Mostrar mensagens com a etiqueta figuras socialistas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta figuras socialistas. Mostrar todas as mensagens

domingo, abril 28, 2013

XIX Congresso do PS afirma o TEMPO DE MUDAR

Alguns dos participantes de Tomar no Congresso

Realizou-se neste fim-de-semana no EuroParque na Cidade da Feira, o XIX Congresso Nacional do PS sob o lema "Tempo de Mudar", numa afirmação de um Novo Rumo para Portugal. Após a reeleição de António José Seguro como Secretário Geral, para o seu segundo mandato, o Congresso deste fim de semana elegeu os órgãos nacionais, até às eleições legislativas.
 


Todos os delegados eleitos de Tomar estiveram presentes, António Alexandre, Celeste Nunes e Nuno Ferreira, acompanhados de outros inerentes e dirigentes locais.
 

Anabela Estanqueiro e Luis Ferreira, Foto Vidal Bizarro



Anabela Estanqueiro foi eleita para a Comissão Nacional de Jurisdição, integrando pela primeira vez este importante órgão nacional, presidida pelo Deputado Ramos Preto e mais outros sete juristas, que é a última instância jurídica interna do PS e Luis Ferreira foi eleito para a Comissão Nacional (CN), órgão político máximo entre Congressos e composto por 250 eleitos, retornando a este após ter integrado a CN nos mandatos de António Guterres como Secretário-geral.
Hugo Costa mantém-se também na CN, como um dos 20 membros eleitos pela JS para esse órgão.



Estes Tomarenses juntam-se assim aos outros Ribatejanos eleitos para a CN, que são Salomé Rafael (Presidente do NERSANT), Fernanda Asseiceira, António Rodrigues e Maria Albuquerque, respetivamente Presidentes das Câmaras de Alcanena, Torres Novas e Abrantes, além da última Governadora Civil do Distrito, Sónia Sanfona, do ex-deputado João Sequeira e da ex-Secretária de Estado da Reabilitação e atual deputada Idália Serrão. António Gameiro, por ser o Presidente da Federação é inerente à Comissão Nacional.

sexta-feira, abril 12, 2013

Augusto Barros lidera lista do PS à Junta de Freguesia de Tomar

AUGUSTO BARROS , Foto Vidal Bizarro
ANABELA FREITAS, candidata do PS a Tomar, consegue conquistar o apoio do independente Augusto Barros, para disputar a 2ª maior Junta de Freguesia do Ribatejo

Augusto Barros, atual Presidente da Junta de Freguesia de S.João Batista, eleito por um movimento independente, do qual se desvinvulou, será o candidato do PS à segunda maior Junta de Freguesia do Dsitrito de Santarém, que conta com mais de 18.000 eleitores, anunciou em Conferência de Imprensa, nesta Sexta-feira Anabela Freitas, a ex-deputada do PS, que é a candidata à Câmara de Tomar.
Augusto Barros com apoiantes, Foto Vidal Bizarro
 

quinta-feira, abril 11, 2013

Anabela Freitas, apresenta em conferência de imprensa, estratégia para a Junta de Freguesia de Tomar

Nesta Sexta-feira, pelas 12H00, no Café da Nabância, Anabela Freitas, candidata a presidente da Câmara de Tomar, apoiada pelo PS, dará em conferência de imprensa a conhecer a estratégia da sua candidatura, para a União das Freguesias de Santa Maria dos Olivais e de S.João Baptista (vulgo Junta de Freguesia de Tomar).

domingo, março 17, 2013

Tomar precisa de liderança


André Escórcio Soares, João Sequeira, Anabela Freitas, Salomé Rafael e Luis Ferreira
Toda a informação em www.anabelafreitas.pt


Realizou-se sábado último no salão da Acitofeba em Tomar, uma sessão de discussão em torno da carta autárquica do Partido Socialista, que teve como principal intuito ouvir contributos de outros atores da sociedade, para a constituição de uma carta autárquica a ser seguida por todos os candidatos do PS no distrito de Santarém, tendo como principais contribuidores, Salomé Rafael, Presidente do NERSANT, Luis Ferreira, produtor cultural, ligado à concepção do Festival Bons Sons e André Escórcio Soares, docente no Politécnico de Tomar e activista de voluntariado. Encerrou a iniciativa o Presidente da Câmara de Torres Novas, António Rodrigues, que no fim desejou para Tomar a mudança com a vitória de Anabela Freitas, porque isso será bom para o concelho e para a região, concluindo que os problemas nabantinos se têm concentrado num: falta de uma liderança capaz.
 

