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segunda-feira, maio 21, 2012

Anabela Freitas recandidata-se a Presidente do PS de Tomar


A atual Presidente da Comissão Política Concelhia do PS de Tomar, eleita em 23 de Julho de 2011, Anabela Freitas, recandidata-se ao cumprimento deste novo mandato, o qual tem como objetivo a preparação das eleições autárquicas de 2013.

Anabela Freitas é atualmente deputada e líder da bancada do PS na Assembleia Municipal de Tomar, tendo exercido entre 2009 e 2011 as funções de Deputada à Assembleia da República, onde fez parte entre outras, da Comissão de Trabalho.

Anabela Freitas, tem a profissão de Técnica de Emprego, no Instituto de Emprego e Formação Profissional desde 1987, exercendo atualmente no Centro de Formação Profissional de Tomar. Entre 2005 e 2009 esteve em funções como Diretora do Centro de Emprego de Tomar.

A caminho da mudança, é o mote deste novo mandato.


quinta-feira, abril 26, 2012

Comemorações do 25 em Tomar



O PS de Tomar celebra todos anos o 25 de Abril com um almoço convívio eultimamente tem localizado esta confraternização nas zonas rurais do Concelho.
O ano transato realizou-se o almoço na Amêndoa (Olalhas), tendo sido este ano na Quinta do Falcão (São Pedro de Tomar) onde estiveram cerca de 80 pessoas, entre militantes, juventude socialista, simpatizantes e amigos.
Representou a Federação Distrital o ex-deputado Dr. António Gameiro, atual deputado municipal em Ourém e candidato a Presidente da Federação do Ribatejo do PS.
Discursaram Anabela Freitas, Presidente do PS de Tomar, Nuno Ferreira, coordenador da JS de Tomar, e António Gameiro, do Secretariado da Federaçãodo PS Ribatejo.
Os discursos evidenciaram os valores do 25 de Abril, a sua implementação num Concelho onde, segundo a Presidente do PS, Anabela Freitas, falta fazer o 25 de Abril, no respeito pelas pessoas, evitando o desbaratar das oportunidades, como foi exemplo o POLIS, ou a assumção da dívida de 6,5milhões de euros do parque de estacionamento.
Anabela Freitas relembrou ainda o potencial existente no Concelho de Tomar, capaz deste assumir o seu papel de desenvolvimento económico e de referencia nacional e internacional.
Num ambiente de forte unidade e empenhamento na construção da reconquistada Câmara de Tomar, Nuno Ferreira, coordenador da JS de Tomar, evidenciou oempenho dos mais jovens no desenvolvimento de um modelo estratégico deafirmação dos valores do PS, nas escolas do Concelho, preparando assim ofuturo de Tomar.
António Gameiro, reafirmando a sua forte ligação ao Concelho de Tomar,assumiu o empenho do PS na vitória autarquica em Tomar, dizendo que essa será uma das suas principais orientações, apelando à colocação das ambições individuais, naturais em política, ao interesse coletivo que é o reassumirdo papel referencial de Tomar na região.
 

segunda-feira, março 12, 2012

PS NÃO ACEITA extinção de freguesias no concelho de Tomar

GOVERNO PSD/CDS QUER EXTINGUIR FREGUESIAS NO CONCELHO DE TOMAR
O PS de Tomar torna público o seguinte comunicado, sobre a extinção de Freguesias:
A proposta de lei que pretende tutelar o regime jurídico da reforma administrativa local, reflecte um real e evidente atentado ao poder local e à sua autonomia.
O PS defende uma reforma administrativa, sim, mas não uma reforma feita à pressa, sem estudo e sem princípios orientadores.
O PS defende uma reforma administrativa que seja feita em diálogo com as populações, assembleia municipal e assembleias de freguesia.

O secretariado do Partido Socialista de Tomar aquando da proposta do Documento Verde da Reforma Administrativa Local, percorreu todas as freguesias do Concelho para auscultar as populações e tirou as devidas conclusões.

O Partido Socialista NÃO ACEITA esta nova proposta que exige que se corte 50% das freguesias urbanas e se extinga 35% das freguesias rurais, que no nosso Concelho se traduz na passagem a uma freguesia urbana e a extinção/fusão de 5 freguesias rurais, que são precisamente as que têm vindo ao longo dos anos a perder serviços.

Recusamos fazer uma reforma do mapa das freguesias que se funda exclusivamente em critérios numéricos!
Para os socialistas a génese de Portugal, que teve por base o Municipalismo e o poder local em geral, não pode nem deve, ser administrativamente renegada.
O PS orgulha-se dos seus autarcas e reafirma os valores republicanos e de Abril cuja grande conquista foi o municipalismo e a autonomia do poder local.
O que aqui está em causa é o enfraquecimento do poder local, onde as freguesias são o elo mais fraco, de interesses partidários camuflados, tão bem camuflados quanto o próprio termo "agregar" em vez de extinguir.

