a estes jovens como alguém que desde cedo contribui para levar longe o nome de Tomar, e cuja perseverança são exemplo da garra e motivação necessária para ser possível construir um melhor concelho, capaz de gerar melhores atractivos na qualidade de vida, e além do mais, com condições para permitir aos jovens nabantino e a outros, fazer deste concelho a sua residência e o seu local de trabalho, onde possam constituir a sua vida, no espírito do mote Viver e Trabalhar em Tomar.
Catarina Anastácio presente na iniciativa, referiu as dificuldades de emprego como o que mais preocupa e faz partir os jovens tomarenses. Outros jovens presentes referiram no decorrer da conversa, outras situações, como a cada vez mais desinteressante “vida nabantina”, e as poucas ofertas, por exemplo de diversão nocturna, que levam cada vez mais jovens para “as noites” de concelhos vizinhos.
Relembra-se que Catarina Anastácio é atleta na área do ciclismo detendo vários títulos, e representando Portugal em diversas ocasiões como na presente semana em Itália; a jovem tomarense foi também a rainha do carnaval de Tomar este ano, estando a fazer o curso de enfermagem. João Godinho, é um jovem tomarense que deu os seus primeiros passos no mundo das artes como dançarino nos espectáculos de Filipe Laféria e que se revelou actor na serie juvenil Rebelde Way transmitida pela SIC. João Morais foi também atleta ligado à Gualdim Pais e ao Ginásio Clube detendo vários títulos, foi também dirigente associativo e entre os seus pergaminhos conta-se também a presença desde bem cedo na Comissão de Festa dos Tabuleiros; sendo licenciado em pilotagem é agora Oficial da Marinha Mercante.
Apostando na qualidade e no exemplo, José Vitorino referiu-se a estes jovens como alguém que desde cedo contribui para levar longe o nome de Tomar, e cuja perseverança são exemplo da garra e motivação necessária para ser possível construir um melhor concelho, capaz de gerar melhores atractivos na qualidade de vida, e além do mais, com condições para permitir aos jovens nabantino e a outros, fazer deste concelho a sua residência e o seu local de trabalho, onde possam constituir a sua vida, no espírito do mote Viver e Trabalhar em Tomar.
Catarina Anastácio presente na iniciativa, referiu as dificuldades de emprego como o que mais preocupa e faz partir os jovens tomarenses. Outros jovens presentes referiram no decorrer da conversa, outras situações, como a cada vez mais desinteressante “vida nabantina”, e as poucas ofertas, por exemplo de diversão nocturna, que levam cada vez mais jovens para “as noites” de concelhos vizinhos.
Relembra-se que Catarina Anastácio é atleta na área do ciclismo detendo vários títulos, e representando Portugal em diversas ocasiões como na presente semana em Itália; a jovem tomarense foi também a rainha do carnaval de Tomar este ano, estando a fazer o curso de enfermagem. João Godinho, é um jovem tomarense que deu os seus primeiros passos no mundo das artes como dançarino nos espectáculos de Filipe Laféria e que se revelou actor na serie juvenil Rebelde Way transmitida pela SIC. João Morais foi também atleta ligado à Gualdim Pais e ao Ginásio Clube detendo vários títulos, foi também dirigente associativo e entre os seus pergaminhos conta-se também a presença desde bem cedo na Comissão de Festa dos Tabuleiros; sendo licenciado em pilotagem é agora Oficial da Marinha Mercante.
O PS aposta em Vítor Pereira para Paialvo
Entre um copo e uma perna de frango, tão habituais no ano que vai correndo, com a presença do candidato à Câmara José Vitorino e outros elementos das listas concorrentes à Câmara e também à Assembleia de Freguesia de Paialvo, o agora candidato à Junta, Vítor Pereira, mostrou-se motivado, não escondendo que não é fácil ganhar aquela que é agora a última freguesia comunista do concelho, mas que em alternativa se sente a “necessidade de imprimir um novo rumo e estilo”, como no seu entender só o PS e a equipa que aqui vai apresentar será capaz de fazer, nesta que “é uma das maiores e mais prometedoras juntas do concelho” disse.
segunda-feira, julho 27, 2009
2 tomarenses na lista do PS à Assembleia da República
Foi ratificada em Comissão Nacional do PS a lista de candidatos a deputados pelo distrito de Santarém, detendo a camarada Anabela Freitas a quinta posição da lista, tendo assim a melhor colocação desde 1987 de um socialista nabantino na lista de deputados. Com esta posição, tudo indica que os tomarenses voltarão a ter no Parlamento, um conterrâneo em Tomar nascido e criado, e mais importante, residente no concelho, sendo além do mais, pela primeira vez uma mulher.Na lista tomará também parte o coordenador da JS nabantina, Hugo Costa.
É uma prova da motivação, do trabalho e das capacidades, não só da Anabela e do Hugo, mas de toda a concelhia e na forma como, com serenidade e convicção no rumo, tem sabido trabalhar, escolhendo em cada momento e sem sobressaltos os melhores para cada função, mostrando também uma cada vez maior capacidade de influência nos orgãos socialistas fora do concelho.