Salomé Rafael colocou a ênfase no apoio à redução de dificuldades para a fixação e crescimento das empresas, Luis Ferreira, para a promoção dos eventos, como âncora das comunidades e do que melhor estas fazem e André Soares, apostou tudo na criação das cidades que do talento, da tolerância e da tecnologia, sabem construir o seu futuro, na promoção da economia da felicidade.
 
António Rodrigues e Anabela Freitas, Foto Vidal Bizarro
Anabela Freitas acrescentou a sua visão para o concelho e região, para enfrentar das dificuldades, particularmente as económicas, salientando a necessidade de liderança e capacidade de diálogo, e para a necessidade de valorizar os aspetos positivos da comunidade e com esses trabalhar, ouvindo e apostando nas pessoas que são aí a primeira mais-valia, demonstrando visão e sensatez para enfrentar e vencer as dificuldades que individual e coletivamente atravessamos.
 

sexta-feira, janeiro 18, 2013

Debate sobre economia local com Basílio Horta


Foto Ionline

Realiza-se hoje, a partir das 21H00, na Estalagem de Santa Iria, um debate com Basílio Horta, ex-Presidente da AICEP, atual vice-presidente do grupo parlamentar do PS, para a área da economia.
 
Num convite da candidata a presidente da Câmara Municipal de Tomar apoiada pelo PS, Anabela Freitas, este ex-Ministro do Trabalho nos anos 80, vem discutir com os tomarenses os desafios da economia local, num mundo globalizado.


quinta-feira, dezembro 27, 2012

Anabela Freitas em discurso direto

Entrevista realizada pela candidata a Presidente da Câmara Municipal de Tomar, ao Jornal "O Cidade de Tomar", na sua edição de 28 de Dezembro.


1 - A sua candidatura à Câmara de Tomar significa a concretização de um objetivo delineado há bastante tempo?

A minha candidatura à Câmara de Tomar, significa a assunção de um percurso que considero natural. Já passei por funções executivas e por funções legislativas e entendo que a melhor forma de concretizar projetos, de poder fazer a diferença, de poder mudar a vida das pessoas, é em funções em que exista maior proximidade entre quem decide e quem é alvo dessas decisões. Assim, o trabalho numa autarquia é o que melhor permite aplicar, aferir e eventualmente corrigir, em tempo, as decisões tomadas.

2 - Com todo o ambiente sócio-económico que se está a viver, está preparada para enfrentar a campanha que se prevê difícil?

Será sem dúvida uma campanha disputada num ambiente com contornos diferentes. As pessoas vão exigir dos candidatos respostas. Vão exigir mudança, porque está visto que este caminho que vem sendo seguido não conduz a lugar nenhum. Não só pela conjuntura nacional, mas também pela situação do Concelho de Tomar. Mas por isso mesmo, entendo que deverá ser feita uma campanha diferente das anteriores. Também aqui mudar é um objetivo importante. Eu defendo uma campanha que parta de baixo para cima, que primeiro ouça e depois apresente soluções ou o caminho para a resolução dos problemas. Este é mais o tempo das pessoas e das suas opiniões e menos o tempo das certezas absolutas. Humildade para ouvir, determinação para executar, mudando. Porque não tenhamos dúvidas, a situação que irei encontrar, será uma situação muito difícil, e terei de ser audaz para enfrentar e resolver todos os problemas. E só com as pessoas isso será possível! Mudarei, também aí, a forma como se tem vivido em Tomar nos últimos 15 anos. As pessoas estão fartas do mesmo. E eu também. Ao fim de 46 anos, acho que está na altura de dar o meu determinado contributo para mudar a vida dos outros, para melhor, espero eu!

3 - O que pensa que vai ser mais difícil, uma vez que as pessoas estão cada vez mais fartas de políticos?

