quarta-feira, agosto 26, 2009

JUNTOS FAZEMOS MELHOR - Idália Moniz em Tomar

CICLO DE TERTÚLIAS TEMÁTICAS
“JUNTOS FAZEMOS MELHOR”

CONVITE

Dando continuidade ao ciclo de tertúlias temáticas, na próxima Segunda-feira, dia 31 de Agosto, pelas 21h30, na Praça da República, em Tomar, terá lugar mais uma sessão “JUNTOS FAZEMOS MELHOR”, dedicado às Políticas Sociais.

Esta tertúlia terá como oradores: Idália Moniz, Candidata a Deputada pelo círculo eleitoral de Santarém, a exercer as funções de Secretária de Estado Adjunta e da Reabilitação; e Dr. Edmundo Martinho, Gestor, a exercer as funções de Presidente do Instituto da Segurança Social.

Esta é uma oportunidade única para sabermos o que já foi feito, nestes 4 anos, para dar respostas sociais aos nossos jovens, famílias e idosos, bem como para propormos como melhorar o Estado Solidário e Social, que é apanágio dos Socialistas desde sempre.

Conto com a sua presença, valorizando Tomar, mas muito especialmente valorizando o País.

A Candidata a Deputada pelo PS
Anabela Freitas

terça-feira, agosto 25, 2009

Candidatos socialistas foram os primeiros a acampar no reaberto Parque








Este sábado de manhã, dia de reabertura do Parque de Campismo de Tomar que os socialistas acusaram de ser “tímida, ou quase clandestina”, José Vitorino e Hugo Cristóvão, candidatos à presidência da Câmara e Assembleia Municipal de Tomar, com outros elementos das listas socialistas, foram os primeiros a acampar no agora reaberto parque.
Seis anos, um mês e onze dias depois do seu fecho abrupto, disseram os socialistas, querer ser os primeiros a aferir da qualidade do parque que no seu entender nunca deveria ter sido encerrado, e provar que em coerência é preciso mostrar que se acredita no que se defende, ou não fossem eles mesmos campistas, ou no caso do candidato à Câmara mais propriamente, caravanista.

No seu entender fica patente com esta reabertura a falta de bom senso, irresponsabilidade e gestão incapaz que marcou a liderança PSD nestes doze anos à frente da autarquia, e que em todo caso, “é deles a responsabilidade pelos milhares de euros de receitas perdidas”. As directas para a autarquia, com os pagamentos do parque, assim como as indirectas na restauração e demais comércio, que os socialistas acusam de ascender aos muitos milhares. Além disso acresce a “má imagem causada nos que deram com o nariz na porta daquele que foi em tempos considerado um dos melhores da Europa” e também a má gestão de recursos humanos e prejuízos daí resultantes, pois parte dos funcionários foi mantida no parque nestes seis anos, sem qualquer função relevante atribuída.

No domingo de manhã, dia de desmontar as tendas, foi possível aferir que eram já vários os campistas, inclusive estrangeiros, o que mostra da vitalidade do parque, e da sua importância num todo mais alargado de “instrumentos que possam efectivamente tornar o Turismo numa área criadora de emprego e desenvolvimento económico em Tomar, e não apenas num chavão que todos usam mas ao qual não se atribui substância”.

Derrama para 2010: PS propôs que fosse de 1%

DECLARAÇÃO DE VOTO
(DERRAMA A COBRAR NO ANO DE 2010)


O PARTIDO SOCIALISTA no domínio da Derrama, tem vindo a defender a sua fixação em 1% sobre o lucro tributável.

Justificámos essa posição com a necessidade de criar incentivos à fixação de empresas e de desenvolvimento da actividade económica do Concelho.

A maioria executiva, numa continuação da sua invariável ausência de estratégia, optou por uma taxa de 1,5%, contando com o beneplácito dos vereadores do movimento Independentes por Tomar.
Justificou tal valor com a “necessidade de financiamento urgente de obras importantes (quais?) a levar a cabo pelo Município de Tomar”.

Posição essa, que mais tarde se mostrou errada, tendo vindo um dos Vereadores lamentar “a redução significativa que se tem vindo a verificar no valor da Derrama nos últimos anos” e, claro, a dizer que a culpa é da legislação aplicável.

Contudo, essa mesma legislação, introduz a possibilidade de diferenciar as pequenas empresas, permitindo, para estas, uma taxa de incidência menor.

Aliás, defende o Partido Socialista, que apesar deste imposto constituir uma fonte de receitas, não deverá o município estar quase exclusivamente dependente da mesma para financiar obras.

É certo que uma política fiscal eficaz deverá ser a prática diária de um município, mas acima de tudo essa politica deverá pautar-se por critérios de equidade.

Ora, não pode o município pedir aos poucos que geram riqueza no Concelho, que criam postos de trabalho, que introduzem desenvolvimento, que venham pagar obras de questionável importância.

Nestas condições, a proposta do PARTIDO SOCIALISTA é a de reduzir a taxa para 1% para as empresas de maior dimensão, e de isentar da Derrama as empresas que apresentem um volume de facturação inferior a 150.00,00€ nos termos do nº4 do artº14, da Lei 2/2007.

