Em resultado das eleições para Secretário-geral do PS, hoje realizadas na Secção de Tomar, onde votaram exactamente 100 miltantes, António José Seguro foi o candidato mais votado, com 79 votos. Francisco Assis, obteve 18 votos, tendo havido dois votos em brancos e um voto nulo.
A secção elegeu cinco delegados para o Congresso Nacional, tendo a única lista candidata obtido 97 votos favoráveis e tendo havido três votos em branco.
Foram eleitos como delegados, os camaradas António Alexandre, Fátima Duarte, Joana Nunes, Nuno Marques e Susana Faria.
São ainda Delegados ao Congresso Nacional, como inerentes, os camaradas José Vitorino, Hugo Crsitóvão, Hugo Costa e Anabela Freitas.
No Distrito de Santarém, como resultado das eleições realizadas hoje, António Seguro lidera com 68,5% dos votos, obtendo Francisco Assis, 31,5%. Amanhã realizam-se ainda eleições em várias secções do Distrito.
sexta-feira, julho 22, 2011
Nova Comissão Política eleita para mandato 2011-13
Foi eleita, com 97 votos a favor e 3 votos em branco, a nova Concelhia, para o mandato 2011-13, constituída pelos seguintes 37 efectivos e 43 suplentes:
Anabela Freitas (Presidente), Joaquim Segorbe, Arlindo Nunes, Fátima Duarte, João Henriques, Fernando Graça, Anabela Estanqueiro, Carlos Lopes, Luis Ferreira, Joana Nunes
Anabela Freitas (Presidente), Joaquim Segorbe, Arlindo Nunes, Fátima Duarte, João Henriques, Fernando Graça, Anabela Estanqueiro, Carlos Lopes, Luis Ferreira, Joana Nunes
José Pereira, Hugo Costa, Celeste Gouveia, Artur Damásio, António Alexandre, Luísa Henriques, Manuel Oliveira, Jorge Franco, Celeste Nunes,Virgílio Saraiva
António Mourão, Filipa Cardoso, Orlando Narciso, Leonel Graça, Mariana Carvão, António Carvalho, Nascimento Costa, Mónica Martins, Tiago Costa, Carlos LopesSílvia Marques, João Delgado, Rogério Coelho, MªLuz Sousa, Sebastião Rodrigues, Joaquim Serra, Susana Faria, Nuno Ferreira, Nuno Marques, Ana Ramos
Alexandre Antunes, António Cartaxo, Sílvia Sousa, António Oliveira, João Cardoso, Cláudia Lopes, Costa Marques, Manuel Coentro, Elisabete Correia, Vasco Marques
Artur Oliveira, Clarisse Barrisco, Miguel Gonçalves, João Salvador, MªJesus Freitas, Jerónimo Henriques, José Freire, Ana Conde, José Narciso,Ernâni Batista
Isabel Graça, Vitor Graça, Armando Marcos, MªConceição Marques, Fernando Nunes, José Silva, MªLuisa Pimpão, António Freitas, Fernando Carmo, Vera CristóvãoSusana Freire, António Antunes, Arménio Breia, Patrícia Cristóvão, MªManuela Pereira, Américo Freire, António Curdia, MªEugénia Nunes, Hugo Cristóvão, José Vitorino.
São ainda inerentes à CPC, com direito a voto, três representantes da Juventude Socialista, bem como os cabeças de lista à Câmara e Assembleia Municipal, José Vitorino e Hugo Cristóvão, respectivamente.
quinta-feira, julho 21, 2011
Eleições
Eleições amanhã na sede do PS em Tomar, entre as 19 e as 23, para o Secretário-Geral e Delegados da concelhia ao Congresso nacional; e também para a Comissão Política Concelhia, de acordo com a convocatória colocada aqui:
http://pstomar.blogspot.com/2011/07/eleicao-da-comissao-politica-concelhia.html
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http://pstomar.blogspot.com/2011/07/eleicao-da-comissao-politica-concelhia.html
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segunda-feira, julho 11, 2011
O rating e as cambalhotas de Cavaco
SEGUNDA-FEIRA, 11 DE JULHO DE 2011O rating e as cambalhotas de Cavaco
por Daniel Oliveira
Há exactamente um ano, quando a Moody's descia o rating da dívida portuguesa e uns poucos manifestavam a sua indignação, a esmagadora maioria dos economistas e comentadores especializados mostraram o seu desdém: andávamos a queixar-nos de quem apenas analisa factos e emite opiniões em vez de tratarmos de nós. Um grupo de economistas - daqueles que, por não alinharem pela propaganda oficial, raramente falam nos media - apresentou uma queixa à Procuradoria Geral da Republica em que se mostrava como estas agências manipulam de forma deliberada e em interesse próprio os mercados. Ficaram quase sozinhos.