Só podemos continuar, na luta por Tomar e por Portugal.
sexta-feira, julho 24, 2009
Tomé Esgueira nas Olalhas, Rita Clara na Pedreira, candidatos pelo PS
Pelas Olalhas, concorre o actual presidente Tomé Esgueira, que apesar de ter já manifestado intenções de não voltar a candidatar-se, acedeu às muitas solicitações que teve de cidadãos da freguesia, para dar continuidade ao trabalho desenvolvido, candidatando-se assim a um último mandato. Apesar de ter concorrido anteriormente como independente numa lista do PSD, nunca escondeu as suas simpatias políticas, concorrendo agora pela primeira vez numa lista PS. Numa freguesia extensa e periférica, Tomé Esgueira aceita assim, continuar um trabalho difícil mas que tem dado frutos na melhoria da freguesia.
Mais perto da cidade, na Pedreira, Rita Clara, jovem estilista e empresária local, aceitou o repto de se candidatar à mais pequena das freguesias tomarenses, por sentir que ali se sente a necessidade de mudança. Numa freguesia com apenas duas localidades, Pedreira e São Simão, diz ser preciso saber aproveitar as potencialidades, dessas que são no seu entender duas das aldeias mais bonitas do concelho, e que com visão e inteligência será possível, por exemplo ao nível do turismo cultural, trazer mais proveitos e qualidade de vida aos seus habitantes.
sexta-feira, julho 17, 2009
Jorge Garcia candidato pelo PS à freguesia de Asseiceira
No espírito informal que tem acompanhado estes encontros, começou o presidente da concelhia Hugo Cristóvão, por falar na vontade de mudança que se sente na freguesia, manifestando a confiança em Jorge Garcia para liderar essa alternativa que os cidadãos da freguesia procuram.
Nesta que é uma das poucas freguesias que tem conseguido fixar jovens e das poucas que tem visto a sua população crescer, freguesia essa com vários potenciais entre os quais o facto de estar próxima de boas acessibilidades, disse, “é fundamental que a liderança da freguesia esteja entregue a alguém com motivação, capacidade de liderança e determinação para levar a freguesia a continuar a progredir, melhorando assim a qualidade de vida dos seus cidadãos”.
Jorge Garcia agradeceu a confiança nele demonstrada e apoio do partido para com a freguesia, falou em algumas debilidades da mesma e mostrou-se confiante na capacidade da sua lista quer pela representatividade das diversas localidades, quer pela qualidade dos vários elementos, em conseguir mostrar aos cidadãos como a seriedade desta alternativa será capaz de imprimir um novo impulso à Asseiceira. Afirmou estar também consciente dessa vontade de mudar, ainda para mais numa freguesia que tem em sua opinião, na maioria dos seus habitantes a simpatia para com os ideais socialistas.
Numa conversa alargada, onde estiveram presentes também entre outros, Joaquim Segorbe e Zita Freire, elementos naturais da freguesia que integram a equipa de José Vitorino à Câmara Municipal, foi este quem como habitual teve o discurso final. Mostrou-se feliz pela força do grupo, e agradeceu ainda o trabalho desenvolvido pelos elementos socialistas na Assembleia de Freguesia ao longo dos quatro anos de mandato. Algumas situações ocorridas recentemente, afirmou, mostram como o receio da actual junta PSD, para com a capacidade do PS fazer melhor trabalho é real, e mostram que a actual junta está já em fim de processo, sendo necessária “uma nova equipa com energias renovadas, como só o PS está agora em condições de fazer”. Afirmou a sua total disponibilidade para trabalhar com os eleitos e a vontade de dar à freguesia e às suas várias localidades a dignidade de tratamento que os seus habitantes merecem.
sábado, julho 11, 2009
PS tecnológico
Sempre à frente em Tomar, entre muitas coisas também no uso das tecnologias disponíveis, o PS disponibiliza várias formas de estar a par do que o candidato José Vitorino e toda a candidatura vai fazendo no concelho. Além deste blogue e dos contactos habituais tem todos estes aos dispôr:
email oficial da candidatura: vitorino.tomar2009@gmail.com
facebook (requer inscrição)
HI5
Twitter
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email oficial da candidatura: vitorino.tomar2009@gmail.com
facebook (requer inscrição)
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Apresentação do candidato à freguesia de Asseiceira
Amanhã pelas 15h30, ponto de encontro junto aao Centro de Dia da Linhaceira, o PS fará a apresentação pública do candidato à junta de freguesia de Asseiceira. Contamos consigo!
Fernando Carmo é o candidato socialista a São Pedro
Confirmando a candidatura de Fernando Carmo, o presidente da concelhia Hugo Cristóvão, apontou a sua energia, a jovialidade, a motivação e a abnegação como grandes características para os eleitores de São Pedro poderem encontrar nele e na equipa que o PS apresentará à junta, a alternativa para uma nova liderança, com novas ideias e nova visão, nesta freguesia que é das com maiores potencialidades, por exemplo ao nível turístico.
Fernando Carmo agradeceu a confiança, e falou do trabalho desenvolvido pelo PS na assembleia de freguesia, falando da forma como através duma oposição construtiva, muitas das ideias do PS têm sido aproveitadas pelo PSD.
Numa conversa rica em ideias, foram apontadas como prioridades as necessárias apostas nos aspectos sociais, e também na promoção das valências da freguesia, bem como da necessidade de aumento da segurança, em especial nas zonas mais próximas à albufeira onde muitas pessoas vivem quase isoladas. É para todos também “evidente que um projecto que há muito deveria estar realizado, quando não está sequer pensado”, é a instalação de ao menos uma, praia fluvial com condições dignas desse nome.