Pelo atrás exposto, votamos CONTRA

O Vereador Socialista
Carlos Silva

Redução de taxas de nas ligações quer aos ramais que aos colectores – proposta dos IpT

Na reunião de Câmara de hoje:

DECLARAÇÃO DE VOTO
(Redução de taxas de nas ligações quer aos ramais que aos colectores – proposta dos IpT)

É sabido que o Partido Socialista apresentou um conjunto de 17 medidas de combate à crise económico e social que visavam não só combater a actual situação de crise que se vive no Concelho mas também lançar bases para um desenvolvimento económico e consequentemente social do Concelho, propostas essas que foram rejeitadas pelo executivo camarário.

Mais do que estarmos a discutir a aplicação de novos tarifários, colocando-os a preços de 2008, ou redução de taxas de ligação, o Partido Socialista defende que estas matérias deverão reflectir não só o estado actual de economia mas também as diversas configurações familiares.

Aliás, a fixação de tarifas deverá assumir uma atitude proactiva do Executivo e não apenas reactiva cada vez que a envolvente económica ou social de altera.

Atendendo a que o Partido Socialista não se revê neste tipo de propostas, só poderá ABSTER-SE

O Vereador Socialista
Carlos Silva

Contrato de aquisição de serviços técnicos e pedagógicos de desporto

Na reunião de Câmara de hoje:

DECLARAÇÃO DE VOTO
(Minuta do Contrato de aquisição de serviços técnicos e pedagógicos de desporto)

Quando em Abril do corrente ano, foi presente a este órgão a abertura de concurso público para a aquisição de serviços técnicos e pedagógicos de desporto, o Partido Socialista, levantou as seguintes questões:
1 – Dada a natureza do que vem sido seguido nos últimos anos, se possa considerar este tipo de serviço prestado pelo Município como “necessidade eventual”;
2 – Seja missão primordial da autarquia a DIRECTA prestação deste tipo de serviços, ou pelo menos em toda esta extensão;
3 – Tal adjudicação de serviços externos, sem qualquer análise de custo/benefício ou demonstração de solvabilidade financeira dos projectos, siga uma linha estratégica proposta, analisada, discutida e validada pelos órgãos do Município, seja ela qual for.
Esta responsabilidade nunca foi assumida pelos sucessivos responsáveis políticos do pelouro, deixando aos técnicos, de excelente competência como é por todos reconhecido, o livre arbítrio de propositura de projectos.
4 – Seja necessário “um concurso público com anúncio no Jornal Oficial da União Europeia”, para a prestação dos serviços necessária ao Município neste momento.

Dadas as dúvidas levantadas, em tempo devido, nomeadamente pela dimensão envolvida, sem qualquer discussão sobre uma VERDADEIRA POLÍTICA DESPORTIVA a ser PROMOVIDA, APOIADA e FACILITADA pelo Município e, enquanto tal não for realizado, apesar de estarmos perante uma minuta de um contrato VOTO CONTRA.

O Vereador Socialista

segunda-feira, agosto 24, 2009

Paixão por Tomar

Há um ano atrás eu diria a alguém, numa conversa informal de café e a propósito da época de mudanças que a nossa sociedade atravessa, que estava numa fase da vida em que só queria paz e sossego e nunca me imaginaria num projecto destes. No entanto, após o convite feito pelo Arquitecto José Vitorino, candidato à Câmara de Tomar pelo P.S, e após ponderar muito bem, decidi aceitar este desafio.
Aceitei, porque acredito que se quisermos, é sempre possível fazer melhor e porque, na realidade, é mais fácil estar do outro lado da barricada. É mais cómodo, criticar (negativamente) e ficar a observar, do que procurar fazer algo de positivo.
Sou a Saudade, de nome completo Maria da Saudade Pocinho Figueiredo dos Santos, tenho 52 anos, sou enfermeira, com a Especialidade de Saúde Infantil e Pediátrica e exerço a minha actividade profissional no Hospital de Tomar, como enfermeira-chefe.
Na minha vida pessoal e profissional, já tive muitas mudanças, umas melhores e outras piores, muitas alegrias e muitas tristezas, mas sempre procurei olhar em frente e nunca desistir daquilo que a vida tem de melhor, acreditando sobretudo naquilo que as pessoas têm de melhor.
Tenho dois filhos rapazes, dos quais me orgulho muito e dos quais costumo dizer : “são as pessoas que menos problemas me dão na vida”.
Não nasci em Tomar, mas vivo nesta bela cidade há 51 anos, o que significa, como devem calcular, que a sinto como um bocadinho de mim própria.
Acredito que Abril nos trouxe Liberdade e considero-me uma mulher Democrata. Mas Democracia significa mais responsabilidade, respeito por nós próprios e pelos outros, respeito pela nossa terra, pelo ambiente e não olhar só para o nosso umbigo. È por tudo isto, e porque a nossa cidade merece muito mais do que aquilo que se tem feito, que abracei este projecto.
Numa reunião, um elemento desta lista disse algo que considero muito verdadeiro e pertinente e que não esqueci: “Não podemos esperar que seja só o Governo a governar; todos nós temos de governar um bocadinho e tentar fazê-lo todos os dias senão, não há rumo possível”. É uma verdade que nos dá trabalho, mas é uma verdade… E é por isso também, que quero ajudar a governar um bocadinho.
O que dizer da minha candidatura?
No outro dia alguém me abordou de modo brincalhão, mostrando-se admirado pela minha posição. A minha resposta foi apenas e só esta:
“E porque não? Não me considero má pessoa, sou honesta, não devo nada a ninguém, (a não ser a casa ao Banco, como o mais comum dos mortais desta sociedade consumista) e acredito que vivemos em Democracia. “
É esta a minha postura! Tentar sempre ser o mais justa possível!
Sou assim mesmo!!!
Quem me conhece sabe que sou assim e a população ajuizará por si, dando-me a oportunidade de o provar.
Desde já agradeço a todos os que depositaram a sua confiança na minha pessoa e a todos os que o irão fazer posteriormente.

