quinta-feira, novembro 03, 2011

PS OUVE A POPULAÇÃO DE TODAS AS FREGUESIAS








O PS de Tomar está a promover uma discussão pública, em todas as freguesias do concelho, sobre os seguintes temas:



1. Reforma Administrativa Local (http://www.portugal.gov.pt/pt/GC19/Governo/Ministerios/MAAP/RefAdminLocal/Pages/Reforma_Administracao_Local.aspx)
2. Recolha de contributos para o orçamento municipal de 2012
3. Prestação de informações sobre o PDM
Já foram realizadas reuniões nas Freguesias de Alviobeira, Junceira e Casais.




O calendário próximo é o seguinte:
Freguesia data hora local
Madalena 04-11-2011 Sexta 21 horas Sede da Junta 
Alem da Ribeira 05-11-2011 - sabado 15 horas Sede da Junta 
Beselga 05-11-2011 - sabado 18 horas Sede da Junta 
Olalhas 06-11-2011 - domingo 12 horas Sede da Junta 
Sabacheira 06-11-2011 - domingo 17 horas Sede da Junta 
Pedreira 07-11-2011- segunda 21 horas Sede da Junta 
São Pedro Aguarda data disponivel   Sede da Junta 
Carregueiros 10-11-2011 -quinta 21 horas Sede da Junta 
Asseiceira 11-11-2011 - sexta 21 horas Sede da Junta 
Paialvo 12-11-2011 - sabado 15 horas Sede da Junta 
São Joao 12-11-2011 - sabado 18 horas Sede da Junta 
Serra 13-11-2011- domingo 12 horas Sede da Junta 
Santa Maria 13-11-2011 - domingo 18 horas Sede da Junta 

PS abstem-se na 1ªRevisão Orçamental de 2011

DECLARAÇÃO DE VOTO1ª Revisão Orçamental de 2011

Esta Revisão, visando dar cumprimento aos preceitos da Lei, nomeadamente aos princípios e regras definidos no POCAL, integra uma receita obrigatória que é o Saldo Transitado da gestão de 2010 (2.019.203,94€) e uma despesa emergente, decorrente do transito em julgado da decisão do tribunal arbitral, em relação ao diferendo que opunha o Município à ParqueT (6.500.000€).
O PS aquando da aprovação do orçamento para este ano, que contou com a nossa abstenção, chamou à atenção para que existiam desde logo lacunas a assinalar, como a falta de parecer prévio do Conselho Municipal de Juventude, obrigatório por Lei, e o cumprimento da deliberação da Assembleia Municipal para que este Orçamento tivesse, na proporção prevista na Lei, a participação individual dos cidadãos e da comunidade em Geral, através do Orçamento participativo.
Por outro lado, afirmámos então, sabermos que grande fatia do Orçamento estava já comprometido por despesas fixas, como com os recursos humanos e outras despesas de funcionamento, bem como por candidaturas com financiamento comunitário, advindos de mandatos anteriores e o serviço da dívida daí resultante, à qual era preciso dar cumprimento.
Ainda assim, na pequena fatia em que foi possível tomar opções, manteve-se a mesma linha de actuação. Apesar disso, num ano de redução expectável de receitas, reconhecíamos o esforço realizado para a manutenção das transferências e verbas protocoladas com as Juntas de Freguesia, a introdução de novos projectos como sejam a Ponte do Prado, a Loja Social e a Loja do Cidadão, propostas desde há alguns anos pelo PS.
Por outro lado, há várias questões que não nos foram fáceis de aceitar, como exemplo a não ssumpção clara da resolução definitiva da questão do Mercado Municipal, ou opções sobre as quais tinha e tem o PS dúvidas, como a onerosa aposta de curto e médio prazo sem objectivos e resultados económicos previsíveis bem definidos, como é por exemplo o caso do projecto museológico dos Lagares D’El Rei e Levada, com um impacto orçamental relevante.

Faltava e falta ainda a concretização de projectos de dinamização do empreendedorismo, das micro-empresas e do micro-crédito, bem como a concretização das áreas de localização empresarial de Vale dos Ovos, Nó da Asseiceira e do Alto Pintado, que valorizem a fixação de empresas, com a consequente criação de emprego, o principal problema dos Tomarenses e absolutamente crucial para a nossa viabilidade futura.
Apesar disto, afirmámos então, que osentido de comprometimento que lembrava não ser o PS o primeiro responsável pela gestão do município, mas com o qual se encontra envolvido no articular das responsabilidades que têm estado delegadas nos seus vereadores, procurou fazer então, como desde a primeira hora, parte da solução para o futuro do Município, assumindo na íntegra as suas responsabilidades na gestão corrente das suas áreas.

O PS não alterou um milímetro a sua opinião e continua a considerar um erro o acordo unilateralmente decidido fazer com a ParqueT, que contou com o nosso voto contra. No entanto, não podemos negar a obrigação de neste momento o Município ter de colocar esse valor, de 6,5Milhões€, no respectivo Orçamento.
Esse é o verdadeiro móbil para estaalteração orçamental e, não teria ficado nada mal, que isso mesmo tivesse sido assumido de forma clara nos documentos apresentados.
As principais opções de corte, na Construção de Centros Escolares (-556.500€); na construção, recuperação e conservação de edifícios (-1.345.107€); na reabilitação urbana do flecheiro – 3ªfase (-1.312.863€); na conservação diversa da rede viária municipal (-1.000.000€); arranjos exteriores diversos (-120.000€); reordenamento de trânsito e segurança rodoviária (-200.000€);
requalificação e valorização da envolvente do Convento de Cristo (-236.000€); aquisição de terrenos e expropriações (-100.000€); reabilitação de pontes e pontões (-100.000€) e comparticipação em parcerias com Juntas de Freguesia (-150.000€), constituem uma substancial redução da capacidade de execução do Município.
Reconhecemos no entanto que o facto de acomodar a decisão judicial do pagamento de 6,5 Milhões€ à ParqueT, não deixava muita margem de manobra à Divisão Financeira para propor cortes no Orçamento.
Lembramos que apesar de integrarmos agora esta despesa de 6,5Milhões€, tal não significa que haja qualquer disponibilidade para pagar essa obrigação judicial, sendo que só em juros estamos com uma responsabilidade de quase 800€ diários.

Por tudo o atrás exposto, nos abstemos.

