sábado, junho 26, 2004

REUNIÃO DA COMISSÃO POLÍTICA CONCELHIA

Nos termos do nº1 do Artº 7ª do Regimento da CPC de Tomar, convoco uma reunião para o próximo Sábado, dia 3 de Julho de 2004, para as 14H30, com a seguinte ordem de trabalhos:

1- Compromisso Político, Estratégias locais, Critérios e metodologia da escolha das candidaturas às Eleições Autárquicas de 2005.

2- Outros assuntos de interesse para o Concelho e para o Partido.

O Presidente da CPC

Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar

PS REUNE ASSEMBLEIA GERAL DE MILITANTES

Nos termos do nº2, do Artº 34º dos Estatutos do PS, a solicitação do Secretariado da Concelhia, reúne na próxima Sexta-feira, dia 2 de Julho de 2004, a partir das 21H00, na Sede do PS em Tomar, com a seguinte ordem de trabalhos:

1 – Análise dos resultados eleitorais nas Freguesias do Concelho de Tomar;

2 – Novos desafios no Financiamento dos Partidos Políticos, pela nova Lei de financiamento dos Partidos Políticos e das campanhas eleitorais;

3 – Discussão sobre a Matriz Estratégica do PS para o Concelho de Tomar – na sequência de deliberações da Comissão Política Concelhia;

4 – Outros assuntos.

Tomar, 21 de Junho de 2004
O Presidente da Assembleia Geral de Militantes da Concelhia de Tomar


Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar

PS CUMPRE O QUE DIZ: PROPÔS EM ASSEMBLEIA MUNICIPAL A CRIAÇÃO DA AGENDA XXI LOCAL

Na sequência do desafio lançado á cerca de um mês e meio à Câmara Municipal, e no decurso de deliberação da Comissão Política Concelhia de 18 de Junho, o Grupo Parlamentar do PS na Assembleia Municipal, levou na Sexta-feira(24) à votação a seguinte Moção, que foi recusada pelos 21 deputados do PSD, tendo tido 13 votos a favor das bancadas do PS e da CDU:

MOÇÃO

Os Deputados Municipais abaixo assinados, propõem à aprovação da Assembleia Municipal a seguinte Moção:

A Assembleia Municipal de Tomar, considerando que:

1. A implementação da Estratégia do Desenvolvimento Sustentável, que é aquele que procura satisfazer as necessidades da geração actual, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de satisfazerem as suas próprias necessidades, significando possibilitar que as pessoas, agora e no futuro, atinjam um nível satisfatório de desenvolvimento social e económico e de realização humana e cultural, fazendo ao mesmo tempo, um uso razoável dos recursos da terra e preservando as espécies e os habitats naturais, exige a implementação de uma Agenda XXI Local;

2. Os três eixos do desenvolvimento Sustentável: Ambiental, Social e Económico, deve ser no contexto europeu suportado, em termos conceptuais e práticos, por um quadro orgânico-institucional e pela capacidade de investimento, esta última apoiada em particular pelos vários Programas e Iniciativas Comunitárias;


3. A Agenda XXI local, procura uma acção conjunta, onde se procuram conciliar os vários grupos de interesse, formando-se parcerias entre actores, capazes de tomar decisões que combinem: Crescimento económico, com equidade social e protecção ambiental, assentes nos seguintes domínios estratégicos:
a) garantir o desenvolvimento integrado do território;
b) melhorar a qualidade do ambiente;
c) promover a produção e o consumo sustentáveis e
d) caminhar em direcção a uma sociedade solidária e do conhecimento;

4. A Agenda XXI local, tem as seguintes fases de acção:
a) Criação da Comissão Local de Implementação;
b) Análise sobre o planeamento dos serviços essenciais da Cidade e do Concelho – nomeadamente a nível dos Planos estratégicos e Directores (Plano Estratégico de Cidade, Plano Director Municipal, Plano Director de Águas e Saneamento, Plano de Mobilidade Concelhio ou Regional, etc.…);
c) Seleccionamento das prioridades de actuação;
d) Promoção de Discussão Pública dessas mesmas prioridades;
e) Criação da Comissão Local de acompanhamento e reengenharia do processo;