Maria da Saudade Pocinho Figueiredo dos Santos
(Candidata a Presidente da Junta de Freguesia de Santa Maria dos Olivais)

sexta-feira, agosto 21, 2009

Hugo Costa

Quem é Hugo Miguel Carvalheiro dos Santos Costa, candidato do PS na Lista da Assembleia Municipal?

- Economista pelo ISEG.
- Tem 26 anos e reside pendularmente entre Lisboa e as Cabeças (Freguesia de S.João Baptista)
- Actualmente Coordenador do Gabinete de Controlo de Gestão da FDTI (Fundação para o Desenvolvimentos das Tecnologias da Informação);
- Anteriomente foi economista em funções na Banca e em Auditoria;

- Secretário Nacional da JS desde 2006. Actualmente assumo funções na Área da Emancipação Jovem, Organização e Comunicação.
- Membro por inerência da Comissão Política Nacional, Comissão Nacional e Comissão Política Distrital da JS;
- Coordenador da JS Tomar desde 2005;
- Membro do Secretariado e da Comissão Política do PS Tomar;

- Deputado Municipal em Tomar desde 2005;
- Membro da Comissão Política Distrital do PS;-
- Membro da Comissão Técnica Eleitoral para as Eleições Legislativas no Distrito de Santarém e das Autárquicas em Tomar;
- Coordenador operacional da Campanha de Duarte Cordeiro a S.G. da JS;-
Representante da JS Nacional em diversas Comissões do Conselho Nacional de Juventude;

- Colaborador dos blogues nacionais: Simplex e País Relativo;
- Foi Dirigente Associativo no Ensino Superior (Senado da UTL e AE-ISEG);
- Foi Membro da Direcção da Associação Nacional de Jovens Autarcas Socialistas;

quinta-feira, agosto 20, 2009

PS na festa dos Brasões

Entre as muitas que têm animado este verão e onde os candidatos do PS têm marcado presença, José Vitorino, Anabela Freitas e Hugo Cristóvão e outros candidatos, estiveram com o candidato a Presidente da Junta de Freguesia de Carregueiros na festa dos Brasões.

quarta-feira, agosto 19, 2009

Reis Ferreira



Quem é Manuel Machado Reis Ferreira, candidato do PS na Lista da Câmara Municipal?



Residente em Tomar, sessenta anos de idade, Economista, pós-graduado em Prospectiva e Estratégia, especialista em Planeamento Turístico, Análise de Projectos e Planeamento Estratégico.

Professor do Ensino Superior desde 1975, no ISEG, Mestrado em Planeamento Regional e Urbano da Universidade Técnica de Lisboa, Universidade Autónoma de Lisboa, Universidade Atlântica, Universidade Católica de Lisboa e Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril.

Professor do Instituto Politécnico de Tomar desde 2000, no Departamento de Gestão Turística e Cultural, onde é responsável da Área de Turismo e coordenador técnico do Mestrado em Desenvolvimento de Produtos de Turismo Cultural.

Trabalhou no Departamento Central de Planeamento, no Gabinete da Área de Sines e na Direcção-Geral do Turismo.

Tem vasta experiência como consultor de Planeamento Turístico e de Planeamento Regional e Urbano na elaboração de Planos Regionais e Planos Municipais de Ordenamento do Território.

Militante do Partido Socialista, pertenceu ao Gabinete de Estudos e pertence actualmente à Secção Sectorial de Turismo.

TODOS SOMOS PRECISOS!

segunda-feira, agosto 17, 2009

PS entregou listas no Tribunal

O Tenente-coronel José Pereira Marques, mandatário das Listas do PS, acompanhado por alguns dos candidatos do PS, fez a entrega oficial das listas candidatas.

Quase 300 cidadãos do Concelho, integram as Listas do PS, entregues hoje no Tribunal de Tomar, às 17 autarquias de Tomar onde o PS concorre.

As listas do PS integram 114 mulheres (39,2%) e 177 homens (60,8%), cumprindo assim em excesso a Lei da paridade, que obriga à presença mínima de 33% de cada um dos géneros. Acresce a esta situação o facto de o PS ter três mulheres como cabeças de Listas, às Freguesias de Sta.Maria dos Olivais, Casais e Pedreira, facto que acontece pela primeira vez.

A idade média dos candidatos à Câmara Municipal é de 52 anos e da Lista à Assembleia Municipal de 34 anos. A média de idades de todos os seus candidatos é de 45 anos.
As listas do PS têm:
- 12 novos eleitores nas suas Listas, 4,1% dos seus candidatos.
- 63 candidatos têm entre 19 e 29 anos, 21,6% dos candidatos.
- 210 candidatos têm entre 30 e 64 anos, 72,2% dos candidatos.
- 18 candidatos têm 65 ou mais anos de idade, 6,2% dos candidatos.