por Daniel Oliveira
Há exactamente um ano, quando a Moody's descia o rating da dívida portuguesa e uns poucos manifestavam a sua indignação, a esmagadora maioria dos economistas e comentadores especializados mostraram o seu desdém: andávamos a queixar-nos de quem apenas analisa factos e emite opiniões em vez de tratarmos de nós. Um grupo de economistas - daqueles que, por não alinharem pela propaganda oficial, raramente falam nos media - apresentou uma queixa à Procuradoria Geral da Republica em que se mostrava como estas agências manipulam de forma deliberada e em interesse próprio os mercados. Ficaram quase sozinhos.
Sobre estas agências e a suposta insensatez de quem as criticava, disse, na SIC, a 31 de Março, o jornalista e comentador económico José Gomes Ferreira: "Estes ratings dos bancos e da nossa dívida que estão todos os dias a cair, reflectem o quê? O conhecimento dos investidores dessa realidade [das contas públicas]." Realidade pela qual o governo de então deveria "pedir desculpa".
O nosso Presidente também lamentou o tempo perdido com moinhos de vento. Cavaco Silva avisava que "não compensa absolutamente nada para a economia portuguesa e para o emprego em Portugal estabelecer uma retórica de ataque aos mercados". E deixava o aviso: "ninguém conte comigo para prejudicar o país numa retórica desnecessária que é absolutamente negativa para o emprego no nosso país". E, sobre a descida do rating, há um ano, dizia: "Não vale a pena recriminar as agências de rating. O que nós devemos fazer é o nosso trabalho para depender cada vez menos das necessidades de financiamento externo. Quando nós não precisarmos de pedir dinheiro no estrangeiro não temos de nos preocupar com agências de rating".
O governo mudou. O programa que estes políticos e comentadores defendiam foi finalmente aprovado. O nosso rating voltou a descer e agora é "lixo". O que nos dizem agora estas mesmas pessoas sobre as intocáveis agências?
Para José Gomes Ferreira, que voltou ao tema a 6 de Julho, "só os ingénuos acreditam que esta descida do ratings da Moody's em quatro pontos tem a ver com critérios puramente técnicos". O que dantes reflectia a nossa realidade passou a ser coisa em que só ingénuos acreditam. Aquilo pelo qual antes o governo devia "pedir desculpa" passou a "isto não é uma questão portuguesa". As agências, que apenas davam "conhecimento" aos investidores, agora "servem os insteresses obscuros da América contra o euro e os alvos fáceis são a Grécia e Portugal" e de "investidores que querem ganhar dinheiro com os CDS". Felizmente, disse, "nós, jornalistas, podemos dizer com clareza o que os políticos não podem". Podemos? Quando?
Mas mais extraordinário é mesmo o nosso Chefe de Estado, que esquecendo o apelo para o abandono da "retórica contra os mercados" e a constatação de que "não vale a pena recriminar as agências de rating" passou, subitamente, mas só para espanto dos ingénuos que ainda acreditam na sua seriedade política, para o outro lado da barricada. "Àqueles que sofrem de ignorância na análise, eu apenas posso recomendar um pouco mais de estudo", disse, referindo-se à Moody's. Do tom professoral dirigido a quem criticava as agências de rating passou para o tom professoral dirigido às "agências de rating norte-americanas" que, afinal, "são uma ameaça". Coerente, só mesmo a altivez do costume.