Recusamos a extinção de freguesias no concelho de Tomar e tudo faremos para que o governo PSD e CDS oiça os nossos autarcas e a população de Tomar através das assembleias de freguesia.

quinta-feira, dezembro 29, 2011

Conferência de Imprensa do PS sobre crise política em Tomar

Na sequência de comunicado apresentado à comunicação social pelo Presidente da Câmara PSD, acusando a oposição de ser a responsável pelas dificuldades que o Concelho atravessa, o PS deu ontem , às 18H30 uma conferência de imprensa, pela voz da sua Presidente Anabela Freitas, Veredores José Vitorino, Luis Ferreira e Deputado municipal Hugo Cristóvão.

Créditos para http://radiohertz.pt



Carlos Carrão, Presidente da Câmara de Tomar, chamou os jornalistas para ler um comunicado e no final não quis responder a quaisquer questões. No texto, critica a oposição e refere que no próximo ano os cidadãos esperam que «o Município não deixe de honrar os seus compromissos, pagando as dívidas assumidas, designadamente à ParqT, mas tenha como grande preocupação assegurar o pagamento dos salários dos seus trabalhadores e apoie os mais desfavorecidos do Concelho»
O PS considera este facto uma total e oportunista DEMAGOGIA, visto que foi precisamente nestes sectores que a Revisão Orçamental retirou verbas. Foi também nestas rúbricas que a proposta chumbada de orçamento para 2012 retirava verbas.

O PS avisa, há longo tempo para a necessidade de diálogo e articulação entre os diferentes partidos e grupos políticos, pelo que se o PSD, em lugar de demonstrar mau perder, com DUAS RECUSAS DE REVISÃO ORÇAMENTAL E UM ORÇAMENTO, devia assumir que tem de mudar de rumo, de forma de lidar com a adversidade e procurar apresentar soluções para resolver o problema que criou.

Recorde-se que ontem foi chumbado pela segunda vez o documento relativo à 1º revisão orçamental que tinha por objectivo cabimentar 6,5 milhões de euros que o município de Tomar terá que pagar no âmbito do processo ParqT. Tal documento já havia sido chumbado por aquele órgão em reunião realizada a 25 de novembro tendo ontem sido submetido novamente à apreciação da Assembleia sem que nele fossem introduzidas quaisquer alterações.

FOI O PSD que unilateralmente DECIDIU aprovar o acordo em tribunal Arbitral, ao qual decidiu apelar, depois de ter sido o único partido que em Setembro de 2000, aprovou a concessão, que conduziu à actual situação.

O PS até hoje não tem sequer o documento do Tribunal, muito havendo ainda por esclarecer do porquê deste acordo ter sido realizado e decidido à revelia de quase todos os autarcas. 

O PSD cria há 14 anos seguidos problemas ao Concelho, não articulando ou dialogando com ninguém até hoje qualquer solução para este e outros problemas: MERCADO, CONVENTO STA IRIA, HABITAÇÃO SOCIAL, RESOLUÇÃO DO PROBLEMA DO FLECHEIRO, PROTOCOLOS COM AS JUNTAS DE FREGUESIA, APOIO ÀS ASSOCIAÇÕES, À CULTURA, AO DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO, só a títulod e exemplo.
É a segunda vez que o actual Presidente lida mal com os direitos elementares da democracia, nomeadamente a expressão do voto. Estão simplesmente com um problema de aceitação das regras da democracia. O direito ao voto e o direito à opinião são direitos fundamentais em Democracia. A maioria dos autarcas do Concelho RECUSARAM os documentos aprovados exclusivamente pelo PSD. Cabe ao PSD propor novas soluções para o problema que criou. Este comunicado mais não é do que uma declaração de guerra aos Tomarenses.


Adenda à Conferência de Imprensa:
RÚBRICAS objecto de alteração/anulação/redução na Revisão Orçamental de 2011 e Orçamento de 2012, QUE NÃO FORAM APROVADOS