A Lista da Câmara Municipal, é encabeçada por José António Becerra Vitorino (54 anos) e a da Assembleia Municipla por Hugo Renato Ferreira Cristóvão (31 anos). As das 15 Freguesias, às quais o PS concorre:

Além da Ribeira - João da Costa Henriques, Vale Venteiro, Aposentado, 65 anos
Alviobeira - Fernando Manuel Piedade Nunes, Alviobeira, Empresário, 56 anos
Asseiceira - Jorge Sirgado Garcia, Linhaceira, Empresário, 58 anos
Beselga - Carlos Alberto da Silva Lopes, Vale do Calvo, 59 anos
Carregueiros - João Miguel Sousa Plácido André, Brasões, 31 anos
Casais - Maria do Céu Henriques Brito Graça, Olas, Empresária, 51 anos
Madalena - Arlindo da Conceição Costa Nunes, Porto Mendo, Assistente Operacional, 51 anos
Olalhas - Tomé de Jesus Nunes Esgueira, Aboboreiras, Empresário, 59 anos
Paialvo - Vitor Manuel de Jesus Pereira, Delongo, Formador, 40 anos
Pedreira - Rita Isabel Antunes Medeiros Clara, Pedreira, Estilista, 30 anos
Sabacheira - Fernando da Costa Graça, Chão de Maçãs, Empresário, 65 anos
Serra - Sebastião Manuel da Noiva Rodrigues, Castelo Novo, Formador, 45 anos
S.Pedro - Fernando Manuel Baptista do Carmo, S.Pedro, Empresário, 42 anos
S.João Baptista - Francisco José dos Santos Faria, S.Lourenço, Empresário, 58 anos
Sta Maria Olivais - Maria da Saudade Pocinho Figueiredo dos Santos, Tomar, Enfermeira, 52 anos

Lista de candidatos à Assembleia Municipal
16 Mulheres, 22 Homens, Idade média de 34 anos

EFECTIVOS
Hugo Cristóvão, professor, 31 anos, Algaz
Anabela Freitas, técnica de emprego, 42 anos, Tomar
José Pereira, professor aposentado, 60 anos, Tomar
Hugo Costa, economista, 26 anos, Cabeças
Fátima Duarte, assistente social, 41 anos, Chão de Maçãs
António Oliveira, professor, 54 anos, Palaceiros
João Cardoso, empresário de restauro, 57 anos, Tomar
Celeste Jesus, assistente social, 49 anos, Tomar
Vasco Marques, advogado, 34 anos, Tomar
Manuel Oliveira, empresário, 60 anos, Falagueiro
Mónica Martins, engenheira do ambiente, 24 anos, Tomar
João Salvador, economista, 27 anos, Linhaceira
Carolina Mourão, geógrafa, 24 anos, Cem Soldos
André Samouco, sociólogo, 55 anos, Tomar
Joana Martins, advogada, 31 anos, Tomar
Tiago Costa, bancário, 29 anos, Serra de Baixo
Rui Lopes, professor, 32 anos, Tomar
Mariana Carvão, professora aposentada, 56 anos, Palhavã
Miguel Gonçalves, técn. sup. Emprego, 37 anos, Tomar
Américo Freire, economista aposentado, 57 anos, Tomar
Celeste Gouveia, advogada, 29 anos, Asseiceira

Suplentes
Nuno Ferreira, engenheiro civil
Mª Jesus Freitas, auxiliar acção educativa
Carlos Tibúrcio Silva, professor
Patrícia Ferreira, economista
Paula Peixoto, consultora recursos humanos
Bruno Homem, músico
Hugo Lucas, estudante economia
Filipa Garcia, gestora de saúde
Fábio Gonçalves, empregado de mesa
Ricardo Gilberto, engenheiro civil
Élia Antunes, administrativa
Pedro Alves, trabalhador estudante
Bruno Martinho, técnico de som
Joana Nunes, contabilista
David Pereira, estudante gestão da qualidade
João Lopes, estudante
Sónia Marques, estudante
Susana Faria, economista
Lista de candidatos à Câmara Municipal
6 Mulheres, 8 Homens, Idade média de 52 anos
José António Becerra Vitorino, professor, 54 anos, Tomar
Luis José da Silva Ferreira, tec. informática, 42 anos, Tomar
Anabela Rosa Almeida Estanqueiro, advogada, 43 anos, Tomar
António Manuel Alves Cúrdia, técnico superior da administração pública , 52 anos, Tomar
Zita Carla Vicente Freire Figueiredo, assistente social, 29 anos, Linhaceira
Maria Ermelinda Vasconcelos dos Santos Alves Henriques, professora aposentada, 64 anos, Tomar
António Pedro da Silva Salgueiro, director fabril aposentado, 60 anos, S.Pedro
Sandra Godinho Silva, Lic.linguas Literaturas Modernas, 26 anos, Vale da Torre
Manuel Machado Reis Ferreira, professor do ensino superior, 60 anos, Tomar
Vera Sofia Sepúlveda de Castelo Branco, gerente hoteleira, 53 anos, Alverangel
António Silva Nunes, polícia aposentado, 64 anos, Cem Soldos
Maria João Serrano Baginha, professora aposentada, 62 anos, Tomar
Joaquim António de Oliveira Garcia Segorbe, gerente apaosentado, 63 anos, Tomar
Carlos da Piedade Silva, tec.tributário, 59 anos, Valdonas

sexta-feira, agosto 14, 2009

Candidata a Deputada na entrega das Listas em Tribunal



A socialista tomarense e candidata a Deputada, Anabela Freitas, esteve hoje de manhã no Tribunal de Santarém, na entrega das Listas de candidatos do PS às eleições legislativas.