Os comentadores dizem o que querem. Apenas falam em seu nome. Concordamos ou discordamos e pronto. Grave é quando um presidente, ainda por cima recorrendo ao seu suposto conhecimento técnico, manda toda a gente calar-se perante decisões que afetam o País quando se quer ver livre de um governo e é o primeiro a gritar quando o governo é da sua cor política. Porque ficamos a saber que antes do Estado que representa está o seu partido. Que antes do rigor está o cinismo. Que antes da verdade está a propaganda política.
Ou o que o Presidente da República dizia há um ano não fazia sentido e Cavaco Silva, para prejudicar o governo, não hesitava em trair o seu País através do silêncio; ou o que diz hoje está errado e para defender um governo não hesita em ser irresponsável. Ou o seu silêncio era oportunista ou as suas palavras são imprudentes. Não se pode dizer para não recriminar quem depois se ataca só porque o partido que governa muda entre uma declaração e outra.
sexta-feira, julho 08, 2011
Convento de Santa Iria
Tendo por base uma Proposta apresentada a 12 de Junho de 2011 pelo Vereador Luís Ferreira, motivada pela responsabilidade que durante um ano teve como responsável pelo Património Cultural, para análise e avaliação de soluções para o ex-colégio feminino e ex-Convento de Santa Iria, propriedade do Município, foi esta discutida em reunião de câmara, realizada no dia 4 de Julho.
Sobre ele, debruçou-se o colégio de vereadores, tendo sido prestadas informações complementares, as quais ponderadas que foram também as duas soluções avançadas pela proposta inicialmente apresentada, permitiu concluir que por um lado o Plano de Pormenor em vigor será compatível com um projecto que introduza uma unidade hoteleira, na área do ex-Convento de Santa Iria, consignado a hotelaria, com outra função na área do ex-colégio feminino, consignado a comércio, serviços e hotelaria e, por outro, é absolutamente urgente avançar com o necessária avaliação técnica para solução definitiva.
Assim, acordou-se a que tão breve quanto seja possivel por parte dos serviços, será presente a reunião de câmara aviso para publicação, afim de que se apresentem interessados para adquirir ou assumir por x anos os espaços e recuperá-los, sendo este o objectivo último: o de que estes espaços tenham uma rápida e definitiva intervenção que possa preservar os valores patrimonias aí existentes e prover à sua valorização e qualificação.
Declaração para a acta do Vereador Luís Ferreira
"Ex-Convento de Santa Iria e ex-Colégio Feminino
O Município adquiriu há vários anos, em momentos distintos, por mais de um milhão de euros8, dois imóveis na Freguesia de Santa Maria dos Olivais, contíguos à chamada Ponte Velha, que outrora albergaram o Convento de Santa Iria e o designado Colégio Feminino.
O segundo dos imóveis referidos não tem qualquer valor patrimonial, tendo sido por questões de segurança totalmente removido o seu interior, restando apenas as suas paredes externas. Quanto ao primeiro, o ex-Convento de Santa Iria, tem classificados três pontos, a saber: o arco, o claustro e o pego de Santa Iria.
Em tempo decidiu o Município, em Plano de Pormenor respectivo, consignar este espaço para equipamento de Hotelaria, tendo lançado inclusivamente concurso público para a venda dos dois imóveis, o qual ficou deserto.
O ano passado, a 9 de Abril, parte da cobertura ainda existente do ex-Convento iniciou o seu colapso, o que motivou a intervenção de emergência realizada no decurso do verão, no sentido da remoção de todas as coberturas e paredes que ameaçavam ruir, colocando em perigo pessoas e os bens patrimoniais já apontados.
Entretanto mais um ciclo de Inverno, bastante chuvoso por sinal, passou e o que resta do edificado apresenta cada vez mais sinais de degradação, situação a que urge pôr cobro.
Para que tal aconteça e, mercê da exangue situação financeira em que todas as autarquias do País estão neste momento, não é expectável que seja missão ou esteja sequer ao alcance da autarquia, a construção de unidade hoteleira que permita a recuperação adequada d2o espaço, com localização nobre no centro da cidade de Tomar.
Acresce ainda, o desejo expresso em diferentes momentos, por diversas forças políticas e por milhares de cidadãos, para que este espaço recupere a dignidade própria ocupada no contexto da Cidade Templária, permitindo a preservação do património classificado, que está o Município como entidade pública, também, obrigado a objectivar, nos termos da Lei nº107/2001 de 8 de Setembro.