1.      1. PRINCIPAIS VERBAS E INVESTIMENTOS QUE SAIRIAM DO ORÇAMENTO DE 2012
a) EN349-3 entre a Praceta Infante D.Henrique e as Algarvias (2.954.685€)
b) Variante à Serra (2.699.823€)
c) CM1119, entre S.Pedro e Quinta do Falcão (470.000€)
d) EM525, entre Carregueiros e S.Simão (360.000€)
e) EM531, troço entre o Carril e Ponte do Bairrol (752.522€)
f) Acesso imediato na passagem superior na EN110 (151.275€)
g) EM526, entre o Prado e o limite do Concelho (365.985€) – com deliberação aprovada em reunião de Câmara, pelo que a sua não inclusão constitui uma ilegalidade
h) EM535, entre Murteira e o limite do Concelho (360.000€)
2. 2. PRINCIPAIS VERBAS E INVESTIMENTOS QUE SERIAM REDUZIDOS NO ORÇAMENTO DE 2012
a) Transferência para Juntas de Freguesia (redução de 700.000€ para 630.000€)
b) Parcerias com as Juntas de Freguesia (redução de 200.000€ para 150.000€)
c) Subsídios e outros apoios às colectividades (redução de 510.000€ para 500.000€)
d) Equipamento p/Mercado e Feiras (redução 262.000€ para 45.000€)
e) Mercado Municipal (redução de 100.000€ para 30.000€)
f) Divulgação do Património de Tomar (redução de 50.000€ para 20.000€)
g) Conservação e remodelação de instalações desportivas (redução de 300.000€ para 200.000€)
h) Projecto de construção de Praias fluviais (redução de 10.000€ para 5.000€)
i) Remodelação e beneficiação dos sanitários públicos (redução de 50.000€ para 10.000€)
j) Reordenamento de trânsito e segurança rodoviária (redução de 476.000€ para 30.000€)
l) Projectos de “Acção social e apoios diversos” (redução global de 105.000€ para 90.000€)
m) Projectos de “Habitação e reabilitação” (redução global de 10.000€ para 2.000€)
n) Projectos de “Habitação, construção e recuperação”, de índole social (redução de 1.718.750€ para 520.000€)
o) Projectos de “Outros apoios no âmbito social” (redução de 10.000€ para 5.000€)
p) ÁREA SOCIAL – redução global de 1.843.750€ para 617.000€ (-66,5%)
q) Subsídios a alunos carenciados (redução de 40.000€ para 30.000€) (-25%)
r) Projectos nos Bombeiros Municipais e Protecção Civil (redução global de 485.000€ para 365.000€)
s) Loja do Cidadão (redução de 50.000€ para 10.000€)
3. PRINCIPAIS PROJECTOS QUE SERIAM INTRODUZIDOS NO ORÇAMENTO DE 2012, ou seja seriam estas as PRIORIDADES DA CAMARA para 2012(!)
a) Parque de Estacionamento da Praça da República +6.475.000€
b) Parque de Estacionamento de Autocarros de Turismo, nos terrenos da messe de oficiais propriedade do exército que só os disponibiliza através de aluguer + 275.468€
c) Festival Estátuas Vivas +175.000€ (desaparece o projecto Tomar Cidade Templária com o valor de 102.564€)
d) Museu do Brinquedo + 404.019€
e) Edifício para cafetaria na zona desportiva + 146.917

quinta-feira, julho 21, 2011

Eleições

Eleições amanhã na sede do PS em Tomar, entre as 19 e as 23, para o Secretário-Geral e Delegados da concelhia ao Congresso nacional; e também para a Comissão Política Concelhia, de acordo com a convocatória colocada aqui:
http://pstomar.blogspot.com/2011/07/eleicao-da-comissao-politica-concelhia.html

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terça-feira, junho 28, 2011

Reunião da Comissão Política Concelhia

Convocam-se todos os elementos para uma reunião da CPC a decorrer no próximo dia 1 de Julho (sexta-feira) pelas 21h na sede do PS, com a seguinte Ordem de Trabalhos:


1 - Informações;
2 - Análise e actualização do Regulamento Financeiro da Concelhia;
3 - Análise da situação do Mercado Municipal de Tomar;
4 - Análise da situação do "Parque T";
3 - Análise dos resultados das eleições legislativas e da situação política e social;
4 - Outros assuntos.

O Presidente da CPC
Hugo Cristóvão

segunda-feira, abril 11, 2011

XVII Congresso Nacional do PS

 Decorreu este fim de semana em Matosinhos o XVII Congresso Nacional do PS.

Neste foi reeleita a camarada Anabela Freitas para a Comissão Nacional, do qual faz também parte po inerência da JS nacional, o camarada Hugo Costa.

Além dos delegados efectivos e inerentes, estiveram presentes vários militantes da concelhia, alguns dos quais nas fotos aqui colocadas.

terça-feira, março 29, 2011

Comissão Política Concelhia

Convocam-se todos os elementos para uma reunião da CPC a decorrer no próximo dia 1 de Abril (sexta-feira) pelas 20:30 (ou seja, à luz dos estatutos começa 30 min depois, portanto às 21h) na sede do PS, com a seguinte Ordem de Trabalhos:


1 - Informações;
2 - Informações sobre o trabalho dos autarcas municipais;
3 - Análise e discussão da situação política e social;
4 - Outros assuntos.

O Presidente da CPC
Hugo Cristóvão

sexta-feira, março 25, 2011

Eleições para o Congresso Nacional

Hoje, entre as 17 e as 21h realizam-se eleições para o Secretário Geral do PS e respectiva Moção Política, os delegados da concelhia ao Congresso Nacional, e também para a Presidente das Mulheres Socialista.

A lista de Delegados da concelhia ao Congresso Nacional é a seguinte:

Lista A
Anabela Estanqueiro
Celeste Nunes
Américo Freire
Mariana Carvão
Leonel Graça
Susana Faria
Hugo Costa
José Vitorino
Anabela Freitas

As Moções Globais de Estratégia e respectivos candidatos a Secretário-geral são as seguintes:
-A- Moção “Defender Portugal, Construir o Futuro” - 1º Subscritor José Sócrates
-B- Moção “ Mais PS, Portugal como desígnio de si próprio” – 1º Subscritor Jacinto Serrão
-C- Moção “Democracia e Socialismo”– 1º Subscritor António Brotas
-D- Moção PS Vivo, Portugal Positivo - 1º Subscritor Fonseca Ferreira

As candidatas a Presidente do Departamento Nacional das Mulheres Socialistas são:
A - Maria Manuela Augusto
B - Catarina Marcelino


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Também hoje, após o fecho da urnas, realiza-se reunião de secretariado e autarcas da concelhia de Tomar.

domingo, março 13, 2011

Eleição do Secretário Geral

Está em curso a preparação do XVII Congresso Nacional do PS e a eleição do Secretário-geral e demais orgãos.

