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quarta-feira, abril 25, 2012

Homenagem aos militantes com 10 e 25 anos de militante

 Manuel Oliveira, 10 anos de militante (2000)
Joaquim Segorbe, 10 anos de militante (2001)
 José Pereira, 25 anos de militante (1986)
 António Alexandre, 25 anos de militante (1986)
 Joaquim Serra, 25 anos de militante (1986)
 José Mendes, 25 anos de militante (1986)
Virgílio Saraiva, 25 anos de militante (1986)

quinta-feira, abril 12, 2012

Contas do Município de Tomar recusadas pela oposição

As contas de gerência do Município de Tomar do ano de 2011, foram recusadas com os votos da oposição, PS (2) e IpT (2) e os votos favoráveis do PSD (3).

Foram as seguintes as razões do PS para o voto contra:
DECLARAÇÃO DE VOTO
Prestação de contas do Município de Tomar do ano de 2011

O orçamento de base a que se refere esta prestação de contas, mereceu da parte do Partido Socialista em Dezembro de 2010, um voto de abstenção por considerar que haviam várias lacunas a assinalar, como por exemplo a falta de parecer prévio do Conselho Municipal de Juventude, obrigatório por Lei ou o cumprimento da deliberação da Assembleia Municipal para que esse orçamento tivesse, na proporção prevista na Lei, a participação individual dos cidadãos e da comunidade em geral, através do modelo de orçamento participativo.
Por outro lado, considerou e considera o PS, na sua atitude de responsabilidade e alternativa de governação, entender que grande parte do Orçamento estivesse comprometida por despesas fixas, como com os recursos humanos e outras despesas de funcionamento, bem como por candidaturas com financiamento comunitário, advindos de mandatos anteriores e o serviço da dívida daí resultante, à qual foi preciso dar cumprimento.

Ainda assim, na pequena fatia em que foi possível em 2011 tomar opções, manteve-se a mesma linha de actuação, a que a minoria PSD nos foi habituando nos últimos 15 anos.  
Houve, ainda assim e apesar disso, num ano de efectiva redução de receitas, o esforço realizado para a manutenção das transferências e verbas protocoladas com as Juntas de Freguesia e a introdução de novos projectos como sejam a Ponte do Prado, a Loja Social e a Loja do Cidadão, propostas desde há alguns anos pelo PS.

Infelizmente para os Munícipes, a execução do orçamento que esta prestação de contas espelha, apesar dos constantes e vários avisos por parte dos autarcas do PS, na Câmara e Assembleia Municipal, não só não avançou com a protocolização de verbas para as Juntas de Freguesia, só este ano em vias de concretização, como não concretizou um único dos projectos introduzidos no respectivo orçamento, fruto da pressão do PS. Assim, o projecto para a nova Ponte do Prado, a Loja Social e a Loja do Cidadão, não viram em 2011 a “luz do dia”, além de que um sem número de obras se manteve por concretizar apesar de constantes no Orçamento de 2011 e respectivo Plano Plurianual de Investimentos, como e só a título de exemplo o arranjo da Estrada Municipal 526 entre a Ponte do Prado e o limite do Concelho, a qual além de constar do Plano plurianual de investimentos (PPI) de vários anos, tem deliberação camarária par execução, desde 2004!
Por outro lado, há vários objectivos não concretizados que nunca nos seriam fáceis de aceitar, como exemplo a não assunção clara da resolução definitiva da questão do Mercado Municipal, ou opções sobre as quais o PS sempre teve muitas dúvidas. Estão nesse rol, onerosas apostas de curto e médio prazo sem objectivos e resultados económicos previsíveis bem definidos, como é por exemplo o caso do projecto museológico dos Lagares D’El Rei e Levada, com um impacto orçamental relevante, bem como a famigerada assunção unilateral do acordo gravemente oneroso para o Município, em mais de 6,5 milhões de euros, com a ParqueT, executado durante 2011.

