Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
sábado, abril 23, 2005
CARLOS SILVA CONFIRMADO COMO CANDIDATO A PRESIDENTE DE CÂMARA
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
sexta-feira, abril 22, 2005
NOMEAÇÃO DE UM TOMARENSE PARA SERVIÇOS REGIONAIS DE SAÚDE
O Gabinete de Imprensa
sábado, abril 16, 2005
PS CONTINUA PROCESSO DE DECISÃO SOBRE CANDIDATOS AUTÁRQUICOS
O Secretariado do PS, decidiu na sua reunião de 15 de Abril, estarem reunidas todas as condições para dar continuidade ao processo de decisão dos candidatos às autarquicas de 2005, pelo que nos termos dos Estatutos do PS, nomeadamente das alínea b) do nº1 do seu Artº91º e alínea d) do Artº41º, bem como do estipulado no §2 do nº3 do Artº4º do Regulamento de escolha dos candidatos do PS às Autarquicas de 2005, é convocado pelo Presidente, a Comissão Política Concelhia, a realizar na sede do Partido em Tomar:
SÁBADO, dia 23 de Abril de 2005, 11H00
Ponto um:
Ratificação da escolha do cabeça de Lista do PS à Câmara Municipal de Tomar.
Ponto dois:
Informação sobre a disponibilidade de candidatura para diversas Juntas de Freguesia do Concelho.
Nota: Nos termos dadeliberação aprovada na última Comissão Política (9/4/2005), termina às 11H00 de Sábado, dia 23 de Abril, o prazo para a demonstração de disponibilidade para integração na Lista à Câmara Municipal, nos termos do nº5 do Artº4º do já referido Regulamento.
quarta-feira, abril 13, 2005
COMUNICADO
O Secretariado da Federação tomou conhecimento de todo o processo de escolha do candidato ao qual não colocou qualquer objecção, reconhecendo ao mesmo tempo plena autonomia à Secção de Tomar na continuidade do processo.
Assim, realizar-se-á uma Comissão Política Concelhia a acontecer dentro das próximas duas semanas, a fim de ratificar o nome do candidato de acordo com as disposições regulamentares em vigor.
Cumprida esta formalidade e porque dentro dos prazos estabelecidos nenhuma outra candidatura foi apresentada, qualquer discussão em torno de outro nome para cabeça de lista à Câmara Municipal de Tomar pelo PS será destituída de sentido.
O candidato a Presidente de Câmara pelo PS é já público e incontornável, será Carlos da Piedade Silva.
O Gabinete de Imprensa do Partido Socialista de Tomar
domingo, abril 10, 2005
CARLOS SILVA INDIGITADO CABEÇA DE LISTA DO PS À CÂMARA DE TOMAR
Carlos da Piedade Silva, de 55 anos, Técnico Tributário na Repartição de Finanças de Tomar, ex-Presidente da Junta de Freguesia de Santa Maria dos Olivais (1993-97), foi indigitado pela Comissão Política do PS, em votação secreta que recolheu o apoio de 17 dos 30 membros que votaram, à qual assitiu o Presidente da Federação do PS, em exercício, Fernando Pratas.
O nome de Carlos Silva será agora ratificado, primeiro pelo Secretariado da Federação, que se reunirá nesta segunda-feira, dia 11 de Abril e em posterior reunião da Comissão Política Concelhia.
Esta escolha, claramente maioritária e sem alternativa proposta, foi tomada depois de mais de dez intervenções, evidenciando a importância das qualidades de Carlos Silva enquanto cidadão, homem sério e solidário, perfil considerado mais do que adequado para coordenar a vasta equipa de candidatos que o PS apresentará às eleições de Outubro.
Carlos Silva apresentou-se, com a seguinte intervenção:
Caros camaradas,
Sou um homem que tem passado pela vida com uma preocupação essencial, tentar vivê-la feliz, e naquilo que me é possível, ajudar aos que me rodeiam também eles atingir essa felicidade, pois será também a minha. E penso que sou reconhecido como tal.
