quinta-feira, julho 19, 2007

PS PROPÕE ALTERAR AS TAXAS PARA A CONSTRUÇÃO

Foi presente a reunião de Câmara, pelo Vereador Carlos Silva, a seguinte proposta que viria a ser adiada para a fase de alteração final do PDM:

PROPOSTA DE ALTERAÇÃO

Apresento a seguinte proposta de alteração ao proposto Novo Artigo, a ser inserido após o Artigo 30º do actual RMEU, considerando a redacção do Artº25º, nº3, do DL 555/99, que diz que:

“3 - Em caso de deferimento nos termos dos números anteriores, o requerente deve, antes da emissão do alvará, celebrar com a câmara municipal contrato relativo ao cumprimento das obrigações assumidas e prestar caução adequada, beneficiando de redução proporcional das taxas por realização de infra-estruturas urbanísticas, nos termos a fixar em regulamento municipal.”

Neste sentido e considerando a importância de que se reveste o estabelecimento de um MÍNIMO a cobrar, de valor equilibrado, de forma a garantir que o consumidor não é demasiado onerado pelo acordo estabelecido entre o Município e o promotor, proponho que o nº3 do NOVO ARTIGO passe a ter a seguinte redacção:

3. Em caso algum, a dedução referida no nº1 poderá implicar um valor a pagar, ao abrigo dos Artº29º e 30º, inferior a 4% do valor correspondente ao preço de construção por metro quadrado no Concelho de Tomar, fixado anualmente por Portaria publicada para o efeito, de determinação do valor real do fogo de renda condicionada.”

O Vereador Socialista - Carlos Silva

quarta-feira, julho 18, 2007

PS PROPÕE BAIXA DE TAXAS NO MERCADO E NO PLANTIO DE FLORESTA

Foi presente à Reunião de Câmara de 17 de Julho a seguinte Proposta:

PROPOSTA DE ALTERAÇÃO

AO REGULAMENTO DE TAXAS E LICENÇAS

DO MUNICIPIO DE TOMAR

Nos termos da Lei, proponho as seguintes alterações à Tabela do Regulamento das Taxas e Licenças em vigor e publicada por Aviso nº6243-A/2003, na II Série, em 12/8/2003, considerando que:

1. Desde a última alteração não foram investidos quaisquer montantes na melhoria das condições de funcionamento do Mercado Municipal;

2. Em virtude da recente aprovação em Assembleia Municipal do PP do Flecheiro e Marmelais, que inviabiliza a continuidade da existência a médio prazo do referido Mercado, há que dinamizá-lo nos anos de vida que ainda lhe restam;

3. Há que valorizar a vinda de mais vendedores de produtos autóctones ao Mercado, pelo que as taxas de utilização devem ser reduzidas, até pelo reduzido impacto que têm na solvência do Município;

4. A política de gestão florestal do Município tem um constrangimento real, que são as taxas para o Plantio e Rearborização demasiado elevadas, impossibilitando na prática qualquer acção nesta área.

Assim, proponho que sejam alterados os seguintes valores na Tabela em vigor:

CAP. VIII – Mercado Municipal

Artº26º - Utilização permanente, por mês

5 – Banca para produtos horto-frutículas; 10,00€

6 – Banca para Pão e Queijo; 15,00€


Artº27º - Utilização periódica, por dia

3 – Lugares de venda de produtos horto-frutículas, por banca; 1,00€

4 – Lugares de venda de pão e queijos, por banca; 1,50€

5 – Outras ocupações de área de terreno, por m2; 0,40€


Artº31º - Terrado em Mercados Semanais e Mensais

1 – Instalações amovíveis ou desmontáveis, m2/dia; 0,60€

2 – Outras ocupações de área de terrado, m2/dia; 0,40€


Artº32º - Diversos

4 – Venda ambulante, m2/dia; 0,40€

5 – Venda sem lugar fixo, com carrinha, m2/dia; 0,60€


CAPITULO XVI – Licenciamento para arborização, rearborização ou alteração do revestimento florestal