Como habitual, foi ao arquitecto Vitorino, candidato socialista à Câmara, quem coube a última palavra, mostrando-se feliz pela força demonstrada pelo candidato local e pela restante equipa, prometendo apoiar o seu trabalho na freguesia e corresponder às legítimas ambições da freguesia na sua dignificação e melhoria de qualidade de vida dos habitantes, e também na melhoria das condições dos muitos visitantes que nesta freguesia vêm sobretudo à albufeira.
terça-feira, julho 07, 2009
Elaboração do Plano Municipal para a Acessibilidade
Considerando que o Decreto-lei 163/2006, estipulou as normas técnicas de Acessibilidade e sobre o Design Universal (ou Design Inclusivo), considerados como uma forma de prevenir a exclusão de pessoas com mobilidade condicionada e de promover, objectivamente, a qualidade de espaços, edifícios e serviços, e a segurança, conforto e autonomia de todos os seus utilizadores;
Considerando que tem sido uma preocupação constante do PS, a ajuda e criação de condições de vida e melhoria das condições da pessoa portadora de deficiência e/ou das pessoas com mobilidade reduzida, como são exemplo os alertas para colocação de lugares para deficientes junto ás finanças e aos correios;
Considerando que a promoção da acessibilidade constitui um elemento fundamental na qualidade de vida das pessoas, sendo um meio imprescindível para o exercício dos direitos que são conferidos a qualquer membro de uma sociedade democrática;
Considerando que devemos contribuir decisivamente para um maior reforço dos laços sociais, e para uma maior participação cívica de todos aqueles que integram a sociedade e, consequentemente, para um crescente aprofundamento da solidariedade no Estado social de direito.
São, quanto a nós, devidas assim ao Estado acções cuja finalidade seja garantir e assegurar os direitos das pessoas com necessidades especiais, ou seja, pessoas que se confrontam com barreiras ambientais, impeditivas de uma participação cívica, activa e integral, resultantes de factores permanentes ou temporários, de deficiências de ordem intelectual, emocional, sensorial, física ou comunicacional.
Do conjunto das pessoas com necessidades especiais fazem parte pessoas com mobilidade condicionada, isto é, pessoas em cadeiras de rodas, pessoas incapazes de andar ou que não conseguem percorrer grandes distâncias, pessoas com dificuldades sensoriais, tais como as pessoas cegas ou surdas, e ainda aquelas que, em virtude do seu percurso de vida, se apresentam transitoriamente condicionadas, como as grávidas, as crianças e os idosos.
Já algumas autarquias a nível nacional, de onde ganha destaque a cidade da Maia, vêem desenvolvendo desde a implementação deste Decreto-Lei, candidaturas a fundos comunitários tendo em vista a implementação de um Plano Municipal de Acessibilidade para Todos, visando criar respostas integradas e promotoras da acessibilidade a cerca de 25% da população que tem médias ou graves condicionantes na sua mobilidade.
Neste âmbito propõe o PS que esta Câmara lance, com urgência, concurso para apresentação de um Plano Municipal para a Acessibilidade, que dê consequência à criação prioritariamente de uma Cidade acessível e promova a regeneração urbana das aldeias do Concelho, tendo em conta a letra e o espírito do DL 163/06, levando em linha de conta as melhores práticas nacionais e internacionais de acessibilidade.
Considerando que tem sido uma preocupação constante do PS, a ajuda e criação de condições de vida e melhoria das condições da pessoa portadora de deficiência e/ou das pessoas com mobilidade reduzida, como são exemplo os alertas para colocação de lugares para deficientes junto ás finanças e aos correios;
Considerando que a promoção da acessibilidade constitui um elemento fundamental na qualidade de vida das pessoas, sendo um meio imprescindível para o exercício dos direitos que são conferidos a qualquer membro de uma sociedade democrática;
Considerando que devemos contribuir decisivamente para um maior reforço dos laços sociais, e para uma maior participação cívica de todos aqueles que integram a sociedade e, consequentemente, para um crescente aprofundamento da solidariedade no Estado social de direito.
São, quanto a nós, devidas assim ao Estado acções cuja finalidade seja garantir e assegurar os direitos das pessoas com necessidades especiais, ou seja, pessoas que se confrontam com barreiras ambientais, impeditivas de uma participação cívica, activa e integral, resultantes de factores permanentes ou temporários, de deficiências de ordem intelectual, emocional, sensorial, física ou comunicacional.
Do conjunto das pessoas com necessidades especiais fazem parte pessoas com mobilidade condicionada, isto é, pessoas em cadeiras de rodas, pessoas incapazes de andar ou que não conseguem percorrer grandes distâncias, pessoas com dificuldades sensoriais, tais como as pessoas cegas ou surdas, e ainda aquelas que, em virtude do seu percurso de vida, se apresentam transitoriamente condicionadas, como as grávidas, as crianças e os idosos.
Já algumas autarquias a nível nacional, de onde ganha destaque a cidade da Maia, vêem desenvolvendo desde a implementação deste Decreto-Lei, candidaturas a fundos comunitários tendo em vista a implementação de um Plano Municipal de Acessibilidade para Todos, visando criar respostas integradas e promotoras da acessibilidade a cerca de 25% da população que tem médias ou graves condicionantes na sua mobilidade.