Sou um homem com 55 anos, 55 anos crescidos, vividos, sofridos por vezes, em Tomar.
Sou um nabantino de gema, que tenho orgulho em o ser, e que penso ser reconhecido nesse orgulho.
Uma única vez tive um cargo político, no mandato que fiz à frente da Junta de Santa Maria dos Olivais, e ao qual não me quis recandidatar por razões pessoais, mas também outras mais negativas e que forma geral, penso que os militantes do Partido conhecem.
Penso no entanto, que o meu trabalho à frente da Junta, a maior do concelho, e com toda a importância social e eleitoral que tem, ter sido reconhecido como bom, e tendo também aí contribuído para uma imagem positiva do Partido.
Penso que é isso que tenho feito sempre, as pessoas conhecem-me e sabem que sou do PS, sou solicitado pelas câmaras dos jornalistas, à minha volta cria-se empatia, tenho fortes amigos em todos os quadrantes políticos, mas é ao PS que entrego o meu esforço, a minha disponibilidade. Tenho a certeza que o reconhecem.
Sei que não sou o candidato perfeito, como sei que ele não existe.
Sei das enormes dificuldades em ganharmos à actual maioria na Câmara, sei bem quais as probabilidades com que partimos para o combate.
Sei que para as nossas dificuldades também muito contribui a imagem externa do partido, do qual todos somos culpados. Mas tenho a noção de me encontrar um pouco à margem dessas situações, por, penso eu, nunca ter contribuído para elas. Estive disponível para o Partido, e para os do Partido, sempre que me quiseram. E penso que o mostro mais uma vez, consciente das dificuldades que encontrarei, certo que em nada preciso do Partido, e que mais fácil era ficar de fora, ao disponibilizar-me para um lugar desejado por muitos, mas levado a sério, penso eu, por poucos.
Acreditem se quiserem, mas até há bem pouco não pensava vir a disponibilizar-me para esta tarefa. Trabalhei sim, com empenho, com entrega, no seio de um grupo e de um projecto, para que outros pudessem aqui chegar. Mas são assim as lições da vida, e todos até ao último dia estamos a aprender. As pessoas, por uma razão ou por outra, nem sempre são o que parecem ser, umas mudam, outras escondem, outras mentem.
A verdade é que para mim o mais importante são os valores, a humanidade de uma pessoa, e mais importante não foi a decepção de ter perdido um candidato a Presidente de Câmara, ou a sensação de me ter empenhado por uma pessoa que afinal desiludiu, e mostrou enfim, não ser bem o que parecia ser. O pior e o mais importante sim, foi a sensação de ter perdido um amigo.
Essa sensação, tenho-a aqui todas as vezes que nos reunimos, este espaço que deveria ser o de um grande grupo de amigos, que se encontravam para discutir, e debater pontos de vista, respeitando e aceitando-se no entanto; sem atropelos, sem ódios, sem tentativas de uns aos outros se destruírem.
Gostava de ver um partido unido, com uma imagem de credibilidade, de competência, de diferença, de alternativa. Temos o que temos.
Não é tempo de suspirar, não é tempo de conspirar, não é tempo de destruir.
É tempo de coragem, é tempo de disponibilidade, é tempo de humanidade, é tempo de seguir em frente, estejam os que estiverem.
Sei que não agradarei a todos, como ninguém agradaria. Sei o que me vão apontar, como outros argumentos apontariam, a outro que fosse o candidato.
Nos anos que a vida já me leva, fui aprendendo muito, com erros, com certezas, com amigos, com colegas, e até com aqueles que por uma razão ou por outra menos gostam de mim. Chegado a esta fase, sei o que me deve preocupar, e na vida há poucas coisas realmente importantes, no meio de tudo aquilo que não interessa.
O que me deve preocupar, e o que deveria preocupar a todos, é o tentar fazer algo com o algo que temos, caminhar em frente, que o tempo é curto.
Tenho ideais, tenho projectos, mas eu não quero que aceitem as minhas ideias ou o meu projecto, quero sim que o Partido Socialista tenha um projecto, que os socialistas tenham ideias, e que todos as possamos levar à prática.