1 – Pedido de informação prévia; isento


2 – Pedido de Licenciamento:

a) Até 99.999 m2; 100€

b) Igual ou superior a 100.000 m2; 250€


3 – Licenciamento:

a) Arborização com Eucaliptos, por cada 10.000 m2 ou fracção; 6.000€

b) Arborização com outras espécies vegetais, por cada 10.000 m2 ou fracção; 300€

c) Rearborização com eucaliptos, por cada 10.000 m2 ou fracção; 5.000€

d) Rearborização com outras espécies vegetais, por cada 10.000 m2 ou fracção; 250€

sexta-feira, julho 13, 2007

PS APRESENTA PROPOSTAS DE ALTERAÇÃO PARA DEFENDER O MERCADO

A Bancado do PS na Assembleia Municipal apresentou hoje 7 propostas de alteração ao Regulamento do Plano de Pormenor do Flecheiro e Mercado, tentado garantir a não implantação do Fórum Tomar na actual localização do Mercado.

Demonstrou o PS, com as propostas feitas que o índice proposto pel Câmara para a localização do Mercado era zero, o que leva a que este desapareça.

O Presidente da Câmara PSD foi insensível às propostas do PS, tendo mesmo tentado que as mesmas não fossem discutidas, o que não veio a acontecer porque a Lei permite que qualquer proposta da Câmara seja alterada pela Assembleia Muncipal.

Toda a Bancada do PSD votou contra as propostas do PS, contribuindo desta forma para a destruição do Mercado Municipal de Tomar.

As primeiras 4 propostas foram votadas favoravelmente pela Bancada do PS, dos IpT e pelo Presidente da Junta de Paialvo. Faltaram ou estiveram ausentes da votação os Deputados do BE, da CDU e o Presidente da Junta de Carregueiros. Estas propostas foram recusadas com os 19 votos do PSD e com 15 votos a favor.

As 3 últimas propostas do PS, que pertendiam a implatação do Fórum em Marmelais foram recusadas com 24 votos contra e 10 a favor, só da bancada do PS.

O PS informou ainda que as decisões já tomadas pelo Executivo da Câmara sobre a Ponte do Flecheiro eram impugnáveis, em virtude de só agora ter sido aprovado o Plano de Pormenor, onde estão contidas as condições técnicas e jurídicas de enquadramento da Ponte, que entretanto o Executivo já havia decidido.

Foi este o teor das Propostas apresentadas:

PROPOSTA

Nos termos Regimentais e Legais, propõe-se a seguinte alteração ao Regulamento do Plano de Pormenor do Flecheiro e Mercado:

1ª ALTERAÇÃO

O Artº2º define, na sua alínea b1) que o Plano é constituído por Planta de implantação/síntese à escala 1:1000 – desenho 1.1a (Flecheiro) e 1.1 b (Marmelais)

Propõe-se que o desenho 1.1a (Flecheiro) seja alterado da seguinte forma:

  1. A definição de Solo Urbanizado - Unidade de Reconversão – com o código UR9.153 desaparece, bem como todos os desenhos com ela relacionadas e é integrada no Solo de Equipamento EP.06;
  2. O Solo de Equipamento EP.06 – Equipamento Público de utilização colectiva Mercado de Tomar, passa assim a ter a Área de Parcela de 11.642,82 m2 e a Área máxima de implantação de 8.174,31 m2.
  3. O Solo de Equipamento passa a ter um sub-total de Área de Parcela de 17.497,51 m2 e a Área máxima de implantação de 12.581,3 m2.

2ª ALTERAÇÃO

O Artigo 2º no seu número 2. alínea d) define que o Plano é acompanhado por um conjunto de Peças desenhadas, as quais devem ser adequadas ao desaparecimento da parcela de código UR9.153 e à sua integração na parcela de código EP.06

3ª ALTERAÇÃO

O número 10. do Artº19º é suprimido.

4ª ALTERAÇÃO

A alínea d) do Artº20º é suprimida.