PS PROPÕE FIM DOS PLÁSTICOS ESPALHADOS NA FEIRA SEMANAL

Foi apresentado na reunião de Câmara de hoje, pelos veredaores do PS, a seguinte
PROPOSTA
SACOS DE PLÁSTICO NA FEIRA SEMANAL

As questões relativas à limpeza do espaço público, enquanto integrantes da grande preocupação ambiental que preocupa as sociedades contemporâneas, atingem nestes tempos de elevados níveis de consumo uma relevância maior. Por outro lado, o conceito do desenvolvimento sustentável, sendo aquele que visa responder às necessidades do presente sem colocar em causa as opções das gerações vindouras, obrigará a um uso regulado dos recursos naturais e dos meios financeiros, bem como do respeito pelo equilíbrio social. Terá que ser este o primado a determinar a generalidade das ações políticas assumidas e desenvolvidas pelas comunidades mais avançadas do mundo.
Infelizmente, entre nós, mantemos hábitos preocupantes no domínio ambiental, no caso em apreço, reflectido no excessivo uso de plásticos e na falta de cuidado no seu manuseamento, deposição e encaminhamento.
Em concreto, a nossa feira semanal, constitui uma triste ocasião que manifesta de forma dramática tudo o que é contrário ao comportamento e atitudes que todos queremos transmitir às gerações futuras como valores de cidadania. O uso e descuido no manuseamento das embalagens que a industria coloca nas roupas, leva a que no final dos mercados de Sexta-feira, fique toda a zona repleta de milhares de plásticos que poluem o ambiente.

Muitos desses plásticos acabam no próprio leito do Rio, como representação de um triste espectáculo que diz de nós algo que nos envergonha, com tem frequentemente alertado o Grupo Ambientalista Aqua.

Numa Cidade que procura, através de todos os Planos desenvolvidos, afirmar o Turismo como a sua primordial indústria, cuja taxa de crescimento anualizada está próxima dos 10%, importa dar consequência aos documentos e prover à “normalização” do uso dos plásticos nas Feiras Semanais.
Assim se propõe:
1.      Que os respectivos serviços de Higiene e Limpeza, em cooperação com o Serviço de Feiras, promovam a necessária distribuição de sacos ou receptáculos de alguma dimensão, para que os comerciantes presentes na Feira semanal e seus clientes possam depositar plásticos já não necessários;
2.      Que seja elaborado Edital proibindo a deposição de quaisquer plásticos, no espaço publico ou o seu vazamento para o Rio e outras linhas de água, responsabilizando os seus prevaricadores dentro do actual enquadramento legal, devendo o mesmo ser amplamente divulgado especialmente entre os comerciantes presentes na Feira Semanal, com eventual obrigação da afixação do mesmo junto dos seus locais de venda para conhecimento, também, dos seus clientes;

3. Solicitar o apoio da autoridade policial para acompanhamento especial à sensibilização, nas primeiras semanas de aplicação desta proposta.

PS PROPÔS A SUSPENSÃO DAS PORTAGENS NA A13/IC3 PARA NEGOCIAÇÃO DE ISENÇÕES

Levantada a questão da introdução de Portagens na A13/IC3, a partir do dia 1 de Novembro, sem que estivesse claro o modelo de isenções para as populações dos Concelhos de Tomar e da Barquinha previstos no contrato inicial, eventualmente alterado entre Abril de 2010, momento da assinatura da concessão e o momento presente.

Para o PS não está em causa o princípio do utilizador-pagador, sendo que o que é relevante em relação ao momento presente é estarmos perante um desrespeito total de explicação junto das autarquias envolvidas pelo troço do IC3/A13 ora portajado.

A concessionária, o Instituto de Estradas e a tutela das Obras Públicas, tomaram decisões totalmente à revelia das comunidades e das autarquias suas representantes, tendo o esclarecimento dúbio vindo tarde e a más horas, uma semana antes, unicamente através de um comunicado inserido na página electrónica do Instituto de Estradas.

O PS propôs que a Câmara deliberasse no sentido da imediata suspensão das portagens até à conclusão de negociações entre as autarquias de Tomar e da Barquinha, em relação a uma politica global de isenções que valorizasse a economia local, o acesso aos Hospitais do Médio Tejo, num momento de grave carência de apoios e proteção no emprego

O PSD desde a primeira hora, foi intransigente na recusa do pedido de isenção, numa tentativa inútil acto de defesa de prepotência por parte da concessionária e/ou do governo PSD/PP.

Acabou por ser aprovada uma deliberação mais genérica, onde o pedido da exigência é a de que "seja desde já aplicadas isenções para as populações e conomia local", fugindo o PSD a colocar a palavra "suspensão", numa tentativa de defesa, inútil, da tutela governamental.

quarta-feira, outubro 19, 2011

Protecção civil apresenta balanço de 700 dias de gestão

O nosso vereador Luis Ferreira, apresentou hoje na reunião de Câmara, sob a forma de Declaração para a Acta, uma súmula do balanço da gestão socialista na Protecção Civil Municipal, que pode ser lida Aqui .

A Protecção Civil tem também em funcionamento, desde a Festa dos Tabuleiros, uma Página com informação diversa e variada de relevo para a população, nesta área específica. Em www.protegeTomar.com

PS propõe início de trabalhos sobre Mercados Abastecedores e do Gado

Tomámos, na Câmara Municipal, recentemente, uma decisão que foi forçada pelas circunstâncias em lugar de ser ditada por quaisquer objectivos, estratégicos ou não. Tratou-se de adiar sem tempo definido a obra de arranjos exteriores do Flecheiro.

Há, agora, que fazer uma análise das consequências desta nossa, forçada, decisão, nomeadamente na implementação do Plano de Pormenor para o mesmo local. Para além de ficar devida uma explicação aos proprietários abrangidos, há que dar caminho a um projecto que representou considerável investimento.

Neste sentido, e na sequência da contribuição que já prestámos, através de Proposta aprovada em Assembleia Municipal, que visa o estabelecimento de núcleos de alojamento temporário, solução para famílias em situação de carência extrema, programa no qual, cremos, se poderão enquadrar algumas famílias residentes em barracas no mesmo Flecheiro, abordamos agora as questões do mercado abastecedor e da feira do gado.

Independente do mercado semanal (ou diário), o mercado abastecedor continua imutável nas suas más condições de funcionamento: sem regulação, sem espaço organizado e adequado. Mesmo que queiramos considerar que o problema não é premente, quanto mais tarde se encontrar uma solução, piores serão as condições para o fazer.

Idêntica questão se levanta com a feira do gado, com a agravante, neste caso, de se encontrar instalada sobre os terrenos do Flecheiro, em relação aos quais tanta expectativa foi criada.

Propomos, perante o exposto, que:

1. Seja agendada para próxima reunião de Câmara, a discussão a destes assuntos, com vista a tornar concretas eventuais propostas de regulação e futura localização destas actividades económicas.