5. O Concelho de Tomar, sendo um Concelho periférico das grandes zonas de desenvolvimento económico e de fixação de populações, tem uma oportunidade única de PLANEAR estratégica e sustentavelmente, todo o seu futuro, provendo à garantia de financiamento comunitário dos seus projectos (assentes em Planos);

Propõem que a Câmara Municipal de Tomar, dê seguimento a estas preocupações, criando em tempo aceitável, a COMISSÃO de IMPLEMENTAÇÃO da AGENDA XXI local do Concelho de Tomar, composta pelos seguintes parceiros (actores):
Representantes das seguintes entidades, com representação Concelhia:
a) Agentes económicos;
b) Associações Ambientais;
c) Associações de intervenção social (Associações Culturais e Recreativas);
d) ONG (Organizações não-Governamentais);
e) Estabelecimentos de Ensino: Básico, Secundário e Superior;
f) Região de Turismo;
g) IPSS (Instituições particulares de Solidariedade Social);
h) Instituições Religiosas (na vertente de intervenção social);
i) Serviços desconcentrados da administração central, nomeadamente do Ambiente, Economia, Agricultura e Património;
j) Autarquias – Câmara e Juntas de Freguesia;
k) Partidos Políticos.

Propõem ainda que a Câmara Municipal de Tomar, em próxima revisão orçamental promova a abertura de rubrica e necessária dotação financeira ao funcionamento da referida Comissão.

OS DEPUTADOS MUNICIPAIS


Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar

MERCADO DE TOMAR, MOTIVA CARTA DO PS AO GOVERNADOR CIVIL

Ex.mo Sr. Governador Civil
do Distrito de Santarém


ASSUNTO: Perigo de perturbação da ordem pública em Tomar

Na sequência da deliberação da Câmara Municipal de Tomar, de Segunda-feira, dia 21 de Junho, no sentido de "Suspender o Mercado Ambulante Semanal nos próximos dias 25 de Junho e 2 de Julho", o Partido Socialista de Tomar solicita a V.Exa que se digne a tomar todas as diligências no sentido de evitar qualquer perturbação da ordem pública amanhã – Sexta-feira, dia 25 de Junho -, a partir das 7H00.

Tal preocupação do PS, resulta do "caos" que esteve instalado em Tomar na passada Sexta-feira, inclusive com tentativas de agressão a funcionários da Autarquia, em resultado da alteração da localização dos referidos feirantes ambulantes, que sendo mais de uma centena e mercê do exíguo espaço para eles previsto, junto às instalações do actual mercado tradicional de "frescos", deu origem a uma solicitação da PSP, no sentido da refira suspensão.

Sendo que muitos desses feirantes não puderam ser avisados, prevê-se que estes procurem ocupar o espaço entretanto previsto, que mercê de ter apenas uma entrada poderá levar ao corte de várias vias públicas na zona da Igreja de Santa Maria dos Olivais, Bombeiros Municipais e Avenida Norton de Matos (principal via da Cidade de Tomar e única passagem sobre o Rio Nabão no sentido Oeste-Este).

A acontecer tal, a vida dos cerca de 20.000 residentes da Cidade de Tomar e as condições de circulação dos mais de 10.000 outros residentes que habitualmente nesse dia de mercado aqui se deslocam, estão claramente em risco de serem severamente afectados.