Neste âmbito propõe o PS que esta Câmara lance, com urgência, concurso para apresentação de um Plano Municipal para a Acessibilidade, que dê consequência à criação prioritariamente de uma Cidade acessível e promova a regeneração urbana das aldeias do Concelho, tendo em conta a letra e o espírito do DL 163/06, levando em linha de conta as melhores práticas nacionais e internacionais de acessibilidade.
Projecto de arranjo urbanístico da envolvente ao Convento de Cristo – Estudo Prévio
0. Enquadramento
Este Projecto Estruturante, parte integrante do Programa Estratégico dos Mosteiros Portugueses Património da Humanidade, resultado de uma parceria estratégica entre os Municípios de Tomar, Alcobaça, Batalha, Lisboa e parceiros culturais e científicos locais, bem como com o IGESPAR e Instituto Politécnico de Tomar, segue uma linha de rumo correcta.
Este Projecto surge resultado de desafio lançado há vários anos pela direcção do então IPPAR, prontamente assumido pelos Municípios envolvidos e para a qual o PS sempre deu o seu aval, incentivo e empenhamento político junto da tutela.
Consideramos mesmo este um exemplo, de como as parcerias entre os diferentes níveis de administração pública (central e local), operadores culturais/ turísticos e centros de investigação, podem assumir um papel liderante na valorização dos factores diferenciadores locais/regionais, num mundo globalizado e daí retirando o necessário valor económico, para a melhoria das condições de vida das populações. Está neste contexto, plenamente integrado na filosofia QREN e constituí uma oportunidade ÚNICA para Tomar passar das palavras aos actos, no sentido da valorização turística, bem entendido.
A centralidade atribuída neste Sec.XXI ao Turing Cultural e Paisagístico, numa valorização integrada dos Monumentos e Centros Urbanos, constitui desafio primeiro deste Programa Estratégico, candidatado e aprovado no contexto do Programa Operacional Regional do Centro 2007-13, prova de que não só os fundos comunitários, negociados por este Governo Socialista estão ao serviço do desenvolvimento local e regional, como estão a ser aprovados em tempo útil, com critérios técnicos de valorização dos Projectos mais inovadores, o que é este o caso.
A única contrariedade deste projecto, no futuro, resulta da integração destes diferentes sítios, mesmo os mais próximos – Tomar, Batalha, Alcobaça -, em três NUTIII distintas, repartidas por duas NUTII. Só o acelerar do processo de Regionalização e da futura saída dos Municípios de Porto de Mós, Batalha, Leiria e Marinha Grande da Região Centro, com integração na Região de Lisboa e Vale do Tejo, conjugado com a abertura ao público do IC9 (Tomar-Nazaré) em Julho de 2011, dará coerência a este Projecto estruturante.
Uma primeira dúvida ressalta neste momento, quanto a nós, pela ausência de integração neste Projecto da Festa dos Tabuleiros como parte integrante do Turing Cultural a nível da oferta de Tomar.
Este pequeno pormenor pode, se não corrigido, vir a ser um dos calcanhares de Aquiles da optimização dos principais objectivos, no que ao Concelho de Tomar se pretende atingir.
De qualquer modo fica a pergunta: Se não fora o QREN e o desafio do Governo Socialista para a integração de Tomar numa parceria arrojada e inovadora, quando faria o PSD algo em prol deste sector?
1. O Projecto
Trata-se de um projecto integrado que tem como principal objectivo qualificar urbanística e paisagisticamente a envolvente ao Convento de Cristo e Mata Nacional dos Sete Montes.
Procura-se através desta intervenção, por um lado, qualificar os espaços de recepção dos visitantes ao principal atractivo turístico da cidade e, por outro, melhorar as ligações entre o Centro Histórico e o Monumento, procurando que essa sinergia se transforme numa potencial alavanca no desenvolvimento turístico e económico da Cidade.
As principais intervenções do projecto aprovado pela Pelo Mais Centro (QREN), são a intervenção nos pavimentos dos espaços públicos envolventes, requalificação urbana do terreiro D.Gualdim Pais (cerrada dos cães), novas plataformas rodoviárias nas alas norte e oeste do Convento, melhoria das acessibilidades ao Convento e Castelo, aplicação de sinaléticas específicas, elaboração de projectos de saneamento e outras especialidades.
Este projecto teeve globalmente prevista uma comparticipação mínima de 717.949€ por parte do Município, sendo que a comparticipação QREN máxima é de 1.333.333€, para um investimento estimado de mais de 2 milhões de euros, dividido pelos 2 anos de obra.
Está este projecto integrado num investimento mínimo, por parte do Município de cerca de 1,4 milhões de euros, representando assim, só este projecto, cerca de 20% do investimento aprovado.
Assim, a estimativa orçamental global para a intervenção, que hoje vem ainda sobre a forma de estudo prévio, aponta para um valor global de 7,6 milhões de euros, que mesmo retirado a vertente de implantação de “funicular”, ascende a mais de 4,1 milhões de euros, o que tendo em conta a comparticipação QREN máxima, pode representar uma responsabilidade para o Município de mais de 2,8 milhões de euros de investimento.
Como pensa esta maioria financiar a parte não comparticipada?
Ou metade do Projecto, ora apresentado a este executivo, não é sequer para ser considerado? Trata-se de mais um conjunto de promessas para “inglês ver”, como foi em 1997 o parque Temático ou o Gabinete de Apoio ao investidor?