2. Que dos mesmos resulte compromisso de intenções e programa de implementação.

PS APRESENTA REQUERIMENTO SOBRE O MERCADO MUNICIPAL

REQUERIMENTO, apresentado pelos Vereadores na reunião de Câmara de hoje.

O Partido Socialista sempre entendeu que o mercado municipal, para além da sua importância identitária enquanto parte integrante da vivencia do Concelho, constitui ainda uma mais-valia económica, social e obviamente turística.
E se sempre o mercado municipal assumiu estas dimensões, com a atual situação socioeconómica e que previsivelmente terá tendência a agravar, as dimensões económica e social revestem-se de uma importância capital.

Dimensão económica, na medida em que permite um escoamento de produtos oriundos de pequenos produtores, contribuindo para dinamizar a economia local e nacional, na medida em que se comercializam produtos nacionais, bem como poderá criar e manter muitos postos de trabalho.

Dimensão social, visto o espaço do mercado municipal assumir também um espaço de convívio inter-geracional, combatendo assim algum do isolamento próprio de uma população mais envelhecida, sem esquecer que muitos dos produtores que à sexta-feira vendem, o parco rendimento que possam fazer, serve muitas das vezes como complemento às suas baixas reformas ou pensões.

O Partido Socialista desde 2005, vem alertando para o abandono a que esta infra-estrutura foi votada, tendo apresentado diversas propostas quer em reuniões de executivo quer na Assembleia Municipal, propostas que visavam obras de manutenção e recuperação dignificando assim não só quem lá trabalha mas também quem lá compra.

Por isso, promovemos num primeiro momento uma Proposta de Alteração ao Orçamento da Câmara de 2006, prontamente recusado pela maioria da altura, onde iniciávamos o investimento na recuperação do Mercado Municipal, logo em 2006 e não em 2008, como na altura estava previsto.
Num segundo momento denunciámos o desaparecimento no Orçamento de 2007, do projecto de recuperação do Mercado, numa clara tentativa de o desvalorizar estava prevista.

Num terceiro momento demos início ao debate público que à câmara competia; apelámos à mobilização dos cidadãos que em resposta entregaram quer por nossa via, quer directamente, mais de mil propostas individuais durante o período de discussão pública.
De registar que todas as nossas propostas foram sempre rejeitadas, com base em pressupostos megalómanos e que estava bem de se ver, jamais seriam concretizados e de rejeição em rejeição chegou-se à atual situação.

Há 20 meses, mais concretamente em 5 de Fevereiro de 2010 foi deliberado, com os votos favoráveis do PS efetuar obras de manutenção e recuperação no mercado municipal, obras que vinham no sentido da valorização do mercado, tal como o Partido Socialista sempre defendeu.

Há 15 meses o mercado municipal foi encerrado!

Os tomarenses têm o direito de saber o que já foi feito para ultrapassar este grave problema.

Os tomarenses têm o direito de saber o que já foi feito, passados 20 meses para executar uma deliberação do executivo.

Por tudo atrás exposto se requer que:
Seja presente a este executivo, informação sobre o projeto de manutenção e recuperação do mercado municipal, aprovado em reunião de executivo de Fevereiro de 2010.

sábado, outubro 08, 2011

ASSEMBLEIA MUNICIPAL APROVA CRIAÇÃO DE NÚCLEOS DE ALOJAMENTO TEMPORÁRIO

Na última Assembleia Municipal, a 30 de Setembro, por iniciativa do PS foi aprovada, com a abstenção dos IpT, a seguinte:

Proposta

Criação de Núcleos de Alojamento Temporários

Considerando que:

Carece de resolução há algumas dezenas de anos, um problema de existência de condições de alojamento sub-humanas na comunidade cigana, antes nómada, mas há dezenas de anos instalada em acampamento à entrada da Cidade de Tomar.

Considerando ainda que:

- Não é só esta comunidade a estar carente de apoio à solução de alojamento no espaço do Município, havendo ainda inúmeras famílias de baixos rendimentos e famílias que fruto de terem perdido os seus empregos, podem viver situações de também perderem as suas habitações;

- Que muitas destas situações assumem um carácter temporário;

-Que existem um conjunto de escolas públicas devolutas e de espaços públicos, alguns dos quais propriedade da autarquia, que podem ser utilizados para dar resposta a quem necessita de alojamento temporário.


Neste sentido se propõe que:

1 – O Município realize, com carácter de urgência, o necessário levantamento de todas as escolas devolutas e espaços públicos, as e os quais, com pequenas obras e adaptações, possam ser utilizados como Núcleos de Alojamento Temporário;

2 – As novas propostas de localização, levem em linha de conta o acesso ao alojamento de todos os agregados familiares, mesmo que de forma gradual e faseada, contando com o necessário acompanhamento dos serviços da Segurança Social e do CLAS (Rede Social);

3 – Através do CLAS (Rede Social), sejam completados os levantamentos e avaliação das famílias carentes de apoio urgente.

Tomar, 30 de Setembro de 2011
A bancada Municipal do Partido Socialista

quinta-feira, outubro 06, 2011

Vereadores do PS propõem Reunião de Câmara para avaliar a Reforma Autárquica

No periodo de antes da ordem do dia, da reunião de Câmara hoje realizada, os vereadores do PS, fizeram breve descrição das circunstâncias e influência do "Documento verde da Reforma da Administração Local" ( http://www.portugal.gov.pt/pt/GC19/Governo/Ministerios/MAAP/RefAdminLocal/Pages/Reforma_Administracao_Local.aspx ), nomeadamente a redução de dirigentes que se operará no Município, dos actuais 3 Directores de Departamento e 15 Chefias de Divisão, para apenas 1 Director de Departamento e 4 Chefias de Divisão.
Sobre este particular lembraram os vereadores do PS a sua votação contrária à actual estrutura orgânica, quando o Município havia tido três anos para fazer a sua reestruturação e apenas a decisiu no seu último dia, informando que tal processo terá de estar concluido até ao final de 2012.

Os vereadores lembraram ainda que o Governo se prepara, através do que é avançado no "Documento", propor:
- a extinção/fusão das Freguesias de Santa Maria e S.João, por serem Freguesias em sede de Município e não terem isoladamente 15.000 habitantes; 
- a extinção/fusão das Freguesias de Alviobeira, Junceira, Além da Ribeira, Sabacheira e Beselga, por serem Freguesias rurais que não têm um mínimo de 1.000 habitantes;
- a extinção/fusão das Freguesias de Paialvo e Asseiceira, por serem Freguesias mistas urbanas que não têm um mínimo de 5.000 habitantes.