A opinião esmagadora dos cidadãos vai no sentido de que uma de duas soluções seja tomada: ou a cedência do espaço, em direito de superfície, por um determinado período de tempo ou a sua venda.
Nesse sentido reitero que é urgente que sejam iniciados os procedimentos, que permitam num curto espaço de tempo encontrar uma solução, a qual garanta a recuperação dos imóveis adquiridos pelo Município, do ex-colégio feminino e do ex-Convento de Santa Iria, que promova a integral preservação do património classificado;e que rapidamente sejam presentes para decisão do executivo de forma a que seja possível fazer o lançamento de anúncio público antes do final do corrente ano, com o objectivo de que não persistam mais encargos para o Município, com os referidos imóveis."
Sobre ele, debruçou-se o colégio de vereadores, tendo sido prestadas informações complementares, as quais ponderadas que foram também as duas soluções avançadas pela proposta inicialmente apresentada, permitiu concluir que por um lado o Plano de Pormenor em vigor será compatível com um projecto que introduza uma unidade hoteleira, na área do ex-Convento de Santa Iria, consignado a hotelaria, com outra função na área do ex-colégio feminino, consignado a comércio, serviços e hotelaria e, por outro, é absolutamente urgente avançar com o necessária avaliação técnica para solução definitiva.
Assim, acordou-se a que tão breve quanto seja possivel por parte dos serviços, será presente a reunião de câmara aviso para publicação, afim de que se apresentem interessados para adquirir ou assumir por x anos os espaços e recuperá-los, sendo este o objectivo último: o de que estes espaços tenham uma rápida e definitiva intervenção que possa preservar os valores patrimonias aí existentes e prover à sua valorização e qualificação.
Declaração para a acta do Vereador Luís Ferreira
"Ex-Convento de Santa Iria e ex-Colégio Feminino
O Município adquiriu há vários anos, em momentos distintos, por mais de um milhão de euros8, dois imóveis na Freguesia de Santa Maria dos Olivais, contíguos à chamada Ponte Velha, que outrora albergaram o Convento de Santa Iria e o designado Colégio Feminino.
O segundo dos imóveis referidos não tem qualquer valor patrimonial, tendo sido por questões de segurança totalmente removido o seu interior, restando apenas as suas paredes externas. Quanto ao primeiro, o ex-Convento de Santa Iria, tem classificados três pontos, a saber: o arco, o claustro e o pego de Santa Iria.
Em tempo decidiu o Município, em Plano de Pormenor respectivo, consignar este espaço para equipamento de Hotelaria, tendo lançado inclusivamente concurso público para a venda dos dois imóveis, o qual ficou deserto.
O ano passado, a 9 de Abril, parte da cobertura ainda existente do ex-Convento iniciou o seu colapso, o que motivou a intervenção de emergência realizada no decurso do verão, no sentido da remoção de todas as coberturas e paredes que ameaçavam ruir, colocando em perigo pessoas e os bens patrimoniais já apontados.
Entretanto mais um ciclo de Inverno, bastante chuvoso por sinal, passou e o que resta do edificado apresenta cada vez mais sinais de degradação, situação a que urge pôr cobro.
Para que tal aconteça e, mercê da exangue situação financeira em que todas as autarquias do País estão neste momento, não é expectável que seja missão ou esteja sequer ao alcance da autarquia, a construção de unidade hoteleira que permita a recuperação adequada d2o espaço, com localização nobre no centro da cidade de Tomar.
Acresce ainda, o desejo expresso em diferentes momentos, por diversas forças políticas e por milhares de cidadãos, para que este espaço recupere a dignidade própria ocupada no contexto da Cidade Templária, permitindo a preservação do património classificado, que está o Município como entidade pública, também, obrigado a objectivar, nos termos da Lei nº107/2001 de 8 de Setembro.
A opinião esmagadora dos cidadãos vai no sentido de que uma de duas soluções seja tomada: ou a cedência do espaço, em direito de superfície, por um determinado período de tempo ou a sua venda.