Capitaneados pelo Coronel Garcia Correia, militar de Abril e mandatário da candidatura do PS no distrito de Santarém e acompanhados por Paulo Fonseca, Presidente da Federação e dos candidatos Jorge Lacão, Idália Moniz, João Sequeira e Fernando Pratas, Anabela Freitas marcou presença neste simbólico acto em prol de Portugal, da afirmação dos valores do socialismo democrático e da afirmação de Tomar no contexto regional e nacional.


quinta-feira, agosto 13, 2009

tem a palavra...

"Uma campanha com a FORÇA das convicções, a BELEZA própria da política, feita à LUZ dos príncipios democráticos e com a SABEDORIA necessária para encontrar as boas respostas para os problemas do concelho, é o que tenho a certeza que vai acontecer em Tomar, com o PS a liderar o debate.

Como não voto em Tomar só posso apoiar pela palavra a equipa do meu amigo fraterno Vitorino e de todos os que o acompanham no projecto de mudança que ele protagoniza."


José Miguel Medeiros, amigo e camarada ex-Governador Civil de Leiria que agora desempenha as funções de Secretário de Estado da Protecção Civil, comentou no Facebook da candidatura da Geração Tomar.

terça-feira, agosto 11, 2009

Tenente-Coronel Pereira Marques é o mandatário do PS

O Partido Socialista através do candidato à câmara José Becerra Vitorino, anunciou este fim-de-semana num encontro ocorrido no Hotel dos Templários, como seu mandatário o Tenente-Coronel José Pereira Marques, ex-chefe de várias bandas militares entre as quais a Banda Sinfónica do Exército.
Pelo seu perfil de rigor e seriedade, bem como a credibilidade que atesta a sua carreira, e também o que nela foi de entrega a Tomar, “Pereira Marques é a personalidade que nos honra e nos prestigia, e nos deixa seguros da igual credulidade que merecemos junto dos cidadãos, para os quais queremos destinar o nosso trabalho e o trabalho da Câmara de Tomar a partir de 11 de Outubro”. “Uma câmara verdadeiramente ao lado das necessidades e das ambições dos tomarenses”, acrescentou.

Também Hugo Cristóvão, presidente da concelhia do PS Tomar, se mostrou satisfeito e honrado pela disponibilidade pronta com que o seu antigo maestro respondeu ao apelo, estando “convicto de que é mais um exemplo e estímulo de como o PS está no bom caminho”, no espírito da ‘Geração Tomar’ que dá mote à candidatura, “conseguindo congregar cidadãos de todas as idades, formações profissionais e experiências de vida, unidos da vontade de melhorar a nossa terra, e é a única alternativa capaz de mostrar aos tomarenses uma nova liderança e capacidade de fazer o presente e projectar o futuro”.

Por seu turno, o agora aposentado, a quem competiu a Chefia do Serviço de Bandas e Fanfarras do Exército, José Pereira Marques mostrou-se lisonjeado com o convite, o qual afirmou ter aceitado de imediato por ter plena segurança nas capacidades de José Vitorino, tendo desde o momento da sua escolha manifestado junto de dirigentes do PS o seu agrado e confiança, bem como a sua disponibilidade para colaborar com o projecto. Disse acreditar ser Vitorino, ou não fosse também este filho de militar, e a sua equipa os únicos capazes de imprimir estratégia e rigor à gestão e direcção do concelho, capazes de mudar o percurso algo indiferente e desorientado que a nossa terra tem sofrido.

Para Tomar – onde reside há cerca de 40 anos, dirigiu a Banda do Regimento de Infantaria, foi professor do ex-Conservatório Regional de Tomar e durante cerca de duas décadas foi maestro da Banda da Sociedade Filarmónica Gualdim Pais – desejou uma maior aposta na cultura como algo que pode não só aumentar a qualidade de vida e formação dos cidadãos, mas também ser capaz de criar empregos e gerar riqueza, sendo declaradamente uma área que nos pode distinguir, como fez já noutras épocas, dos concelhos vizinhos. Disse ser necessário apostar na capacidade instalada e potenciar o que de bom se vai fazendo, possibilitando um maior profissionalismo e trabalho conjunto de muitas das instituições do concelho, criando também um cartaz anual de eventos que alavanque o concelho para outras áreas como o turismo, e “nos tire de algum anonimato a que vamos sendo dotados quando comparados com outros concelhos onde o trabalho nesta área vai sendo maior, com evidentes prejuízos a vários níveis para nós tomarenses”.
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Uma escolha decisiva

artigo de opinião de José Sócrates, Secretário Geral do PS, no JN de hoje

Um programa com prioridades claras
O Partido Socialista, cumprindo com seriedade e sentido das responsabilidades o seu dever democrático, apresentou já, publicamente, o seu programa eleitoral. É um programa de ambição e de futuro. Mas é também um programa com prioridades muito claras: vencer a crise, modernizar o País, reduzir as desigualdades sociais.