As listas de candidatos a Delegados ao XVII Congresso devem ser entregues ao Secretariado da Concelhia ou na Sede da Federação, que as remete, imediatamente, ao Secretariado da Concelhia(n.º1, art.º 8, do Regulamento da Eleição dos Delegados ao XVII Congresso Nacional do PS).

A Entrega das listas de delegados deve ser efectuada até 20 de Março.

Em Tomar as eleições para os delegados ao Congresso serão dia 25, entre as 17 e as 21h, na sede do partido.
(relembra-se para ter capacidade eleitoral activa os militantes têm de ter mais de seis meses de militância e as quotas em dia)

O Congresso realiza-se de 8 a 10 de Abril na Exponor em Matosinhos.

mais informações aqui.

quinta-feira, fevereiro 03, 2011

XVII Congresso Nacional do PS

No passado Domingo dia 30 de Janeiro reuniu a Comissão Nacional do Partido Socialista.

A reunião teve como propósito marcar o XVII Congresso do PS, agendado para os dias 8, 9 e 10 de Abril, no Porto. A Comissão Nacional do PS a marcação do Congresso Nacional e ainda os seus Regulamentos e a Comissão Organizadora do Congresso (COC) presidida pelo camarada Joaquim Raposo.
A restante COC inclui ainda Manuel Seabra, Ana Couto, Artur Penedos, Miguel Coelho, Isabel Santos, Acácio Pinto, Paula Barros, Paulo Pisco, Eurídice Pereira, Sérgio Viana, Alexandra Moura, e o tomarense Hugo Costa.

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sábado, dezembro 11, 2010

reunião de CPC - nova data

Uma vez que a reunião de câmara onde serão levados assuntos presentes na Ordem de Trabalhos da nossa próxima reunião, vai afinal realizar-se já esta quarta-feira, venho por esta forma convocar a CPC para reunião a realizar terça dia 14 pelas 20h30m, na sede do PS, com a seguinte Ordem de Trabalhos:

1 - Informações;
2 - Análise e tomada de posição face à Reestruturação Orgânica do Município;
3 - Análise e tomada de posição face à opção gestionária tomada pelo Município;
4 - Análise e tomada de posição sobre o Plano de Orçamento e Mapa de Pessoal do Município para 2011;
5 - Outros assuntos.

Se à hora marcada não estiver presente a maioria simples dos membros, a reunião inicia-se 30m mais tarde.

O Presidente da CPC

quinta-feira, dezembro 09, 2010

adiamento da reunião da CPC

Aos camaradas dirigentes da CPC:


Devido aos infelizes acontecimentos da passada terça, e porque não é provável que o Orçamento do Município seja levado a aprovação na reunião da CMT já na próxima semana mas apenas na seguinte, a reunião da CPC marcada para amanhã é adiada uma semana para o dia 17 de Dezembro, no mesmo local à mesma hora.

A título de informação, recorda-se que entre os muitos atingidos pela tormenta estão vários camaradas dirigentes e militantes.
É nos momentos difíceis que se testa a capacidade do ser humano e da sua Solidariedade.


O Presidente da CPC

terça-feira, dezembro 07, 2010

Comissão Política Concelhia

Convocam-se todos os membros da Comissão Política Concelhia, para uma reunião a realizar sexta dia 10 pelas 20h30m, na sede do PS, com a seguinte Ordem de Trabalhos:


1 - Informações;
2 - Análise e tomada de posição face à Reestruturação Orgânica do Município;
3 - Análise e tomada de posição face à opção gestionária tomada pelo Município;
4 - Análise e tomada de posição sobre o Plano de Orçamento e Mapa de Pessoal do Município para 2011;
5 - Outros assuntos.

Se à hora marcada não estiver presente a maioria simples dos membros, a reunião inicia-se 30m mais tarde.


O Presidente da CPC

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quarta-feira, novembro 17, 2010

Tomar com 4 elementos no Secretariado distrital

Em resultado da primeira reunião da Comissão Política Distrital, eleita após o último Congresso da Federação de Santarém do PS, foi eleito o Secretariado da Federação.                                                                                              Os nossos camaradas Anabela Estanqueiro e Luis Ferreira farão assim, durante os próximos dois anos, parte da direcção distrital dos socialistas.
O Secretariado da Federação é ainda composto por Paulo Fonseca, que preside, Anabela Freitas como coordenadora do Departamento Federativo das Mulheres Socialistas, Hugo Costa como Presidente da JS Ribatejo, Sónia Sanfona, António Gameiro, Maria da Luz, João Sequeira, Rosa do Céu, Inês Maurício e José Luis Cruz.


sexta-feira, outubro 08, 2010

Eleições Distritais

Abrem hoje às 17h (com fecho às 21h) as urnas na sede do PS de Tomar, para a realização de eleições que acontecem este fim-de-semana em todas Federações do país.
A eleição para o Departamento Federativo da Mulheres Socialistas, cuja candidata a presidente é a camarada Anabela Freitas.