Obviamente que sabemos que V.Exa está preocupado com a segurança de pessoas e bens e com a manutenção da ordem pública, pelo que solidários com a vossa preocupação, manifestamos a nossa solidariedade por todas as iniciativas que entenda por bem desenvolver junto das forças de segurança e da respectiva Câmara Municipal, que de forma responsável já deveria ter encontrado uma solução definitiva para este assunto, pois que há mais de dois anos que era previsível tal desfecho.
Com os nossos melhores cumprimentos, certos da sua rápida actuação
Tomar, 24 de Junho de 2004
O Presidente da CPC

Post Scriptum

Felizmente para todos, que a PSP tomou todas as medidas necessárias, apesar da dificuldade de meios, não tendo havido qualquer problema.
No entanto foi notório que muitos dos habituais vendedores de "frescos" não estiveram presentes, talvez motivados pelo medo de "confusão", como a que se tinha observado na semana anterior. Foi também evidente que muitos dos habituais compradores também primaram pela ausência.
O PS pensa que se torna evidente que tem que haver outra solução para a colocação do mercado ambulante - diferenciado do mercado tradicional de "frescos".

Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar

segunda-feira, junho 21, 2004

"BAGUNÇA NO MERCADO" LEVA CÂMARA A SUSPENDER MERCADO AMBULANTE POR DUAS SEMANAS

Oiça a reacção do PS

A desorganização criada com as alterações impostas pela Câmara de Tomar, à localização dos vendedores ambulantes (vulgo mercado da roupa), criou na passada Sexta-feira a maior das confusões.
Em resultado disso a PSP, que se viu envolvida - sem meios - para fazer face à completa desorganização causada pela falta de planeamento da nossa Câmara, propôs ao executivo camarário a suspensão por duas semanas do referido mercado.

Os Vereadores do PS, concordando embora com a situação limite proposta pela PSP - que afirma não ter actualmente meios humanos suficientes ao dispôr para impôr a ordem pública naquele caso - não poderiam deixar de manifestar o seu mais profundo repúdio, pela incapacidade do executivo PSD, de atempadamente ter provido ao correcto planeamento de toda a situação do mercado de sexta-feira, pelo que se absteve.

O anedótico de toda a situação, atinge o seu máximo com as razões - aprovadas pela Câmara PSD:
"1 - A transferência dos vendedores ambulantes do Flecheiro para a àrea circundante do Mercado Municipal foi concluída da forma planeada no dia 18 de Junho;
2 - Face à verificação da necessidade de proceder a alterações de ordem de segurança apontadas pela PSP de Tomar;
3 - A necessidade de dotar os serviços da autarquia para a conclusão de diverso trabalho administrativo e a implementação de medidas de organização do próprio espaço;"

Os Vereadores do PS abstiveram-se, com a seguinte Declaração de voto:
"Consideramos que a suspensão do Mercado agora decidida culmina um processo com erros e lacunas, nomeadamente de planeamento e previsão de dificuldades. Contudo, considerando as propostas da PSP, e as suas advertências quanto às questões de segurança pública, abstemo-nos nesta decisão."

O PS relembra que toda esta situação, como a do Parque de Campismo e da Feira de Sta Iria, já há mais de dois anos era previsível - mercê da intervenção Polis, pelo que não se compreende que durante dois anos não tenham sido encontradas as SOLUÇÕES ADEQUADAS, no sentido de minorar o efeito, junto dos utilizadores destas infra-estruturas: A FALTA de ESTRATÉGIA e de PLANEAMENTO ficam muito mal, numa Câmara presidida por alguém, que dizendo-se especialista em Planeamento, deixe que casos destes aconteçam!

Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar

domingo, junho 20, 2004

COMUNICADO DA COMISSÃO POLÍTICA DE 18 DE JUNHO

A Comissão Política Concelhia do PS, na sua reunião ordinária de 18 de Junho de 2004, decidiu:

1. Agradecer a confiança dos mais de 43% de Tomarenses que tendo votado PS, nos dão ânimo a continuar o nosso trabalho empenhado, sério e responsável em prol da vida da nossa comunidade, transformando o PS na "casa comum" da alternativa ao poder autista e irresponsável de António Paiva e do PSD. Agradecer muito especialmente ao nosso candidato Dr.António Mendes e ao nosso mandatário, o independente Dr. João Simões, pela forma digna como participaram e contribuiram para este excelente resultado eleitoral, no Concelho de Tomar.