Dirigimos o foco da nossa atenção, claramente, para as urgências do tempo presente : superar a crise que veio de fora, relançar a economia e promover o emprego. Mas apontamos, também, o caminho do futuro - de que não podemos desistir - para uma economia mais forte e competitiva: prosseguir o movimento de modernização da economia e do Estado, reforçar as qualificações, continuar a reduzir a dependência energética, valorizar as exportações. A mobilização de vontades e energias nacionais em torno de um Pacto para a Internacionalização das Pequenas e Médias Empresas e de um Pacto para o Emprego estruturam as nossas propostas de ambição renovada para a economia portuguesa. Paralelamente, propomos novas medidas concretas para prosseguir o reforço das políticas sociais e a qualificação dos serviços públicos, de modo a ir mais longe no combate à pobreza e às desigualdades, proporcionando mais oportunidades para todos.

Ter ou não ter programa: uma questão de responsabilidade política
A pouco mais de um mês das eleições legislativas, o contraste não poderia ser maior. O PS, como lhe compete, apresenta os resultados de quatro anos de reformas que, apesar de todas as dificuldades, permitiram pôr as contas públicas em ordem, retirar a segurança social da situação de alto risco, modernizar e simplificar a administração pública, generalizar o acesso às novas tecnologias de informação, levar a economia portuguesa a uma balança tecnológica positiva, colocar Portugal na dianteira nas energias renováveis, reduzir o abandono e o insucesso escolar, desenvolver o ensino profissional, melhorar os cuidados prestados pelo Serviço Nacional de Saúde e concretizar toda uma nova geração de políticas sociais, que reduziu a pobreza e as desigualdades, aumentou o salário mínimo e reforçou em muito o apoio às famílias. Mas, ao mesmo tempo que apresenta resultados, o PS mostra, uma vez mais, iniciativa e determinação, apresentando um programa de novas propostas para responder à crise internacional e preparar o futuro do País.

Enquanto isso, a única coisa que vemos do lado da Oposição é a insistência na velha lógica de coligação negativa, em que forças políticas de sinal contrário, como a direita conservadora e a esquerda radical, convergem no objectivo comum de atacar o PS e dizer mal de tudo o que se tenta fazer para melhorar o País. Quanto ao futuro, nada parecem ter para dizer aos portugueses.

E é preciso notar que se o PS apresenta um programa, a direita esconde o seu. De facto, enquanto o PS lança as ideias políticas que marcam o debate, na direita reina o vazio: não tem ideias nem alternativa para apresentar e, mais grave ainda, tenta agora esconder dos eleitores as ideias que antes apresentou e defendeu, como as que contestaram o aumento do salário mínimo ou as que poriam em causa a universalidade e tendencial gratuitidade do Serviço Nacional de Saúde, bem como a própria matriz pública do nosso sistema de segurança social, que garante as pensões e as reformas dos portugueses.

Mas a direita não tem como esconder a sua verdadeira face: o regresso ao passado. Quatro anos volvidos, a direita não tem melhor para propor que as mesmas ideias e as mesmas pessoas. Mesmas ideias e mesmas pessoas que, ainda há pouco, em condições bem mais favoráveis, fracassaram totalmente na governação. Falam, por vezes, como se tudo estivesse esquecido. Não: nós sabemos o que a direita fez no Governo passado.

1ª escolha: atitude
Nas próximas eleições legislativas, de 27 de Setembro, os portugueses serão chamados a fazer uma escolha política decisiva. E, do meu ponto de vista, essa escolha envolve três opções fundamentais, que gostaria aqui de explicitar de forma a clarificar o que, no essencial, está em jogo.

Em primeiro lugar, trata-se de escolher uma atitude na governação. Como é manifesto, a atitude que tem marcado o discurso da direita é dominada pelo pessimismo, pela amargura e pela resignação. Bem vistas as coisas, a direita só fala do futuro para dizer que tem medo do dia de amanhã. Medo: não apela ao melhor mas ao pior de nós. A sua mensagem é triste e miserabilista. Não adianta fazer nada a não ser esperar pacientemente por melhores dias.

Pois eu acho que esta atitude paralisante, herdeira de um certo espírito do salazarismo, faz mal ao País e não nos deixa andar para a frente. Pelo contrário, acho que o primeiro dever de quem governa é ter uma visão do futuro do País e a determinação de impulsionar as reformas modernizadoras que são necessárias para servir o interesse geral. Este é o seu dever: mobilizar as energias da sociedade e puxar pela confiança. Confiança, nunca desistir da confiança.

E atenção: esta não é uma questão menor. Naturalmente, a superação dos desafios há-de resultar, sobretudo, do dinamismo da sociedade e da iniciativa dos seus agentes económicos. Mas num momento como este, de dificuldades e tarefas tão exigentes, a atitude de quem governa pode ajudar a fazer a diferença entre o fracasso e o sucesso.

É por isso que digo aos portugueses que há aqui uma opção importante a fazer. E digo mais: a atitude de pessimismo, de resignação e de paralisia que marca o discurso da direita não serve os interesses do País. O que os tempos exigem é uma outra atitude na governação: uma atitude de confiança, de determinação e de iniciativa para vencer as dificuldades do presente, prosseguir o movimento de modernização e preparar o futuro País.