A eleição para Presidente da Distrital, cujo candidato é o camarada Paulo Fonseca.

A eleição dos delegados da concelhia de Tomar ao Congresso Distrital a realizar dia 23 em Benavente, cuja lista é a seguinte:

20523     António Leonel M. Graça
93202     Anabela Rosa de Almeida Estanqueiro
79183     Hugo Miguel Carvalheiro Santos Costa
108054   Vasco Miguel Reis Marques
83220     Susana Alexandra Ferreira Faria
114316   Maria Celeste F.G. Clérigo Santos
91223     José Becerra Vitorino
93200     António Manuel Alves Cúrdia
80218     Américo Duarte Freire
23345     Mª de Fátima R.C. Graça Duarte
114588   Sílvia Catarina Henriques Sousa
91222     João Artur Hintze P. Cardoso Delgado
115727   Filipa Margarida C. Cardoso
23414     Fernando Costa Graça
108329   Mariana Encarnação Botete Carvão
93201     Carlos Alberto Silva Lopes
121839   Sebastião Manuel Noiva Rodrigues
93191     Sílvia Alexandra Ferreira Marques
107679   Miguel Freitas Gonçalves
108327   Mónica Alexandra Antunes Martins
71397     Tiago Rodrigo Henriques Costa
86772     Patrícia Raquel Antunes Ferreira
18993     Jerónimo Costa Carrão Henriques
121838   Ana Filipa Nunes Ramos
34080     Artur Frias Oliveira
18610     Paulo Alexandre Mourinho Arsénio

88991     Hugo Filipe Silva Paulo Lucas
18588     Arlindo Conceição Costa Nunes
80169     Joana Sofia Gaspar Nunes
77825     Luís Manuel Duarte Calado
62748     José Manuel Fortunato Pereira
115727   Zita Carla Freire Figueiredo
111633   João Pedro Ferreira Salvador
31469     João Tiago Rodrigues Ribeiro
9508       Maria Conceição Marques
93190     João Mário Perna Carvalheiro
107655   Marina Sofia Ferreira Policarpo
76274     Bruno Filipe Batista Homem
72905     Bruno José Barradas Cruz
43265     Anabela Gaspar Freitas

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terça-feira, outubro 05, 2010

Comissão Política Concelhia

Convocam-se os elementos da CPC para uma reunião a realizar sexta-feira dia 8, pelas 20:30 na sede do PS em Tomar. Nos termos dos estatutos, não estando a maioria dos elementos presentes, a reunião começará 30 minutos mais tarde.
A Ordem de Trabalhos é a seguinte:

1. Informações;
2. Ponto de situação da gestão camarária e do acordo de partilha de gestão com o PSD;
3. Outros assuntos.

O Presidente da CPC
Hugo Cristóvão

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Eleição do Presidente da Federação e dos delegados ao Congresso Distrital

Realizam-se na próxima sexta-feira dia 8, entre as 17 e as 21h, as eleições para o Presidente da Federação Distrital e para os delegados ao Congresso Distrital a decorrer dia 23 em Benavente.

O candidato único a Presidente da Federação Distrital é o actual Presidente, Paulo Fonseca.

Tomar terá 26 delegados eleitos mais os delegados inerentes que são vários. A lista de delegados de Tomar, 26 efectivos  mais 13 suplentes (no mínimo), é encabeçada pelo camarada Leonel Graça.

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terça-feira, abril 13, 2010

Notícias da CPC

Decorreu no passado dia 10 de Abril a primeira reunião da nova Comissão Política Concelhia do PS de Tomar, tendo como pontos principais a eleição do Secretariado completando assim a tríade de órgãos directivos (Presidente, Comissão Política Concelhia, Secretariado), e ainda a Mesa Eleitoral para os actos electivos e outros considerados relevantes a ocorrer durante a vigência do mandato.

Informada a CPC dos encontros semanais da concelhia com membros do Governo, foram ainda tratados outros assuntos. Destes destaca-se a governação autárquica nestes 5 meses de mandato, com especial incidência nos pelouros tutelados pelos vereadores socialistas, José Vitorino e Luís Ferreira. Sobre estes foram abordadas algumas das dificuldades encontradas bem como algumas estratégias para as superar, bem como as principais linhas de actuação como forma de alcançar os fins políticos e de gestão desses pelouros.

Foi também abordado de forma global o estado da coligação com o PSD, reforçando o Presidente da concelhia que até ao momento não existiu qualquer reunião formal com os novos órgãos concelhios do PSD, realçando o bom espírito de trabalho que está a decorrer com os autarcas do PSD na Câmara, em particular com o Presidente.
Foi também decida a realização do almoço de 25 de Abril cujos pormenores serão divulgados oportunamente.