2. Estudo prévio do Café / Instalações Sanitárias
A proposta apresentada não tem o nosso acordo em virtude de, apesar de se dizer que “houve o cuidado de implantar o edifício, sem fazer alterações ao espaço verde existente, tirando partido dele”, se assume que ”a construção será constituída por uma estrutura em betão armado”, o que naquela zona não se nos afira apropriado, havendo outras soluções de maior dignidade, como por exemplo a interligação entre esta nova estrutura com as actuais I.S. localizadas no sub-solo do terreiro.
3. Central de Camionagem
A proposta apresentada não reflecte quanto a nós, uma necessária abordagem sistémica e global sobre o papel dos transportes colectivos na acessibilidade ao Monumento e circulação urbana, numa abordagem de valorização da sustentabilidade, como mote âncora do desenvolvimento das cidades no SecXXI.
Por exemplo, e considerando a necessidade de promover a maior utilização possível de transportes públicos na nossa cidade, desincentivando a utilização do transporte individual, não seria de enquadrar uma abordagem que tendo por base a ferrovia ligeira de superfície, deixasse intacto um espaço-canal que do actual interface rodo-ferroviário, pudesse garantir uma acessibilidade complementar e diferenciada à Cidade e ao Convento?
Dir-se-á que tal não é incompatível com uma reformulação da Central de Camionagem, mas não nos podemos esquecer que fazê-lo sem articular com a CP (Estações com vida) e com uma futura estratégia inovadora de transportes públicos de Tomar, não nos parece um bom caminho. Se a parceria é o paradigma do QREN, a multimodalidade, com base na ferrovia, é a solução dos transportes do futuro.
Temos ainda grandes dúvidas sobre uma estrutura em betão, em substituição da actual estrutura, necessariamente para demolir.
4. Arranjo urbanístico (global)
A intervenção pretende resolver algumas das questões de ordem logística que a elevada afluência ao Convento gera, nomeadamente a circulação automóvel e o estacionamento de transportes colectivos e individuais.
Concordamos com a valorização das calçadas como modo alternativo de acesso ao Convento, no entanto chamamos à atenção para a outra abordagem que fizemos no ponto anterior, visto que muitas das pessoas nunca poderão aceder ao Convento através das Calçadas, mesmo que valorizadas.
Temos, por isso mesmo grandes dúvidas sobre a solução de criação de “um estacionamento escavado na encosta e de inserção perpendicular à estrada de acesso ao Convento e à Calçada de Santo André”, para criar 34 lugares de estacionamento.
Este é um Projecto repisado da teimosia do anterior Presidente de Câmara PSD, que como todos sabemos em cada Parque de Estacionamento que colocou o dedo, fez disparate. Aconselhava o bom senso que não se interviesse na encosta, sem se discutir devidamente o caminho a tomar relativamente ao modo de acesso primordial ao Convento.
Desconhecemos também quais as consequências que terão na constituição do muro de suporte na ala norte do Convento, com rebaixamento do acesso viário e nunca vimos a tal “circular externa da cidade, no sentido de Pegões”.
5. Requalificação das Calçadas
Concordamos genericamente com as soluções apontadas, em especial com que os atravessamentos da Av.Vieira Guimarães se façam por mudança de pavimento.
6. Intervenção nos percursos turísticos da cidade
Nada de relevante a apontar em relação à proposta.
7. Intervenção na Ala Norte do Convento
Sobre o desnivelamento já nos referimos no ponto 4.
8. Intervenção no Terreiro Guladim-pais
Já abordada a implantação do Café e Instalações Sanitárias, no ponto 2. Quanto ao resto nada a apontar.
9. Iluminação Monumental do Convento e Castelo dos Templários
Discordamos que com a iluminação da Av.Vieira Guimarães se possa desenvolver alguma conflitualidade com os elementos propostos para as Calçadas. Preferíamos uma homogeneidade de intervenção.
10. Funicular de ligação ao Convento
Sobre este ponto em concreto achamos que a sua integração neste Projecto é extemporânea, não por termos qualquer antagonismo em relação ao estudo em concreto, ou ao modo de ligação, mas sim porque tendo havido no passado já outras propostas de modos diferente de acesso mecânico, como por exemplo a proposta de um Teleférico, por ex-Vereador Socialista, há cerca de 15 anos, ou a compatibilização de tal proposta com a ferrovia ligeira de superfície, melhor seria que pudesse ser desenvolvida uma AMPLA DISCUSSÃO PÚBLICA sobre este assunto, antes de o integrar neste Projecto Estruturante da rede de Mosteiros Portugueses.
Em todo o caso, preferiríamos sempre uma solução integrada e valorizadora do todo da Cidade em detrimento de um único e pontual acesso.
De qualquer forma, achamos que a três meses de eleições que colocarão rumo distinto na autarquia é pouco saudável e honesto que se queira “fechar” demasiadas portas, para que outra maioria, onde todos são precisos e não só alguns, possa promover a discussão e tomar as suas opções.
Discordamos também do faseamento proposto e por nada ter sido alterado, desde a última reunião, votamos CONTRA.
Este Projecto Estruturante, parte integrante do Programa Estratégico dos Mosteiros Portugueses Património da Humanidade, resultado de uma parceria estratégica entre os Municípios de Tomar, Alcobaça, Batalha, Lisboa e parceiros culturais e científicos locais, bem como com o IGESPAR e Instituto Politécnico de Tomar, segue uma linha de rumo correcta.