A total ausência, em 2011, da concretização de projectos de dinamização do empreendedorismo, das microempresas e do microcrédito, constante do respetivo orçamento, bem como a concretização das áreas de localização empresarial de Vale dos Ovos, Nó da Asseiceira e do Alto Pintado, que valorizassem a fixação de empresas, com a consequente criação de emprego, o principal problema dos Tomarenses e absolutamente crucial para a nossa viabilidade futura, só podem merecer o nosso mais gritante repúdio, pela sua não concretização.
Apesar disto, lembra o PS o seu envolvimento na partilha da gestão do município, na estrita medida das responsabilidades que estiveram delegadas nos seus vereadores, a qual não anula a avaliação globalmente negativa, que faz do decurso do caminho que o Município trilhou, no qual naturalmente não se revê, nem aceita qualquer responsabilidade pelas suas consequências, assumindo-se hoje, como ontem, parte da solução para o futuro do Município, assumindo na íntegra as suas responsabilidades na gestão corrente das áreas que estiveram sob sua tutela.
Assim, resulta clara a nossa posição contrária à aprovação deste documento.

segunda-feira, março 12, 2012

PS NÃO ACEITA extinção de freguesias no concelho de Tomar

GOVERNO PSD/CDS QUER EXTINGUIR FREGUESIAS NO CONCELHO DE TOMAR
O PS de Tomar torna público o seguinte comunicado, sobre a extinção de Freguesias:
A proposta de lei que pretende tutelar o regime jurídico da reforma administrativa local, reflecte um real e evidente atentado ao poder local e à sua autonomia.
O PS defende uma reforma administrativa, sim, mas não uma reforma feita à pressa, sem estudo e sem princípios orientadores.
O PS defende uma reforma administrativa que seja feita em diálogo com as populações, assembleia municipal e assembleias de freguesia.

O secretariado do Partido Socialista de Tomar aquando da proposta do Documento Verde da Reforma Administrativa Local, percorreu todas as freguesias do Concelho para auscultar as populações e tirou as devidas conclusões.

O Partido Socialista NÃO ACEITA esta nova proposta que exige que se corte 50% das freguesias urbanas e se extinga 35% das freguesias rurais, que no nosso Concelho se traduz na passagem a uma freguesia urbana e a extinção/fusão de 5 freguesias rurais, que são precisamente as que têm vindo ao longo dos anos a perder serviços.

Recusamos fazer uma reforma do mapa das freguesias que se funda exclusivamente em critérios numéricos!
Para os socialistas a génese de Portugal, que teve por base o Municipalismo e o poder local em geral, não pode nem deve, ser administrativamente renegada.
O PS orgulha-se dos seus autarcas e reafirma os valores republicanos e de Abril cuja grande conquista foi o municipalismo e a autonomia do poder local.
O que aqui está em causa é o enfraquecimento do poder local, onde as freguesias são o elo mais fraco, de interesses partidários camuflados, tão bem camuflados quanto o próprio termo "agregar" em vez de extinguir.

Recusamos a extinção de freguesias no concelho de Tomar e tudo faremos para que o governo PSD e CDS oiça os nossos autarcas e a população de Tomar através das assembleias de freguesia.

quinta-feira, janeiro 12, 2012

Posição do PS sobre o Hospital de Tomar

O PS vem acompanhando desde há vários anos, com enfoque especial nos últimos meses, o problema da reestruturação funcional do Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT), por um lado e da reformulação da prestação dos cuidados de saúde, a nível da rede dos centros e extensões de saúde, por outro.

Neste contexto, viabilizámos recentemente deliberações quer no Município de Tomar, quer na Comunidade InterMunicipal do Médio Tejo, tendentes à salvaguarda de que a alteração das condições da prestação dos cuidados de saúde às populações, só pudessem ser realizadas pela tutela, após articulação e auscultação dos autarcas, das Freguesia e dos Municípios, os quais foram legitimamente eleitos para representarem a população.
Sempre foi assumido pelo PSD local e nacional de que nada seria feito, no que aos cuidados de saúde diz respeito, que contrariasse esta articulação e auscultação dos autarcas, o que não parece estar a acontecer.

O que sobra, neste momento, é o conhecimento parcelar sobre uma desarticulação hierárquica interna, colocando o ênfase no corte das áreas médicas (medicina interna, ortopedia e cirurgia), aquelas que têm consequência directa na vida das pessoas, em lugar de ser apresentado um plano de reestruturação funcional, o qual, optimizando os recursos humanos e materiais pudesse garantir o mesmo nível de cuidados de saúde, com igual ou menor despesa pública.