Nesse sentido reitero que é urgente que sejam iniciados os procedimentos, que permitam num curto espaço de tempo encontrar uma solução, a qual garanta a recuperação dos imóveis adquiridos pelo Município, do ex-colégio feminino e do ex-Convento de Santa Iria, que promova a integral preservação do património classificado;e que rapidamente sejam presentes para decisão do executivo de forma a que seja possível fazer o lançamento de anúncio público antes do final do corrente ano, com o objectivo de que não persistam mais encargos para o Município, com os referidos imóveis."
domingo, julho 03, 2011
Comunicado
Reunida a sua Comissão Política a 1 de Julho, de entre os vários assuntos debatidos, entende o PS de Tomar fazer público o seguinte:
O Presidente da Concelhia Hugo Cristóvão, começou por informar da marcação de eleições antecipadas para a Comissão Política Concelhia, em simultâneo com as eleições para o Secretário Geral, afirmando ainda que não seria candidato às mesmas.
Relativamente à vergonhosa situação do Mercado Municipal, que carece duma solução rápida que possa colmatar os problemas colocados a vendedores e a clientes, particularmente na questão da tenda cujas condições são pouco humanas, atendendo ainda à muito difícil situação financeira do Município, o PS entende que a solução possível no imediato é precisamente a que já defendíamos e propusemos meses antes do encerramento do Mercado pela ASAE há um ano atrás.
Essa solução passa pela realização urgente de obras que dotem o encerrado edifício do Mercado, das condições mínimas para que possa com salubridade e segurança, reabrir para usufruto de toda a comunidade, deixando assim para “melhores dias” uma solução mais consubstanciada não fechando caminho a nenhuma hipótese definitiva. Importante agora, é que aquele equipamento possa voltar a ser utilizado e assim todos, vendedores e clientes, possam ter melhores condições de uso do espaço.
Quanto às estranhas, tão surpreendentes como lamentáveis, declarações do Vice-Presidente Carlos Carrão na última reunião de Câmara, relacionadas com o PS dar voz à falta de trabalho da Câmara com as freguesias, concretamente como exemplo maior, na privação de máquinas para as pequenas obras, e também ao desrespeito na forma de tratamento com Presidentes de Junta e como tal aos cidadãos habitantes de cada uma das freguesias, devemos notar o seguinte:
- Ao acusar o PS de instrumentalizar os Presidentes de Junta, por termos agora dado voz a uma reivindicação destes que é pública há meses, o Vice-presidente da Câmara está a chacotear os cidadãos e a menosprezar as capacidades dos Presidentes de Junta, desde logo os do seu próprio partido;
- O Vice-presidente da Câmara, vereador com a tutela das Freguesias, incapaz de encontrar em tempo útil solução para um adequado sistema de apoio às Juntas de Freguesia, acusa o PS de deslealdade quando deveria acusar sim o seu próprio partido, o PSD, que até hoje, ao contrário do PS, se recusa a cumprir o que foi estabelecido no acordo de partilha de gestão;
- A primeira lealdade do PS é, como sempre deixou bem claro e como sempre tem agido, para com Tomar e os tomarenses, no quadro daqueles que são os valores e princípios, projectos e programa defendido;
- Lamenta profundamente o PS que, ao invés de procurar soluções adequadas para os graves problemas que afectam o Município, em diálogo com as outras forças políticas, tenha o Vereador do PSD optado por acusações despropositadas, quando o que urge é resolver os problemas das Freguesias e das populações.
- O PS está como sempre disponível para trabalhar as melhores soluções para o nosso Concelho e não para gincanas partidárias, as quais no grave momento que o País e o concelho atravessam são de todo despropositadas, irresponsáveis e inúteis. Infelizmente, pelas atitudes de longe demonstradas são o que parece interessar ao PSD, por exemplo ao recusar reunir com o PS.
A política e a gestão pública democrática deve fazer-se com base no diálogo e na capacidade de compromisso, tendo em vista a discussão construtiva e a procura de consensos.
É disso que Tomar precisa e para isso pode contar com o PS. Quem tem claramente que definir quais são as suas prioridades é o desnorteado PSD de Tomar, sejam a sua direcção ou aqueles que o representam no município.