O mais difícil vai ser precisamente motivar as pessoas. Quanto a mim, as pessoas estão fartas de grandes promessas, de grandes discursos que depois resultam em nada. É preciso sermos assertivos e falar com verdade. Mudar a forma, mudar o estilo, mudar Tomar. Tem de haver a coragem para dizer que não podemos fazer grandes projetos, temos de falar verdade quando afirmamos o que podemos fazer. Envolver as pessoas neste processo é fundamental, por isso dizia há pouco que o processo tem de ser de baixo para cima. Isto não quer dizer que não saiba, onde entendo que o Concelho de Tomar deva estar daqui a 10 ou 20 anos, mas para aí chegarmos tem de haver um caminho construído em conjunto.

4 - Já definiu a sua equipa? Se sim, trata-se de uma equipa renovada?

A equipa não está formada. Não seria sério da minha parte ter uma equipa feita, antes de ter falado com todas as forças partidárias, tal como anunciei no dia 24 de novembro. E isso, tal como me comprometi, será feito até ao final de Janeiro.

5 - No caso de vencer, está preparada para gerir uma câmara com bastantes dificuldades?

O Município de Tomar tem efetivamente bastantes problemas, não só a nível financeiro, mas também a outros níveis, nomeadamente organizacionais e de posicionamento estratégico. A tarefa de gerir em situações adversas não é fácil. Julgo estar preparada para o fazer, por formação pessoal e por experiência profissional e política. Ao contrário do que sucedeu nos últimos anos, Tomar não  terá, previsivelmente, a possibilidade de acesso a tantos fundos comunitários e portanto o Município terá de ser criativo na busca de soluções. Na área financeira existem outros caminhos, que são inovadores, alguns em parceria com instituições financeiras, outros através de parcerias com a sociedade civil, que merecem ser avaliados.

O meu primeiro empenho virá a ser neste dossier: não podemos continuar a fugir dos problemas financeiros do Município, sob pena de poder ficar em causa, quer o serviço público aos cidadãos, quer a própria sustentabilidade do emprego no Município. As pessoas, cada um dos trabalhadores da autarquia por um lado, cada cidadão que aqui vive ou trabalha por outro, serão sempre o centro da minha atuação. Foi assim que fiz, durante quatro anos, enquanto Diretora do Centro de Emprego de Tomar, e é assim, só assim, que sei trabalhar. Do ponto de vista organizacional, existe um conjunto de práticas de relacionamento com o cidadão que estão disponíveis e ainda não foram aproveitadas. E finalmente no plano do posicionamento estratégico, não basta termos em Tomar a sede de um qualquer organismo, temos de saber onde nos integramos e para onde queremos ir.

6 – O facto de ser mulher é encarado como vantagem ou desvantagem, numa terra ainda, eventualmente, conservadora?

Estamos no século XXI e num dos trinta países mais desenvolvidos do mundo. Reconheço no entanto, que ser mulher, que introduz um fator diferenciador, porque existe uma forma de estar e de fazer, diferente entre homens e mulheres. As principais qualidades que entendo que um político deve ter são: a capacidade de ouvir, provocar compromissos, decidir em tempo útil. Considero que por vezes uma não decisão, tem mais custos que uma má decisão. Se são características só de mulheres, penso que não, mas sei que tenho essas características. Também aqui faz sentido mudar, sendo esta a aposta que o PS fez, ao apoiar a minha candidatura.

7 – Falou recentemente que o PS estaria disponível para um consenso com todas as forças partidárias (à excepção do PSD). Este consenso pode ser visto como uma abertura a uma possível coligação?

É claramente uma abertura a todos quantos queiram contribuir, quer com o seu conhecimento, quer com o seu trabalho, para melhorar o nosso Concelho. Agora se assume a forma de coligação ou outra, isso está ainda em aberto, porque como já disse, estou até ao final do mês de Janeiro a falar com todos. Uma coligação pré-eleitoral, dado o estado em que o PSD vai deixar o Concelho em 2013, seria útil e clarificadora. Precisamos em Tomar de compromisso e de trabalho conjunto, sem exclusão de ninguém. A atual situação exige, de todos, esse esforço e eu continuarei a fazê-lo.

8 – Não bastou a experiência da coligação com o PSD? Voltaria o PS a repetir?

Com o PSD houve, em 2010 e 2011, um acordo de partilha de poder, baseado em pressupostos que não se tendo concretizado, levaram o PS a terminá-lo. Quando foi feito, após as eleições de 2009, resultou de uma leitura honesta e responsável que o PS fez da realidade local. Fazer parte da solução e não do problema, foi na altura assumido. Continua a ser essa a minha postura.