Assim, informamos que a solicitação do PS de Tomar, dando sequência ao trabalho conjunto de acompanhamento que vimos realizando com a Comissão de Saúde da Assembleia da República, vão os Deputados eleitos pelo PS no Distrito de Santarém, elaborar uma pergunta ao Governo que permita esclarecer, nomeadamente, os critérios técnicos e/ou políticos decididos para a optimização e reestruturação funcional do CHMT e sobre quais as consequências efectivas para cada uma das unidades deste integrante, bem como em que medida é assegurada a qualidade e a quantidade de prestação de cuidados de saúde às populações por ele abrangidas.

O PS informa que este momento já foi pedido uma reunião com o Conselho de Administração do CHMT, por parte dos Deputados eleitos pelo PS.

O PS insta a Mesa da Assembleia Municipal, nomeadamente o seu Presidente, a dar consequência à criação da comissão de saúde da AM, por unanimidade decidida em Setembro de 2011, que ainda não esta em funcionamento, e considera incompreensível que tal ainda não tenha sido feito, revelando tal o desnorte com que o PSD vem procurando gerir os silêncios e o secretismo, sobre este importante assunto da vida de todos e de cada um dos tomarenses.

O PS disponibiliza-se, neste momento, para colaborar na divulgação para a recolha de assinaturas tendentes à criação de uma petição, para levar este assunto à discussão no plenário da Assembleia da Republica, não excluindo outras acções colectivas de defesa intransigente do serviço nacional de saúde, no seu global e das condições da sua prestação efectiva no Concelho de Tomar, em particular.

Por último, o PS informa que já solicitou, através dos seus Vereadores, uma reunião de urgência do executivo Municipal, para debate e tomada de posição comum.

quinta-feira, dezembro 29, 2011

Conferência de Imprensa do PS sobre crise política em Tomar

Na sequência de comunicado apresentado à comunicação social pelo Presidente da Câmara PSD, acusando a oposição de ser a responsável pelas dificuldades que o Concelho atravessa, o PS deu ontem , às 18H30 uma conferência de imprensa, pela voz da sua Presidente Anabela Freitas, Veredores José Vitorino, Luis Ferreira e Deputado municipal Hugo Cristóvão.

Créditos para http://radiohertz.pt



Carlos Carrão, Presidente da Câmara de Tomar, chamou os jornalistas para ler um comunicado e no final não quis responder a quaisquer questões. No texto, critica a oposição e refere que no próximo ano os cidadãos esperam que «o Município não deixe de honrar os seus compromissos, pagando as dívidas assumidas, designadamente à ParqT, mas tenha como grande preocupação assegurar o pagamento dos salários dos seus trabalhadores e apoie os mais desfavorecidos do Concelho»
O PS considera este facto uma total e oportunista DEMAGOGIA, visto que foi precisamente nestes sectores que a Revisão Orçamental retirou verbas. Foi também nestas rúbricas que a proposta chumbada de orçamento para 2012 retirava verbas.

O PS avisa, há longo tempo para a necessidade de diálogo e articulação entre os diferentes partidos e grupos políticos, pelo que se o PSD, em lugar de demonstrar mau perder, com DUAS RECUSAS DE REVISÃO ORÇAMENTAL E UM ORÇAMENTO, devia assumir que tem de mudar de rumo, de forma de lidar com a adversidade e procurar apresentar soluções para resolver o problema que criou.

Recorde-se que ontem foi chumbado pela segunda vez o documento relativo à 1º revisão orçamental que tinha por objectivo cabimentar 6,5 milhões de euros que o município de Tomar terá que pagar no âmbito do processo ParqT. Tal documento já havia sido chumbado por aquele órgão em reunião realizada a 25 de novembro tendo ontem sido submetido novamente à apreciação da Assembleia sem que nele fossem introduzidas quaisquer alterações.

FOI O PSD que unilateralmente DECIDIU aprovar o acordo em tribunal Arbitral, ao qual decidiu apelar, depois de ter sido o único partido que em Setembro de 2000, aprovou a concessão, que conduziu à actual situação.

O PS até hoje não tem sequer o documento do Tribunal, muito havendo ainda por esclarecer do porquê deste acordo ter sido realizado e decidido à revelia de quase todos os autarcas. 