2 O PS de Tomar defende que a estratégia base para as deslocações urbanas, tenha como espinha dorsal o modo de transporte baseado na FERROVIA LIGEIRA de SUPERFÍCIE, integrado num PLANO de MOBILIDADE do nosso Concelho e Concelhos vizinhos, permitindo também uma gestão territorial em moldes significativamente inovadores.
Nesse sentido desafia o PS, a que a Câmara coloque o Estudo de Mobilidade que diz já ter realizado à DISCUSSÃO PÚBLICA, após a recolha dos pareceres das diversas entidades a consultar, nos termos da Lei. Desta forma, poderá ser obtido um PLANO de MOBILIDADE, no qual se estabeleçam opções e objectivos a alcançar num quadro de directrizes e apoios financeiros necessários à sua concretização

3. O PS exige que o processo relactivo à futura reconversão e utilização do CONVENTO de STA.IRIA, seja efectuado através da abertura de procedimento para CONCURSO PÚBLICO de CONCEPÇÃO-CONSTRUÇÃO.
Em CONCURSO PÚBLICO e não LIMITADO, devem ponderar-se as propostas dos concorrentes, de forma a melhor salvaguardar os interesses do Município, incluindo garantias para exploração e a melhor conservação da infraestrutura.

4. O PS dando cumprimento ao desafio que fez há cerca de um mês à Câmara, no sentido de propôr a criação da "Comissão de Implementação da Agenda XXI local de Tomar", irá brevemente propôr nos competentes órgãos autarquicos que esta Comissão seja integrada pelos seguintes parceiros:
a) Agentes Económicos;
b) Associações Ambientais;
c) Associações de intervenção social;
d) ONG (Organizações Não Governamentais);
e) Estabelecimentos de Ensino: Básico, Secundário e Superior;
f) Região de Turismo;
g) IPSS (Instituições Particulares de Solidariedade Social);
i) Instituições Religiosas (na vertente de intervenção social);
j)Autarquias (Câmara e Juntas de Freguesia);
k) Partidos Políticos.

5. Marcar a Convenção Autárquica do Concelho de Tomar, para o próximo dia 30 de Outubro, com a seguinte Comissão Organizadora: José João Narciso (Presidente da Assembleia Freguesia da Madalena), Artur Damásio, Virgílio Saraiva, Élia do Carmo, Carlos Silva e um representante da JS, dos Vereadores e das Juntas de Freguesia.

Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar

domingo, junho 13, 2004

A NOSSA MENSAGEM ESTÁ A CHEGAR AOS TOMARENSES!

Esperam de nós muito mais! SABEREMOS CUMPRIR!
Obrigado Tomar.



Todos os resultados por mesas do Concelho

Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar

sábado, junho 12, 2004

MENSAGEM DO NOSSO MANDATÁRIO ÀS ELEIÇÕES EUROPEIAS

Na qualidade de mandatário concelhio em Tomar da lista do Partido
Socialista candidata ao Parlamento Europeu, quero afirmar que fiquei profundamente chocado com o trágico falecimento do Sr. Prof. Dr.António de Sousa Franco, um HOMEM BOM, que serviu com espírito de missão e grande capacidade a Causa Pública e que vinha dando corpo a uma nova forma de fazer e de estar na política, com uma empatia popular, uma garra e uma alegria notáveis.

Quero apresentar à sua Família, na pessoa da sua mulher Srª Dª
Matilde Sousa Franco, sentidas condolências e afirmar-lhes que os acompanho solidariamente nesta hora de profunda dor.

Também ao Partido Socialista expresso sincero e sentido pesar e, nesta hora de adversidade e de sofrimento, devem ganhar incentivo para continuar a lutar pelas causas justas em que o Sr. Prof. Sousa Franco se empenhou respeitando a sua memória.