Dada a extensão e alcance das alterações introduzidas, lembraram os vereadores a implicação que tal tem na revisão do PDM em curso, por exemplo, ou na reformulação da Carta Educativa do Concelho, bem como na importãncia de na preparação do Orçamento para 2012, já se ter em conta esta nova realidade, provendo a uma análise prospectiva quanto à transferência de verbas e competências para as Freguesias, nomeadamente as rurais.

Assim sendo, proposeram os vereadores socialistas, que o Sr.Presidente da Câmara promovesse a realização de uma reunião do executivo Camarário com um único ponto da ordem de trabalhos, que fosse a análise do Documento em discussão pública e nomeadamente a Resolução do Conselho de Ministros nº40/2011 (http://www.portugal.gov.pt/pt/GC19/Governo/Ministerios/MAAP/Documentos/Pages/20110922_MAAP_Doc_Adm_Local_Autarquica.aspx), onde estão determinados os princípios que norteiam a referida Reforma.

Os vereadores do PS informaram ainda que, até ao final de Janeiro terão as Assembelias de Freguesia e Municipais que se pronunciar  sobre o documento e que competirá ao executivo adjuvar a essa discussão,fazendo ele próprio a sua avaliação.

Deliberada anulação da empreitada de arranjos exteriores e arruamentos no Flecheiro e Mercado-3ª Fase

Foi hoje anulada a empreitada de arranjos exteriores e arruamentos no Flecheiro e Mercado-3ª Fase, por se ter demonstrado não haver disponibilidade dos terrenos para a sua implementação.

Os vereadores do PS, fizeram a seguinte declaração de voto:
http://pstomar.blogspot.com/2011/09/anulada-intervencao-do-municipio-da.html

segunda-feira, outubro 03, 2011

PS recomendou a instalação em Tomar de uma Loja Social

Recomendação para a CRIAÇÃO DA LOJA SOCIAL DE TOMAR


Considerando que:

Desde a reunião 2008, vem o PS propondo que o Município desenvolva procedimentos para a criação de uma Loja Social a exemplo do que acontece noutros municípios, com o objectivo de melhorar a sua intervenção na resolução dos problemas sociais dos seus Concelhos.

A criação de um espaço desta tipologia, assume maior importância, na actual conjuntura.

Nesta LOJA SOCIAL os utentes poderão tratar de todos os assuntos relacionados com a Área social, sendo que este espaço único de respostas potencia assim, a criação de soluções mais adequadas aos problemas sociais, rentabilizando os recursos existentes, eliminando sobreposições de intervenção e permitindo um melhor planeamento dos serviços e celeridade dos mesmos.

Tal Loja deverá ser uma estrutura operativa de informação, intervenção e emergência social, ou seja, uma estrutura de atendimento e acompanhamento social constituída por três serviços específicos:

O Atendimento Integrado - a estrutura responsável por todo o atendimento e acompanhamento social - população do concelho de Tomar, nomeadamente todos os apoios na Área de Acção Social, inclusive Rendimento Social de Inserção.

O Sistema de Informação estará relacionado com a criação de uma base de dados actualizada de todos os recursos e respostas sociais existentes, ou seja, um dispositivo de recolha e gestão de toda a informação neste âmbito – Único e disponível a todas as entidades parceiras.

Emergência Social - uma estrutura de operacionalização de meios para fazer face a situações de grave carência ou súbito e excepcional agravamento das condições sociais da população do nosso concelho. Esta estrutura actuará em situações de catástrofes naturais, rupturas familiares graves, perda de bens por furto, incêndio ou outro, perda de rendimentos por desemprego, etc.

Para além dos parceiros que componham o atendimento integrado deverão ser envolvidos todos os necessários, como por exemplo a protecção civil ou as forças de segurança.

Neste sentido o Partido Socialista recomenda que o Município de Tomar, desenvolva no âmbito do CLAS (Conselho Local de Acção Social), em colaboração activa com a CPCJ (Comissão de Protecção de Crianças e Jovens) e o NLI (Núcleo Local de Inserção) a criação da LOJA SOCIAL DE TOMAR, através de protocolo de colaboração a firmar com a Segurança Social.

Tomar, 30 de Setembro de 2011
O Grupo Municipal Socialista da Assembleia  Municipal

domingo, outubro 02, 2011

Modernização administrativa em Tomar

O nosso camarada Hugo Cristóvão descobriu este mimo no site da modernização administrativa nacional. Aqui.

Os autarcas do PS não têm por hábito ser "distraídos", mas não temos registo de nada disto ter ser apresentado ou informado à Câmara Municipal e desconhecemos que sector do Município estará responsabilizado por "operacionalizar" estas medidas.

E os prazos "Junho 2011", está mais do que ultrapassado.
Decididamente há coisas que não deveriam acontecer numa Câmara, mas que acontecem em Tomar.

A coordenação PSD do Municipio, poderia ter aproveitado estes dois anos para aprender a ter outra atitude, mas infelizmente optaram pelo caminho mais difícil...

sexta-feira, setembro 30, 2011

DECLARAÇÃO SOBRE O ALAMBOR DO CASTELO TEMPLÁRIO

Presente que foi uma proposta sobre o Alambor, na reunião da Assembleia Municipal de hoje, o PS votou contra, com a seguinte Declaração de Voto:

DECLARAÇÃO DE VOTO

Votámos contra a proposta do “Alambor”, porque o Partido Socialista, considerando o importante achado arqueológico efectuado recentemente, aquando das terraplanagens para a edificação de um muro de suporte de terras, no decurso da obra da envolvente ao Convento, já afirmou, através dos seus vereadores em reunião de Câmara, a 8 de Setembro, o seu empenhamento na colaboração para o estudo, preservação e reconstrução, do alambor.
Sabemos ser alambor um tipo de estrutura defensiva que consiste no espessamento da base de uma muralha, sendo este elemento de arquitectura militar introduzido pelos Templários, visando dificultar o assalto às muralhas de uma fortificação pelos atacantes.

O material utilizado para a sua construção geralmente era a pedra, vendo assim os sitiantes dificultadas as tarefas de aproximação de máquinas de ataque típicas da época, como torres de assalto e catapultas, e mesmo dos trabalhos de sapa das muralhas, em virtude da sua elevada inclinação.