Posteriormente reuniu já o secretariado tendo onde entre mais, decidiu recomendar aos vereadores socialistas, a abstenção na aprovação do relatório de contas de gerência da Câmara e dos SMAS.

Constituição do Secretariado:
Hugo Cristóvão (Presidente CPC)
Hugo Costa
Joana Nunes
Leonel Marques
Vasco Marques
Arlindo Nunes
Susana Faria (JS)

Constituição da Mesa Eleitoral:
Joaquim Segorbe
Anabela Estanqueiro
Hugo Costa

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segunda-feira, abril 12, 2010

Entrevista ao presidente da concelhia

A entrevista completa do presidente da Comissão Política Concelhia, Hugo Cristóvão, ao jornal Cidade de Tomar de 9 de Abril.

CT – A apresentação de uma só lista às eleições, significa que conseguiu unir o PS Tomar ou a corrente dos históricos já desistiu da liderança concelhia do PS?

Bom, em primeiro lugar não sei bem o que entende por corrente dos históricos, uma vez que a generalidade daqueles que podemos considerar históricos do PS em Tomar, ou estão na minha lista ou não estando são apoiantes. E relembro que já no anterior mandato concorri em lista única.

A verdade é que o PS em Tomar viveu alguns momentos mais conturbados, que vinham já dos tempos em que o PS esteve à frente da CM de Tomar e a consequente perda, que provocou tempos de instabilidade e conflito que finalmente serenaram. Hoje, e já de há algum tempo, o PS Tomar é um espaço de objectivos concordantes que têm no concelho e nos tomarenses o foco de atenção, o que é muito mais importante que quaisquer ambições pessoais, por mais que estas possam ser legítimas.

Claro que isto não quer dizer que estejamos sempre todos de acordo, estranho e improfícuo seria se assim fosse. É natural que existam vozes divergentes, mas importante é encontrar nas diferenças pontos comuns e saber distinguir o acessório dos grandes propósitos, descobrindo nessas diferenças aquilo que a todo o momento nos torna mais fortes e coesos.

CT – Quais os objectivos e projectos a desenvolver a partir de agora?

O PS estará empenhado em ajudar os seus autarcas, na câmara, na assembleia, nas juntas, a desenvolver o melhor trabalho pelo concelho, com especial enfoque nesta situação desabitual de partilha de gestão, onde a todo o momento procuraremos mediar as diferenças que permitam o cumprimento de duas obrigações: a lealdade assumida no compromisso com os parceiros da coligação, e a lealdade para com o programa que apresentámos e foi votado pelos tomarenses.

Paralelamente, e como é evidente estaremos a trabalhar para, além das eleições de âmbito nacional para as quais queremos contribuir com empenho, como as presidenciais do próximo ano, chegarmos às próximas autárquicas mais fortes, melhor preparados, mais capazes para mostrar aos nossos conterrâneos que o PS tem o melhor projecto e os melhores executantes para sermos depositários da sua confiança. Isso significa planear, discutir, aumentar a participação política, e a todo o momento procurar mais pessoas com vontade e capacidade para trabalhar na causa pública.

A nova Comissão Política do PS de Tomar é o reflexo dessa vontade: maior, renovada, com militantes que combinam a experiência e o conhecimento diversificado dos problemas do concelho e das áreas do saber, com a vontade de intervir e o sangue renovado pelas ideias frescas.

CT – Como analisa o trabalho que está a ser desenvolvido pelos vereadores do PS no executivo camarário?

Penso que nos pelouros tutelados pelos vereadores socialistas começam a sentir-se mudanças claras. José Vitorino no Urbanismo está a arrumar a casa. Todos percebemos que este é um dos mais complexos e sensíveis pelouros da gestão de um município, e onde é fácil deixar acumular problemas que depois se arrastam meses, anos. Um pelouro que é dos que mais mexe com as necessidades concretas dos cidadãos, e onde estes maiores críticas têm apontado nos últimos anos. Parece-me indiscutível que o vereador é, na junção das vertentes técnica e política, o mais preparado para a difícil tarefa que tem pela frente.

Já Luís Ferreira tem pelouros diferentes com contextos e dificuldades diferentes. No caso do Turismo e da Cultura, não poderemos dizer que têm essa premência diária com os cidadãos, mas por outro lado são importantíssimos para a promoção, desenvolvimento e diferenciação do concelho, essencial por isso a vários níveis entre os quais o económico, tendo por exemplo a dificuldade de ter poucos recursos humanos. Já a Protecção Civil uma vez mais é uma realidade totalmente diferente: questões sensíveis ao nível dos recursos humanos, uma grande necessidade de organização, acima de tudo pela natureza das funções que não permitem falhas ou onde as falhas podem originar problemas graves e por isso onde há também muito a fazer.

Temos naturalmente que enquadrar ambos numa situação de coligação onde o PS é minoritário e portanto não tem forçosamente a última palavra e não pode esperar ganhar todos os debates da governação. Além disso, devem igualmente relembrar-se as dificuldades orçamentais que não permitem facilidades.