5ª ALTERAÇÃO

O Artº2º define, na sua alínea b1) que o Plano é constituído por Planta de implantação/síntese à escala 1:1000 – desenho 1.1a (Flecheiro) e 1.1b (Marmelais)

Propõe-se que o desenho 1.1b (Marmelais) seja alterado da seguinte forma:

1. Readaptação do Solo de Urbanização Programada, com os códigos UP.214d, UP.214e, UP.224g e UP.225b, com integração do respectivo Solo de Equipamento EP10, fora do limite máximo da cheia de 100 anos, conforme Planta 1.1b, com a criação de um novo código de parcela UP.226.

2. A nova parcela UP226 ficará com uma Área de parcela de 8.000 m2,com uma área máxima de implantação de 6.000 m2,com uma área bruta de construção máxima de uso Misto de 18.000 m2, com a área máxima de estacionamento em cave por piso de6.000 m2, com o nº máximo de pisos acima do solo de 4 e abaixo do solo de 2, com cércea máxima de 13,5m, com a exigência mínima de estacionamento de 450 lugares no interior e 50 no exterior.

6ª ALTERAÇÃO

O Artigo 24º passa a integrar uma referência à nova UP.226.

7ª ALTERAÇÃO

No Artigo 26º, numero2., desaparece a alínea f), a actual g) passa a f) e a actual h) passa a g) e no número 6. desaparece a referência ao EP10.

Tomar, 13 de Junho de 2007

O Grupo Municipal Socialista

quarta-feira, julho 04, 2007

POSIÇÕES DO PS NA REUNIÃO DE CAMARA DE 3 DE JULHO

Foram apresentados pelo Vereador do PS, Carlos Silva, as seguintes posições do PS, na última reunião de Câmara Municipal:

1. Plano de Actividades e Orçamento da TomarPolis - 2007 (Situação de Liquidação)

O nosso Polis vai ficar a meio caminho de lado nenhum.

Para os Projectos que talvez fiquem no papel, já não haverá garantias de financiamento.
segundo os documentos, estamos a dez meses do final da Sociedade polis. Segundo os mesmos documentos só se irá, até final, lançar mais uma obra: A Ponte do Flecheiro e respectivos arranjos exteriores.

Deixaremos uma análise de todo o processo para outra oportunidade. Contudo, não deixa de ser irónico que, após um monumental fracasso global, nos deixem a ponte do Flecheiro como corolário de mais uma oportunidade que não se soube aproveitar. Perde o Concelho.

O VOTO CONTRA perante tais documentos deverá ser visto como um claro voto de pesar.


2. Projecto de arranjos exteriores e arruamentos no Flecheiro e Mercado - Aprovação e Discussão Pública

Na aparência, estamosperante mais um atropelo processual e talvez legal.

Uma coisa é vencer uma votação, no caso do PP do Flecheiro em AssembleiaMunicipal, outra é dar andamento ao processo antes da votação.

Foram as expropriações de terrenos para a ponte desde há muito; foi o concurso da ponte lançado a par com a discussão pública; foi a aprovação da rotunda da Telecom há uns meses. A Câmara Municipal é uma instituição que deve transmitir uma imagem de isenção e respeito institucional.

A muito provável aprovação deste projecto dias antes da reunião da AssembleiaMunicipal na qual será discutido o Plano que lhe vai dar suporte, não abona em favor dos valores descritos.
Esperar uma semana traria ganhos significativos no respeito pelos munícipes.




3. INTERVENÇÃO PAISAGÍSTICA NA ROTUNDA ALVES REDOL E ÁREA ENVOLVENTE

O Total despudor político tomou conta da gestão autárquica.

É óbvia a constatação de que o tanque implantado na rotunda Alves Redol foi uma obra errada no seu todo, que apresenta hoje uma imagem de degradação e, pode dizer-se sobre um objecto de características ornamentais, uma imagem de mau gosto.

Perante tal evidência, a maioria mandatada para gerir os destinos do Concelho continua a achar que tal mandato não implica um dever de responsabilização, no caso, por ineficácia, e supõe que pode experimentar outra vez, fazer de novo sem qualquer restrição orçamental, como se nada se tivesse passado.

Acredite-se ou não estamos perante a proposta de gastar outra vez mais de quinhentos mil euros para corrigir o erro e fazer nova experiência.