O compromisso dos autarcas do PS vai assim, desde o primeiro momento, no sentido de viabilizar todas as iniciativas, que se demonstrem como necessárias para a valorização do achado arqueológico, através do seu estudo, preservação, reconstrução, nomeadamente alterações ao projecto inicial ou quaisquer outras que venham a ser, pelos peritos, entendidas por convenientes.

segunda-feira, setembro 26, 2011

PS apresenta nova solução para a organização da Feira de Santa Iria

Discutidas e deliberadas várias situações para a Feira de Santa Iria, os vereadores do PS apresentaram várias propostas, que depois verteram para a seguinte...

DECLARAÇÃO SOBRE A COMISSÃO DA FEIRA DE SANTA IRIA

Consideramos que a Feira de Santa Iria é um evento importante para a comunidade Tomarense e a sua boa organização e concretização, serve o interesse público.
Nesse sentido entendemos que a sua Comissão organizadora deveria, a exemplo do que é feito com a da Festa dos Tabuleiros, ser assumida pela população, contando, a partir daí com o apoio institucional do Município para a concretização do relevante interesse público.

Se assim fosse, evitar-se-ia que todos os anos fosse a Câmara chamada a “aprovar” uma comissão que, actuando em nome daquela, não tem qualquer enquadramento legal para a representar em actos administrativos e decisões, que só à Câmara Municipal ou aos seus membros com competência delegada cabem, nos termos da lei das autarquias locais.
Assim, pensamos que a melhor solução este ano, seria a que a deliberação do Município em relação à organização da Feira de Santa Iria fosse no seguinte sentido:

1.       A Câmara considerasse de relevante interesse Municipal a concretização da Feira de Santa Iria;

2.       Dada a exiguidade de tempo que medeia até à Festa, a Câmara reconhecia a existência de uma Comissão Organizadora que, em nome da comunidade, prosseguirá esse mesmo interesse público;

3.       A Câmara deliberasse no exacto sentido em que o fez em relação ao uso do espaço público por ocasião da Festa dos Tabuleiros.

4.       Que atempadamente, em relação à Feira de Santa Iria do próximo ano, pudesse a Câmara Municipal, ou assumir por completo a organização da Feira, o que consideramos como mais adequado, ou a querer manter este actual modelo, convocar a realização de uma assembleia popular com vista a eleger legais representantes para a organização da Feira de Santa Iria, que apresentasse posteriormente o respectivo programa de festejos representativos de tão significativa tradição tomarense.
 
Apesar de não terem sido consideradas as sugestões que melhoravam a correcção da actual situação, não pretendemos colocar em causa a realização da Feira De Sta Iria de 2011, votamos favoravelmente.

Câmara decide aplicar a mesma Derrama do ano transacto

Votada por unanimidade, os vereadores do PS, fizeram a seguinte...

DECLARAÇÃO DE VOTO
(DERRAMA A COBRAR NO ANO DE 2012)

O PARTIDO SOCIALISTA no domínio da Derrama, defendeu ao longo dos últimos anos a redução das taxas a aplicar às empresas sobre o lucro tributável.

Justificámos essa posição com a necessidade de criar incentivos à fixação de empresas e de desenvolvimento da actividade económica do Concelho.

Em anos melhores, sob o ponto de vista de expectativa económica, não se verificou, em Tomar, uma melhoria da competitividade das empresas instaladas no Concelho nem a fixação significativa de outras.

Recente legislação, introduziu a possibilidade de diferenciar as pequenas empresas, permitindo, para estas, uma taxa de incidência menor.

Este imposto, representa hoje muito menos do que no passado, hoje, sendo de menos de 10% da receitas dos Impostos cobrados.

É certo que uma política fiscal eficaz deverá ser a prática diária de um município. Contudo, essa política deverá pautar-se por critérios de equidade e favorecer mais as pequenas e médias empresas, responsáveis por parte substancial do emprego privado.

Nestas condições, não só o peso deste Imposto foi sendo menor, fruto da melhoria inversa da cobrança do IMI e IMT, como o que se justifica de momento é de dar continuidade a um processo de valorização da competitividade fiscal.
Fruto do trabalho de consenso foi possível o ano transacto, dar início a um processo de redução gradual da derrama, enquadrada por uma estratégia de melhoria da atractividade económica do Concelho, nesta fase especialmente centrada nas pequenas empresas, tendo sido reduzida o ano passado, em 20% a taxa de Derrama as empresas que apresentem um volume de facturação inferior a 150.00,00€, tendo sido passada para os 0,4, nos termos do nº4 do artº14, da Lei 2/2007.

A nossa votação favorável visa dar resposta à situação actual, mantendo o caminho de apoio às micro e pequenas empresas, com o pagamento de apenas 0,4 de agravamento da Derrama.

APROVAÇÃO DE TAXAS DO IMI PARA 2012

Os vereadores do PS, abstiveram-se neste ponto da ordem de trabalhos, com a seguinte...

DECLARAÇÃO DE VOTO
APROVAÇÃO DE TAXAS DO IMI PARA 2012

Considerando que no transacto iniciamos a maior taxação para os prédios devolutos e em ruínas no Centro Histórico da Cidade de Tomar, com o objectivo de dar um claro sinal aos proprietários para a sua requalificação;
Considerando que sendo este um procedimento que só com a continuidade acaba por ter eficácia;
Os vereadores do Partido Socialista, a exemplo do ano passado, propuseram:
1. Que a taxa do IMI fosse majorada para o dobro, para os prédios devolutos há mais de 1 ano, na área envolvida pelo regulamento do Centro Histórico, nos termos previstos no Artº112º, nº3, I parte;

2.Que a taxa do IMI fosse majorada para o triplo, para os prédios em ruínas, na área envolvida pelo regulamento do Centro Histórico, nos termos previstos no Artº112º, nº3, II parte.
Não tendo sido aprovada esta nossa proposta, que consideramos estratégica para a redução do risco para pessoas e bens no centro histórico, na deliberação para aplicação do IMI para 2012, nos abstemos.

Anulada intervenção do Município da zona do Flecheiro

Presente que é a informação dos serviços sobre a “não admissibilidade em definitivo da candidatura”, da 3ª fase do Flecheiro, na envolvente sul da margem direita do Rio (do lado da Freguesia de S.João Baptista), através do ofício de 4/8/2011 do MAISCENTRO, somos favoráveis à não adjudicação da obra, uma vez que a mesma não tem financiamento garantido.

Mais consideramos que esta área da Cidade precisa de uma requalificação, nomeadamente desenvolvendo uma estratégia conjunta de intervenção social e da constituição de diversos Núcleos de Alojamento Temporário, em diferentes localizações do Concelho, para os habitantes das zonas da agora anulada intervenção.
Consideramos ainda que deveria ter sido colocada por escrito ao gestor do MAISCENTRO a possibilidade, que sempre defendemos, de reafectar estes fundos a outras obras prioritárias, como por exemplo o Mercado Municipal.