Desejo um concelho mais moderno, mas sem esquecer o seu passado.
Temos uma cidade cheia de monumentos, e onde os melhores e mais importantes são as pessoas, não podemos nunca esquecermo-nos disso. É para as pessoas que temos de trabalhar, é nelas que temos de pensar, é a melhoria da sua vida que deve ocupar os nossos objectivos e é esse objectivo que quero para a Câmara Municipal.
É para o futuro desta cidade, e para o futuro dos nossos.
Eu tenho dois filhos ainda a estudar. Gostava muito que depois de acabados os seus estudos, eles tivessem a oportunidade de poder continuar a viver por cá. Não é isso que gostávamos todos?
Eu não sei se podemos, ou se vamos ou não ganhar, mas precisamos de acreditar nisso. Precisamos que todos acreditem.
E eu quero levar este Partido e os que com ele vierem, a cada porta, a cada casa, a cada tomarense e dizer-lhe que temos pessoas preocupadas, que temos projectos, que temos ideias, que temos vontade, que temos ambição para fazer algo diferente por Tomar.
Dizer-lhes que amo tanto esta terra quanto eles. Dizer-lhes que posso ser um recipiente da sua confiança, que serei olhos e ouvidos para ver e ouvir as suas preocupações. Dizer-lhes que há, que podem ter uma esperança, e que todos e cada um de nós tem que nela acreditar.
E gosto de pensar que as pessoas me conhecem, e que sabem que lhes falarei verdade.
Dizer-lhes que seremos na autarquia, os exemplos da determinação, os exemplos da verdade, os exemplos da honestidade.
Dizer-lhes que queremos uma cidade de progresso, sem se desviar do que sempre foi: uma cidade bonita, pacata e no entanto líder duma região. Uma cidade onde apeteça e seja de facto possível, para todos, viver. Uma cidade onde o rico e pobre possam igualmente viver, e ter iguais oportunidades.
Uma cidade de igual acesso ao Desporto, onde não só os que o podem pagar o possam praticar.
Um concelho onde a Cultura seja para todos, e feita em primeiro lugar, por aqueles que por cá, no terreno, se esforçam, lutam, por a fazer e por a mostrar.
Um concelho onde o Associativismo, grande riqueza da nossa terra, seja de facto, apoiado.
Um concelho de Emprego, e se empregos não vierem para a nossa terra, então teremos que correr atrás deles, e das empresas que os puderem criar, e trazê-las para cá, dar-lhes oportunidades, incentivos, para que por cá fiquem e por cá prosperem.
Um concelho onde quem viva nas freguesias tenha as mesmas oportunidades que os que vivem na cidade. Um concelho onde viver nas freguesias seja tão fácil como viver na cidade.
Onde os serviços sejam rápidos, simples, e justos no seu preço.
Um concelho onde os mais novos sejam estimulados e os mais velhos sejam acarinhados e acompanhados.
Uma cidade reconhecida, visitada, carismática. Uma cidade onde o Turismo, aliado à Cultura, ao Desporto, aos Eventos de variadas ordens, sejam um pulsar da nossa economia e da jovialidade da nossa terra.
Lembrar a todos que fomos terra de cavaleiros, que fomos refúgio de pensadores, que aqui se planearam as descobertas.
Temos história, beleza e tradições. E temos um futuro que precisamos de preparar desde já.
Não quero ser um Presidente de gabinete, nos gabinetes devem estar os técnicos, quero ser um Presidente que esteja ao lado dos seus cidadãos, um Presidente que vá onde os problemas estiverem, que vá onde sentir que é necessário, e onde as pessoas o pedirem.
Quero ser um Presidente em que os cidadãos confiem, que saibam o sente realmente e não o que diz nos discursos.
Sou desta terra, toda a vida fui desta terra, e o que quero é o que quero para mim, que os que nela vivem, vivam felizes.