Normal seria pedir desculpa, reconhecer que foi um acto mal programado, e propor uma correcção discreta, que tivesse como pressuposto essencial um custo baixo e claramente justificado.

Em tudo isto seria difícil acreditar se não estivéssemos já habituados a que tudo passe.

Basta lembrar um pavilhão que não tem, nem se procura, responsável pelos fenómenos artesianos do pavimento, no caso outras fontes descontroladas, cuja manutenção são os cidadãos que pagam. Quantas bombas de água trabalham em permanência naquela cave?

Basta lembrar as passadeiras de cinco mil euros, constantemente alteradas, deslocadas, algumas desaparecidas sem deixar rasto ao fim de pouco mais de um ano?

Basta lembrar o caso “Parque T”. Quantas obras deixarão de ser feitas para pagar este conflito?

Não haverá que ter alguma sensibilidade? Algum respeito pelo esforço dos cidadãos?


A documentação técnica distribuída para análise é escassa e pouco útil. Não contem os elementos essenciais, como memória descritiva ou desenhos. Contém, por outro lado, as clausulas técnicas dos materiais a aplicar, completamente inúteis nesta fase, e umas imagens promocionais.

Se não foi engano, foi desperdício de papel. Ou então foi vontade de não informar.

Apesar disso ainda consta a estimativa orçamental: 470 144,53€ que, acrescido do IVA se traduz em 568 874,88€. Com a desastrosa gestão de obra a que a Câmara Municipal nos tem habituado, iremos certamente a muito mais.

Constatamos, por outro lado, e repetimos, sem acesso ao projecto em tempo útil, que uma parte significativa do orçamento será dedicada ao exterior da rotunda: pavimentos, infraestruturas e passeios.

Deverá haver clareza sobre o que é realmente necessário fazer e o que se pretende incluir à boleia das infraestruturas.

Dadas as circunstâncias, neste local pelo menos, será um acto de respeito pelos contribuintes não se dar expressão a novas fantasias.

É necessário proceder a uma efectiva separação dos trabalhos de renovação de infraestruturas, pois apenas esses justificam execução.

Quanto ao resto, será sensato demonstrar sentido de responsabilidade e não sujeitar os nossos impostos a mais experiências falhadas.

Os contribuintes trabalham arduamente, os bens dos munícipes custam a ganhar. Complementar uma política de taxas elevadíssimas com actos de desperdício e erro, é algo que fere a dignidade dos cidadãos.

Que a fonte e a rotunda são um retrato da incompetência e da degradação já todos sabemos há muito, mas Tomar não é um jogo de computador, não basta fazer “reset” para apagar a asneira e começar de novo.

Não malgastem o nosso contributo, desliguem tudo e não mexam mais!


4. PLANO DE PORMENOR DE SÃO PEDRO – APROVAÇÃO DA FASE 1 – CARACTERIZAÇÃO
5. PLANO DE PORMENOR DO FOJO, CASAIS – APROVAÇÃO DA FASE 1 – CARACTERIZAÇÃO

O Partido Socialista definiu com clareza no seu Programa eleitoral, a necessidade de se proceder à execução de Planos de Pormenor em diversos aglomerados do Concelho, nomeadamente em todas as sedes de Freguesia.

Tais planos trarão, a ser executados com rigor, alguma clareza aos pressupostos do PDM, que não possui, no seu estado actual, instrumentos eficazes de controlo e planeamento do desenvolvimento desses núcleos.

Embora tarde com uma incidência pouco mais que simbólica, apoiamos claramente o desenvolvimento dos projectos propostos. Apenas São Pedro, e Fojo (Casais), e apenas fase de caracterização, é pouco, mas é um começo.

6. REGULAMENTO MUNICIPAL DE EDIFICAÇÕES E DE URBANIZAÇÃO E TAXAS – ALTERAÇÃO DO ARTº 52 – ESTACIONAMENTO

Após tanto prejuízo causado a munícipes e a potenciais investidores pelos valores pedidos por compensação à ausência de estacionamentos, mais uma vez nos deparamos com um total desprendimento em relação à responsabilidade política pela situação criada.