(Notas:
1. Com esta decisão, em virtude de não ter sido feita a reafectação das verbas o Município "perdeu" acesso a 2,37 milhões de euros, com um investimento elegível de 2,96 M€;

2. O facto de se ter anulado a adjudicação da obra não garante que o Município não terá de indemnizar a empresa vencedora, nem o de o Município não se poder candidatar a outras obras mais prioritárias, como o apontado caso do NOVO MERCADO MUNICIPAL)

Câmara opta por caminho mais caro para a vigilância dos Parques de Estacionamento

Os vereadores do PS, na continuação da reunião de Câmara de 22 de Setembro, hoje realizada fizeram a seguinte...

DECLARAÇÃO DE VOTO
Parecer prévio sobre contratação de serviços para Parques de Estacionamento

O Partido Socialista considera que a decisão de prover à contratação de serviços para vigilância dos Parques de Estacionamento, a uma empresa privada é 27% mais cara, do que a opção de contratar 11 novos funcionários, a prazo, até à tomada de decisão definitiva sobre a estratégia de mobilidade, incluindo o estacionamento à superfície, que urge realizar.
Pelo facto de a opção presente ser 45.332,95€ por ano mais cara do que a opção da contratação de pessoal a prazo, relembra-nos que para efeitos de gestão de curto prazo – 6, 9 ou 12 meses, esta não é uma solução eficiente sob o ponto de vista financeiro.

No entanto urge dar solução ao final da prestação de serviços em curso, que ocorre a 31/10/2011 e a 31/12/2011, pelo que a mesma é inevitável no curtíssimo prazo, mas não representa solução no curto prazo até à decisão estratégica final.
Por estes motivos abstemo-nos.

quinta-feira, setembro 22, 2011

DECLARAÇÃO E PROPOSTA SOBRE O HOSPITAL

Foi apresentado pelos vereadores socialistas e aprovado pelo Município a seguinte declaração e proposta:


São recorrentes as especulações que circulam sobre o mais que provável encerramento das urgências do Hospital Nª Sra da Graça em Tomar, integrado no Centro hospitalar do Médio Tejo. Ainda há bem poucos anos, teve o Município através de uma Comissão decidida criar pela Assembleia Municipal de Tomar, um amplo trabalho de auscultação e “pressão” junto das autoridades de saúde da região e País, no sentido de garantir o funcionamento das urgências hospitalares em Tomar. A esse esforço foi sensível o Governo de então, que manteve em funcionamento três urgências, uma em cada Unidade do Centro Hospitalar do Médio Tejo.

A qualidade do serviço prestado, no que é percebido pela população, é satisfatória, sendo mesmo de destacar a humanidade e entrega da globalidade dos profissionais, sendo raros os casos de queixa observados. Do ponto de vista da identidade, há ainda uma ligação forte de toda a comunidade de Ferreira do Zêzere, Ourém e Tomar, com o Hospital de Tomar e pelo importante serviço que as urgências deste representam, numa lógica de forte proximidade.

A necessária e continuada melhoria da organização e optimização interna da gestão do Centro hospitalar do Médio Tejo, não deve prejudicar a prestação urgente de cuidados de saúde, pelo que a eventual intenção da tutela Ministerial, através da ARS de Lisboa e Vale do Tejo, de prover à concentração das urgências do CHMédio Tejo, apenas na Unidade de Abrantes deve ter, da parte dos autarcas e da população de Tomar, um amplo e vivo repúdio.

Assim, a Câmara Municipal de Tomar, delibera o seguinte:
1.       Pedir reuniões urgentes com os responsáveis do Centro Hospitalar do Médio Tejo, ARS de Lisboa e Vale do Tejo e tutela do Ministério da Saúde, para confirmação e obtenção de mais informações sobre a especulação existente;
2.       Reiterar a sua determinação em, no respeito pelo sentir da população, exigir a manutenção do serviço de urgências no Hospital de NªSra da Graça, como parte integrante da garantia de qualidade de vida dos residentes do Concelho de Tomar;
3. Dar desta posição conhecimento a todos os Municípios do Médio Tejo, exigindo reuniões urgentes dos seus órgãos para tomada de posição conjunta da Comunidade InterMunicipal.

Vereadores apresentam solução para espaço do Flecheiro

No âmbito de uma discussão hoje havida no periodo antes da ordem do dia, da reunião de Câmara, sobre as soluções para o espaço ocupado pelas famílias no Flecheiro, os vereadores socialistas leram a seguinte declaração:

"consideramos que esta área da Cidade precisa de uma requalificação, nomeadamente desenvolvendo uma estratégia conjunta de intervenção social e da constituição de diversos Núcleos de Alojamento Temporário, em diferentes localizações do Concelho, para os habitantes das zonas da agora anulada intervenção."


Este é o caminho que o PS considera adequado para um problema que se arrasta à várias décadas.

PS pretende defender Fórum Romano

Foi presente hoje, na reunião de Câmara a seguinte proposta dos vereadores socialistas:


PROTECÇÃO IMEDIATA DO FORUM ROMANO

Considerando o importante achado efectuado há várias décadas do Fórum Romano, nas traseiras do Quartel dos Bombeiros e o subsequente estado de abandono que se veio a verificar até hoje;

Considerando que após a recente limpeza, como faixa de gestão de combustível, pelo risco de inflamabilidade existente e, dada a inexistência de passeio, que delimite a estrada do dito Fórum, ele é frequentemente “atacado” por veículos, incluindo pesados, os quais estacionam, promovendo a degradação do relevante achado arqueológico;
Propomos:

1 – Que seja de imediato vedado o estacionamento na cercania do Fórum Romano;
2 – Que seja elaborado projecto de execução para a colocação de passeio e para a colocação de rede que vede o acesso ao Fórum, garantindo assim a sua preservação.

segunda-feira, setembro 12, 2011

Anabela Freitas reeleita para a Comissão Nacional do PS

Na sequência da participação de Tomar no Congresso Nacional do PS, através dos Delegados e convidados António Alexandre, Fátima Duarte, Joana Nunes, Susana Faria, Luis Ferreira, Nuno Ferreira, Hugo Costa e Anabela Freitas, foi esta última, actual Presidente da Comissão Política, reeleita para a Comissão Nacional do PS, para o seu terceiro mandato.
O último mandato durou escassos cinco meses e este actual mandato, terminará depois das autárquicas de 2013, altura em que se deverá realizar novo Congresso do Partido.
Foram eleitos ainda para a Comissão Nacional do PS, oriundos de secções do Distrito de Santarém, os camaradas João Sequeira, Mª Céu Albuquerque, Fernanda Asseiceira, Sónia Sanfona, António Gameiro, Pedro Ribeiro, José Arruda e Celso Ricardo. Foi ainda eleito para a Comissão Nacional de Jurisdição, o camarada Mário Balsa.