2ª escolha: investimento público
Em segundo lugar, há uma escolha política a fazer sobre o investimento público. A questão é esta: num contexto de crise económica global e de consequente quebra das exportações, de falta de confiança e adiamento de projectos por parte dos investidores privados, de dificuldades no acesso ao crédito, de menor procura pelos consumidores, que factor pode contribuir para relançar a economia, salvar muitas empresas e promover o emprego? Desde a célebre Grande Depressão, que se seguiu à crise de 1929, todos os economistas que resistem à cegueira ideológica sabem a resposta: o investimento público. Por isso, a generalidade dos países europeus e das economias desenvolvidas, incluindo os Estados Unidos da América de Obama, decidiram enfrentar a crise lançando programas de reforço do investimento público. Foi o que fizemos aqui também, com investimentos selectivos e destinados a impulsionar a modernização do País, de num modo geral antecipando apenas o calendário de projectos já anteriormente decididos e privilegiando os investimentos de mais rápida execução: modernização das escolas, equipamentos sociais e de saúde, energia, redes de nova geração.

A nossa direita, pelo contrário, ao arrepio do que se vê pelo Mundo fora, permanece apegada aos seus preconceitos ideológicos e acha que o Estado não deve fazer tanto para ajudar a economia a vencer a crise e para salvaguardar o emprego. A sua proposta é, por isso, simples e recorrente: cortar no investimento público. Mas esta é também uma proposta errada. É preciso dize-lo de forma clara: cortar no investimento público modernizador, como propõe a direita, seria um grave erro estratégico, que prejudicaria seriamente o relançamento da economia, atiraria muito mais empresas para a falência e bloquearia a recuperação do emprego.

E mais: Portugal não pode estar constantemente a regressar à estaca zero na discussão dos seus projectos de investimento. Não pode estar cinquenta anos para decidir uma barragem, quarenta anos para decidir um aeroporto e vinte anos para decidir se fica dentro ou fora da rede europeia de alta velocidade, que está já hoje a revolucionar a mobilidade por toda a Europa e na nossa vizinha Espanha. Houve um tempo para decidir, este é o tempo de fazer. A proposta do PS é, por isso, continuar a apostar no investimento público como instrumento fundamental de combate à crise mas também de modernização do
País.

3ª escolha: Estado social
Em terceiro lugar, há uma escolha crucial a fazer sobre o futuro das políticas sociais – e também aí as opções são claras, separando nitidamente a direita e o PS. A direita insiste no recuo do Estado Social, para a condição de Estado mínimo ou, como dizem agora, Estado “imprescindível”. Nada que não tenhamos já visto antes: lembramo-nos bem de que estes mesmos protagonistas foram responsáveis por um forte desinvestimento nas políticas sociais quando estavam no Governo. Mas, tendo em conta as propostas apresentadas pela direita ao longo desta legislatura, a ambição que agora se desenha é outra: privatização parcial da segurança social, fim da tendencial gratuitidade do Serviço Nacional de Saúde e pagamento dos próprios serviços de saúde pelas classes médias, privatização de serviços públicos fora das áreas de soberania. A proposta do PS, por seu turno, é bem diferente: reforço das políticas sociais, qualificação e modernização dos serviços públicos, investimento no combate à pobreza e na redução das desigualdades. E os portugueses sabem que esta proposta do PS dá seguimento aquela que foi a sua prática no Governo: criámos o complemento solidário que já beneficia mais de 200 mil idosos, criámos a rede de cuidados continuados, reforçámos o investimento nos equipamentos sociais, criámos o abono pré-natal, aumentámos o abono de família, alargámos a acção social escolar, aumentámos o salário mínimo.

Para a próxima legislatura, propomo-nos reforçar ainda mais as políticas sociais, de modo a enfrentar os novos desafios do Estado Social.

Primeiro, o apoio à natalidade, à infância e à família: somaremos às medidas em curso a nova Conta Poupança Futuro, em que o Estado deposita 200 Euros, por ocasião do nascimento de qualquer criança, e concede benefícios fiscais para incentivar a poupança, sendo que o saldo poderá depois ser utilizado pelo jovem para financiar os seus estudos ou projectos profissionais.

Segundo, o combate à pobreza e às desigualdades: criaremos um novo mecanismo de ajuda ao rendimento das famílias trabalhadoras com filhos a cargo e das pessoas com deficiência, em termos semelhantes ao Complemento Solidário para Idosos, de forma a garantir um rendimento acima do limiar da pobreza.

Terceiro, o apoio à qualificação e inserção profissional dos jovens: apoiaremos a escolaridade até ao 12º ano através da nova bolsa de estudos para estudantes do ensino secundário e criaremos novos programas INOV, incluindo o INOV-Social, bem como um programa especial de cinco mil estágios na administração pública. Quarto, a qualificação do Serviço Nacional de Saúde: anteciparemos para 2013 as metas de expansão da rede de cuidados continuados para idosos e dependentes previstas para 2016 e alargaremos a todo o território nacional a experiência de sucesso das Unidades de Saúde Familiar, de modo a prosseguir o objectivo de garantir a todos os portugueses o acesso a médico de família.