Em Portugal não estamos muito habituados a coligações pré-eleitorais. Mudar o paradigma, também aqui seria, quanto a mim, muito positivo. Entende-se que uma coligação é junção de partes, quando eu entendo que é mais do que isso. Existem partes, muitas das vezes com abordagens diferentes de resolução dos problemas, mas a arte, se me permite, está precisamente em criar compromissos, porque o objetivo ultimo, é sempre a resolução dos problemas e a criação de oportunidades.

9 - Como carateriza os últimos 15 anos de governação em Tomar?

Como um desperdício. Um desperdício de oportunidades. Não nos podemos esquecer que nos últimos 15 anos, foram anos em que Tomar teve acesso a substanciais fundos comunitários, alguns nem sequer foram utilizados e outros desperdiçados. Foram feitas obras, muitas delas discutíveis, as quais se transformam mais num custo do que num investimento. Ficou por concretizar um novo Mercado Municipal, a recuperação do Flecheiro, a recuperação de muitas das estradas municipais do Concelho, das funções económicas nas Freguesias, por exemplo. Mas não só desperdiçamos fundos comunitários.
Não se soube também captar investimento, não se soube promover o Concelho, não se soube aproveitar a capacidade instalada, quer a nível associativo, na cultura e no desporto, quer a nível de património material e imaterial. Muito se falou e pouco se concretizou. Tomar é hoje, 15 anos passados de gestão do PSD, um Concelho mais pobre, mais pequeno, com menos capacidade de atrair pessoas e empresas. Nos primeiros 10 anos, entre 1997 e 2007, segundo dados do INE, Tomar passou do 59º lugar do índice de poder de compra do País para 91º, descendo assim 32 lugares. Foi, no Distrito de Santarém, ultrapassado por Constância, Barquinha, Torres Novas, Alpiarça, Almeirim, Rio Maior e Cartaxo.
Se dúvidas houvesse, basta ter isto presente, para se perceber que é preciso mudar de caminho. E é isso que pretendo e irei fazer!  

10 – No seu entender, o que poderia ter sido feito e a câmara nunca avançou? E o que poderia ter sido evitado?

Muito havia por dizer, mas deixo só alguns exemplos. Como já disse, o primeiro trabalho deverá ser precisamente o planeamento, faço esta obra em detrimento de outra porquê? E quando o planeamento falha, falha tudo. O Programa Polis deixou por concretizar o mais importante: a requalificação do Flecheiro e o novo mercado.  O mercado tem sido tema recorrente quer nas campanhas, quer em muitas das reuniões de Câmara, mas o que é certo é que nada foi feito. Porquê demorar quase 3  anos a cumprir uma deliberação, por unanimidade, para ir fazer esta operação de cosmética? Tanto tempo perdido.
Mudar esta atitude, é o que os tomarenses exigem. Estarei lá para o fazer.
Como dizia há pouco, os custos de uma não decisão, são por vezes superiores aos custos de uma má decisão. E voltando ao Programa Polis, ainda aguarda toda a população por saber qual a fatura que vai pagar. Mas podemos ainda falar de outros projetos que deveriam ter avançado e estão, digamos na gaveta, como a valorização das coleções visitáveis do Brinquedo, dos Fósforos, do Núcleo de Arte Contemporânea, do inexistente Museu Municipal João de Castilho, a requalificação da Várzea Grande, a dinamização do centro histórico, a dinamização de circuitos turísticos, a candidatura da Festa dos Tabuleiros a património imaterial da Humanidade, a gestão parcimoniosa dos edifícios do Município, a revisão do PDM, o apoio às Associações, o financiamento das Freguesias, só para dar alguns exemplos.
Não deveria ter avançado, unilateralmente com a decisão de recorrer a um tribunal arbitral para o ParqT, devido ao impacto financeiro que representa para todos. Enfim, nem todo este Jornal chegaria para enumerar todas as oportunidades perdidas, mas basta passar pelas suas páginas ao longo dos últimos 15 anos, para se poder ler as inúmeras vozes, de todos os quadrantes políticos, em denúncia às situações. Ora é precisamente isso que é preciso em 2013: mudar de rumo. Para isso podem contar comigo!

11 - Concorda com a aposta da autarquia apenas no turismo como ponto forte para o desenvolvimento de Tomar?