Sou uma pessoa orgulhosa, sei que o sabem, e o orgulho que tenho em mim próprio, é o orgulho que quero que esta terra tenha em si mesma, o orgulho que cada tomarense sinta ao dizer que é de Tomar. É algo que nos é próprio, o orgulho dos tomarenses, mas que tão em baixo tem andado. É esse orgulho que quero ajudar a restaurar.
Por isso, me disponibilizo para ser o candidato do Partido Socialista à Câmara Municipal de Tomar.
sábado, abril 09, 2005
MOÇÃO DE CONFIANÇA NO PRESIDENTE DO PS DE TOMAR APROVADA POR UNANIMIDADE
Foi ainda aprovada, também por unanimidade, a seguinte Moção:
Tendo em conta todo o trabalho realizado ao longo do actual mandato, a evidente boa relação com os órgãos distritais e nacionais do Partido, evidenciado pelo apoio destes em momentos cruciais do Partido como o foram as Legislativas e as Europeias.
Constatando o enorme esforço de credibilização do Partido junto dos seus militantes, da comunicação social e dos Tomarenses em geral, em detrimento da crítica fácil, caluniosa e puramente destrutiva de algumas personalidades já sobejamente rejeitadas pelos Tomarenses.
Considerando todo o esforço empregue em abrir o Partido à discussão, em trazer mais pessoas ao Partido, e em trabalhar e coordenar os eleitos nos vários órgãos, sabendo do difícil em que tal muitas vezes se torna, não só pelas incompatibilidades entre alguns desses eleitos, como pela sua dificuldade ou relutância em acatar as decisões do Partido.
Considerando os argumentos ridículos e infundamentados, e os propósitos mesquinhos, com que o Presidente da C.P.C. tem sido violentamente atacado com evidente falta de credibilidade pública e interna, das pessoas que o fazem, contribuindo mais uma vez para a tentativa de descredibilização do Partido.
Considerando que não se vislumbram alternativas credíveis, nem é o momento para mudanças nos dirigentes, assim como por se encontrar apenas a meio o seu mandato, para o qual foi legitimamente eleito por uma larga maioria de militantes, que conhecem bem o Presidente, e sabiam que durante o seu mandato, existiriam, por exemplo, Eleições Autárquicas.
Porque reconhecemos todo o esforço em mudar protagonistas, em alterar comportamentos, em mudar a forma de fazer política e os objectivos a ela inerentes, como manifesta a vontade dos tomarenses.
Vêm os membros da Comissão Política, abaixo assinados propor esta moção de confiança, de estímulo, e de disponibilidade para ajudar o Presidente da C.P.C a manter o seu rumo, a sua força, a sua coragem em enfrentar o que de mal está no nosso Partido, esperando que todas as calúnias, todas as manobras mais cobardes, só lhe tragam ânimo e maior vontade em levar este Partido por um caminho mais forte, mais credível, mais honesto para com os militantes e os cidadãos de Tomar.
Assinam os membros da CPC, com direito a voto: Anabela Freitas, José Pereira, Carlos Silva, Sandra Morgado, Jorge Franco, Elisabete Conde, António Oliveira, Hugo Cristóvão, Virgílio Saraiva, Gonçalo Salgueiro, Claúdia Basílio, Leonel Graça, Fátima Duarte, Hugo Costa, Rui Lopes e João Ribeiro.
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
quinta-feira, abril 07, 2005
ESCLARECIMENTO SOBRE SUBSCRITORES DE MOÇÃO
Dado que alguns órgãos de comunicação social, têm transmitido informação incorrecta sobre o numero de membros da Comissão Política, que subscreveram a Moção a pedir a demissão do Presidente da CPC do PS, Luis Ferreira, se esclarece que:
1 - O numero de membros da CPC, com direito a voto, aquando da sua interrupção era de 22, estando presentes Luis Ferreira, Anabela Freitas, José Pereira, Carlos Silva, Élio Bernardino, Jorge Franco, António Oliveira, Hugo Cristóvão, Élia Antunes, Leonel Graça, Mário Pedro, Pedro Vasconcelos, João Nogueira, Fátima Duarte, Costa Marques, João Cardoso, Carlos Marques, Manuel Paulo, Manuel Oliveira, Laura Rocha, Hugo Costa (JS) e José Mendes (Vereador).