O PSD cria há 14 anos seguidos problemas ao Concelho, não articulando ou dialogando com ninguém até hoje qualquer solução para este e outros problemas: MERCADO, CONVENTO STA IRIA, HABITAÇÃO SOCIAL, RESOLUÇÃO DO PROBLEMA DO FLECHEIRO, PROTOCOLOS COM AS JUNTAS DE FREGUESIA, APOIO ÀS ASSOCIAÇÕES, À CULTURA, AO DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO, só a títulod e exemplo.
É a segunda vez que o actual Presidente lida mal com os direitos elementares da democracia, nomeadamente a expressão do voto. Estão simplesmente com um problema de aceitação das regras da democracia. O direito ao voto e o direito à opinião são direitos fundamentais em Democracia. A maioria dos autarcas do Concelho RECUSARAM os documentos aprovados exclusivamente pelo PSD. Cabe ao PSD propor novas soluções para o problema que criou. Este comunicado mais não é do que uma declaração de guerra aos Tomarenses.


Adenda à Conferência de Imprensa:
RÚBRICAS objecto de alteração/anulação/redução na Revisão Orçamental de 2011 e Orçamento de 2012, QUE NÃO FORAM APROVADOS

1.      1. PRINCIPAIS VERBAS E INVESTIMENTOS QUE SAIRIAM DO ORÇAMENTO DE 2012
a) EN349-3 entre a Praceta Infante D.Henrique e as Algarvias (2.954.685€)
b) Variante à Serra (2.699.823€)
c) CM1119, entre S.Pedro e Quinta do Falcão (470.000€)
d) EM525, entre Carregueiros e S.Simão (360.000€)
e) EM531, troço entre o Carril e Ponte do Bairrol (752.522€)
f) Acesso imediato na passagem superior na EN110 (151.275€)
g) EM526, entre o Prado e o limite do Concelho (365.985€) – com deliberação aprovada em reunião de Câmara, pelo que a sua não inclusão constitui uma ilegalidade
h) EM535, entre Murteira e o limite do Concelho (360.000€)
2. 2. PRINCIPAIS VERBAS E INVESTIMENTOS QUE SERIAM REDUZIDOS NO ORÇAMENTO DE 2012
a) Transferência para Juntas de Freguesia (redução de 700.000€ para 630.000€)
b) Parcerias com as Juntas de Freguesia (redução de 200.000€ para 150.000€)
c) Subsídios e outros apoios às colectividades (redução de 510.000€ para 500.000€)
d) Equipamento p/Mercado e Feiras (redução 262.000€ para 45.000€)
e) Mercado Municipal (redução de 100.000€ para 30.000€)
f) Divulgação do Património de Tomar (redução de 50.000€ para 20.000€)
g) Conservação e remodelação de instalações desportivas (redução de 300.000€ para 200.000€)
h) Projecto de construção de Praias fluviais (redução de 10.000€ para 5.000€)
i) Remodelação e beneficiação dos sanitários públicos (redução de 50.000€ para 10.000€)
j) Reordenamento de trânsito e segurança rodoviária (redução de 476.000€ para 30.000€)
l) Projectos de “Acção social e apoios diversos” (redução global de 105.000€ para 90.000€)
m) Projectos de “Habitação e reabilitação” (redução global de 10.000€ para 2.000€)
n) Projectos de “Habitação, construção e recuperação”, de índole social (redução de 1.718.750€ para 520.000€)
o) Projectos de “Outros apoios no âmbito social” (redução de 10.000€ para 5.000€)
p) ÁREA SOCIAL – redução global de 1.843.750€ para 617.000€ (-66,5%)
q) Subsídios a alunos carenciados (redução de 40.000€ para 30.000€) (-25%)
r) Projectos nos Bombeiros Municipais e Protecção Civil (redução global de 485.000€ para 365.000€)
s) Loja do Cidadão (redução de 50.000€ para 10.000€)
3. PRINCIPAIS PROJECTOS QUE SERIAM INTRODUZIDOS NO ORÇAMENTO DE 2012, ou seja seriam estas as PRIORIDADES DA CAMARA para 2012(!)
a) Parque de Estacionamento da Praça da República +6.475.000€
b) Parque de Estacionamento de Autocarros de Turismo, nos terrenos da messe de oficiais propriedade do exército que só os disponibiliza através de aluguer + 275.468€
c) Festival Estátuas Vivas +175.000€ (desaparece o projecto Tomar Cidade Templária com o valor de 102.564€)
d) Museu do Brinquedo + 404.019€
e) Edifício para cafetaria na zona desportiva + 146.917

terça-feira, dezembro 06, 2011

PS analisa proposta de Orçamento do Município em Comissão Política

Após ter sido hoje o PS recebido pelo Sr.Vice-Presidente do Município de Tomar, que ao abrigo do Estatuto da Oposição, apresentou as linhas orientadoras do Orçamento do Município para 2012, convoco uma reunião da Comissão Política Concelhia, para a próxima Quinta-feira, dia 8 de Dezembro, pelas 18H00, na Sede do partido, com a seguinte ordem de trabalhos:

1 - Análise da proposta de Orçamento e Plano Plurianual de Investimentos do Município, para o ano de 2012;
2 - Análise da proposta de Orçamento dos SMAS, para o ano de 2012

Tomar, 6 de Dezembro de 2011, A Presidente da CPC, Anabela Freitas

quinta-feira, agosto 25, 2011

Aprovados novos preços nos serviços de Protecção Civil

Sob proposta do vereador Luis Ferreira, foram aprovados hoje, em reunião de Câmara os novos preços dos serviços de Protecção Civil, que entram em vigor no próximo dia 15 de Setembro de 2011.

Os preços aprovados permitem uma redução de custo significativa do serviço de ambulâncias, pedido por particulares (26% do serviço efectuado), em todas as aldeias do Concelho, colocada a mais de 5Km do Quartel dos Bombeiros. A partir de agora todo o cidadão do Concelho, resida onde resida, paga exactamente o mesmo preço por uma ambulância dentro do Concelho de Tomar. Actualmente o preço era ao quilómetro, prejudicando as pessoas que viviam mais longe da cidade.

Os preços do serviço de ambulâncias teve uma actualização média de 25% - a taxa de inflação entre 2001 (última vez que havia sido mexido) e 2011. Até hoje só o serviço de ambulâncias era pago, todos os restantes eram gratuitos.
Famílias carenciadas, atestado pelos serviços sociais da autarquia, estarão isentas e os titulares do rendimento social de inserção terão desconto de 20%, bem como todos os sócios da Liga dos Amigos dos Bombeiros de Tomar. As Associações e outra sinstituições só pagarão 50% do preço.

Com este novo tarifário a Divisão de Protecção Civil, espera aumentar em 50.000€/ano (estimativa) a sua receita, o que ajudará a reduzir o seu déficit anual de 800 mil euros(2010), quando em 2009, antes da nossa gestão,  era de 900 mil euros/ano.

Mas são variados os serviços que passaram a ser cobrados, e que actualmente o não são:

Os preços completos podem ser consultados na Página da protecção Civil de Tomar em www.protegeTomar.com

sexta-feira, junho 17, 2011

PS acompanhou autarcas de Freguesia tendo em vista a resolução dos seus problemas

(Foto "Cidade de Tomar")


No decurso da última reunião de Câmara, sete Presidentes de Junta de Freguesia compareceram na reunião de Câmara, onde foi apresentada pelos vereadores do PS, a seguinte Proposta:

As Freguesias do Concelho são um dos maiores parceiros do Município, para a concretização de muitos dos benefícios para as populações.


Ao longo de mais de uma década e meia, tem o Município mantido um sistema de apoio à Freguesias que passa pelo financiamento de uma verba, com base em critérios, hoje já desajustados, bem como na cedência de equipamentos para execução de trabalhos, a maior parte dos quais de responsabilidade directa do Município.

A disponibilidade das Freguesias para o desenvolvimento destas actividades, em parceria com o Município, tem sido total, pelo que urge dar continuidade a este esforço conjunto, melhorando o relacionamento, criando assim condições para evitar a ruptura do trabalho realizado.

Tal só pode ser concretizado se, desenvolvida a necessária gestão estratégica de recursos humanos, for provida a necessária existência dos mesmo, evitando que em algumas alturas existam equipamentos disponíveis e não existam recursos humanos para os operar.