CT – Passados quase seis meses, depois das eleições autárquicas, que balanço faz da coligação PS/PSD no executivo?

Ainda é um pouco cedo, em todo o caso penso que há transformações evidentes. Por um lado na postura dos eleitos do PSD, a começar no Presidente de câmara, que precisam agora de dialogar e chegar a consensos, enquanto em anteriores mandatos todos sabemos que isso não ocorria sequer entre eles: o que o então presidente António Paiva decidia, como decidia, quando decidia, era assunto fechado e sem discussão.

Penso aliás que é algo que o PSD em Tomar ainda não percebeu, ainda que seja um seu problema. Tanto os eleitos na câmara e na assembleia municipais, como as direcções anterior e actual do PSD, continuam a querer defender a “obra de António Paiva” como sendo uma grande coisa quando começa a ser difícil disfarçar, que todas as condicionantes somadas, os mandatos de António Paiva foram talvez os piores mandatos camarários do pós 25 de Abril.

CT – A recente demissão nos bombeiros e as alegadas acusações ao vereador Luís Ferreira são sinal de que estão a surgir conflitos com funcionários da autarquia?

Estranho seria se não existissem conflitos, porque isso significaria uma de duas coisas: ou que tudo estava bem como estava, ou que estando mal, os vereadores socialistas não estavam a alterar nada. Ora como nenhuma das situações se verifica, é muito natural que esses pequenos conflitos apareçam. Quando as pessoas estão habituadas a um determinado sistema é espectável que não gostem de mudanças, em especial quando isso possa mexer com os seus interesses pessoais. Isso não pode contudo condicionar a acção dos que têm a responsabilidade de ver acima desses interesses para ir de encontro aos da boa gestão dos interesses públicos e colectivos.

Eu não quero referir-me ao caso concreto até porque não o conheço em pormenor, mas todos sabemos que há muito a fazer na correcta gestão dos recursos humanos do município, e que no caso concreto dos bombeiros isso é ainda mais conhecido, e é principalmente do seu próprio interesse, e da imagem colectiva que apresentam junto dos cidadãos, que essas mudanças ocorram.

CT – O que tem para dizer àqueles que não acreditam na coligação e que consideram que é “um casamento com fim anunciado”?

Não sei bem quem são esses. Claro que há alguns a quem interessa que esta partilha de gestão não dê certo, mas desses não só é fácil perceber as razões, como igualmente entender que essas não têm em primeiro lugar os interesses de Tomar e dos tomarenses.

Pelo contrário, a grande maioria dos tomarenses, sei que concorda com esta gestão conjunta. Todos percebem que uma câmara com um partido minoritário será sempre deficitariamente gerida, e que por outro lado, o obrigar de atenuar divergências e procurar pontos comuns e alcançar objectivos superiores às meras querelas partidárias, só pode ser mais vantajoso para a gestão municipal.

O PS como já muito referi, será fiel ao compromisso que assumiu assim se mantenham os considerandos que assistiram a esse entendimento.

A situação do concelho é difícil e há muito a fazer. Perder tempo com novelas de intrigas, interesses menos válidos, e até simples querelas e ódios pessoais não podem ser matérias que movam organizações responsáveis como o são PS e o PSD. Agora é tempo de dialogar e executar, os debates partidários vêm na altura própria. E isto sim, é política séria.

CT – Como analisa a posição do actual presidente da concelhia do PSD?

Se por posição actual entendermos o que disse na sua entrevista ao Cidade de Tomar, parece-me ser a posição correcta e responsável. Claro que será desejável que possamos reunir pontualmente, o que aliás estava previsto com a anterior direcção do PSD, não só para avaliarmos em conjunto o processo de governação, como para discutirmos em pormenor alguns dossiês onde as posições dos dois partidos têm sido mais ou absolutamente divergentes – o caso do Mercado Municipal por exemplo, ainda que neste caso, a posição do PSD, até pelas declarações do novo presidente nessa entrevista, seja agora mais próxima da do PS, e da defendida pela generalidade dos cidadãos.

CT – No âmbito de desenvolvimento do turismo no concelho, o que pensa do projecto do funicular recentemente apresentado?

Seria bom poder-se discutir seriamente esse projecto, significaria que o desenvolvimento turístico estaria já noutro nível, mas infelizmente não há qualquer viabilidade económica para sequer pensar em tal. É verdade que além disso tenho grandes dúvidas que fosse a melhor solução: não só a localização me parece pouco pertinente e atractiva para os turistas, como hoje há soluções para aquela curta distância, que em termos de custos de manutenção, gastos energéticos, impacte paisagístico e outros, parecem ser à partida muito mais interessantes.

CT – Quanto à situação económica e ao encerramento de empresas em Tomar, como vê o facto de, recentemente, uma empresa se ter instalado num concelho vizinho, lamentando não ter tido qualquer resposta por parte da Câmara de Tomar quando a contactou, tendo em conta que o PS defende a criação do Gabinete do Investidor?