A Comissão Política Concelhia de Tomar do Partido Socialista.
sexta-feira, julho 01, 2011
Eleição da Comissão Politica Concelhia, dia 22 de Julho
CONVOCATÓRIA
Ao Abrigo dos Estatutos do PS, sou a convocar todos os militantes para uma Reunião Ordinária da Assembleia-Geral de Militantes da Secção de Tomar, para o próximo dia 22 de Julho de 2011, Sexta-feira, com a seguinte Ordem de Trabalhos:
PONTO ÚNICO - ELEIÇÃO DA COMISSÃO POLÍTICA
DA CONCELHIA DE TOMAR
Número de membros efectivos a eleger: 37, suplentes no Mínimo de 13.
A eleição decorrerá entre as 19H00 e as 23H00, na Sede da Secção do PS, na Rua Voluntários da República, nr. 166 – 1º, em Tomar, decorrendo em simultânio com a eleição de delegados ao congresso naional e com a eleição do Secretário-geral do Partido.
As listas candidatas à eleição deverão ser entregues ao Secretariado da Federação, na sua Sede em Santarém até às 18H00, do dia 19 de Julho de 2011, acompanhadas das respectivas Declarações de Aceitação de Candidatura e do Respectivo Programa de Acção Política.
Ao Abrigo do Artº. 18º, só têm capacidade eleitoral activa e passiva para a Secção, os Membros do Partido com mais de seis meses de inscrição no momento do acto eleitoral, ou seja, até dia 22 de Janeiro de 2011.
Ao Abrigo do nº2 do Artº14º só podem exercer o direito de voto ou ser Candidatos, os Militantes com as quotas regularizadas do 1º Semestre de 2011, podendo fazê-lo no próprio dia no Multibanco e apresentando o respectivo talão.
Nos termos do definido do nº4 do Artº 116º dos Estatutos, as listas candidatas deverão garantir 33% de representação de cada género, bem como assegurar que a futura Comissão Política tem igual representatividade.
Mais informações e esclarecimentos estão disponíveis junto do Secretariado da Federação, ou na Sede, entre as 10H00 e as 18H00, de Segunda a Sexta-feira.
Santarém, 01 de Julho de 2011.
O Presidente da Federação Distrital de Santarém do PS
( Paulo Fonseca )
Ao Abrigo dos Estatutos do PS, sou a convocar todos os militantes para uma Reunião Ordinária da Assembleia-Geral de Militantes da Secção de Tomar, para o próximo dia 22 de Julho de 2011, Sexta-feira, com a seguinte Ordem de Trabalhos:
PONTO ÚNICO - ELEIÇÃO DA COMISSÃO POLÍTICA
DA CONCELHIA DE TOMAR
Número de membros efectivos a eleger: 37, suplentes no Mínimo de 13.
A eleição decorrerá entre as 19H00 e as 23H00, na Sede da Secção do PS, na Rua Voluntários da República, nr. 166 – 1º, em Tomar, decorrendo em simultânio com a eleição de delegados ao congresso naional e com a eleição do Secretário-geral do Partido.
As listas candidatas à eleição deverão ser entregues ao Secretariado da Federação, na sua Sede em Santarém até às 18H00, do dia 19 de Julho de 2011, acompanhadas das respectivas Declarações de Aceitação de Candidatura e do Respectivo Programa de Acção Política.
Ao Abrigo do Artº. 18º, só têm capacidade eleitoral activa e passiva para a Secção, os Membros do Partido com mais de seis meses de inscrição no momento do acto eleitoral, ou seja, até dia 22 de Janeiro de 2011.
Ao Abrigo do nº2 do Artº14º só podem exercer o direito de voto ou ser Candidatos, os Militantes com as quotas regularizadas do 1º Semestre de 2011, podendo fazê-lo no próprio dia no Multibanco e apresentando o respectivo talão.
Nos termos do definido do nº4 do Artº 116º dos Estatutos, as listas candidatas deverão garantir 33% de representação de cada género, bem como assegurar que a futura Comissão Política tem igual representatividade.
Mais informações e esclarecimentos estão disponíveis junto do Secretariado da Federação, ou na Sede, entre as 10H00 e as 18H00, de Segunda a Sexta-feira.
Santarém, 01 de Julho de 2011.
O Presidente da Federação Distrital de Santarém do PS
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