Foi exactamente isso que nos últimos meses aconteceu, pelo que se propõe:

a) Que sejam desde já encetados os trabalhos entre o Município e as Juntas de Freguesia, no sentido de protocolar as responsabilidades a executar por cada uma das autarquias locais, para que para o ano de 2012, todo o financiamento e desenvolvimento de trabalhos, se faça já sob a égide protocolar;


b) Que, com carácter de urgência, para fazer face à disponibilização de equipamentos, para os quais não existam recursos humanos disponíveis na autarquia, sejam desenvolvidos contactos com empresas de trabalho temporário, para a sua disponibilização;


c) Que sejam desenvolvidos os procedimentos concursais necessários ao provimento dos lugares em falta, de forma a evitar a ruptura, ora verificada.

Tomar, 16 de Junho de 2011
Os vereadores socialistas

domingo, fevereiro 20, 2011

informar/comunicar

A concelhia nabantina comemorou anteontem dia 18, 7 anos de presença contínua na internet.

Uma aposta na transparência e na comunicação com os militantes e a comunidade, fomos das primeiras concelhias do país a ter uma página própria, e ainda hoje somos em Tomar, a única força político/partidária com presença permanente e actualizada das suas actividades, propostas, intervenções, críticas.

Continuaremos com a mesma energia e determinação a trabalhar por Tomar, a trabalhar por si.
O PS Somos Todos, Todos Somos Tomar.

quarta-feira, outubro 27, 2010

Comunicado do Presidente do PS de Tomar

Com base na posição pública tomada pela Comissão Política do PS de Tomar em 8 de Outubro, perfeitamente actual, e no rumo ziguezagueante do PSD local culminando, por agora, naquilo que é já público, entendo enquanto Presidente do Partido Socialista em Tomar expressar o seguinte:


O PSD de Tomar, ou a direcção do PSD de Tomar, continua num rumo de falta de seriedade, infantilidade, incapacidade para se debruçar sobre aquilo que deve: Política.

Ao invés, assistimos a uma organização que deveria ser de responsabilidade – e que tem não só a responsabilidade pela actual Câmara mas também pelos últimos três mandatos autárquicos – reduzida a grupo protestatório apostado em criar casos e intrigas, que faz da comunicação social e da internet o veículo para fazer “ultimatos, “puxar as orelhas”, “encostar à parede”, os seus próprios autarcas a começar pelo Presidente de Câmara.

As suas intenções são evidentes mas ao PS nada interessam. Deveriam começar sim por preocupar os próprios autarcas sociais-democratas, e preocupam a comunidade, que precisa de um partido à direita com visões e ideias próprias, mas acima de tudo interessado nos reais problemas do concelho, em vez de estar preocupado com guerrilhas internas e formação de listas que só ocorrerão em 2013.

De críticas válidas e construtivas, de posições importantes para o concelho, ou de verdadeira política a começar na análise séria à sua acção passada e presente nada até hoje vimos desta direcção do PSD. Este PSD que para mais, aproveita as boleias de outras forças políticas para tentar provocar o que é incapaz de assumir por si, se é que sabe mesmo o que quer.

Desde a falta de seriedade que a todos é possível comprovar pela forma como tem gerido os problemas por si criados, até a esta estranha forma de entender a política como lavagem de roupa suja na praça pública, à falta de ética para com o PS que até hoje continua à espera da primeira reunião com a direcção do PSD.

A posição do PS é clara desde o início: precisaram do PS, cá estamos a trabalhar com empenho e seriedade, e isso é impossível de contestar. Todo o processo de acordo entre os dois partidos foi claro, transparente e digno. Não aceitamos nada de diferente deste “novo” PSD.

A quem ainda não percebeu das nossas regulares tomadas de posição, repito: o PS está uno e coeso na defesa da sua acção, está uno e coeso em torno dos seus autarcas e no particular, em torno dos seus dois vereadores que até ao momento têm ambos dado provas de capacidade de trabalho e coerência com as ideias por nós defendidas e para Tomar necessárias. Se outros têm vergonha das suas incapacidades por comparação com os autarcas do PS, não é assunto nosso.

Para nós os interesses de Tomar estão à frente de tudo o resto, todos os pelouros são importantes, há muito trabalho a fazer, e o PS já mostrou ser capaz de o levar por diante.

Da direcção do PSD de Tomar, já com pouca confiança, só aceitamos duas coisas: ou a afirmação frontal e legítima de querer terminar a coligação, ou o trabalho sério e a discussão das ideias divergentes, como é suposto acontecer quando os intervenientes percebem para que serve a Política. A bem de Tomar, para a direcção do PSD o meu telemóvel continua a estar ligado.