Eis apenas algumas propostas concretas do nosso programa de reforço das políticas sociais, que é fundamental para fazer face a necessidades reais do País. É este caminho, de reforço do Estado Social, que devemos seguir. E é este caminho que também se decide nas próximas eleições legislativas. Porventura é mesmo essa a questão decisiva destas eleições: rasgar as politicas sociais, ou reforço do Estado social. Uma vez mais: ou o PS ou a direita

Confiança no futuro
E que não haja ilusões: para Portugal, a alternativa real é entre o PS ser chamado de novo a formar Governo ou regressar a um Governo de direita. Por isso, os que querem um PS fraco e vencido, digam o que disserem, preferem de facto a direita no poder. Mas nesta escolha decisiva que está diante dos portugueses, o PS está, creio, do lado certo, que é também o lado da acção e do futuro: propõe uma atitude de iniciativa, preconiza o investimento público para a modernização do País e defende o Estado Social para reduzir as desigualdades e promover oportunidades para todos.

Neste momento de crise mundial, os Portugueses precisam de um Governo competente, com um rumo claro, uma agenda conhecida e condições de coerência e estabilidade.

Os portugueses sabem que sempre puderam contar com o PS nos momentos difíceis. Nós não somos daquela esquerda que se limita a protestar, dispensando-se da maçada de contribuir para a solução de qualquer problema. Estamos bem conscientes de que a nossa responsabilidade é realizar as políticas públicas necessárias para responder aos problemas e às necessidades das pessoas. E é isso que queremos continuar a fazer, com toda a energia e com toda a determinação, com base num novo compromisso. Com confiança nos portugueses e com confiança no futuro.

segunda-feira, agosto 10, 2009

Convocatória CPC

Convocam-se os membros da Comissão Política Concelhia do Partido Socialista para uma reunião a realizar dia 12 pelas 21h na sua sede sita na Rua Voluntários da República, com a seguinte Ordem de Trabalhos:

1- Informações;
2- Apreciação e votação da Lista candidata à Assembleia Municipal de Tomar;
3- Outros Assuntos.

Nos termos do regulamento, se à hora marcada não estiver presente a maioria simples dos membros, a reunião iniciar-se-á trinta minutos depois com os presentes.

4 de Agosto de 2009
O Presidente da CPC
Hugo Cristóvão

domingo, agosto 02, 2009

Catarina Anastácio, João Godinho e João Morais, mandatários do PS pela Juventude



A ciclista Catarina Anastácio, o actor João Godinho e o oficial João Morais são os mandatários para a área da Juventude revelou o PS num encontro ocorrido na tarde do passado sábado entre vários dirigentes do partido e da Juventude Socialista também com o candidato José Becerra Vitorino.
Apostando na qualidade e no exemplo, José Vitorino referiu-se a estes jovens como alguém que desde cedo contribui para levar longe o nome de Tomar, e cuja perseverança são exemplo da garra e motivação necessária para ser possível construir um melhor concelho, capaz de gerar melhores atractivos na qualidade de vida, e além do mais, com condições para permitir aos jovens nabantino e a outros, fazer deste concelho a sua residência e o seu local de trabalho, onde possam constituir a sua vida, no espírito do mote Viver e Trabalhar em Tomar.
Catarina Anastácio presente na iniciativa, referiu as dificuldades de emprego como o que mais preocupa e faz partir os jovens tomarenses. Outros jovens presentes referiram no decorrer da conversa, outras situações, como a cada vez mais desinteressante “vida nabantina”, e as poucas ofertas, por exemplo de diversão nocturna, que levam cada vez mais jovens para “as noites” de concelhos vizinhos.
Relembra-se que Catarina Anastácio é atleta na área do ciclismo detendo vários títulos, e representando Portugal em diversas ocasiões como na presente semana em Itália; a jovem tomarense foi também a rainha do carnaval de Tomar este ano, estando a fazer o curso de enfermagem. João Godinho, é um jovem tomarense que deu os seus primeiros passos no mundo das artes como dançarino nos espectáculos de Filipe Laféria e que se revelou actor na serie juvenil Rebelde Way transmitida pela SIC. João Morais foi também atleta ligado à Gualdim Pais e ao Ginásio Clube detendo vários títulos, foi também dirigente associativo e entre os seus pergaminhos conta-se também a presença desde bem cedo na Comissão de Festa dos Tabuleiros; sendo licenciado em pilotagem é agora Oficial da Marinha Mercante.

O PS aposta em Vítor Pereira para Paialvo

Aproveitando a deslocação à festa de Vila Nova no passado domingo, o PS anunciou aí o seu candidato à freguesia, o sociólogo e formador Vítor Pereira.
Entre um copo e uma perna de frango, tão habituais no ano que vai correndo, com a presença do candidato à Câmara José Vitorino e outros elementos das listas concorrentes à Câmara e também à Assembleia de Freguesia de Paialvo, o agora candidato à Junta, Vítor Pereira, mostrou-se motivado, não escondendo que não é fácil ganhar aquela que é agora a última freguesia comunista do concelho, mas que em alternativa se sente a “necessidade de imprimir um novo rumo e estilo”, como no seu entender só o PS e a equipa que aqui vai apresentar será capaz de fazer, nesta que “é uma das maiores e mais prometedoras juntas do concelho” disse.