Concordo que o turismo deverá ser uma aposta forte para o desenvolvimento do Concelho, mas não deverá ser a única vertente de desenvolvimento. Devemos diversificar a oferta e os mercados que pretendemos atingir. Ficarmos única e exclusivamente dependentes do turismo é redutor e perigoso. Por isso para além do turismo, defendo que é urgente captar investimento, quer nacional quer estrangeiro, que gere postos de trabalho. E penso que aqui o Instituto Politécnico de Tomar terá de ser um parceiro importante. Temos cá o know-how e não o aproveitamos porquê? Tomar tem condições para a instalação de empresas, mas precisa de fazer o trabalho de casa, nomeadamente terminar a revisão do PDM e alterar um conjunto de regulamentos, que entendo que funcionam como um fator de constrangimento à atividade económica.  

12 – Caso fosse eleita, quais as primeiras medidas para “voltar a dar vida” à cidade de Tomar?



 
À cidade e ao Concelho, permita-me, que todos somos Tomar. Quando for eleita, há várias frentes de ataque simultâneas. Primeiro como disse atrás tem de ser feito o trabalho de casa, terminar a alteração do PDM, as alterações de regulamentos e a criação, após 15 anos de promessas do PSD, do sempre falado gabinete de apoio ao investidor. Quem investe precisa de saber onde pode investir, como pode e que quadro regulamentar existe. Mudar o estilo, a forma, a visão, o caminho, com as pessoas, será sempre a minha conduta se merecer dos Tomarenses a confiança que, com eles, espero construir.

13 - Como potenciava a inserção da autarquia nos vários setores que a Administração Central e Regional dispõe em Tomar? Referimos as estruturas agrárias, no seu todo (agricultura, florestas, pecuária e agro alimentar), no turismo e no desenvolvimento regional?

Tomar deve acolher e trabalhar com todas as instituições públicas e privadas que aqui se encontram ou se venham a instalar. Parceria e otimização de sinergias é a palavra-chave. O Município deve liderar o caminho de Tomar, colaborando para que todas as instituições parceiras, trabalhem para a melhoria da economia e da qualidade de vida dos cidadãos do Concelho de Tomar.

14 - Como vê a reorganização administrativa e, no caso de Tomar, as fusões sugeridas pela Unidade Técnica?

O Governo do PSD e do CDS, decidiram criar um problema onde não havia nenhum. Em primeiro lugar, entendo ser necessária uma reorganização administrativa, mas como se trata de todo um “edifício” administrativo e legislativo, deveria ter sido abordado na sua totalidade. Mas começou-se pelas freguesias e no caso de Tomar, as fusões, não sugeridas mas impostas, acentuam algumas assimetrias e causam, pelo menos num caso alguma estranheza. O PSD local nunca teve a coragem de dizer quais as Freguesias que queria extinguir, por exemplo.

Com este modelo, acentuam-se as assimetrias na zona rural porque estamos perante um território que não tem uma cobertura eficaz de transporte interfreguesias, estamos perante uma população envelhecida, que recorre aos serviços das juntas de freguesia, muitas das vezes para tratar de assuntos que ultrapassam as competências das mesmas.
A dificuldade de acesso a um conjunto de serviços, contrariando precisamente um dos pilares que esteve na criação do poder local, que é a proximidade, pode gerar assimetrias sociais. E o caso, por exemplo, da proposta de extinção das freguesias da Beselga e Madalena, deixando Carregueiros como uma “ilha” isolada é um perfeito disparate. É preciso não esquecer que a freguesia assim criada, iria desde as proximidades de Alburitel até às proximidades de Santa Cita, numa distância maior que aquela que separa a cidade de Tomar da cidade do Entroncamento.

15 - Qual a sua posição relativamente à criação de entidades supramunicipais de que o Governo agora fala? Não poderá estar em causa o municipalismo e a identidade dos concelhos? Não será um contra-senso, quando por um lado se diminuem freguesias, e num futuro próximo, municípios?

O que Portugal precisava, neste contexto, era a “instituição em concreto das regiões administrativas”, conforme estipula a Constituição da República Portuguesa. A maior parte das pessoas não sabe, mas há três níveis de autarquias, designadas na Constituição: as freguesias, os municípios e as regiões. Este último nível existe, só a nível de organização do território, sem legitimidade democrática direta, que são por um lado as CCDR’s e por outro as Comunidades InterMunicipais. Uma trapalhada, com a qual nenhum governo até hoje, conseguiu lidar e organizar devidamente, especialmente depois do chumbo do referendo de 1998 sobre as regiões.