27 de Outubro de 2010
O Presidente do Partido Socialista de Tomar
Hugo Cristóvão

quinta-feira, outubro 07, 2010

Acordo de partilha da gestão municipal em Tomar

Como parece existir quem se esqueça daquilo para o qual chama outros e com isso se compromete, relembramos:

"No passado dia 11 de Outubro realizaram-se eleições autárquicas tendo os tomarenses manifestado as suas opções. Dessas opções resultou que nenhuma força detem sozinha a maioria, tendo o Partido Social Democrata ganho essas eleições com maioria simples e o Partido Socialista adquirido o segundo lugar.


O PSD e o PS são os dois grandes partidos nacionais do desempenho do poder, com interpretação da responsabilidade e da permanente luta segundo os seus princípios, pela defesa da qualidade de vida dos cidadãos e progresso das comunidades.

O resultado determinado em Tomar pelos cidadãos a ambos os partidos, submete-os a traduzir com mais veemência essa consciência de responsabilidade e objectivo primeiro da defesa dos interesses dos tomarenses, obrigando ambos os partidos a uma capacidade de entendimento e de, com base no diálogo e no trabalho, conciliação de visões de planeamento e compreensão da cidade e do concelho várias vezes divergentes, para de forma séria, capaz, determinada e leal, poderem ultrapassar os muitos desafios que a Tomar se colocam.

Assim, tornam ambos os partidos público que com base nos princípios enunciados, de forma franca e clara, considerando as proporções determinadas pelo resultado eleitoral, com sentido nos superiores interesses de Tomar e dos tomarenses, chegaram a um acordo de partilha do poder da gestão municipal.

Esse entendimento traduz-se no desempenho de funções pelos eleitos vereadores de ambos os partidos, entendimento esse que se estende coerentemente também à Assembleia Municipal e à gestão dos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento.

Esta partilha de responsabilidades, frontal e anti-dogmática, inicia uma nova página na gestão do município nabantino, levando ambos os partidos a uma contínua discussão e harmonização dos seus programas, atenuando divergências, tendo em conta as prioridades, somando o melhor de si, na prossecução dos interesses colectivos.

A esta sinergia de esforços e vontades são naturalmente bem-vindos os contributos das demais forças representadas na Câmara e Assembleia Municipal, se com base nas mesmas premissas de valores, em lealdade para com a plenitude daqueles que são os destinatários de toda a acção do município: os tomarenses.

Cientes das responsabilidades, e acima de tudo das dificuldades não só colocadas no momento difícil que o país e o mundo atravessam, mas também das eventualmente suscitadas por aqueles a quem estranhe esta forma consciente e responsável de entender as vontades dos cidadãos, estamos preparados e empenhados para o trabalho no mandato que agora se inicia."

 
Tomar, 23 de Outubro de 2009

O Presidente da Comissão Política de Secção do Partido Social Democrata de Tomar
Luís Vicente

O Presidente da Comissão Política Concelhia de Tomar do Partido Socialista
Hugo Cristóvão

quarta-feira, setembro 15, 2010

deputados socialistas em Tomar

(clicar na imagem para ampliar)

Alguns apontamentos fotográficos da visita dos deputados socialistas, Anabela Freitas e João Sequeira, em conjunto com elementos do Secretariado do PS Tomar, às obras da ES Jácome Ratton e da EB23 Nuno Álvares Pereira, bem demonstrativas do grande investimento do Governo na área da Educação, e em particular no concelho de Tomar.

Todas as fotos aqui
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sábado, julho 24, 2010