Um assunto de tal importância é despachado para a reunião sem merecer sequer um parecer técnico ou jurídico. Existe um quadro legislativo regulador. Será, no mínimo, necessário, proceder ao enquadramento da proposta apresentada.
Por outro lado seria ainda mais importante trazer à reunião um levantamento das receitas auferidas à luz das condições vigentes, dos casos em que se verificou desistência de investidores, ou seja, seria necessário proceder a um trabalho sério sobre as consequências que o regime praticado teve no desenvolvimento, ou não, do Concelho.

Apenas uma das consequências é bastante evidente, a Câmara Municipal recebeu avultadas verbas como compensação para estacionamentos e não os aplicou de forma eficaz na sua disponibilização.
Nestas condições propomos:

1 – A aprovação provisória do documento em discussão;

2 – A verificação técnico-jurídica da sua validade com vista à aprovação definitiva;
3 – A previsão de um sistema de compensação aos munícipes atingidos pelo articulado anterior, dado que o executivo municipal assume, com a presente proposta, ter sido um erro.
O Vereador Socialista
Carlos Silva

segunda-feira, julho 02, 2007

AGENDA XXI LOCAL, APROVADA NA ASSEMBLEIA MUNICIPAL

Foi aprovado por unanimidade, na Assembleia Municipal de 29 de Junho, esta Proposta do PS, que havia sido apresentada há precisamente 3 anos e que visa a institucionalização em Tomar, de uma Agenda XXI Local.

PROPOSTA

A Assembleia Municipal de Tomar, considerando que:

1. A implementação da Estratégia do Desenvolvimento Sustentável, que é aquele que procura satisfazer as necessidades da geração actual, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de satisfazerem as suas próprias necessidades, significando possibilitar que as pessoas, agora e no futuro, atinjam um nível satisfatório de desenvolvimento social e económico e de realização humana e cultural, fazendo ao mesmo tempo, um uso razoável dos recursos da terra e preservando as espécies e os habitats naturais, exige a implementação de uma Agenda XXI Local;

2. Os três eixos do desenvolvimento Sustentável: Ambiental, Social e Económico, deve ser no contexto europeu suportado, em termos conceptuais e práticos, por um quadro orgânico-institucional e pela capacidade de investimento, esta última apoiada em particular pelos vários Programas e Iniciativas Comunitárias;

3. A Agenda XXI local, procura uma acção conjunta, onde se procuram conciliar os vários grupos de interesse, formando-se parcerias entre actores, capazes de tomar decisões que combinem: Crescimento económico, com equidade social e protecção ambiental, assentes nos seguintes domínios estratégicos:
a) garantir o desenvolvimento integrado do território;
b) melhorar a qualidade do ambiente;
c) promover a produção e o consumo sustentáveis e
d) caminhar em direcção a uma sociedade solidária e do conhecimento;

4. A Agenda XXI local, tem as seguintes fases de acção:

a) Criação da Comissão Local de Implementação;
b) Análise sobre o planeamento dos serviços essenciais da Cidade e do Concelho – nomeadamente a nível dos Planos estratégicos e Directores (Plano Estratégico de Cidade, Plano Director Municipal, Plano Director de Águas e Saneamento, Plano de Mobilidade Concelhio ou Regional, Carta Educativa, Diagnóstico Social, etc.…);
c) Seleccionamento das prioridades de actuação;
d) Promoção de Discussão Pública dessas mesmas prioridades;
e) Criação da Comissão Local de acompanhamento e reengenharia do processo;

5. O Concelho de Tomar, sendo um Concelho periférico das grandes zonas de desenvolvimento económico e de fixação de populações, tem uma oportunidade única de PLANEAR estratégica e sustentavelmente, todo o seu futuro, provendo à garantia de financiamento comunitário dos seus projectos (assentes em Planos);

Propõem que a Câmara Municipal de Tomar, dê seguimento a estas preocupações, criando em tempo aceitável, a COMISSÃO de IMPLEMENTAÇÃO da AGENDA XXI local do Concelho de Tomar, composta pelos seguintes parceiros (actores):