O posicionamento estratégico de Tomar deverá ser, no contexto da sua participação na Região de Lisboa e Vale do Tejo, numa ligação preferencial ao maior centro urbano na sua proximidade, a cidade de Leiria, e a otimização do corredor litoral, aberto com o IC9, ligando o património ao mar e do corredor ibérico da A23, para acesso ao maior mercado da península ibérica, a área metropolitana de Madrid.

16 - Fale-nos um pouco do seu percurso profissional e político, abordando a sua experiência como deputada na Assembleia da República.

Iniciei o meu percurso profissional em 1986 no Centro de Emprego de Torres Novas, como administrativa. Entretanto em 1991 abriu um novo Centro de Emprego em Salvaterra de Magos, projeto que considerei estimulante e que abracei. Regressei ao Centro de Emprego de Torres Novas em 1999 e vim para o Centro de Emprego de Tomar em 2005 até 2009, com as funções de diretora, após o que fui eleita como Deputada pelo PS, na Assembleia da República.

Aí integrei as Comissões de Trabalho, Segurança Social e Administração Pública, Ética, Sociedade e Cultura e a Comissão de Assuntos Europeus e mais recentemente as Comissões de Orçamento, Finanças e Administração Pública e a Comissão de Economia e Obras Públicas. Pertenci a um grupo de trabalho e fui coordenadora de outro grupo. Nos cerca de 18 meses de atividade parlamentar, intervim em plenário por diversas vezes e em matérias variadas. Mas a grande mais valia que recolhi da experiência parlamentar, foi sem dúvida a capacidade de obtenção de compromissos, fator essencial na prática legislativa e parlamentar.
Este conhecimento, estes anos de experiência profissional, pessoal e política, conto colocá-la ao serviço de Tomar e dos Tomarenses. Como mulher e mãe, julgo ser essa a minha obrigação.

sábado, junho 16, 2012

António Gameiro eleito Presidente do Ps Ribatejo

O candidato único a Presidente da Federação, António Gameiro, militante na secção de Ourém, foi eleito ontem dia 15 de Junho, Presidente do PS do Ribatejo.

Em Tomar votaram 66 dos 124 militantes dos cadernos eleitorais (53%), tendo votado a favor do camarada António Gameiro 63 (95%) e havido um voto nulo e dois brancos.

A Lista de candidatos a Delegados pela secção, obteve 65 votos favoráveis (98%), tendo havido ainda um voto nulo.

António Gameiro teve como seu Diretor de campanha, o nosso conterrâneo Hugo Costa, que está assim também de parabéns pelo seu trabalho de promoção da candidatura.

De recordar que esta foi a segunda votação em duas semanas. Na anterior votaram 72 militantes, tendo a Comissão Política Concelhia obtido 69 votos favoráveis.

Houve também eleição para o Departamento Federativo das Mulheres Socialistas, onde a nossa Presidente Anabela Freitas, passou o testemunho à torrejana Maria da Luz Lopes, professora de profissão. Em Tomar, das 34 mulheres inscritas no caderno eleitoral, votaram 20 (59%).

domingo, junho 10, 2012

Vereador Luis Ferreira encabeça lista de delegados ao congresso da distrital socialista

Realizam-se nesta Sexta-feira, dia 15 de Junho, entre as 18H00 e as 23H00, eleições para delegados ao Congresso da Federação Distrital de Santarém, em simultâneo com a eleição direta do Presidente da Federação.
Há apenas um candidato a Presidente da Federação, sendo que o vereador Luis Ferreira é o cabeça de uma lista de 11 delegados efetivos e 8 suplentes, em apoio à candidatura do camarada António Gameiro, que tem como lema: "Ganhar 2013".

A candidatura de António Gameiro, tem como diretor de campanha o tomarense Hugo Costa (JS), que com Anabela Freitas, Hugo Cristóvão, Anabela Estanqueiro e Nuno Ferreira (JS), são também delegados inerentes com voto ao Congresso, que se realiza em Santarém, no próximo dia 30 de Junho, a partir das 10H00 no Tatro Sá da Bandeira.