Parece que, no imediato, a melhor homenagem dos portugueses ao
Sr. Prof. Dr. Sousa Franco é comparecer nas urnas no próximo domingo e exercer o direito de voto
e a de todos os socialistas e apoiantes ou simpatizantes da lista por ele superiormente liderada, é conferir-lhe a retumbante vitória que ele certamente celebraria com a maior dignidade.

Tomar, 09 de Junho de 2004
João Manuel Pimenta Henriques Simões
Independente - Mandatário Concelhio da Lista PS ao PE

Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar

quinta-feira, junho 10, 2004

PORQUÊ VOTAR PS NO PRÓXIMO DOMINGO EM TOMAR

Pode ouvir as razões porque, especialmente em Tomar, deve votar no Partido Socialista.

António Mendes, candidato na Lista ao Parlamento Europeu.

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quarta-feira, junho 09, 2004

SOUSA FRANCO - O NOSSO COMANDANTE - MORREU AO LEME!

Segurando as rédeas, duma campanha de energia, força e determinação, o Dr. Sousa Franco deixou-nos, num momento em que Portugal tanto dele ainda esperava.

O PS, mas mais do que ele, Tomar e o País agradecem o seu sentido cívico de serviço a PORTUGAL.

Onde quer que esteja: OBRIGADO!

Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar

segunda-feira, junho 07, 2004

JANTAR DE ENCERRAMENTO SEXTA-FEIRA DIA 11

Realiza-se no Restaurante "O Convívio" o Jantar de encerramento da campanha eleitoral para o Parlamento Europeu, a partir das 19H00.

Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar

sexta-feira, junho 04, 2004

SOUSA FRANCO ASSUME PREOCUPAÇÕES DA ACITOFEBA


Acompanhado pelos dirigentes locais e nacionais do Partido Socialista e vários, em mais um momento de campanha eleitoral, o cabeça de lista do Partido Socialista ao Parlamento Europeu, Professor António Sousa Franco, esteve em Tomar.

Personalidade conhecedora dos problemas, nomeadamente de ordem fiscal e investimentos, que envolvem a actividade económica, Sousa Franco encontrou-se com dirigentes da ACITOFEBA (Associação Comercial e Industrial dos Municípios de Tomar, Ferreira do Zêzere e Vila Nova da Barquinha) na sede desta.

O Dr. José Luís Fachada, em representação da Associação, fez uma exposição sobre as iniciativas desenvolvidas numa perspectiva de conseguir a dinamizar o tecido económico dos concelhos em causa, assim como das dificuldades sentidas nos últimos anos ou a ausência de infra-estruturas que tornem este espaço um mercado apetecível quer para os investidores quer os residentes.

Atento, Sousa Franco, após ter escutado as preocupações manifestadas, apontaria como factor primordial para manter um determinado indicie de crescimento a necessidade de um investimento público que fosse ele próprio impulsionador de uma maior dinâmica do sector privado, concordando com essas preocupações salientando que o caso das infra-estruturas rodoviárias podia muito bem servir de exemplo.

Mas foi mais longe ao afirmar que a crise que se vive decorre também de opções políticas que "estrangularam" as capacidades dos investidores originando uma quebra de confiança sem precedentes, como a que se faz sentir no país.

Sousa Franco salientou ainda que como deputado europeu estaria sempre disponível para procurar métodos que possibilitassem o recurso aos apoios financeiros para o tecido empresarial dentro duma lógica de um desenvolvimento sustentável e que tivesse sempre em vista os aspectos sociais.

Por fim solicitou que a ACITOFEBA lhe fizesse chegar um documento em que se pronunciasse acerca dos investimentos mais prementes no quadro de uma Europa agora muito maior, quais para os aspectos de desenvolvimento mais significativos de para se encontrar um equilíbrio social, focado nas pessoas que tivesse impacto regional e nacional, e por fim que reflectissem sobre o problema do aeroporto da Ota, e da indecisão, ainda existente quanto à urgência daquele investimento.


Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar

quinta-feira, junho 03, 2004

UMA CÂMARA IRRESPONSÁVEL NA CAPTAÇÃO DE FUNDOS COMUNITÁRIOS

Ainda a propósito da reprogramação financeira do POLIS, que obrigam, por decisão da Câmara PSD, o Município a retirar ao investimento nas Freguesias, nas Pessoas e nas Famílias, cerca de UM MILHÃO e MEIO de euros, impõem-se os seguintes esclarecimentos:

1. Desde a entrada deste Governo PSD-PP, em Abril de 2002, o Ministério das Cidades, na altura chefiado por ISALTINO MORAIS, tendo como Secretário de Estado MIGUEL RELVAS, deixaram de assumir o compromisso do Governo PS de compensar as Sociedades Polis pela diferença entre os 55% de financiamento comunitário e os 75% previstos, através de inscrição de verbas em PIDDAC.

2. A Discussão Pública iniciada em Junho de 2002, da Estratégia Nacional de Desenvolvimento Sustentável, deu novo impulso à forma como a captação de investimento passou a ser equacionada, nomeadamente através do EIXO 3, do III Quadro Comunitário de Apoio (2000-2006). ver QCAIII

3. Em Julho de 2002, um conjunto de dirigentes do PS de Tomar, apresentam publicamente o "METRO DE SUPERFÍCIE", com financimento através do FUNDO de COESÃO, permitindo uma intervenção nos Transportes Urbanos e na Requalificação Urbana, capaz de complementar as intervenções POLIS previstas.

4. A Câmara de Tomar, desde Setembro de 2002, foi por diversas vezes questionada pelos Vereadores e Deputados Municipais do PS, relactivamente à garantia de financiamento governamental ao Programa POLIS - sempre António Paiva garantiu que estava tudo assegurado...

5. Em 31 de Maio de 2004, António Paiva leva a reunião de Câmara a REPROGRAMAÇÃO FINANCEIRA do Polis, que obrigada o Município a comparticipar com mais UM MILHÃO e MEIO de EUROS, em virtude do que já se sabia desde 2002 - que só estavam garantidos 55% de Financiamento comunitário.


ORA, O QUE DEVIA A CÂMARA TER FEITO:

1. Desde que soube da alteração de política do seu Governo, relativamente ao financiamento Polis (2002), devia ter imediatamente procurado colocar parte das candidaturas polis noutro EIXO comunitário - o Terceiro: EIXO 3 – Afirmar a valia do Território e da posição geoeconómica do País

2. Aproveitar a proposta SOCIALISTA, do Metro Ligeiro de Suyperfície, e elaborar as respectivas candidaturas ao EIXO 3, Programa Operacional das Acessibilidades e Transportes, que contemplava "Garantir a sustentabilidade económica e financeira, ambiental e social do sector, criar condições a nível do sistema de transportes e respectivas infraestruturas para o aumento da produtividade e da competitividade das empresas portuguesas e da sua integração no mercado global,privilegiando uma abordagem integrada da mobilidade e respeitadora do ambiente e do ordenamento do território; criar condições para o desenvolvimento em Portugal de uma plataforma de serviços, melhorar a qualidade de vida das zonas urbanas e as acessibilidades que se traduzam num esforço da coesão e da solidariedade internas"

3. Ou seja, REDIRECCIONAR AS CANDIDATURAS polis para o Eixo Comunitário e respectivos Programas Operacionais ONDE HAVIA e HÁ DINHEIRO, em vez de ficar "sentado à espera do milagre".

4. Tudo isto porque através do Eixo 3, comparticipado para a Região de Lisboa e Vale do Tejo a 55%, poder-se-ia complementar com o FUNDO de COESÃO e ainda obter financiamento do Banco Europeu / Banco Mundial a taxa de juro 0%, no remanescente, ou seja - MUITAS DAS CANDIDATURAS FICARIAM À AUTARQUIA A CUSTO ZERO.