quinta-feira, setembro 08, 2011

Ordem de trabalhos do XVIII Congresso Nacional deste fim de semana

XVIII CONGRESSO NACIONAL DO PARTIDO SOCIALISTA
Parque de Exposições de Braga
9, 10 e 11 de Setembro de 2011
PROGRAMA
9 DE SETEMBRO (sexta-feira)
14h00m Início da credenciação de Delegados e das votações para:
- Presidente do Partido
- Comissão de Verificação de Poderes
- Mesa do Congresso

16h00m Grupos de Trabalho
Painel I – Emprego
Painel II – Europa
Painel III – Combate à Corrupção
Painel IV – Modernização do PS

18h45m Encerramento das votações

19h00m Sessão de Abertura do Congresso

Intervenções
- Presidente da Comissão Organizadora do Congresso
- Presidente do Partido

Votação da Comissão de Honra do Congresso

- Presidente da Câmara de Braga
- Presidente da Federação do PS Braga
- Secretário-Geral

21h00m Encerramento dos trabalhos do primeiro dia
10 DE SETEMBRO (sábado)

10h00m Apresentação e discussão das Moções de Orientação Nacional

13h30m Interrupção dos trabalhos

15h30m Continuação da discussão das Moções de Orientação Nacional

20h30m Votação das Moções de Orientação Nacional

20h45m Interrupção dos trabalhos

22h30m Reinicio dos trabalhos
11 DE SETEMBRO (domingo)

09h30m Afixação das listas de candidatos e início das votações para a eleição dos órgãos
nacionais

12h00m Fim do período de votação para a eleição dos órgãos nacionais

12h30m Proclamação dos resultados da eleição dos Órgãos Nacionais

13h00m Sessão de Encerramento do XVIII Congresso Nacional

Câmara cede espaço para Associações

Votado hoje por unanimidade a cedência de espaços na Nabância, para a Associação ACRESCER, de apoio às crianças com necessidades educativas especiais e ao União de Tomar.

Na reunião de Câmara Municipal de 7 de Abril  de 2011 foi aprovado  uma proposta denominada “Espaços provisórios para entidades de direito privado ou público”, com o seguinte teor:

“O Município enquanto entidade de direito público está obrigada à prossecução do interesse geral, pelo que ao longo dos anos tem vindo a ter um papel determinante na ajuda à sociedade civil, mormente à comunidade associativa, para o desenvolvimento permanente de actividades e outras facilidades objectivas.

No entanto, a boa gestão pública aconselha à devida clarificação das relações entre entidades, respectivo registo e aferição dos gastos induzidos, por tais relacionamentos de legítimo e determinante alcance.

Considerando que o Município vem sendo, de forma formal, com regularidade, bem como os vereadores de forma informal, instados a ceder com carácter provisório instalações para entidades de direito privado ou público.

Considerando ainda a importância que tem, para a prossecução do interesse geral e público, o adequado registo e regularidade das respectivas cedências.

Mais considerando que tais cedências, ainda que animadas pelo relevante interesse público devem ter sempre um cariz provisório, no âmbito da instalação ou da criação de condições para o desenvolvimento de sustentabilidade futura das actividades exercidas.

Assim se delibera:

1 – Que seja realizado um levantamento de todas as cedências actualmente existentes, de espaços do domínio público municipal para sede ou exercício de actividades, de entidades de direito privado ou público, com referência às áreas ocupadas, seu carácter permanente ou eventual de ocupação, equipamentos cedidos e meios públicos colocados à disposição (telefone, Fotocópias, água, luz, secretárias, armários, balneários, etc…), data aproximada do início da cedência, acesso garantido por parte dos serviços municipais (existência de cópia de chave em poder do Município), existência ou não de protocolo/contrato válido com essas entidades e valor aproximado de despesa directa e indirecta anual;

2 – Que seja realizado um levantamento de todas as solicitações, actualmente existentes, de entidades de direito privado, para cedência de espaços para sede ou exercício de actividades;

3 – Que os levantamentos propostos sejam presentes a reunião de Câmara Municipal, para conhecimento e que, concomitante com essa apresentação ao executivo seja presente lista de espaços municipais expectavelmente disponíveis nos próximos dois anos, para eventual cedência temporária a entidades de direito privado ou público.”

Dentro desta filosofia deliberada de actuação, por parte do Município, somos ainda a considerar:

1 – É de toda a justiça a cedência de espaço para funcionamento da sede do União de Tomar (UFCIT), especialmente se tivermos em linha de conta as dificuldades criadas durante vários anos, após as intervenções realizadas no ex-Estádio 25 de Abril, as quais tiveram impactos significativos no Clube;

2 – O objecto especialmente relevante prosseguido pela Associação ACRESCER, merece todo o empenho da comunidade no encontrar de uma solução, mesmo que provisória, para a sua sede;

Assim sendo, votamos favoravelmente a cedência provisória de instalações a estas duas associações.
Essa cedência deve levar em linha de conta a sua provisoriedade, quer temporal, quer de localização, no quadro do anterior levantamento deliberado realizar e, nesta declaração reiterado.

Declaração de voto sobre os Empréstimos a contrair

O Partido Socialista considera importante o acesso a financiamento bancário, para obras comparticipadas por fundos do QREN, pelo que vota favoravelmente.

Mais considera o PS, que os elevados spreads pedidos pelas entidades bancárias que responderam, entre 7% e 7,5%, são quase usurárias, pelo que se insta a que a Câmara tome uma posição clara junto da Secretaria de Estado da Administração local e da Associação Nacional de Municípios, para que o acesso a financiamento bancário de comparticipação para fundos do QREN, possam passar a ter para as Autarquias Locais, condições mais adequadas e favoráveis.

Declaração dos vereadores do PS sobre o Alambor

O Partido socialista, considerando o importante achado arqueológico efectuado recentemente, aquando das terraplanagens para a edificação de um muro de suporte de terras, no decurso da obra da envolvente ao Convento, afirma o seu empenhamento na colaboração para o estudo, preservação e reconstrução, do alambor.

Sabemos ser alambor um tipo de estrutura defensiva que consiste no espessamento da base de uma muralha, sendo este elemento de arquitectura militar introduzido pelos Templários, visando dificultar o assalto às muralhas de uma fortificação pelos atacantes.