Além destes inerentes com voto, são ainda inerentes sem voto os militantes da Secção de Tomar, José Vitorino, Viriato Fernandes, Silvia Sousa, Américo Freire e Leonel Graça.

A Lista completa de candidatos é a seguinte:

Luis Ferreira, Vereador e adjunto do presidente da federação
Vasco Marques, Advogado e presidente de IPSS
Mª Fátima Duarte, Deputada municipal e diretora técnica de IPSS
António Alexandre, ex-Vereador
Susana Faria, Economista
Joaquim Segorbe, Empresário
Manuel Oliveira, Empresário
Mª Celeste Nunes, Técnica superior de IPSS
Miguel Gonçalves, Técnico superior IEFP
Silvia Marques, Licenciada em gestão (profissional de seguros)
Joana Nunes, Licenciada em turismo cultural
Leonel Graça, Engenheiro mecânico
Ricardo Simões, Mecânico de automóveis
Ana Conde, Assistente
Virgílio Saraiva, Mestre em administração pública (especialista direito consumo do Município)
Artur Damásio, Assistente em escola
Filipa Cardoso, Fiseoterapeuta
Orlando Narciso, Técnico informática
João Cardoso, Técnico de conservação e restauro

segunda-feira, maio 21, 2012

Anabela Freitas recandidata-se a Presidente do PS de Tomar


A atual Presidente da Comissão Política Concelhia do PS de Tomar, eleita em 23 de Julho de 2011, Anabela Freitas, recandidata-se ao cumprimento deste novo mandato, o qual tem como objetivo a preparação das eleições autárquicas de 2013.

Anabela Freitas é atualmente deputada e líder da bancada do PS na Assembleia Municipal de Tomar, tendo exercido entre 2009 e 2011 as funções de Deputada à Assembleia da República, onde fez parte entre outras, da Comissão de Trabalho.

Anabela Freitas, tem a profissão de Técnica de Emprego, no Instituto de Emprego e Formação Profissional desde 1987, exercendo atualmente no Centro de Formação Profissional de Tomar. Entre 2005 e 2009 esteve em funções como Diretora do Centro de Emprego de Tomar.

A caminho da mudança, é o mote deste novo mandato.


quinta-feira, abril 26, 2012

Comemorações do 25 em Tomar



O PS de Tomar celebra todos anos o 25 de Abril com um almoço convívio eultimamente tem localizado esta confraternização nas zonas rurais do Concelho.
O ano transato realizou-se o almoço na Amêndoa (Olalhas), tendo sido este ano na Quinta do Falcão (São Pedro de Tomar) onde estiveram cerca de 80 pessoas, entre militantes, juventude socialista, simpatizantes e amigos.
Representou a Federação Distrital o ex-deputado Dr. António Gameiro, atual deputado municipal em Ourém e candidato a Presidente da Federação do Ribatejo do PS.
Discursaram Anabela Freitas, Presidente do PS de Tomar, Nuno Ferreira, coordenador da JS de Tomar, e António Gameiro, do Secretariado da Federaçãodo PS Ribatejo.
Os discursos evidenciaram os valores do 25 de Abril, a sua implementação num Concelho onde, segundo a Presidente do PS, Anabela Freitas, falta fazer o 25 de Abril, no respeito pelas pessoas, evitando o desbaratar das oportunidades, como foi exemplo o POLIS, ou a assumção da dívida de 6,5milhões de euros do parque de estacionamento.
Anabela Freitas relembrou ainda o potencial existente no Concelho de Tomar, capaz deste assumir o seu papel de desenvolvimento económico e de referencia nacional e internacional.
Num ambiente de forte unidade e empenhamento na construção da reconquistada Câmara de Tomar, Nuno Ferreira, coordenador da JS de Tomar, evidenciou oempenho dos mais jovens no desenvolvimento de um modelo estratégico deafirmação dos valores do PS, nas escolas do Concelho, preparando assim ofuturo de Tomar.
António Gameiro, reafirmando a sua forte ligação ao Concelho de Tomar,assumiu o empenho do PS na vitória autarquica em Tomar, dizendo que essa será uma das suas principais orientações, apelando à colocação das ambições individuais, naturais em política, ao interesse coletivo que é o reassumirdo papel referencial de Tomar na região.
 