EM CONCLUSÃO:

Esta atitude responsável e precavida da Câmara de Tomar, poderia ter conduzido Tomar ao seguinte:

1. Libertação de fundos próprios da autarquia em cerca de DOIS MILHÕES DE EUROS, para investimento nas Freguesias, no apoio ao Associativismo, à Habitação Social, ao Parque Escolar e às Pessoas e Famílias carênciadas.

2. Intervenção em todo o Espaço do Rio - AMBIENTAL - desde a nascente até à foz.

3. Tirar partido - através do desenvolvimento de tecnologias de produção energética limpa - da força motriz do rio nabão - REDE DE MICRO-BARRAGENS PRODUTORES DE ENERGIA.

4. Implementar em Tomar a FERROVIA LIGEIRA DE SUPERFÍCIE, resolvendo a espinha dorsal de um sistema de Transportes na Cidade e no Concelho.

5. Requalificar o CENTRO HISTÓRICO, a nível das suas infra-estruturas e promovendo o desenvolvimento económico de todo o Espaço Urbanop da Cidade - FIXANDO EMPRESAS e CRIANDO EMPREGO.


TAL NÃO FOI POSSÍVEL PORQUE:

1. A um Governo de palavra e responsável se seguiu este Governo, que não assume os compromissos e não COORDENA ESTRATÉGICAMENTE os INVESTIMENTOS COMUNITÁRIOS.

2. Perante um Governo irresponsável, a Câmara de Tomar foi incapaz de desenvolver ela própria a ESTRATÉGIA DE INTERVENÇÃO ADEQUADA, estudando, projectando e candidatando AO EIXO CERTO, tudo aquilo que necessitava para o seu desenvolvimento.

EM RESUMO: ESTA CÂMARA SÓ FOI CAPAZ DE TRAZER INVESTIMENTO PARA TOMAR, ENQUANTO OUTROS O FAZIAM, PORQUE A PARTIR DO MOMENTO QUE FICOU POR SUA CONTA E RISCO FOI O QUE SE VIU: BURACOS FINANCEIROS E IMCOMPETÊNCIA!

Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar

A VISITA DE ELISA FERREIRA A TOMAR - CONCLUSÕES

No âmbito da campanha eleitoral para o Parlamento Europeu a ex-ministra do Planeamento, Drª Elisa Ferreira, acompanhada por uma delegação do Partido Socialista visitou na 2 de Junho, as instalações do Programa Polis em Tomar, onde foi recebida pelo Presidente da Câmara Municipal, António Paiva.

Teria sido uma conversa completamente banal, integrado numa Campanha Eleitoral,se o Presidente da Câmara não manifestasse ao longo da sua conversa algumas incongruências. Banal porque a deputada socialista acompanhou grande parte dos assuntos que ali foram focados.

Mas António Paiva primou o seu discurso redondo por uma certa incoerência, a não ser que tais deslizes se tratassem de algumas daquelas tendências para "iludir a verdade" como tem feito ao longo de sete anos de mandato.

Só para se ter uma noção, recordamos que inflacionou o valor das receitas da piscina municipal, referiu que de momento se estava a estudar a hipótese de ficarmos com dois parques de campismo (não há fome que não dê em fartura!), ou que a grande divergência com o Partido Socialista relativamente à ponte a sul da cidade se prende com o facto de o PSD (leia-se António Paiva) pretender construir primeiro a ponte no Flecheiro e o nosso partido pretender primeiro a de S. Lourenço. Esta afirmação então é mesmo de bradar aos céus, toda a população em Tomar sabe que várias direcções locais do PS sempre se bateram contra tal monstruosidade.

O que António Paiva não explicou é a forma como vão ser tratados os proprietários dos terrenos a expropriar e quais os grandes negócios que se preparam para uns quantos investidores imobiliários que irão enriquecer à custa dos actuais donos.