O material utilizado para a sua construção geralmente era a pedra, vendo assim os sitiantes dificultadas as tarefas de aproximação de máquinas de ataque típicas da época, como torres de assalto e catapultas, e mesmo dos trabalhos de sapa das muralhas, em virtude da sua elevada inclinação.

O compromisso dos autarcas do PS vai no sentido de viabilizar todas as iniciativas, que se demonstrem como necessárias para a valorização do achado arqueológico, através do seu estudo, preservação -reconstrução, nomeadamente alterações ao projecto inicial ou quaisquer outras que venham a ser, pelos peritos, entendidas por convenientes.

segunda-feira, agosto 29, 2011

Reunião da Comissão Política Concelhia

Nos termos dos Estatutos e Regimento da CPC, convoco uma reunião da Comissão Política Concelhia, para o próximo Sábado, dia 3 de Setembro, pelas 10H30, com a seguinte Ordem de Trabalhos:

1 - Eleição dos órgãos da Concelhia, para o biénio 2011-13 - Secretariado e Direcções de Departamentos;
2 - Análise da situação política e outros assuntos

A Presidente da Comissão Política Concelhia
Anabela Freitas

quinta-feira, agosto 25, 2011

Aprovados novos preços nos serviços de Protecção Civil

Sob proposta do vereador Luis Ferreira, foram aprovados hoje, em reunião de Câmara os novos preços dos serviços de Protecção Civil, que entram em vigor no próximo dia 15 de Setembro de 2011.

Os preços aprovados permitem uma redução de custo significativa do serviço de ambulâncias, pedido por particulares (26% do serviço efectuado), em todas as aldeias do Concelho, colocada a mais de 5Km do Quartel dos Bombeiros. A partir de agora todo o cidadão do Concelho, resida onde resida, paga exactamente o mesmo preço por uma ambulância dentro do Concelho de Tomar. Actualmente o preço era ao quilómetro, prejudicando as pessoas que viviam mais longe da cidade.

Os preços do serviço de ambulâncias teve uma actualização média de 25% - a taxa de inflação entre 2001 (última vez que havia sido mexido) e 2011. Até hoje só o serviço de ambulâncias era pago, todos os restantes eram gratuitos.
Famílias carenciadas, atestado pelos serviços sociais da autarquia, estarão isentas e os titulares do rendimento social de inserção terão desconto de 20%, bem como todos os sócios da Liga dos Amigos dos Bombeiros de Tomar. As Associações e outra sinstituições só pagarão 50% do preço.

Com este novo tarifário a Divisão de Protecção Civil, espera aumentar em 50.000€/ano (estimativa) a sua receita, o que ajudará a reduzir o seu déficit anual de 800 mil euros(2010), quando em 2009, antes da nossa gestão,  era de 900 mil euros/ano.

Mas são variados os serviços que passaram a ser cobrados, e que actualmente o não são:

Os preços completos podem ser consultados na Página da protecção Civil de Tomar em www.protegeTomar.com

Vereadores do PS apresentam proposta para novos preços dos TUT

Foi presente hoje a reunião de Câmara uma proposta dos vereadores do PS, nos entido de serem aplicados os preços aos TUT, no âmbito da revisão do seu Regulamento, bem como de outra estratégia para o seu financiamento.

Esta Proposta e a versão original do Regulamento, com outros preços, "baixaram" aos serviços técnicos para análise e apresentaçãod e proposta final.

Os Vereadores socialistas argumentaram que é insustentável manter os TUT com um déficit de exploração de cerca de 400 mil euros/ano e que a sua proposta permitiria baixar esse déficit para 300 mil.

Na nossa proposta a tarifa de bordo passaria dos actuais 0,70€ para 1€ (+40%). Mesmo assim, o aumento proposto é inferior ao que foi realizado quer na Carris (+67%), quer ao do metropolitano (+50%), no mesmo periodo que passou entre Março de 2006 e Julho de 2011.

Foi esta a Proposta apresentada:


PROPOSTA

TRANSPORTES URBANOS DE TOMAR
Projecto de Regulamento de funcionamento

 Sobre este ponto da ordem de trabalhos e considerando que:

  1. Sempre entendemos que a existência de um transporte público em Tomar, seria factor de facilitação da vida colectiva da Cidade e do Concelho;
  2. Prosseguimos nesse contexto uma estratégia que valorizasse modos de transporte diferenciados dos que viriam a ser decididos executar, mas estivemos sempre ao lado das populações na valorização de facilitação de modos de transporte públicos em detrimento dos transportes individuais;
  3. O actual momento de responsabilidade financeira obriga a reformular as apostas existentes, nomeadamente à luz de uma lógica de sustentabilidade mínima, o que tem sido difícil de observar com a exploração dos TUT, os quais serão deficitários em cerca de 400 mil euros /ano e têm taxas de cobertura das receitas sobre as despesas de cerca de 35%
  4. A alteração do Regulamento, o qual contempla uma actualização de preços, não leva em linha de conta o factor de sustentabilidade dos mesmos, apenas considerando uma actualização média de inflação de cerca de 9%, entre Março de 2006 e Julho de 2011;
  5. Só a título de exemplo, no mesmo período os preços do Metropolitano de Lisboa (1 zona), tiveram a sua tarifa alterada de 0,70€ para 1,05€ (+50%) e todos sabemos que o Metro usa como energia motriz a electricidade e não produtos petrolíferos, os quais tiveram um aumento médio no período considerado de 1,04€ para 1,42€ (+39,5%). Também na Carris a actualização da tarifa de bordo foi de 1,05€ para 1,75€ (+67%);
  6. A existência de passes de 3ª idade não considera o facto das pessoas deste escalão etário poderem ser detentoras de razoáveis rendimentos, pelo que seria mais justo que esse passe apenas fosse disponibilizado aos detentores do cartão municipal do idoso, dentro das regras de apoio social aos mais desfavorecidos já definidos para este.
Assim, propomos que:

1.   A actualização a observar nos preços das tarifas dos TUT, seja no mínimo, o do factor de produção: combustível;
2.   O passe de 3ª idade seja apenas disponibilizado aos detentores do cartão municipal do idoso.
3.   Que com a entrada em vigor de tarifação em zonas parqueadas da Cidade, possam ser reformulados os preços levando em linha de conta a facilitação do transporte público em detrimento do transporte individual e a sustentabilidade financeira do transporte público, considerando a possibilidade de parte das receitas da tarifação poderem financiar o transporte público.
Os Vereadores do Partido Socialista

 (José Vitorino)                                                      (Luis Ferreira)