Aí está um dos pontos onde as sucessivas câmaras do pós 25 de Abril em Tomar, todas, muito têm falhado. Tomar não sabe receber bem os investidores, numa época em que já nem isso chega, é preciso ir atrás deles! E em muitos concelhos à nossa volta, é isso que tem sido feito. Torres Novas tem sido um grande exemplo, e Ourém tem agora projectos interessantes nessa matéria.

É em primeiro lugar uma questão de filosofia: a Câmara existe para resolver problemas e não para os criar. Mas em especial durante os mandatos de António Paiva isso não aconteceu. Depois, compreendendo e assimilando essa filosofia, com princípios de pragmatismo e pró-actividade, é preciso organizar os serviços da câmara e incutir nos recursos humanos os mesmos princípios. O gabinete do investidor é um bom exemplo disso mesmo, mas muitas vezes, e até pessoas com responsabilidade, nem o conceito assimilam. O gabinete do investidor não é um sítio onde está um ou mais funcionários à espera que apareça o investidor. É sim, existirem funcionários com atribuições específicas, acompanhadas por formação e instrumentos, para que sempre que apareça um investidor com um projecto, o mesmo seja imediatamente acompanhado, aconselhado, encaminhado. Mas como comecei por dizer isso não chega, é preciso ir atrás dos investidores, criar razões para que venham até ao concelho. E não é preciso inventar muito, basta com alguma diferenciação de identidade e projecto, seguir as boas práticas que outros já executam.

CT – Em sua opinião, quais as obras e/ou acções mais urgentes em Tomar?

Aquelas que o PS defendeu no seu programa, questões concretas como uma resolução definitiva para o problema do mercado municipal, e que passe sempre pela manutenção do mercado de frescos naquele local; a dignificação da nossa maior praça, a Várzea Grande; pensar no centro histórico como um todo e dotar-lhe identidade competitiva, a filosofia de centro comercial de ar livre; começar a pensar no que fazer com a antiga FAI; resolver a questão do Convento de Santa Iria, e ajudar a encontrar uso para as antigas instalações do hospital militar; recuperar os principais centros urbanos das freguesias; apoiar as associações com estratégia e perceber que ali está um imenso potencial de entre mais, promoção desportiva, cultural e turística, com capacidade de criação de riqueza e emprego; ou acções mais amplas, como olharmos mais para os dois rios e usá-los para promover o concelho; o mesmo com o Convento e todo o património arquitectónico que ainda não soubemos explorar economicamente; elevar a festa dos tabuleiros a um outro nível de promoção e encontrar formas mais regulares de cartaz de ofertas, apostando no que fazemos de melhor e procurar também alguns novos eventos, percebendo que por exemplo uma forte aposta no turismo sénior pode ser uma boa valência para Tomar, especialmente quando conjugada com outros factores, tal como a proximidade de Fátima; e resolver o problema do Flecheiro e da comunidade que lá vive; e olhar para os jovens como garante de futuro, encontrar incentivos à sua fixação, por exemplo através de bolsas de habitação a custos controlados; e tanto tanto mais, que talvez seja bom começar pelo aparentemente mais simples: reorganizar os serviços da câmara, estimulá-los, dotá-los de melhores capacidades, gerir bem os recursos, aproveitar as tecnologias, aproveitar a formação e prestar a inexistente aos funcionários, pôr a cada dia mais, os serviços do município ao serviço de quem se destinam, de Tomar e dos seus habitantes.

CT – Como presidente concelhio do PS de Tomar, partido do Governo, qual a sua opinião acerca do PEC?

É preciso que se perceba que logo por princípio um Programa de Estabilidade Económica não é algo bom. Ou seja, se tudo estivesse bem não seria necessário. Mas a verdade é que a crise mundial que atravessamos, ampliada por algumas questões estruturais no caso português, obriga a que se encontrem formas de ultrapassar essas dificuldades, equilibrar as contas públicas e relançar a economia, normalizando o sistema que permita o desenvolvimento sustentado do Estado-Providência.

Claro portanto que nele constam medidas difíceis que, seguramente a um socialista não agradam. Como sejam por exemplo alguns cortes ao nível dos apoios sociais. Era também importante, apesar deste Governo ter procedido ao maior aumento de sempre do salário mínimo, que os salários mais baixos por exemplo até 1000 euros, não fossem congelados, enquanto que noutras questões se poderiam encontrar cortes mais justos, por exemplo nas acumulações de reformas elevadas, em especial de aposentados da Administração Pública, que depois continuam a prestar serviços para o sector público.

CT – Uma mensagem para os tomarenses…

Aos tomarenses digo o que sempre digo perante a vida: que não se conformem nem se alheiem, que critiquem, que exijam, mas que o façam com conteúdo, que não se limitem a repetir as críticas que a outros ouviram, que formem a sua própria opinião, que procurem saber o porquê das coisas e as consequências das causas. Que procurem contribuir para uma comunidade mais desenvolvida e capaz, que não desistam perante as contrariedades, e que acreditem e desenvolvam, em especial os mais jovens, as potencialidades de Tomar.

E que, conforme as suas ideologias, participem nos partidos e na discussão política. Não existe sociedade sem discussão política e assim, quanto mais e melhores nela participarem, melhores serão os resultados colectivos.

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