Porém valha-nos isso reconheceu o valor elevado das taxas de saneamento e do preço da habitação, mas sem que desse quaisquer pistas para ultrapassar este obstáculo ao desenvolvimento do concelho. Lastimou-se imenso com facto de o Programa Polis se ir "esticar" até 2007, e que prefere ver o concelho insolvível do que deixar de construir mais uma "fontinha que jorra água quando lhe apetece e para passageiro de avião ver" (Fonte Cibernética).

Bem conhecedora dos dossiers a deputada do PS (que planeou muitos dos investimentos para Tomar) colocou algumas questões ao presidente que este titubeantemente tentou contornar sem conseguir disfarçar algum incómodo.

Gritante foi quando António Paiva foi colocado perante evidências referentes à comparticipação do programa Polis, e a "traição" que o governo de Durão Barroso resolveu cometer contra "o melhor presidente de Câmara do país".

Aí o silêncio ainda, que emoldurado num sorriso amarelo, foi o único argumento encontrado e nem mesmo o "choradinho" que o mesmo confessou não estar a fazer lhe valeu de nada, pois a contra-argumentação da deputada foi mais forte esclarecendo que as câmaras sabiam o que se estava a passar e não conseguiram em dois anos de governo PSD/PP resolver os seus problemas.

Enfim um mau número de António Paiva que está a perder as faculdades de "vendedor de banha-da-cobra". O Rei Vai Nu, e Tomar está falido! Obrigado senhor engenheiro pelo esforço, mas chegou a hora de dar novo rumo à sua vida, pois assim nem a capital da Comunidade Urbana nos salva!



Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar

terça-feira, junho 01, 2004

CÂMARA ENGANA OS TOMARENSES NA COMPARTICIPAÇÃO DO POLIS

Da posição dos vereadores do PS na Reunião de Câmara

"Pela redução das comparticipações pelos fundos comunitários do Programa Operacional Regional de 75% para 55%. Todos sabiam que na Região de Lisboa e Vale do Tejo a comparticipação é, independentemente da diversidade das situações regionais, de 55%.

Mas havia sido assumido pelo ministro socialista da pasta (José Socrates) que seria assegurada a comparticipação máxima, corrigindo, aliás, os critérios injustos ainda em prática. Ora este compromisso, ainda que não tendo sido vertido em documento escrito, tem que ser assumido pelo actual governo porque conhece desde o início a sua existência e de que todo o Programa Polis foi elaborado a partir deste pressuposto."

FAÇAM AGORA A SEGUINTE ANÁLISE:

1. Imaginem que a Autarquia de Tomar iniciou a ilusão do Polis, sem nunca ter garantido cabimento de verba que necessitava e que divulgou. No PIDDAC, nunca as verbas agora reclamadas estiveram inscritas.

2. Não havendo cabimento no Ministério, logo as verbas adicionais à comparticipação já prevista no Programa Operacional, nunca poderiam estar à disposição do Municipio. Esta situação já tem vários anos.

3. A Autarquia tinha de saber que a sociedade Polis nunca podia pagar o Iva a 5%. Regra que também tem vários anos em Portugal.

4. O responsável sobre esta situação nunca pode ser ninguém fora da C.M.Tomar(PSD) ou dos seus "homens" no Governo (PSD).

5. Os técnicos desse Ministério fartam-se de rir, sobre esta situação pouco "precavida" da Câmara PSD de Tomar.

6. Nunca existindo cabimento, a CMT entrou no mundo dos pressupostos. Se os pressupostos do Polis deste governo foram alterados, logo a Autarquia tinha de se adaptar ao governo, todos sabemos que nunca poderia ser ao contrário.

7. António Paiva tem assim continuado, repetidamente, a ENGANAR OS TOMARENSES! (Até à Segunda-feira , dia 31 de Maio)

7. Nunca experimentem fazer o mesmo em vossa casa, que Câmara Municipal de Tomar fez em relação ao POLIS, - correm o risco de ir RAPIDAMENTE À FALÊNCIA!


Informação da responsabilidade do Secretariado da Concelhia do PS de Tomar