Representantes das seguintes entidades, com representação Concelhia:
a) Agentes económicos;
b) Associações Ambientais;
c) Associações de intervenção social (Associações Culturais e Recreativas);
d) ONG (Organizações não-Governamentais);
e) Estabelecimentos de Ensino: Básico, Secundário e Superior;
f) Região de Turismo;
g) IPSS (Instituições particulares de Solidariedade Social);
h) Instituições Religiosas (na vertente de intervenção social);
i) Serviços desconcentrados da administração central, nomeadamente do Ambiente, Economia, Agricultura e Património;
j) Autarquias – Câmara e Juntas de Freguesia;
k) Partidos Políticos e outros movimentos políticos representados nos órgãos do Município.

Propõem ainda que a Câmara Municipal de Tomar, em próxima revisão orçamental promova a abertura de rubrica e necessária dotação financeira ao funcionamento da referida Comissão.


Tomar, 29 de Junho de 2007
O Grupo Municipal Socialista

domingo, julho 01, 2007

POR PROPOSTA DO PS, NOVOS PRAZOS PARA AS JUNTAS DE FREGUESIA DAREM CONTRIBUTOS PARA ALTERAÇÃO DO PDM

Foram apresentadas pelo PS, as duas propostas seguintes, que mereceram a aprovação por unanimidade, de forma a darem novos prazos para as Juntas de Freguesia poderem fazer o levantamento dos pontos fortes e fracos, para efeitos da revisão do PDM e para a reunião da Comissão de Acompanhamento aprovada pela Assembleia Municipal, desde Dezembro de 2007.


PROPOSTA

Considerando que está em curso a revisão do Plano Director Municipal.

Considerando que, conforme deliberação do Executivo Municipal estão os Srs. Presidentes de Junta e de Assembleia de Freguesia, a acompanhar a sua revisão.

Considerando que, numa primeira fase estão estes instados a responderem a um inquerido deveras pormenorizado, onde diferentes cambiantes de abordagem podem conduzir a uma análise dúbia, se não tiverem o devido acompanhamento técnico.

Considerando que decorre até ao próximo dia 9 de Julho a Festa dos Tabuleiros.

Considerando que se inicia em 1 de Julho o período crítico do Sistema de Protecção Civil, sendo os Srs. Presidentes de Junta parte integrante deste Sistema, com as consequências de tempo ocupado no referido sistema.

A Assembleia Municipal, reunida em Sessão Ordinária no dia 29 de Junho, delibera:

Que o prazo de resposta aos Inquéritos seja alargado até ao próximo dia 30 de Setembro;
Que a equipa técnica de acompanhamento, em conjunto com os técnicos do Município dêem todo o apoio no decurso desta fase de Inquérito, de forma a garantir a coerência das observações, de responsabilidade das Juntas de Freguesia.


Tomar, 29 de Junho de 2007
O Grupo Municipal Socialista



PROPOSTA


Considerando que está em curso a revisão do Plano Director Municipal.

Considerando que conforme deliberação desta Assembleia Municipal, foi criada uma Comissão de Acompanhamento da sua revisão, em primeira deliberação na Sessão de Dezembro de 2006, posteriormente alterada na Assembleia ordinária de Abril de 2007

Considerando que no decurso destes Meses não foi ainda distribuído qualquer documentação ou houve qualquer reunião desta Comissão, com o executivo municipal e Comissão Técnica de Acompanhamento.

Considerando que decorre já, desde 11 de Junho, um inquérito às Juntas de Freguesia, de aferição e levantamento de pontos fortes e fracos.

A Assembleia Municipal, reunida em Sessão Ordinária no dia 29 de Junho, delibera:

Que até 31 de Julho de 2007, reúna a Comissão de Acompanhamento deliberada por esta Assembleia, com o executivo Municipal e Comissão de Acompanhamento Técnico, com o objectivo primeiro de clarificar “Os Objectivos e Estratégia da Revisão do PDM”;


Tomar, 29 de Junho de 2007
O Grupo Municipal Socialista