Este Projecto surge resultado de desafio lançado há vários anos pela direcção do então IPPAR, prontamente assumido pelos Municípios envolvidos e para a qual o PS sempre deu o seu aval, incentivo e empenhamento político junto da tutela.
Consideramos mesmo este um exemplo, de como as parcerias entre os diferentes níveis de administração pública (central e local), operadores culturais/ turísticos e centros de investigação, podem assumir um papel liderante na valorização dos factores diferenciadores locais/regionais, num mundo globalizado e daí retirando o necessário valor económico, para a melhoria das condições de vida das populações. Está neste contexto, plenamente integrado na filosofia QREN e constituí uma oportunidade ÚNICA para Tomar passar das palavras aos actos, no sentido da valorização turística, bem entendido.
A centralidade atribuída neste Sec.XXI ao Turing Cultural e Paisagístico, numa valorização integrada dos Monumentos e Centros Urbanos, constitui desafio primeiro deste Programa Estratégico, candidatado e aprovado no contexto do Programa Operacional Regional do Centro 2007-13, prova de que não só os fundos comunitários, negociados por este Governo Socialista estão ao serviço do desenvolvimento local e regional, como estão a ser aprovados em tempo útil, com critérios técnicos de valorização dos Projectos mais inovadores, o que é este o caso.
A única contrariedade deste projecto, no futuro, resulta da integração destes diferentes sítios, mesmo os mais próximos – Tomar, Batalha, Alcobaça -, em três NUTIII distintas, repartidas por duas NUTII. Só o acelerar do processo de Regionalização e da futura saída dos Municípios de Porto de Mós, Batalha, Leiria e Marinha Grande da Região Centro, com integração na Região de Lisboa e Vale do Tejo, conjugado com a abertura ao público do IC9 (Tomar-Nazaré) em Julho de 2011, dará coerência a este Projecto estruturante.
Uma primeira dúvida ressalta neste momento, quanto a nós, pela ausência de integração neste Projecto da Festa dos Tabuleiros como parte integrante do Turing Cultural a nível da oferta de Tomar.
Este pequeno pormenor pode, se não corrigido, vir a ser um dos calcanhares de Aquiles da optimização dos principais objectivos, no que ao Concelho de Tomar se pretende atingir.
De qualquer modo fica a pergunta: Se não fora o QREN e o desafio do Governo Socialista para a integração de Tomar numa parceria arrojada e inovadora, quando faria o PSD algo em prol deste sector?
1. O Projecto
Trata-se de um projecto integrado que tem como principal objectivo qualificar urbanística e paisagisticamente a envolvente ao Convento de Cristo e Mata Nacional dos Sete Montes.
Procura-se através desta intervenção, por um lado, qualificar os espaços de recepção dos visitantes ao principal atractivo turístico da cidade e, por outro, melhorar as ligações entre o Centro Histórico e o Monumento, procurando que essa sinergia se transforme numa potencial alavanca no desenvolvimento turístico e económico da Cidade.
As principais intervenções do projecto aprovado pela Pelo Mais Centro (QREN), são a intervenção nos pavimentos dos espaços públicos envolventes, requalificação urbana do terreiro D.Gualdim Pais (cerrada dos cães), novas plataformas rodoviárias nas alas norte e oeste do Convento, melhoria das acessibilidades ao Convento e Castelo, aplicação de sinaléticas específicas, elaboração de projectos de saneamento e outras especialidades.
Este projecto teeve globalmente prevista uma comparticipação mínima de 717.949€ por parte do Município, sendo que a comparticipação QREN máxima é de 1.333.333€, para um investimento estimado de mais de 2 milhões de euros, dividido pelos 2 anos de obra.
Está este projecto integrado num investimento mínimo, por parte do Município de cerca de 1,4 milhões de euros, representando assim, só este projecto, cerca de 20% do investimento aprovado.
Assim, a estimativa orçamental global para a intervenção, que hoje vem ainda sobre a forma de estudo prévio, aponta para um valor global de 7,6 milhões de euros, que mesmo retirado a vertente de implantação de “funicular”, ascende a mais de 4,1 milhões de euros, o que tendo em conta a comparticipação QREN máxima, pode representar uma responsabilidade para o Município de mais de 2,8 milhões de euros de investimento.
Como pensa esta maioria financiar a parte não comparticipada?
Ou metade do Projecto, ora apresentado a este executivo, não é sequer para ser considerado? Trata-se de mais um conjunto de promessas para “inglês ver”, como foi em 1997 o parque Temático ou o Gabinete de Apoio ao investidor?
2. Estudo prévio do Café / Instalações Sanitárias
A proposta apresentada não tem o nosso acordo em virtude de, apesar de se dizer que “houve o cuidado de implantar o edifício, sem fazer alterações ao espaço verde existente, tirando partido dele”, se assume que ”a construção será constituída por uma estrutura em betão armado”, o que naquela zona não se nos afira apropriado, havendo outras soluções de maior dignidade, como por exemplo a interligação entre esta nova estrutura com as actuais I.S. localizadas no sub-solo do terreiro.
3. Central de Camionagem
A proposta apresentada não reflecte quanto a nós, uma necessária abordagem sistémica e global sobre o papel dos transportes colectivos na acessibilidade ao Monumento e circulação urbana, numa abordagem de valorização da sustentabilidade, como mote âncora do desenvolvimento das cidades no SecXXI.