2 - O numero de membros da CPC, com direito a voto, que subscreveram a Moção entregue na mesa foi de 6, respectivamente Élia Antunes, Mário Pedro, Costa Marques, Carlos Marques, Laura Rocha e José Mendes.
Não é assim verdade, que "Dos 23 membros presentes na reunião, 16 quiseram apresentar uma moção na qual exigiam a demissão de Luís Ferreira, actual presidente da concelhia", mas apenas 6 membros, em 22, subscreveram tal Moção.
Não é também verdade, que qualquer membro da CPC tenha sido impedido de entrar na sala, apenas tendo sido vedado o acesso a militantes, que para esta Comissão Política não haviam sido convidados.
Em face do correcto esclarecimento, se emite a presente Nota de Imprensa.
O Gabinete de Imprensa do PS de Tomar
terça-feira, abril 05, 2005
COMUNICADO SOBRE INCIDENTES DE 1 DE ABRIL
Foi convocada uma reunião da Comissão Política Concelhia para o dia 1 de Abril às 21 horas cuja Ordem de Trabalhos era: Ponto único – Plano Estratégico para o Concelho de Tomar (contributo do P.S.) – Workshop do Observatório do Desenvolvimento do Concelho de Tomar.
Trata-se de um documento já aprovado na generalidade e por unanimidade, numa C.P.C. anterior que agora se pretendia aprofundar.
Iniciados os trabalhos, e enquanto o Coordenador do Observatório tentava fazer um exposição inicial do modo de funcionamento, existiu uma permanente agitação por parte de alguns militantes que perturbou o decorrer da sessão.
Um membro da CPC manifestou a intenção de apresentar uma moção. Não tendo a mesma sido apresentada à Mesa, esta pediu que ela lhe fosse facultada.
Como o teor da moção não tinha a ver com o assunto em apreciação, a Mesa entendeu dever dar seguimento aos trabalhos já em curso, remetendo para o final a discussão da moção.
Continuando a agitação, provocada por alguns dos membros da CPC, que a exemplo de outras ocasiões, mostraram não estar interessados no trabalho proposto, que reputamos da maior relevância para o futuro do concelho, concluiu a Mesa não haver condições para o desenvolvimento pelo que decidiu ao abrigo do regulamento, interromper a reunião, e marcar a sua continuação para o dia 9 de Abril às 15.00 horas.
A moção subscrita pelos membros da CPC com direito a voto, Mário Pedro, Costa Marques, Carlos Marques, José Mendes, Laura Rocha, Élia Antunes e pelos militantes António Alexandre, Jorge Cosme, Fernando Santos e Luísa Lousada, teria como consequência a eventual ascensão de António Mendes a Presidente da C.P.C.
Afirmamos que não é intenção de qualquer membro da actual Direcção apresentar demissão, especialmente num momento crucial para o nosso concelho com a proximidade das Eleições Autárquicas.
Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar
sábado, abril 02, 2005
PS INICIA PROCESSO DE DECISÃO DOS SEUS CANDIDATOS
SÁBADO, dia 9 de Abril de 2005, 16H00
Ponto único:
Escolha do cabeça de Lista do PS à Câmara Municipal de Tomar.
SÁBADO, dia 9 de Abril de 2005, 17H00
Ponto único:
Escolha do cabeça de Lista do PS à Câmara Municipal de Tomar.
Nota: Nos termos dos nº1 e 2 do citado Regulamento, devem os cidadãos que vierem a ser propostos por dois e só dois membros da ComissãoPolítica, assinar o Compromisso Político que serve também como assumpção do seu desejo de candidatura. Tal compromisso deve ser solicitado junto do Secretariado da Concelhia e entregue na Mesa até ao início da 1ª reunião.
Tomar, 2 de Abril de 2005
O Presidente da Comissão Política Concelhia
Luis José da Silva Ferreira