quarta-feira, abril 25, 2012

Homenagem aos militantes com 10 e 25 anos de militante

 Manuel Oliveira, 10 anos de militante (2000)
Joaquim Segorbe, 10 anos de militante (2001)
 José Pereira, 25 anos de militante (1986)
 António Alexandre, 25 anos de militante (1986)
 Joaquim Serra, 25 anos de militante (1986)
 José Mendes, 25 anos de militante (1986)
Virgílio Saraiva, 25 anos de militante (1986)

segunda-feira, abril 23, 2012

Candidato a Presidente da Federação estará em Tomar no Almoço do 25 de Abril

António Gameiro, Deputado nas anteriores legislaturas, de 2005 a 2011, onde foi colega da nossa Presidente da Concelhia, Anabela Freitas, exerce atualmente funções de Professor Universitário, é candidato a Presidente da Federação do Ribatejo do PS e estará presente no Almoço do 25 de Abril, que ininterruptamente desde há oito anos a nossa Concelhia organiza.

António Gameiro é ainda membro do atual Secretariado da Federação, tendo no seu persurso estudado em Tomar, na Escola Jácome Ratton, daí a sua forte e empenhada ligação com o nosso Concelho.

António Gameiro assumiu recentemente, que um dos seus grandes objetivos, enquanto futuro Presidente do PS Ribatejo, é o de contribuir para a recuperação da liderança da Câmara de Tomar pelo nosso Partido.

terça-feira, maio 10, 2011

candidatos na sopa

O cabeça de lista António Serrano, bem como Anabela Freitas, Hugo Costa e outros candidatos a deputados do PS pelo distrito de Santarém, acompanhados por vários elementos da concelhia nabantina, estiveram no passado sábado a degustar sopas no XVIII Congresso das ditas.

terça-feira, março 29, 2011

vereador socialista apresenta trabalho

"TOMAR – Cidadãos podem pedir ambulância por e-mail", noticia a rádio Hertz.

"Os serviços de Protecção Civil da Câmara Municipal de Tomar têm disponível um e-mail, veículo de comunicação pelo qual é possível, aos cidadãos, solicitar a presença de uma ambulância dos bombeiros municipais, sempre que for necessário um serviço não urgente. Ou seja, em casos mais graves, o 112 continua a ser a opção mais indicada. Foi o vereador Luís Ferreira que, em declarações à Hertz, deu conta desta novidade recente."

segunda-feira, março 28, 2011

vereador socialista apresenta trabalho

foto rádio Hertz

"TOMAR – Divisão de Ordenamento e Gestão do Território tem balcão de atendimento aos munícipes mais moderno e funcional", noticia a rádio Hertz.

"Na tarde desta segunda-feira, o vereador José Vitorino guiou a comunicação social numa visita ao novo balcão, mudança esta que, como é óbvio, fez questão de explicar: «No âmbito da reestruturação dos serviços e com as possibilidades que temos em termos de instalações e ainda na parte financeira, duas situações que não são favoráveis, tentámos com a prata da casa dar uma nova imagem ao nosso balcão de atendimento."

quarta-feira, fevereiro 23, 2011

Duas candidatas ao Departamento Nacional das Mulheres Socialistas

Mais informações sobre as candidatas:

http://noticiasbreves.blogspot.com/2011/02/duas-candidatas-ao-departamento.html

As eleições realizam-se na próxima Sexta-feira, dia 25 de Março, entre as 18H00 e as 22H00, em simultâneo com as eleições para Secretário-geral e delegados ao Congresso Nacional.

Informações do Departamento Federativo das Mulheres Socialistas do Distrito de Santarém, liderado pela Deputada e militante do PS de Tomar, Anabela Freitas, podem ser encontradas aqui:

http://www.facebook.com/home.php#!/profile.php?id=100001621680658

sexta-feira, janeiro 28, 2011

debate

Amanhã, na rádio Cidade de Tomar no programa Praça Pública, entre as 10 e as 13h, o vereador José Vitorino estará em representação do PS, no debate desta vez sobre o Mercado Municipal.

sexta-feira, novembro 27, 2009

Miguel Freire

Faleceu ontem com 77 anos. O funeral será às 15h30 na igreja de Asseiceira.

Miguel Freire foi 24 anos presidente da Junta de Freguesia de Asseiceira eleito pelo PS. Um socialista presente é um adeus justo a quem serviu o PS e sua freguesia durante mais de duas décadas.


.