Por exemplo, e considerando a necessidade de promover a maior utilização possível de transportes públicos na nossa cidade, desincentivando a utilização do transporte individual, não seria de enquadrar uma abordagem que tendo por base a ferrovia ligeira de superfície, deixasse intacto um espaço-canal que do actual interface rodo-ferroviário, pudesse garantir uma acessibilidade complementar e diferenciada à Cidade e ao Convento?
Dir-se-á que tal não é incompatível com uma reformulação da Central de Camionagem, mas não nos podemos esquecer que fazê-lo sem articular com a CP (Estações com vida) e com uma futura estratégia inovadora de transportes públicos de Tomar, não nos parece um bom caminho. Se a parceria é o paradigma do QREN, a multimodalidade, com base na ferrovia, é a solução dos transportes do futuro.
Temos ainda grandes dúvidas sobre uma estrutura em betão, em substituição da actual estrutura, necessariamente para demolir.
4. Arranjo urbanístico (global)
A intervenção pretende resolver algumas das questões de ordem logística que a elevada afluência ao Convento gera, nomeadamente a circulação automóvel e o estacionamento de transportes colectivos e individuais.
Concordamos com a valorização das calçadas como modo alternativo de acesso ao Convento, no entanto chamamos à atenção para a outra abordagem que fizemos no ponto anterior, visto que muitas das pessoas nunca poderão aceder ao Convento através das Calçadas, mesmo que valorizadas.
Temos, por isso mesmo grandes dúvidas sobre a solução de criação de “um estacionamento escavado na encosta e de inserção perpendicular à estrada de acesso ao Convento e à Calçada de Santo André”, para criar 34 lugares de estacionamento.
Este é um Projecto repisado da teimosia do anterior Presidente de Câmara PSD, que como todos sabemos em cada Parque de Estacionamento que colocou o dedo, fez disparate. Aconselhava o bom senso que não se interviesse na encosta, sem se discutir devidamente o caminho a tomar relativamente ao modo de acesso primordial ao Convento.
Desconhecemos também quais as consequências que terão na constituição do muro de suporte na ala norte do Convento, com rebaixamento do acesso viário e nunca vimos a tal “circular externa da cidade, no sentido de Pegões”.
5. Requalificação das Calçadas
Concordamos genericamente com as soluções apontadas, em especial com que os atravessamentos da Av.Vieira Guimarães se façam por mudança de pavimento.
6. Intervenção nos percursos turísticos da cidade
Nada de relevante a apontar em relação à proposta.
7. Intervenção na Ala Norte do Convento
Sobre o desnivelamento já nos referimos no ponto 4.
8. Intervenção no Terreiro Guladim-pais
Já abordada a implantação do Café e Instalações Sanitárias, no ponto 2. Quanto ao resto nada a apontar.
9. Iluminação Monumental do Convento e Castelo dos Templários
Discordamos que com a iluminação da Av.Vieira Guimarães se possa desenvolver alguma conflitualidade com os elementos propostos para as Calçadas. Preferíamos uma homogeneidade de intervenção.
10. Funicular de ligação ao Convento
Sobre este ponto em concreto achamos que a sua integração neste Projecto é extemporânea, não por termos qualquer antagonismo em relação ao estudo em concreto, ou ao modo de ligação, mas sim porque tendo havido no passado já outras propostas de modos diferente de acesso mecânico, como por exemplo a proposta de um Teleférico, por ex-Vereador Socialista, há cerca de 15 anos, ou a compatibilização de tal proposta com a ferrovia ligeira de superfície, melhor seria que pudesse ser desenvolvida uma AMPLA DISCUSSÃO PÚBLICA sobre este assunto, antes de o integrar neste Projecto Estruturante da rede de Mosteiros Portugueses.
Em todo o caso, preferiríamos sempre uma solução integrada e valorizadora do todo da Cidade em detrimento de um único e pontual acesso.
De qualquer forma, achamos que a três meses de eleições que colocarão rumo distinto na autarquia é pouco saudável e honesto que se queira “fechar” demasiadas portas, para que outra maioria, onde todos são precisos e não só alguns, possa promover a discussão e tomar as suas opções.
Discordamos também do faseamento proposto e por nada ter sido alterado, desde a última reunião, votamos CONTRA.
Proposta dos Independentes sobre arranjo no Largo do Pelourinho
Consideramos de extrema importância o futuro destino deste Largo, onde se encontra instalado o histórico Pelourinho da Vila, numa verdadeira porta de entrada para o Centro Histórico e acesso privilegiado ao Castelo Templário e Convento de Cristo.
Merece a nossa veemente crítica a actuação desta Câmara, quando intervindo no Centro Histórico não soube, em tempo, apresentar à comunidade uma ou várias soluções para discussão pública sobre futuro do Largo e de como valorizá-lo.
Temos conhecimento de um único projecto, apresentado no mandato de 2002-2005, por promotor privado, com a instalação de uma unidade hoteleira, que contemplava a requalificação do respectivo Largo. Mas mesmo esse projecto, não foi devidamente publicitado de forma a que não só este executivo, como toda a comunidade Tomarense pudesse contribuir para uma solução futura para o Largo.
Porque todos somos precisos, para construir uma Cidade nova e valorizada, um Concelho desenvolvido e respeitado, somos a considerar que esta proposta mais não é do que coisa nenhuma.