COMUNICADO

Após reunião entre o seu Secretariado e os seus autarcas na Câmara e Assembleia Municipais, toma o Partido Socialista público o seguinte:
Aprovou a Câmara Municipal de Tomar na sua última reunião com os votos favoráveis dos vereadores do PS,  o envio para discussão pública de uma alteração do PDM, contemplando a possibilidade de construção de habitação na zona industrial de tomar, na freguesia da Madalena. O objectivo presente foi o de viabilizar essa discussão pública,  permitindo a todos os cidadãos que expressem a sua opinião sobre este assunto e nunca concordar com tal solução.
Deve contudo, desde já e uma vez mais, decorrendo dos seus valores fundamentais e da posição permanente, que ainda em Setembro último em Assembleia Municipal apresentou proposta sobre o assunto, manifestar o PS algumas posições sobre a matéria:
1.            Fiel a princípios ideológicos inabaláveis, centrados nos valores da esquerda democrática, onde a Liberdade a Igualdade e a Fraternidade são pilares fundamentais, e igualmente ao estabelecido na Constituição da República Portuguesa, ao qual estão obrigadas todas as entidades públicas entre as quais a autarquia, recorda-se que todos os cidadãos têm igual tratamento no acesso à habitação social, independentemente da etnia, sexo, cor ou filosofia política ou religiosa.
2.            Pessoas são pessoas, e merecem de todas as entidades públicas e do uso do dinheiro dos impostos de todos, o mesmo respeito, a mesma dignidade. Dessa forma, não poderá o PS ser alguma vez favorável, nem por qualquer busca de consenso num âmbito de partilha de gestão autárquica com um partido que tem obviamente ideias diferentes, à construção de guetos sejam eles destinados a quem for.
3.            Não ignoramos, como ninguém ignora, que esta questão agora colocada se destina a uma comunidade em particular, que vive em situação degradante no Flecheiro, situação essa que há décadas carece de solução, e para a qual os sucessivos responsáveis políticos têm dedicado muita conversa e nenhuma acção resolutiva, numa falta de coragem e capacidade gritantes.
4.            A questão da comunidade de etnia cigana não é possível contudo de resolver num passe de mágica – requer planeamento, diálogo, acompanhamento rigoroso e determinado, e seguramente não se resolverá simplesmente mudando as pessoas do lugar A para um lugar B, onde estejam mais escondidos da vista da maioria. A história da Humanidade e a prática de outros locais no país e do globo, já deveria ter ensinado aos responsáveis públicos e aos cidadãos em geral o suficiente sobre isso.
5.            A actual câmara quer todavia, continuar a insistir numa solução errada, deixada por anteriores protagonistas e que, mesmo que alguém ignorasse a matéria da dignidade humana, em bom rigor não parece ter por acrescidas razões logísticas e burocráticas, qualquer viabilidade efectiva de vir ser concretizada, não passando por isso de pura perda de tempo, e desviar de atenções e energias de melhores soluções possíveis de encontrar.
6.            Mesmo que se esquecesse a visão Humanista, e se ultrapassassem as dificuldades burocráticas, não há quaisquer garantias que a referida comunidade para ali se viesse a deslocar – basta ver a incapacidade que a câmara tem tido para retirar um único cidadão de uma casa de banho pública. São por isso necessárias medidas de acompanhamento efectivo, incisivo e duradouro que acima de tudo, ainda que no princípio do respeito pelas diferenças culturais e identitárias, introduza ao longo do tempo necessário, os princípios de respeito e existência cívica, em acordo com os mais basilares princípios de vida em sociedade.
7.            Devemos uma vez mais lembrar, que nesta matéria continua a faltar a concretização de um Regulamento Municipal da Habitação Social, que termine com as situações injustas de ocupação de casas do município por agregados sem dificuldade.
8.            Por isso mesmo deve ser feito o levantamento de todas as habitações propriedade do Município, seu estado de conservação, seu uso actual, final dos respectivos contratos de locação, bem como lista de todas as famílias em situação de carência habitacional grave ou muito grave, aferidas no âmbito da Rede Social.
9.            Continua a faltar o levantamento das várias localizações possíveis no concelho para construção de habitação a custos controlados, tanto através de construção nova como de recuperação de edificado;
10.       Após isto, sejam então encontradas novas propostas de localização, que levem em linha de conta o acesso à habitação de todos os agregados familiares nas condições previstas no DL 54/2007 e tenham o necessário parecer e acompanhamento realizado pelos competentes serviços da Segurança Social e CLAS (Rede Social);

Por todo o exposto, atendendo aos princípios comuns da dignidade humana e da universalidade de tratamento de todos os cidadãos como iguais, e igualmente porque a construção no local intencionado de habitação qualquer que ela seja, é lesiva de parte da actividade industrial e/ou empresarial, o PS manifesta-se total e veementemente contra a possibilidade de construção de habitação na zona industrial de Tomar, e convida todos os tomarenses a manifestarem a sua opinião no decurso da discussão pública a iniciar sobre o assunto.

O Secretariado de Tomar do Partido Socialista.


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