Deve ser limpa e arranjada com as mínimas condições de vida para os residentes, sem dúvida, mas o que é mesmo urgente é que a Câmara apresente uma proposta técnica de intervenção.
Com as dúvidas e proposta apresentada, apesar de tudo, votamos a favor.
Merece a nossa veemente crítica a actuação desta Câmara, quando intervindo no Centro Histórico não soube, em tempo, apresentar à comunidade uma ou várias soluções para discussão pública sobre futuro do Largo e de como valorizá-lo.
Temos conhecimento de um único projecto, apresentado no mandato de 2002-2005, por promotor privado, com a instalação de uma unidade hoteleira, que contemplava a requalificação do respectivo Largo. Mas mesmo esse projecto, não foi devidamente publicitado de forma a que não só este executivo, como toda a comunidade Tomarense pudesse contribuir para uma solução futura para o Largo.
Porque todos somos precisos, para construir uma Cidade nova e valorizada, um Concelho desenvolvido e respeitado, somos a considerar que esta proposta mais não é do que coisa nenhuma.
Deve ser limpa e arranjada com as mínimas condições de vida para os residentes, sem dúvida, mas o que é mesmo urgente é que a Câmara apresente uma proposta técnica de intervenção.
Com as dúvidas e proposta apresentada, apesar de tudo, votamos a favor.
Proposta de cedência de exploração do Bar do Quartel dos Bombeiros
Presente que é a Proposta de cedência para exploração do Bar do Quartel dos Bombeiros à Associação Cultural e de Beneficiência dos Bombeiros, somos a considerar:
1 – A grande vantagem de que se revestirá para o cidadão bombeiro a existência de um Bar a funcionar, dando assim apoio aos longos períodos de serviço naturalmente existentes neste tipo de serviço, o qual cumpre destacar é maioritariamente assegurado pelo corpo de voluntários;
2 - Discordamos, no entanto, que a cedência se faça sem qualquer inventário de material existente, pertencente ou não à Associação, bem como as condições de aferição e eventuais compensações das benfeitorias a realizar pelo período de cedência;
3 – Dado que este executivo se encontra a três meses de ser substituído por outro e, não estando demonstrada a urgência da resolução desta situação, parece-nos de todo exagerado que a cedência se faça por 5 anos, o que inclui todo o seguinte mandato autárquico.
Assim sendo, propomos que o período de cedência seja por um período de um ano, renovável automaticamente por igual período, se nada em contrário for comunicado por qualquer das partes até 60 dias antes do final da cedência.
Mais propomos que seja lavrado auto de cedência com levantamento da propriedade de todos os equipamentos e respectivo estado e que tal seja actualizado anualmente aquando da renovação, de forma a garantir que em qualquer circunstância não é a Associação prejudicada pelas benfeitorias ou a Câmara por igual motivo.
Nestas condições votaremos a favor da cedência, em caso contrário abster-nos-emos, por força, tão só, das discordâncias anteriormente mencionadas.
1 – A grande vantagem de que se revestirá para o cidadão bombeiro a existência de um Bar a funcionar, dando assim apoio aos longos períodos de serviço naturalmente existentes neste tipo de serviço, o qual cumpre destacar é maioritariamente assegurado pelo corpo de voluntários;
2 - Discordamos, no entanto, que a cedência se faça sem qualquer inventário de material existente, pertencente ou não à Associação, bem como as condições de aferição e eventuais compensações das benfeitorias a realizar pelo período de cedência;
3 – Dado que este executivo se encontra a três meses de ser substituído por outro e, não estando demonstrada a urgência da resolução desta situação, parece-nos de todo exagerado que a cedência se faça por 5 anos, o que inclui todo o seguinte mandato autárquico.
Assim sendo, propomos que o período de cedência seja por um período de um ano, renovável automaticamente por igual período, se nada em contrário for comunicado por qualquer das partes até 60 dias antes do final da cedência.
Mais propomos que seja lavrado auto de cedência com levantamento da propriedade de todos os equipamentos e respectivo estado e que tal seja actualizado anualmente aquando da renovação, de forma a garantir que em qualquer circunstância não é a Associação prejudicada pelas benfeitorias ou a Câmara por igual motivo.
Nestas condições votaremos a favor da cedência, em caso contrário abster-nos-emos, por força, tão só, das discordâncias anteriormente mencionadas.
quinta-feira, julho 02, 2009
Maria do Céu Brito confirmada como candidata aos Casais
Maria do Céu mostrou-se motivada, focando o trabalho como a palavra-chave para mostrar aos conterrâneos que há uma forma diferente de estar na política, e que isso também passará muito pela energia de todos os que vierem a integrar a lista, que será representativa da diversidade da freguesia na sua extensão geográfica, como será também composta por “homens e mulheres de todas as idades, profissões e
Em seguida a alguns conselhos de presidentes de junta do PS, e críticas ao PSD e confiança demonstrada nesta lista por alguns dos locais, foi ao candidato à Câmara, José Vitorino, quem coube a última palavra, que se mostrou feliz pela disponibilidade e força demonstrada pela candidata local, relembrando a amizade para com o seu pai, também ele um ex-Presidente de junta, Augusto Brito, a cujos mandatos se devem algumas das que são ainda das principais obras da freguesia. Criticou aqueles que mostrando nada ter de socialistas, se deixam levar para outras listas por promessas de melhores lugares, e a forma pouco digna e ilusória com que essas outras listas tentam assediar militantes e simpatizantes socialistas.
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